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quarta-feira, 30 de julho de 2025

Pastor é preso por visitar famílias cristãs em Cuba



As catorze horas de detenção deixaram o pastor Maikel Velázquez muito abalado


Em 9 de julho, o pastor Maikel Pupo Velázquez, membro da Aliança Cristã de Cuba (ACC), foi detido por 14 horas após visitar Marta Perdomo, mãe de Jorge e Nadir Martín Perdomo, dois jovens cristãos presos por participarem dos protestos pacíficos em 2021. O pastor Velázquez havia levado remédios para a neta de Marta e oferecido apoio pastoral em Cuba.

Embora breve, a detenção o deixou visivelmente abalado. Sua prisão parece ser uma resposta direta ao seu ato de solidariedade com a família Perdomo e faz parte de uma repressão mais ampla contra líderes religiosos que demonstram compaixão por prisioneiros políticos e suas famílias.

Jorge e Nadir foram condenados a oito e seis anos de prisão, respectivamente, sob acusações como "desordem pública" e "desacato". As condições na prisão são especialmente severas para Jorge, que tem sofrido maus-tratos, condições insalubres e isolamento após se recusar a realizar trabalho forçado.

Aniversário dos protestos de 11 de julho de 2021

Marta Perdomo, mãe da família, também está sendo alvo de perseguição. As autoridades a proibiram de frequentar cultos religiosos, e alguns pastores têm sido pressionados a negar sua entrada para evitar retaliações do governo. Ela chegou a ser detida ao tentar entrar em uma igreja local.

Por ocasião do aniversário dos protestos de 11 de julho de 2021, igrejas relataram aumento na vigilância e advertências para não permitirem a presença de familiares de prisioneiros políticos nos cultos. Pastores também estão sendo ameaçados por pregarem sobre justiça, liberdade ou direitos humanos.

"Este caso mostra como Cuba está violando liberdades básicas de expressão, de religião e de tratamento humano nas prisões. O regime está criminalizando a fé e tentando silenciar o apoio espiritual às vítimas da repressão", disse Laura Díaz*, parceira local da Portas Abertas em Cuba.


Fonte: Portas Abertas via Folha Gospel

quarta-feira, 18 de outubro de 2023

Ato em apoio ao Povo de Israel é realizado em Brasília




Ato em apoio ao Povo de Israel é realizado em Brasília, por evangélicos e judeus messiânicos


 

Foi realizado ontem, 17 de Outubro, ato em apoio ao Povo de Israel, em Brasília, por evangélicos e judeus messiânicos. 
O ato foi liderado por membros do COPEV (DF) – Conselho de Pastores Evangélicos  no DF, em conjunto com a Congregação a Israelita de Taguatinga e outras Igrejas Judaicas Cristãs

O evento que começou às 17h em frente à Embaixada de Israel, lá permaneceu até às 19h com leitura de Salmos, cânticos em hebraico e português, além de orações pela Congregação Israelita.

Registra-se que a Embaixada de Israel expôs no muro em frente à sua sede, banners com fotos das atrocidades cometidas pelos terroristas. Manifestantes pró Grupo Terrorista Hamas, que lá também promovem manifestos contra Israel, podem verificar as barbáries produzidas por aqueles os quais defendem.

Os manifestantes conseguiram ultrapassar as grades do gramado, montadas pela segurança desde os atos de 8 de janeiro, em frente a portaria do prédio do Congresso Nacional, mais conhecida como "Chapelaria".  Ali permaneceram até às 20h, também orando pelo povo de Israel, pelos reféns que se encontram sequestrados em Gaza, suplicando pela vitória contra o grupo terrorista Hamas e Hezboláh. 
Segundo o Pastor Natair Corrêa, um dos líderes do COPEV (DF), a manifestação teve pleno êxito, sendo que tudo transcorreu bem, e sem qualquer percalço.

A polícia legislativa que chegou se dirigir ao local, indo ao encontro dos participantes,  porém, ao verificar que se tratava de um ato pacífico apenas com orações e cânticos, permitiu a conclusão do evento.


Correspondente Point Rhema Brasília

segunda-feira, 17 de julho de 2023

Suécia autoriza protesto com queima de Bíblia, mas ativista muçulmano desiste




O muçulmano Ahmad Alush disse que só queria chamar a atenção das pessoas para os limites da liberdade de expressão.


O ativista muçulmano Ahmad Alush, de 32 anos, que recebeu permissão para queimar uma Bíblia do lado de fora da embaixada israelense, na Suécia, disse que recuou de seu plano, já que a intenção era somente chamar a atenção para a recente queima do Alcorão no país.

Quando Alush teve a permissão das autoridades suecas para realizar o ato, ele atraiu ampla condenação e protesto de Israel e de vários grupos judeus. O ativista disse que nunca foi sua intenção queimar livros sagrados judeus ou cristãos, conforme o The Times of Israel.

"Ninguém deveria fazer isso", disse ao reforçar que apenas queria dar uma resposta às pessoas que queimam o Alcorão. "Quero mostrar que a liberdade de expressão tem limites que devem ser levados em conta", comentou com os repórteres reunidos no local.

'Temos que nos respeitar'

Depois da permissão que Alush conseguiu das autoridades suecas, as autoridades israelenses protestaram na Suécia. Grupos judeus se mostraram indignados. O presidente israelense, Isaac Herzog, chegou a dizer que o ato seria uma expressão de "puro ódio".

Mas o ativista muçulmano explicou: "Quero mostrar que temos que nos respeitar, vivemos na mesma sociedade. Se eu queimar a Torá, outro a Bíblia, outro o Alcorão, haverá guerra aqui. O que eu queria mostrar é que não é certo fazer isso", enfatizou.

A emissora pública sueca SVT disse que Alush jogou o isqueiro no chão e disse que não precisava daquilo. A polícia local confirmou que havia aprovado o pedido do muçulmano para realizar a manifestação em frente à embaixada de Israel, em Estocolmo, onde a Torá judaica e a Bíblia cristã seriam queimadas.

'Existem outras maneiras de expressar a liberdade'

Em entrevista ao The Times of Israel, a historiadora americana e professora de Judaísmo Moderno, Deborah Lipstadt, disse que a queima "criaria um ambiente de medo" e que os EUA estavam preocupados.

Ela também disse que os americanos condenam a queima de qualquer livro sagrado: "Existem maneiras melhores de manifestar a liberdade de expressão do que profanar textos sagrados".

A Associação Judaica Europeia em um comunicado conjunto com a Coalizão Europeia para Israel, um grupo sionista cristão, também se manifestou: "Está claro que o ato de queimar uma Bíblia em frente à embaixada israelense é tudo menos pacífico. Em vez disso, é provocativo, grosseiramente inapropriado e projetado apenas para ofender".

"Atos provocativos, racistas e repugnantes como esses não têm lugar em nenhuma sociedade civilizada", concluiu o presidente da EJC, Ariel Muzicant.

Fonte: Guia-me com informações de Time Of Israel via Folha Gospel

sábado, 1 de abril de 2023

Tentativa de reforma no Judiciário, governo causa crise sem precedentes em Israel


“É uma tentativa do Executivo e do Legislativo de neutralizar completamente a independência do Judiciário”, dizem analistas do país.


Nas últimas semanas, o Estado de Israel viveu seus protestos mais massivos desde sua fundação em 1948. Nas últimas horas, mais de 600.000 pessoas foram às ruas para protestar contra o projeto de reforma judicial que o governo de Benjamin Netanyahu pretende  promover e implementar, apoiado por seu próprio partido, os Sionistas Religiosos, o Shas, o Judaísmo Unido da Torá e a direitista Força Judaica.

Um dos grandes pilares do projeto de reforma do governo é modificar a comissão de seleção de juízes, que é composta por nove membros e que, com a legislação atual, exige um acordo entre os poderes judiciário e político para nomear os magistrados do STF e do resto das instituições judiciais de Israel.

Por outro lado, o gabinete executivo de Netanyahu também busca rever, a diminuição das atribuições da Suprema Corte. Por exemplo, proibindo-o de invalidar as chamadas "leis básicas", que são as normas fundamentais na ausência de uma Constituição, ou apenas permitindo-lhe impugnar as leis ordinárias, embora com o apoio de 12 dos 15 juízes que fazem o Supremo Tribunal Federal, em vez da atual maioria simples.

Além disso, a coalizão governista também quer aprovar uma cláusula de nulidade com a qual possa voltar a debater e aprovar leis que já foram contestadas pelo STF. “Não é uma reforma judiciária, mas uma tentativa do poder executivo e do poder legislativo de neutralizar completamente a independência do judiciário como entidade que também pode controlar e criticar as ações do governo”, observa Arie Kacowicz, professor da International Relações na Universidade Hebraica de Jerusalém. “Na verdade, não é diferente do 'autogolpe' de Fujimori, ou da candidatura de Castillo ao poder legislativo no Peru, ou da tentativa, às vezes bem-sucedida ou malsucedida, de governos populistas na Turquia, Índia, Hungria ou Polônia, de corroer ao judiciário", acrescenta.

Divisão no governo

Embora o governo tenha uma maioria de 64 assentos no Knesset (parlamento israelense), não é um apoio totalmente garantido. À rejeição que a norma suscitou, somam-se críticas dentro de suas próprias fileiras. Netanyahu demitiu seu ministro da Defesa, Yoav Gallant, depois de pedir publicamente a suspensão do projeto de reforma. Algo que marcou uma virada na tensão popular.

Além das fogueiras nas ruas e do escrache em frente à residência de Netanyahu em Jerusalém, a Federação Geral do Trabalho de Israel (o maior sindicato do país) convocou uma greve geral, o sindicato dos médicos também anunciou fechamentos em o sistema nacional de saúde e a liderança do exército começaram a mostrar sua preocupação. “Nossos inimigos veem Israel como limitado e fraco”, disse um oficial do exército ao All Israel News.

Enquanto o procurador-geral, Gali Baharav-Miara, lembrou a Netanyahu que ele não pode votar porque seria "ilegal" e levaria a um "conflito de interesses", devido ao seu status de impeachment acusado de corrupção e abuso de influência, o presidente de Israel, Isaac Herzog, pediu ao primeiro-ministro e seu governo para corrigir. "Pelo bem da unidade do povo de Israel, peço que pare o processo legislativo imediatamente", disse ele.

"É em parte uma questão de vingança pessoal e também da necessidade privada de Netanyahu e seus associados de fugir da justiça", diz Kacowicz.

Uma crise sem precedentes

A crise em Israel não tem paralelo na história de 75 anos do estado proclamada por David Ben-Gurion. Após o pedido de Herzog para interromper a reforma, Netanyahu ficou em silêncio por algumas horas. Algumas vozes apontaram que a coalizão governista estava em perigo, já que a reforma é um projeto não só do Likud, mas de outras formações executivas.

Do partido Sionismo Religioso, eles indicaram que “deter a legislação será uma capitulação à violência, à ilegalidade, à rejeição e à tirania da minoria e comprometerá os resultados eleitorais”. Os parceiros do governo da Força Judaica, que controla o Ministério da Segurança Nacional (Interior), também garantiram que interromper o processo "poderia levar à dissolução do governo".

No entanto, há vários analistas nacionais que não veem outra opção. “Se as seis ou sete leis planejadas fossem aprovadas no parlamento, haveria um apelo à Suprema Corte, que, examinando o conteúdo das leis, quase certamente derrubaria essas leis como inconstitucionais e ameaçadoras à razão de ser de Israel. como um estado democrático e judeu”, diz Kacowicz. “Isso levaria a uma grave crise constitucional e institucional de magnitude inédita na história do país”, acrescenta.

Diante da pressão, finalmente, Netanyahu optou por não renunciar à implementação da reforma, mas adiá-la: "Dou tempo à negociação para evitar um conflito civil [...] buscar uma visão mais ampla", assegurou. Também exigiu "parar imediatamente os apelos por insubordinação". "Aqueles que promovem a anarquia e a violência procuram dividir o país", disse ele.

A economia e as relações internacionais estão em perigo

O setor de tecnologia é muito importante para a economia israelense. Especificamente, representa 15% do PIB, 10% de sua força de trabalho, metade de suas exportações e um quarto dos impostos de renda. No entanto, algumas das empresas sediadas no país expressaram sua preocupação de que Israel adquira um caráter mais autocrático com a nova reforma judicial e colocaram seu futuro no ar, esperando o que acontece.

Tudo o que construímos nos últimos 20 ou 30 anos está desmoronando”, disse Dror Salee, um empresário. "Ainda não há dados sobre a queda do investimento estrangeiro, que representa de 85% a 90% do investimento em alta tecnologia, mas não conheço nenhuma empresa que consiga levantar investimento neste momento", comentou, segundo França 24.

Banqueiros, economistas, empresários emergentes, comerciantes, todos alertaram o governo sobre as terríveis consequências de aceitar a reforma”, explica Kacowicz. “Também já existem consequências terríveis em relação à segurança do país. É praticamente uma lei científica nas relações internacionais que os países democráticos liberais têm melhor desempenho em termos de guerra e paz, e também em termos de desenvolvimento econômico”, acrescenta.

No plano internacional, os Estados Unidos, principal parceiro de Israel, manifestaram preocupação com a situação do país. O embaixador dos EUA em Israel, Tom Nides, instou o governo de Netanyahu a "pôr freios" na reforma judicial, e um porta-voz da Casa Branca garantiu que "eles estão profundamente preocupados com os acontecimentos em Israel, que enfatizam ainda mais a necessidade urgente de um compromisso". “Como o presidente [Biden] discutiu recentemente com o primeiro-ministro Netanyahu, os valores democráticos sempre foram e devem continuar sendo uma marca registrada do relacionamento entre os Estados Unidos e Israel”, acrescentou, segundo o The Times of Israel.


Publicado em: DIGITAL EVANGÉLICO - MUNDO

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

A IGREJA DEVE PEDIR PERDÃO A LULA? - por Pr. Cláudio Barrozo



O pastor batista Cláudio Barrozo, publicou em seu canal no Youtube, e em seu nome pessoal, uma resposta pública à fala do também pastor batista, apresentado como Presidente da Convenção Batista Carioca, que em evento político de apoio ao presidenciável Lula da Silva, evento realizado em São Gonçalo (RJ), patrocinado pelo PT, partidos aliados com grupo de evangélicos, que a "Igreja evangélica deve um pedido de perdão a Lula".


No vídeo o pastor se apresenta, reproduz a fala do referido pastor e na sequência dá a sua resposta, que vale a pena conferir.


ASSISTA AQUI

sábado, 16 de julho de 2022

Famílias reagem ao ativismo LGBT+ da Disney e deixam executivos “em pânico”

A expressão "quem lacra, não lucra", se tornou um dito popular nas redes sociais, em referência à iniciativa de empresas que passaram a aderir às pautas do ativismo LGBT. A Disney, por exemplo, parece experimentar agora os efeitos dessa realidade, após ser alvo de boicote por parte das famílias americanas.

Conforme o GospelMais já havia antecipado, uma executiva de produção da Disney chamada Karey Burke teve um vídeo divulgado nas redes socais, onde aparece afirmando que a meta da gigante do entretenimento infantil é ter pelo menos 50% de todos os seus personagens vinculados ao mundo LGBT.

Como resultado, famílias americanas lideradas por figuras conservadoras resolveram reagir, criando um abaixo-assinado de boicote à Disney, o que vem se repercutindo em outras partes do mundo.

"A Disney, hoje, é refém de ativistas LGBT empenhados em corromper nossos filhos através da doutrinação homossexual", diz um trecho do abaixo-assinado, que cita como um dos exemplos uma cena do filme infantil "Lightyear", onde há um beijo lésbico.

"Os executivos da Disney estão em pânico e é por isso que precisamos da sua ajuda para avançar AGORA contra a empresa", incentiva o abaixo-assinado, que convoca os americanos para o boicote e pode ser assinado aqui.

"Imagine o poder que teremos se enviarmos uma promessa maciça ao CEO da Disney, comprometendo-nos a não ver nenhum filme ou espetáculo da Disney ou comprar qualquer produto que promova a ideologia do género", ressalta o texto.

Karey Burke, por sua vez, revelou que é mãe de duas crianças queer, segundo ela, sendo uma "transgênero e uma criança pansexual". Pelo cargo que ocupa na Disney, a preocupação das famílias americanas conservadores não é por menos.

O objetivo do abaixo-assinado é atingir meio milhão de assinaturas, a fim de que o documento seja entregue ao CEO da Disney, Robert Chapek. A expectativa é que a iniciativa sirva para demonstrar a insatisfação com o ativismo na empresa.

Fonte: Gospel+

sábado, 9 de julho de 2022

Versão gay do Homem-Aranha provoca indignação nos fãs


A transformação do super herói faz parte dos planos da Disney em seguir uma agenda LGBT.

Com lançamento previsto para setembro, a Marvel Entertainment — que foi comprada pela Walt Disney Company, em 2009 — vai apresentar o “Homem-Aranha Gay” em quadrinhos.

Em breve, o “Web-Weaver” — uma versão do universo alternativo do Homem-Aranha — terá sua edição “Edge of Spider-Verse #5.

As notícias da nova versão do super-herói foram compartilhadas, pela primeira vez, no Twitter do escritor da Marwel, Steve Foxe. Porém, sua conta passou a ser privada desde então.

Algo que percebi, imediatamente, ao conceber o Web-Weaver é que ele não pode — e não deve — representar TODOS os homens gays. Nenhum personagem pode. Sua identidade feminina destemida é central para quem ele é”, disse Foxe num tweet posterior ao seu anúncio, conforme o Daily Wire.

Críticas dos fãs da Marvel

Cara, por que você tem que arruinar o Homem-Aranha?”, perguntou um usuário do Twitter, referindo-se ao mentor da Marvel, Stan Lee, que anunciou em 2015 que queria que o herói da web continuasse sendo branco e heterossexual.

Lee, que faleceu em 2018, falava em preservar o alter ego do Homem-Aranha — Peter Parker.

A resposta de Lee, sempre que falavam em alterações, era firme: “Eu não me importaria se Peter Parker fosse negro, latino ou índio. Mas, originalmente, nós criamos ele branco. Não vejo razão para mudar isso”.

Sobre a atual mudança no gênero do Homem-Aranha, o ator Eric July apontou como “desnecessária”.

Disney foi longe demais

O pastor Franklin Graham disse que “a Disney foi longe demais” em seu apoio à agenda LGBT.

Os ativistas LGBT estão usando as empresas para forçar sua agenda ao público; e as empresas podem começar a reavaliar o que estão permitindo que aconteça”, disse o pastor ao lamentar o “fracasso moral da Disney”.

A transformação do Homem-Aranha ocorre à medida em que a Disney investe cada vez mais na propagação de histórias LGBT, principalmente através de conteúdos voltados para crianças.

O exemplo mais recente foi a animação “Lightyear” — um dos personagens do Toy Story — que teve um beijo gay, após pressão da comunidade LGBT. O filme estreou nos cinemas no dia 17 de junho.

Outro exemplo é o filme de animação “Strange World” (Mundo Estranho) com lançamento previsto para novembro. Será o primeiro filme da Disney a apresentar um romance abertamente gay entre adolescentes.

Por conta de seu posicionamento, a Disney tem sido muito criticada. Em abril, houve um protesto organizado pelo músico Sean Feucht, em frente à sede da corporação, onde cristãos criticaram a agenda gay: “Passaram dos limites”.

Fonte: Guia-me com informações de Faithwire via Folha Gospel

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Conselho de Ética abre processo contra vereador do PT que invadiu igreja em Curitiba


Renato Freitas é alvo de seis representações por quebra de decoro parlamentar e corre o risco de perder o mandato.

Na última quinta-feira (18), o Conselho de Ética da Câmara Municipal de Curitiba abriu um processo disciplinar contra o vereador Renato Freitas (PT), após liderar uma invasão em uma igreja católica na capital do Paraná. Freitas também é alvo de seis representações por quebra de decoro parlamentar e corre o risco de perder o mandato.

Segundo o parecer da Corregedoria da Câmara Municipal, o parlamentar petista é acusado de quebra de decoro em três atos: perturbação da prática de culto religioso, entrada não autorizada no templo e realização de ato político no interior da igreja.

Com a instauração do processo, Freitas terá que apresentar sua defesa prévia em até 15 dias. O vereador está afastado do mandato, por questões de saúde, desde o dia 18. O processo disciplinar terá Sidnei Toaldo (Patriota) como relator e Maria Letícia (PV) como vice-relatora.

O processo vai respeitar, fielmente, todas as normas legais, garantindo ao vereador o contraditório e a ampla defesa, pautando-se pelo princípio da presunção de inocência”, afirmou o presidente do Conselho de Ética da Casa, Dalton Borba (PDT). 

Esse processo visa a esclarecer fatos. Não é um processo acusatório, é um processo de esclarecimento, para julgamento dessa conduta ao final dos trabalhos”, explicou.

Entenda o caso

No dia 5 de fevereiro, um grupo de manifestantes liderado por Renato Freitas invadiu e interrompeu a missa na Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, durante protesto pelo congolês Moïse Kabagambe, assassinado no Rio de Janeiro.

De acordo com o Padre Luiz Hass, de 74 anos, uma missa estava acontecendo quando os manifestantes invadiram a igreja. O sacerdote relatou que o grupo permaneceu por cerca de 20 minutos no templo, aos gritos.

Uma situação insuportável, barulho muito grande, pedimos que baixassem o som lá fora, saíssem da escadaria. Mas começaram a dizer que era igreja dos negros. Suspendi a missa, porque não tinha como, não era horário para fazer o protesto”, afirmou.

O vereador Renato Freitas (PT), na invasão à Igreja do Rosário, em Curitiba. (Foto: Instagram/Renato Freitas).

Em nota, o PT no Paraná lamentou o episódio e afirmou que “não participou nem da organização nem da decisão de adentrar o templo religioso”.

O partido ainda seguiu a mesma linha de defesa do vereador: “Há, por parte da imprensa tendenciosa, a manipulação de fatos para prejudicar o Partido dos Trabalhadores, pois os vídeos  evidenciam que no momento em que os manifestantes estiveram no interior da paróquia, a missa já havia terminado e o templo estava vazio”.

Pedidos de Cassação

Após a invasão, que ganhou repercussão nacional, Freitas se tornou alvo de pedidos de cassação do mandato na Câmara de Curitiba. 

Os vereadores Éder Borges (PSD), Pier Petruzziello (PTB) e Pastor Marciano Alves (Republicanos) protocolaram o pedido no dia 7 de fevereiro, cobrando que o caso fosse levado ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Municipal de Curitiba.

No mesmo dia, durante sessão na Câmara, Renato Freitas foi criticado por diversos vereadores, mas negou que o protesto tenha interrompido a missa.

No dia 9 de fevereiro, durante sessão ordinária na Câmara, Freitas pediu desculpas por seu comportamento e se declarou como cristão. 

Algumas pessoas se sentiram profundamente ofendidas, e para essas pessoas eu sinceramente e profundamente peço perdão. Desculpa. Não foi, de fato, a intenção de magoar ou de algum modo ofender o credo de ninguém. Até porque eu mesmo, como todos sabem, sou cristão”, disse o vereador.

Caso levado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos

Na sexta-feira (18), a Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) encaminhou o caso da invasão à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIHM), que faz parte da Organização dos Estados Americanos (OEA).

O documento pede que a Comissão investigue o incidente, com o objetivo de confirmar a violação da liberdade religiosa, e que solicite ao governo brasileiro a adoção de medidas para a preservação da liberdade religiosa no país.

O ato conduzido pelo vereador e advogado Renato Freitas (PT) é apenas o mais recente exemplo de invasão a uma Igreja Cristã, provocada por forte carga ideológica. O crescimento desses casos de vilipêndio tem feito os fiéis temerem que grupos se sintam legitimados ou autorizados para cometer crimes contra o sentimento religioso, pela falta de uma devida responsabilização”, afirmou o Diretor Executivo da ANAJURE, Dr. Gabriel Dayan.


Fonte: Guiame

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

TV Globo processa homem por protesto, mas acaba derrotada

Servidor havia feito postagem nas redes oferecendo R$ 100 para quem jogasse água em repórteres da empresa

Uma decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) impôs uma derrota à TV Globo em um processo que a emissora movia contra um servidor público. O caso em questão diz respeito a um protesto realizado nas redes sociais por um crítico do conglomerado de mídia. Na ação, a Globo pedia uma indenização de R$ 30 mil a ser paga pelo homem.

Assinada pelo juiz substituto Matheus Zuliani, da Vara Cível, de Família e de Órfãos e Sucessões do Recanto das Emas, a sentença analisou uma postagem de Marcos Aurélio Salles, um servidor da Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) que oferecia R$ 100 a quem jogasse água em um repórter da Globo ao vivo.

Postagem feita pelo servidor nas redes sociais Foto: Reprodução/Facebook

Na ação, a Globo alegou que a campanha recebeu inúmeros comentários apoiando a iniciativa do servidor público e que, por conta do fato, repórteres da empresa teriam ficado com medo de trabalhar nas ruas em razão da repercussão da publicação.

O juiz, porém, rejeitou as alegações da Globo e afirmou que não houve a prática de conduta ofensiva por parte do servidor, mas apenas a sua manifestação do pensamento, que não teve poder de gerar qualquer dano à emissora. Zuliani destacou que não houve a efetivação da prática citada na postagem nem qualquer pagamento realizado por Marcos a esse respeito.

O que se evidencia é a manifestação do autor em rede social, provavelmente em um ato de crítica às atividades da requerida ou de seus repórteres, manifestação essa que não pode ser confundida com uma incitação ao ódio público – apontou o magistrado na sentença.

Fonte: Pleno News

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Vereador alerta: ‘Quando começar a queimar igreja, espancar pastores, talvez acordem’

O vereador de Belo Horizonte, Nikolas Ferreira (PRTB-MG), usou as suas redes sociais para fazer um alerta aos cristãos do país, após o episódio em que uma igreja católica foi invadida por ativistas ligados à esquerda, no último sábado (05). Segundo o parlamentar, o fato já estaria caindo no esquecimento.

O parlamentar, que ficou conhecido nacionalmente por sua militância pró-conservadorismo e sua atuação junto às igrejas evangélicas, lamentou a falta de união dos cristãos católicos e evangélicos para cobrar soluções sobre a invasão ao templo cristão.

"Sendo sincero? Achei que haveria uma mobilização maior dos cristãos, principalmente católicos, em pedir a cassação do Vereador do PT (Renato Freitas) que invadiu a igreja em Curitiba", lamentou o vereador.

"Isso não é um ataque, mas uma constatação triste da realidade. Isso não pode ser esquecido", continuou Nikolas. O vereador também criticou a dispersão dos cristãos ligados à militância política, com temas que terminam contribuindo para o esquecimento de situações realmente graves.

"Ficam batendo cabeça igual barata tonta em polêmicas diárias e enquanto isso um criminoso fica nas sombras. Quando começar a queimar igreja, espancar padres e pastores, aí talvez – TALVEZ – acordam", criticou o vereador.

Reação contra os invasores

Em resposta ao vereador, a psicóloga e presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) do Paraná, Marisa Lobo, afirmou que o caso não cairá no esquecimento, tendo em vista que o seu partido protocolou um pedido de cassação contra o vereador petista acusado de liderar a invasão ao templo católico.

"Você está certo, precisamos nos unir mais", disse Marisa em resposta a Nikolas. "Mas também quero lhe dizer que nós aqui do PTB-Paraná estamos em cima do caso. Fui pessoalmente na Prefeitura protocolar o pedido de cassação do petista, junto aos colegas da executiva estadual."

"Entramos com uma ação na Justiça e uma representação na OAB-PR contra o vereador esquerdopata. Vamos continuar fazendo a nossa parte, e no que depender de mim esse caso NÃO CAIRÁ no esquecimento", concluiu a psicóloga.

Fonte: Gospel+

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Igreja é invadida por militantes que impedem realização da Missa e vereador petista é apontado como líder do ataque


A Igreja do Rosário em Curitiba, foi alvo de um ataque neste domingo (06/02) por militantes de esquerda que impediram o início da Missa e agrediram verbalmente os idosos presentes. O vereador Renato Freitas, do Partido dos Trabalhadores, foi apontado como um dos líderes da invasão.

A denúncia foi publicada nas redes sociais pelo vereador Eder Borges (PSD/PR) que promete representar contra o petista na Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Municipal de Curitiba já nesta segunda-feira (07/02).

Um vídeo gravado durante a invasão mostra os militantes de esquerda entrando na Igreja do Rosário e aterrorizando os fiéis que rezavam à espera do começo da Missa.

Na falta de justificativa para a barbárie, os militantes de esquerda utilizaram como motivação para o ataque o assassinato do imigrante congolês Moïse Kabagambe, na cidade do Rio de Janeiro, sem explicar que relação os idosos que aguardavam a Missa e a Igreja teriam com o crime.

O vereador Renato Freitas aparece inflamando a militância dentro da igreja. Imagem:
Reprodução do YouTube.

O vereador petista Renato Freitas tem dedicado seu mandato a ataques aos evangélicos, às forças policiais e agora, incluiu a Igreja Católica no rol de seus alvos.

Os templos religiosos – sobretudo católicos – têm sido alvo constante de militantes de esquerda em várias países da América Latina, como Chile, Colômbia, Argentina e México, mas no Brasil ainda não havia um episódio relevante deste método de terror.

Fonte: Nova Iguaçu 24h

Veja o vídeo do ataque:

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