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terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Em ação inédita, Palestina decreta mínimo de 7 assentos para cristãos no parlamento


Os palestinos nos territórios ocupados devem escolher 132 legisladores com base na representação proporcional.

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, assinou um decreto presidencial no domingo garantindo um mínimo de sete assentos parlamentares para palestinos de fé cristã. Os palestinos nos territórios ocupados devem escolher 132 legisladores com base na representação proporcional.

A ex-prefeita de Belém, Vera Baboun, disse ao Arab News que o novo conselho legislativo precisa espelhar a diversidade da sociedade palestina, de modo a incluir uma pluralidade de palestinos, dizendo: “O próximo conselho eleito precisa refletir a mais ampla experiência nacional e representação de toda a nossa sociedade, incluindo mulheres e cristãos palestinos”.

Ramzi Khoury, chefe do Comitê Presidencial Superior para Assuntos das Igrejas, saudou a decisão, dizendo que esta é a primeira vez que a cota é ilimitada.

“O fato de que o decreto exige um mínimo de sete membros é bem-vindo porque dá oportunidades para os palestinos de todas as esferas da vida competirem com a oportunidade de mais indivíduos serem eleitos do que a cota mínima”, disse ele ao Arab News.

O arcebispo ortodoxo de Jerusalém de Sebastia Atallah Hanna disse ao Arab News que os palestinos dão boas-vindas a esta decisão.

“De modo geral, desejamos que o próximo Conselho Legislativo Palestino traga sangue novo e esperamos que eles sejam escolhidos com base em qualificações e habilidades”, declarou.

Berço do cristianismo

Nashat Filmon, diretor da Sociedade Bíblica Palestina, disse que é bom ter uma representação garantida que reflita a presença cristã palestina no berço do cristianismo.

“Gostaria que os representantes do Conselho Legislativo Palestino se concentrassem nas pedras vivas, os cristãos da Palestina, e não apenas nas pedras físicas que representam a história do Cristianismo na Palestina”, disse ele ao Arab News.

Ibrahim Daebes, ex-diretor de uma escola cristã e colunista líder do jornal Al Quds, disse ao Arab News que é imperativo que os novos representantes ajam para conter o discurso de ódio.

“Os cristãos palestinos estão enfrentando perseguição pessoal e religiosa de todos os cantos e é importante para o conselho recém-eleito redigir uma legislação que possa acabar com os elementos radicais de nossa sociedade que vomitam discurso de ódio e preconceito religioso contra outros palestinos”, disse ele.

Bernard Sabella, ex-membro do Conselho Legislativo Palestino, saudou a decisão do presidente. “Esta é uma excelente decisão porque nossa experiência é que o eleitorado palestino vota com base na geografia, não na nacionalidade”, disse ele.

Sabella acrescentou que a experiência anterior que não foi bem-sucedida “exige que tenhamos uma nova visão e um plano holístico que atenda às nossas necessidades. Precisamos de nossos representantes para representar sua nação e não uma religião.”

Ele acrescentou: “Estamos em uma encruzilhada política e não podemos viver com a mentalidade dos anos 1950, 1960 e 1970. Embora eu respeite as ideologias, precisamos reavivar o apoio internacional à causa palestina e parar a retórica que falha em enfrentar as realidades locais e internacionais. O que precisamos, em vez disso, é buscar melhorar nossa firmeza no terreno e trabalhar por um estado que nos ajude nesse esforço de permanecer firmes em nossa terra.”

Fonte: Guiame

quarta-feira, 11 de março de 2020

Igreja onde teria nascido Jesus é interditada para conter coronavírus


Autoridades palestinas confirmam os sete primeiros casos da doença, todos na cidade de Belém


As autoridades do Estado da Palestina fecharam a Igreja da Natividade, em Belém, nesta quinta-feira, 5, devido aos receios de um surto do novo coronavírus (SARS-CoV-2) na região. Ainda nesta quinta, após o anúncio, foram confirmados sete pacientes contaminados com a doença na cidade.

A Igreja da Natividade, construída há quase 1.700 anos no local onde teria nascido Jesus Cristo, permanecerá fechada por tempo indeterminado, segundo o Ministério do Turismo da Palestina.

Recebendo em média 10.000 turistas diariamente, segundo as autoridades palestinas, o templo é um centro de peregrinação religiosa, em especial na Páscoa, a ser comemorada em 12 de abril.

Logo após o anúncio, os sete primeiros casos do novo coronavírus no Estado da Palestina foram confirmados pelo Ministério da Saúde. Todos os pacientes estão em Belém e, segundo a agência de notícias americana Associated Press, trabalham em um mesmo hotel na cidade.

Além da Igreja da Natividade, outros centros de culto foram interditados no Oriente Médio, onde, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), há pelo menos 200 pacientes contaminados, excluindo os mais de 2.300 enfermos no Irã.

O governo da Arábia Saudita, que conta com apenas um caso confirmado, proibiu na quarta-feira 4 a peregrinação a Meca, um dos principais rituais do islamismo.

Já no Iraque, com 31 casos e 2 mortes, as orações desta sexta-feira, 6, em Karbala, centro religioso para a vertente xiita do islamismo, foram canceladas.

Fonte: Veja via Notícias Cristãs

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Após ajuda de Israel em Brumadinho, militantes erguem bandeira da Palestina

Um dos militantes explicou que a bandeira foi usada para protestar contra a ajuda de Israel em Brumadinho.


No último sábado (2), um youtuber postou em seu canal um vídeo no qual denuncia a ação de militantes de esquerda, que aproveitaram uma manifestação contra a companhia Vale em Belo Horizonte (MG) para levantar uma bandeira da Palestina.

Quando Nikolas Ferreira questionou um dos manifestantes do PSTU sobre a razão pela qual a bandeira da Palestina estava sendo levantada em uma manifestação por Brumadinho (MG), o militante explicou que essa era uma forma de repudiar a ajuda do exército de Israel no resgate às vítimas do desastre causado pelo rompimento da barragem com rejeitos de minérios na cidade.

"Tem essa comoção toda por Israel aqui, sendo que o que eles fazem na Faixa de Gaza? Bombardeiam a Faixa de Gaza, bombardeiam crianças", disse o manifestante.

Após sua declaração, o youtuber rebate sua resposta com uma pergunta retórica e deixa o militante confuso em seu raciocínio.

"A Palestina, no caso?", perguntou Nikolas, tentando corrigir a afirmação do manifestante.

"A Palestina", respondeu o militante. "Não, Israel bombardeia a Palestina".

Nikolas continuou questionando o manifestante, citando a situação de altos índices de violação dos direitos humanos e intolerância na Palestina, como o assassinato de homossexuais, o uso de crianças como escudos humanos durante os ataques contra Israel. O militante insistiu em dizer que a afirmação do youtuber estava equivocada, apesar das inúmeras notícias na imprensa nacional e internacional mostrarem essa realidade.

"Na Palestina, não. Acontece o contrário", disse o manifestante.

Contextualização
Além dos abusos aos direitos humanos já noticiados pela mídia brasileira, a Palestina também promove a doutrinação de crianças para o terrorismo e paga salários aos terroristas presos por realizarem ataques contra judeus. Estes são chamados pela Autoridade Palestina de "mártires".

O salário desses terroristas foi assumido como prioridade máxima pela Autoridade Palestina, estando até mesmo acima das necessidades básicas do povo palestino.

"Por Alá, mesmo que tenhamos apenas um centavo, só será gasto com as famílias dos mártires e dos prisioneiros e só depois será gasto com o resto do povo", disse Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina.

Enquanto a Autoridade Palestina sequer emitiu um pronunciamento oficial sobre a tragédia em Brumadinho, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, foi rápido em disponibilizar um grupo de 136 soldados israelenses especializados em resgate de vítimas em situações críticas como a do rompimento da barragem. Equipamentos de última geração também foram enviados junto aos militares das Forças de Defesa Israelense.

Fonte: Guiame

ASSISTA AQUI


sábado, 29 de setembro de 2018

Palestina saúda terroristas como "heróis" e rejeita Trump em acordo de paz, na ONU


O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas deu as declarações durante discurso para a ONU, na última quinta-feira.


O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por suas políticas para os palestinos em seu discurso na ONU na última quinta-feira (27). Abbas classificou suas ações de "agressão à lei internacional" e rejeitou a mediação de Washington sobre as negociações de paz entre Palestina e Israel.

Abbas também saudou os terroristas presos em Israel como "heróis" diante da Assembleia Geral da ONU, e sinalizou que poderia reduzir os orçamentos para a Faixa de Gaza se o Hamas não renunciasse ao poder.

Segundo Abbas, os EUA são "muito tendenciosos em relação a Israel" para agirem sozinhos como mediadores justos entre os palestinos e Israel. Mas o líder palestino indicou que ele poderia estar aberto a outros que participassem das negociações.

"Este governo renegou todos os compromissos anteriores dos EUA, e minou a solução de dois estados, e revelou suas falsas alegações de preocupação com as condições humanitárias do povo palestino", acusou Abbas na ONU.

"Saudamos Trump quando ele foi eleito e elogiamos seu anúncio do plano de paz, mas ficamos chocados com suas ações em relação ao processo", disse.

Trump, continuou ele, "decidiu fechar a missão palestina em Washington, reconheceu Jerusalém como a capital de Israel, transferiu a embaixada dos EUA para Jerusalém e até se vangloria de ter tirado as questões de Jerusalém e dos refugiados da mesa".

"Ele até intensificou seu ataque à lei internacional, cortando a ajuda humanitária a refugiados e fundos para a Autoridade Palestina", acrescentou Abbas, se referindo à decisão do presidente americano, que foi uma resposta à descoberta de que o dinheiro enviado pelos EUA estava sendo usado para financiar o terrorismo contra Israel.

Contexto
O discurso de Abbas ocorreu em meio a um abismo cada vez mais profundo entre Ramallah (Palestina) e Washington (EUA), devido à recusa da Autoridade Palestina em se envolver com autoridades americanas, depois que os EUA reconheceram Jerusalém como a capital de Israel em dezembro.

As relações caíram ainda mais nas últimas semanas, depois que Washington cortou todo o financiamento para a agência da ONU que assistia palestinos, provocando um pânico no orçamento e paralisando a missão palestina em Washington.

Fonte: Guiame

domingo, 3 de junho de 2018

Existência da Embaixada Palestina no Brasil é questionada por Feliciano: “Não possui status de Estado”


O pastor e Deputado Federal Marco Feliciano (PODE-SP) pediu a realização de uma Audiência Pública para discutir a construção da Embaixada Palestina no Brasil, fruto de uma doação feita na época do Governo Lula, em 2010, de um terreno com 16 mil metros quadrados em uma zona privilegiada de Brasília.

A preocupação de Marco Feliciano não é por menos. Um ano após a doação do terreno para a construção da Embaixada, o embaixador palestino no Brasil, Ibrahim Alzeben, fez a seguinte declaração em uma palestra para estudantes universitários:  

"Esse Israel tem de desaparecer. E não é o embaixador do Irã nem o presidente [Mahmoud] Ahmadinejad quem está falando", disse ele, segundo uma publicação da VEJA.

O peso dessa afirmação aumenta quando vemos que a construção da Embaixada Palestina está situada em um local estratégico: "Junto a órgãos públicos de importância para a segurança nacional", afirma Feliciano em seu requerimento de Audiência Pública, segundo informações da Câmara.

"A área fica próximo a dois órgãos importantíssimos para a defesa nacional: o Palácio do Planalto e o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República", acrescenta o parlamentar, lembrando também que a Embaixada, na verdade, se trata de uma "organização política que não possui status de Estado Constituído, nem mantém assento na ONU, a não ser como observador não membro".

A preocupação de Feliciano com a localização da Embaixada Palestina no Brasil


Em fevereiro do ano passado (2017), o jornalista Felipe Moura Brasil falou com um militar sobre a localização da Embaixada Palestina no Brasil. O mesmo foi taxativo: "Os veículos e pessoas, por serem diplomáticos, não podem ser revistados. E a embaixada é área soberana do Hamas agora", disse o militar, que preferiu não se identificar.

O Hamas é um grupo terrorista palestino que nos últimos anos vem se esforçando para ser reconhecido internacionalmente como um partido político. Todavia, suas práticas já foram muito bem documentadas e a ligação do grupo com o Governo Palestino, na verdade, fundamenta ainda mais a preocupação de Feliciano.

Ainda sobre a localização da Embaixada Palestina, o militar explica em detalhes sua preocupação:

"O local é estratégico. Fica em uma rua de serviço que dá acesso aos alojamentos da guarda da Presidência e do batalhão de Polícia Militar, além de acesso à via expressa que liga ao Eixo Monumental e ao Palácio da Alvorada", disse ele.

"A pista ainda liga a via N2 às entradas de serviço dos Ministérios, do Senado e do Palácio do Planalto. E do outro lado da rua, em frente ao complexo palestino, fica a estação elétrica de toda a esplanada dos Ministérios, do Congresso Nacional, do STF e da Presidência da República", acrescenta.

Questionado se terroristas poderiam "apagar" o Planalto, o mesmo disse que  "sim, e acessar todas as estruturas de governo em questão de meia hora. Inclusive de segurança", conclui o militar.

Fonte: Gospel+

terça-feira, 6 de março de 2018

Palestina pede que Brasil boicote produtos de Israel


Em encontro com o presidente palestino, Aloysio Nunes firmou o apoio do Brasil à Palestina

O ministro das Relações Exteriores do Brasil se reuniu nesta quinta-feira (1) com o presidente palestino, Mahmoud Abbas, na cidade de Ramallah, na Cisjordânia. Na ocasião, os líderes discutiram sobre o atual cenário do Oriente Médio e o conflito israelo-palestino.
Abbas apresentou a Aloysio Nunes a proposta de realizar uma conferência internacional ainda em 2018, com o objetivo de desbloquear o processo de paz no Oriente Médio e facilitar as negociações com Israel, de acordo com a agência de notícias da palestina Wafa.
O líder palestino agradeceu o Brasil — que reconheceu o Estado da Palestina em 2010 — pelo apoio à causa palestina e expressou seu interesse em fortalecer os laços com a nação brasileira.
Nunes, que esteve em visita oficial à Palestina depois de concluir uma visita de dois dias a Israel, reafirmou seu apoio à solução dos dois estados e declarou que o governo brasileiro quer fortalecer suas relações bilaterais com a Palestina.
O ministro brasileiro também se reuniu com o ministro das Relações Exteriores palestino, Riyad al-Maliki, e com o primeiro-ministro Rami Hamdallah, com quem discutiu o futuro do processo de paz e o impacto do reconhecimento dos Estados Unidos sobre Jerusalém como capital de Israel.
Durante a reunião, Al-Maliki pediu um boicote a produtos fabricados em assentamentos israelenses, em territórios ocupados por Israel durante a Guerra dos Seis Dias.
Eles também discutiram como fortalecer sua cooperação em setores como agricultura, energia, educação, saúde, economia e através da importação de produtos palestinos, como propõe Al-Maliki, para encorajar a economia palestina e facilitar a sua independência.
"Foi sugerida, por exemplo, a negociação de um acordo entre o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e uma instituição palestina com o objetivo de incentivar o empreendedorismo no país árabe", declarou a Agência de Notícias Brasil-Árabe.
Nunes ainda sugeriu aumentar o intercâmbio cultural, argumentando que no Brasil a produção literária, artística e cinematográfica da Palestina é pouco conhecida. Na área de saúde, os dois países já realizaram ações de cooperação.
Fonte: CPAD News

quinta-feira, 1 de março de 2018

Líder islâmico ameaça “guerra” por causa da embaixada dos EUA em Jerusalém



Com o anúncio da mudança da embaixada dos EUA para Jerusalém, o Grande Mufti da Palestina alertou sobre o possível início de uma guerra.


Após o anúncio da mudança da embaixada dos Estados Unidos de Tel Aviv para Jerusalém, que acontecerá em 14 de maio, o Grande Mufti da Autoridade Palestina alertou sobre o possível início de uma guerra, devido ao movimento do Departamento de Estado dos EUA.

Muhammad Hussein, que atua como a maior autoridade religiosa da Palestina desde 2006, afirmou que a transferência da embaixada americana para Jerusalém será um “ataque flagrante contra árabes e muçulmanos de todo o mundo”.

De acordo com uma publicação do jornal oficial da Autoridade Palestina, Al-Hayat al-Jadida, o Grande Mufti destacou que a mudança “não irá promover paz e segurança na região, mas irá provocar desastres de guerras, anarquia e instabilidade”.

Ele ainda encorajou os palestinos e os muçulmanos a usarem a violência e o martírio. “Os moradores de Jerusalém e todos os palestinos, árabes e muçulmanos, não se submeterão a este flagrante ataque e sacrificarão tudo o que lhes é estimado para enfrentar a teimosia americana”, diz a publicação.

Em comunicado feito no domingo (25), o Ministério das Relações Exteriores da Autoridade Palestina classificou a embaixada como uma agressão direta, provocativa e um golpe contra os árabes e muçulmanos.

O Conselho Nacional Palestino também chamou o anúncio dos EUA de “provocação flagrante contra o desejo internacional, árabe e islâmico”.

A inauguração da embaixada americana em Jerusalém acontecerá no Dia da Independência de Israel, em 14 de maio. O movimento acontece depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, reconheceu Jerusalém como capital da nação judaica e decidiu tirar sua embaixada de Tel Aviv.

A embaixada em Jerusalém será transferida gradualmente para as instalações do consulado americano que já existe no bairro de Arnona, na região sul da cidade. A previsão é que até o final de 2019, um novo anexo da embaixada seja aberto no complexo de Arnona.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

HIDEKAZU TAKAYAMA: Bancada Evangélica quer explicações sobre doação do Brasil para a Palestina


O deputado federal Hidekazu Takayama (PSC/PR), presidente da Frente Parlamentar Evangélica, quer explicações do Ministério das Relações Exteriores sobre a doação de R$ 792 mil que o governo brasileiro entregará à Palestina.
Através de um ofício destinado ao Ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes, reiterando que o Brasil vive uma “crise econômica”, logo, se “torna extremamente relevante que seja feito o esclarecimento necessário de tal procedimento [de doação]”.
A Medida Provisória nº 819, assinada por Rodrigo Maia no último dia 25, prevê a doação do valor para o Estado da Palestina para ajudar na restauração da Basílica da Natividade, localizada em Belém, na Cisjordânia.
O texto tem 120 dias para passar no Congresso Nacional onde pode ser aprovado, modificado ou vetado. Takayama, que é pastor evangélico, já pediu que a MP seja revista.
O maior problema, que chegou ao conhecimento do deputado, é que as obras de restauração da Basílica já foram concluída. Por isso, o parlamentar evangélico também gravou um vídeo criticando essa doação e lembrando que parte de doações feitas à Palestina, segundo denúncias internacionais, são utilizadas para financiar o terrorismo.
Fonte: JM Notícia
Assista:


domingo, 28 de janeiro de 2018

Governo do Brasil irá doar R$ 792 mil para a Palestina


A doação será destinada para a restauração da Basílica da Natividade em Belém


O governo brasileiro irá doar R$ 792 mil à Palestina para a restauração da Basílica da Natividade, em Belém. A informação foi divulgada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência.
A medida provisória que autoriza a doação foi assinada nesta quinta-feira (25) pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na condição de presidente da República em exercício, enquanto Michel Temer está no exterior.
O projeto de restauração está sendo organizado pelo governo da Palestina em parceria com as igrejas que administram a basílica e a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), segundo o Ministério das Relações Exteriores.
O Itamaraty informou que, ao todo, a restauração custará US$ 20 milhões e o Brasil é um dos países que decidiram participar do projeto.
Depois de ser publicada no Diário Oficial da União nesta sexta (26), a medida provisória passa a valer como lei e tem até 120 dias para ser analisada pelo Congresso Nacional, que poderá aprová-la, rejeitá-la ou modificá-la. Caso a medida seja aprovada, seguirá para sanção presidencial e passará a ser uma lei em definitivo.
Construída na Cisjordânia no século IV, a Basílica da Natividade foi erguida onde Jesus Cristo teria nascido. O local foi considerado patrimônio mundial da Unesco em junho de 2012, resultando como benefício as ajudas para restauração.
O templo, considerado um dos mais antigos do cristianismo, é administrado pela Igreja Ortodoxa Grega, pela Igreja Apostólica Armênia e pelo Patriarcado latino de Jerusalém.
Leia abaixo a íntegra do texto da medida provisória, divulgado pelo Palácio do Planalto:
O PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, no exercício do cargo de Presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:
Art. 1º Fica a União autorizada a doar recursos ao Estado da Palestina para a restauração da Basílica da Natividade, na cidade de Belém, Estado da Palestina, no valor de até R$ 792.000,00 (setecentos e noventa e dois mil reais).
Parágrafo único. A doação a que se refere o caput será efetivada por meio de termo de doação firmado pela União, por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, e correrá à conta de dotações orçamentárias do referido Ministério.
Art. 2º Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação.
Com informações Guiame, G1 via CPAD News

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

“Jerusalém é a capital de Israel, leia a Bíblia”, lembra Netanyahu

Em visita à França, primeiro-ministro de Israel manda recado ao mundo "Onde mais seria a capital de Israel, além de Jerusalém?"

O presidente francês, Emmanuel Macron, recebeu neste domingo (10), o primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu para uma visita oficial ao país. Durante a coletiva de imprensa, expressou sua desaprovação sobre o reconhecimento dos EUA de Jerusalém como capital de Israel e, ao mesmo tempo, pediu ao líder israelense que "mostre coragem" no avanço das negociações de paz.
"Essas declarações não promovem a segurança, especialmente a segurança de palestinos e israelenses", disse Macron após três horas de conversações com o primeiro-ministro israelense.

Netanyahu, por sua vez, questionou: "Onde mais seria a capital de Israel, além de Jerusalém?". O líder israelense enfatizou que desde a refundação do país (em 1948) a sede do governo e os tribunais estão localizados na cidade sagrada. Essa é uma tradição histórica e religiosa que é mencionada desde que a Bíblia foi escrita.

"Jerusalém nunca foi capital de nenhum outro povo", disse ele, numa referência velada ao fato de não haver comprovação histórica que um "povo palestino" tenha se estabelecido algum dia na cidade.
"Paris é a capital da França. Jerusalém é a capital de Israel. Tem sido a capital de Israel por 3.000 anos, sendo capital do Estado moderno de Israel há 70 anos. Respeitamos sua história e suas escolhas e, como amigos, esperamos que respeitem as nossas", enfatizou Netanyahu. 

Ressaltando que há abundantes provas históricas da relação dos judeus com sua capital, disse que as tentativas da ONU e dos outros países em negar isso por motivações políticas são "um absurdo". "Vocês podem ler sobre tudo isso em um livro muito bom chamado a Bíblia"
Falando com  Macron, mas com isso deixando claro ao mundo sua postura, assegurou "Isso também é essencial para a paz. Penso que a paz deve ser construída sobre o alicerce da verdade, sobre os fatos do passado e sobre o presente. Esta é a única maneira de construirmos um futuro pluralista e bem-sucedido".
Por sua vez, Macron reiterou que "o congelamento da construção de assentamentos e medidas que mostrem confiança em relação à Autoridade Palestinia são atos importantes para começarmos".
Desde o anúncio de Trump, na quarta-feira, tem havido ataques na Cisjordânia, Jerusalém Oriental e Gaza, onde os palestinos protestaram. Nos confrontos com as forças de segurança, pelo menos 4 pessoas foram mortas. Vários foguetes foram disparados da Faixa de Gaza, mas foram interceptados ou caíram em áreas desertas.
Respondendo a Macron, Netanyahu disse que a paz não seria possível, a menos que os palestinos aceitassem que Jerusalém é a capital de Israel. Ele enfatizou que o mais importante em qualquer acordo de paz é que ambos os lados reconheçam que o outro tem o direito de existir. "Isso é o que bloqueia a paz israelense-palestina", insistiu.
Lembrou ainda que deseja retomar as negociações, mas nunca obteve resposta dos palestinos. "Eu invoquei repetidamente o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e eu faço isso aqui novamente, no Elysee. Isso é um gesto de paz. Nada poderia ser mais simples."
Netanyahu também falou de um plano de paz regional "externo", que veria a normalização com países árabes pavimentar o caminho para a paz com os palestinos. Publicamente, a ideia foi amplamente rejeitada pelo mundo árabe.
Anunciando que visitará Israel no ano que vem, Macron finalizou dizendo: "Israel é nosso amigo e não aceitamos ataques terroristas".
Com informações de Times of Israel via Gospel Prime



דברי ראש הממשלה בנימין נתניהו ונשיא צרפת עמנואל מקרון בהצהרות משותפות עם תום פגישתם.
(Discurso do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e do presidente francês, Emmanuel Makron, em declarações conjuntas no final da reunião)
Statements by Prime Minister Benjamin Netanyahu and French President Emmanuel Macron at joint press conference.
וידאו: איתי בית-און, לע"מ
סאונד: ניר שרף, ל"

sábado, 9 de dezembro de 2017

GRATIDÃO A TRUMP: Discurso do Primeiro Ministro, Celebração do povo judeu e Protestos palestinos


Sem dúvida alguma, o assunto de maior repercussão no cenário internacional desta semana, foi o reconhecimento oficial por parte de Donald Trump, o Presidente dos EUA, da cidade de Jerusalém como a capital oficial de Israel, e a transferência da Embaixada americana, de Tel Avive para a "Cidade e Ouro", como é chamada pelos Judeus.

Os Judeus agradeceram, celebraram, cantaram e louvaram a Deus pelo feito, já palestinos se irritaram, provocaram, protestaram e promete iniciar um verdadeiro "inferno" contra os judeus.

Religiosos cristãos, teólogos e cientistas políticos se dividem entre a crença no cumprimento das profecias bíblicas (pertenço a esse grupo) e os que acreditam em apenas um cumprimento de promessa populista de Donald Trump à sua base eleitoral, composta em sua maioria por cristãos evangélicos.

De qualquer maneira, vale o registro da atitude que ainda vai dar o que falar, além de gerar desdobramentos políticos, também pode provocar reações diplomáticas ainda não sabidas, bem como a possibilidade de rumores de guerra.

Como diz o salmista:

"Orai pela Paz de Jerusalém" 

DISCURSO DO PRIMEIRO MINISTRO DE ISRAEL BENJAMIN NETANYAHU, AGRADECENDO AO PRESIDENTE DONALD TRUMP




Discurso do Primeiro Ministro de Israel com DESTAQUES pela decisão dos EUA



ISRAEL - Povo Judeu canta em louvor a Deus pela decisão dos EUA com relação a Jerusalém




Reações fortes à decisão de Trump em Jerusalém



quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Donald Trump muda embaixada e reconhece Jerusalém como capital de Israel

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (6) que reconhece Jerusalém como capital de Israel e que pediu ao Departamento de Estado que inicie o processo de transferir para lá a embaixada americana atualmente instalada em Tel Aviv.

O anúncio foi feito um dia após diversos apelos da comunidade internacional para que a decisão não fosse tomada. O reconhecimento da cidade como capital é considerado polêmico, uma vez que os palestinos querem Jerusalém Oriental como capital de seu futuro Estado, e a comunidade internacional não reconhece a reivindicação israelense sobre a cidade como um todo. Entenda.

"Meu anúncio marca o começo de uma nova abordagem no conflito entre Israel e palestinos", anunciou Trump no início de seu discurso feito na Casa Branca.

"Hoje finalmente reconhecemos o óbvio: que Jerusalém é a capital de Israel", disse Trump. "Isso é nada mais nada menos do que o reconhecimento da realidade. Também é a coisa certa a fazer. É algo que tem que ser feito".
"Com o anúncio reafirmo o comprometimento da minha administração com um futuro de paz", disse o presidente.

Trump afirmou que os EUA estão "profundamente comprometidos" em facilitar um "acordo de paz aceitável" tanto para israelenses como para palestinos e em apoiar uma solução de dois Estados no Oriente Médio, caso os dois lados queiram isso.

Para o presidente americano, Jerusalém deve continuar sendo o lugar sagrado e local de culto de judeus, muçulmanos e cristãos. Trump também disse que o dia pede "calma, vozes de moderação", para que a ordem prevaleça sobre o ódio.

Ele disse que o vice-presidente Mike Pence irá ao Oriente Médio nos próximos dias.

Com o anúncio, Trump cumpre uma promessa feita ainda durante a campanha eleitoral de 2016, como uma forma de satisfazer a base pró-Israel de direita que o ajudou a conquistar a presidência.

Sua decisão faz com que seja cumprida a lei que prevê o reconhecimento de Jerusalém como capital que foi adotada pelo Congresso americano em 1995. A aplicação da lei vinha sendo adiada nas últimas duas décadas, sob justificativa de "interesses de segurança nacional". Em junho, o próprio Trump adiou a aplicação da lei por mais seis meses.


Fonte: RTP Notícias


MEU COMENTÁRIO:

Donald Trump pode ser chamado de intempestivo, desequilibrado ou coisa semelhante, porém nesse caso, jamais poderá ser chamado de hipócrita.

Para quem acompanha essa realidade, sabe muito bem que Tel Avive é a capital oficial de Israel, apenas pela conveniência do "politicamente correto" da ONU (Organização das Nações Unidas), fazendo o "meio de campo" com os palestinos.

Tel Avive é a capital de direito de Israel, mas nem de longe o é de fato, e somente o é por conta das embaixadas alí instaladas.

O Presidente e o Primeiro Ministro moram em Jerusalém, o parlamento está instalado em Jerusalém, os chefes de estado são recepcionados em Jerusalém, a maioria dos turistas e peregrinos somente passam por Tel Avive porque o aeroporto internacional lá está, mas a "estrela da coroa" é mesmo Jerusalém.

Os desdobramentos sazonais dessa decisão ainda não sabemos, mas o final dessa história já está escrito, afinal de contas, a Bíblia não erra.

"Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam".
-Salmos 122:06

اسالوا سلامة اورشليم. ليسترح محبوك. 
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