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segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Abertura da Ópera "O GUARANI" de Antônio Carlos Gomes com a Banda Sinfônica de Cubatão...




"O Guarani" de Carlos Gomes com a Banda Sinfônica de Cubatão



Protofonia da Ópera "O GUARANI" de Antônio Carlos Gomes executada pela Banda Sinfônica de Cubatão sob a regência do maestro Roberto Farias Leite da Silva, durante a inauguração do Teatro Zanzalá da Prefeitura Municipal de Cubatao em 12.11.2025

sábado, 9 de dezembro de 2017

Victorino Silva & Banda Sinfônica da PM do RJ na AD Bonsucesso


Uma noite especial de Natal com Victorino Silva & Banda Sinfônica da Polícia Militar do Rio de Janeiro na AD em Bonsucesso

Um evento CPAD Music

ASSISTA AQUI

sábado, 14 de outubro de 2017

Banda Sinfônica Paulista - Choro N2 - Regência Maestro Roberto Farias


BSP - Banda Sinfônica Paulista - Choro N2


A Banda Sinfônica Paulista, sob a regência do maestro Roberto Farias interpretou a obra "Choro N2" do compositor Ricardo Silva no concerto sinfônico 2017, realizado no dia 12 de agosto, no teatro Luiz Gonzaga - CEU Vila Curuçá - São Paulo.

ASSISTA AQUI





Maestro Roberto Farias fala sôbre a Banda Sinfônica Paulista


O conhecido Maestro Roberto Farias Leite da Silva, renomado fundador e regente de diversas Bandas sinfônicas, um especialista nesse gênero musical, fala sôbre a Banda Sinfônica Paulista na entrevista abaixo:

ASSISTA AQUI

domingo, 28 de maio de 2017

AD Cubatão recebe concerto especial da Banda Sinfônica em Culto de ação de graças


Celebração especial na AD Cubatão reuniu autoridades e personalidades em agradecimento pelo Dia da Indústria

A Igreja Assembleia de Deus Ministério de Cubatão realizou na noite do último dia 24, um culto em ação de graças em comemoração ao Dia da Indústria, comemorado no dia 25 de maio.
A celebração foi conduzida pelo pastor Carlos Roberto Silva, Presidente da igreja, que saudou os presentes explicando a importância do parque industrial para a sustentabilidade da Cidade e construção de sua identidade. A programação musical foi iniciada pelo Vice Presidente, Pr. Vitor Roberto Farias que entoou dois hinos da Harpa cristã, hinário oficial da Igreja.
Durante a ministração bíblica o pastor Carlos lembrou a importância da gratidão, "Vivemos dias difíceis e temos inúmeros desafios pela frente, reclamamos freqüentemente, mas precisamos aprender a sermos gratos, colocando Deus em primeiro lugar, não somente lembrando dEle em dias difíceis’", disse ele antes da oração pela cidade e pela indústria, dirigida pela Irmã Sara Virgínia Silva e Silva e pelo Pr. Isbá Siqueira Fontes, respectivamente.
Na seqüência o pastor convidou ao altar o prefeito municipal – Ademário Oliveira junto ao Presidente da Câmara – Vereador Rodrigo Ramos - o Rodrigo Alemão acompanhados do maestro titular da Banda Sinfônica de Cubatão – Rodrigo Vitta, quando ambos receberão das mãos do líder religioso uma bíblia e um livro de sua autoria com mensagens bíblicas, assim como todos os músicos e autoridades presentes também foram presenteados.
Rodrigo Alemão cumprimentou a igreja pelo trabalho realizado e frisou a importância da indústria no contexto municipal. O prefeito destacou o papel da igreja enquanto entidade social, "O Governo precisa de parceiros, a indústria assim como a igreja tem sido grandes amigos, além disso preciso dizer que sinto uma paz muito grande aqui e me sinto totalmente a vontade e abençoado nesse ambiente", disse ele antes de defender as posições de seu governo frente ao difícil inicio de mandato que enfrenta, "Estar aqui prestigiando a nossa banda sinfônica que é o grande cartão postal da nossa cidade é uma honra, sei que o momento é difícil, mas com fé vamos superar esses desafios" finalizou.
A noite ainda teve uma homenagem especial ao Maestro Roberto Farias, que recebeu das mãos do maestro Rubens Matos o título de Maestro Emérito da Orquestra da AD Cubatão, título que pertencia ao saudoso maestro Benedito Rosalino de Carvalho, falecido no ano passado.
Rosalino foi precursor do movimento orquestral na cidade e formador de inúmeros músicos dentre eles o próprio Roberto Farias, hoje coordenador dos grupos artísticos do município. Emocionado o agora também Maestro Emérito agradeceu o carinho do pastor presidente e sua diretoria, relembrando os seus primeiros passos ainda na igreja.
Finalizando a noite em grande estilo, a Banda Sinfônica iniciou o seu concerto que teve a participação especial do Octeto do coral Zanzalá, Coral Rhema Singers e Coral Cântico Celeste, o maestro titular se revezou na condução dos músicos com o maestro assistente Ulysses Damacena e como convidado, Rubens Matos, na condição de maestro anfitrião.
Participam do encontro ainda, o presidente da ACIC Geraldo Freitas, o ex vice-prefeito Arlindo Fagundes, o secretário de assistência social Sebastião Ribeiro o Zumbi, os vereador Marcinho, Érika Verçosa, além de Aguinaldo Araújo e Wilson Pio, ambos membros da igreja.
A noite foi encerrada com uma oração preferida pelo Pr. Daniel Antunes e a bênção apostólica proferida pelo Pr. Josias de Almeida Silva, Presidente da honra da AD Cubatão.
Por Almir Júnior


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Banda Sinfônica de SP é extinta - Incoerência e insensibilidade do Estado


Mesmo após apelo dos músicos, da classe artística em geral, bem como da sociedade civil, e o esforço concentrado dos Deputados Estaduais que remanejaram verbas contra a extinção da BESESP - Banda Sinfônica de Estado da Cultura, infelizmente o Governo foi insensível com a cultura e, de maneira dissimulada, decide pela  extinção de um corpo estável do estado, com quase 30 anos de história, e uma referência nacional e porque não dizer, mundial no seu gênero.

Quando digo de forma "dissimulada", é justamente porque a secretaria de cultura, de forma proposital, não assume a extinção d BESESP, dizendo que a Banda Sinfônica cumprirá suas agendas de forma pontual com patrocínios específicos.

Ora, se o grupo nem aparece no edital publicado pelo Instituto Pensarte, e de acordo as informações prestadas à imprensa pela própria "OSs" -(veja aqui), os músicos serão formalmente demitidos nos próximos dias, que garantia existe que alguém lutará pela sua ressurreição do corpo estável depois de fatalmente abatido?

Pelo jeito com a qual a coisa está sendo tratada, tudo indica que o valor que os músicos conseguiram para a sobrevivência da Banda, e contigenciado pelo governo,  será agora descontigenciado para arcar com sua a própria demissão.

Trato aqui da questão da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo que é o caso mais grave, mas na verdade hà outros dois grupos mantidos pelo governo do Estado, através do Instituto Pensarte, no caso a Orquestra Jazz Sinfônica e a Orquestra de Ópera do Teatro São Pedro, os quais também terão cortes drásticos em seu elenco de músicos, que comprometerão a qualidade do seu trabalho.

Quando falo em falta de sensibilidade da máquina governamental, é simples de se verificar, vejamos que a OSESP - Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, tem um mega orçamento, cujo somente o repasse do governo gira em torno de cerca de R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais), fora a captação de recursos privados, segundo informações de valor idêntico, sendo que,  dentro desse valor se mantém contratada uma maestrina do exterior, que custa aos nossos cofres, cifra que se aproxima aos R$ 2.000.000,00 (Dois milhões de reais), além de um considerável percentual de músicos estrangeiros que aqui trabalham, em detrimento dos músicos nacionais.

Será que falta dinheiro mesmo, ou o "pouco" que se tem está mal distribuído? Será que não temos maestros capacitados no Brasil para regerem a orquestra ou poderíamos aproveitar músicos nacionais para essa missão?

Em tempos de crise, quando não se pode ostentar, seria natural e sensato de optássemos e lutássemos pela sobrevivência e pela continuidade de todos.

Me perdoem se estiver errado, ma até prova em contrário, para que um grupo possa continuar ostentando mesmo em tempo de crise, o governo do estado está escolhendo "a dedo" aquele que deve "morrer de fome", um flagrante descaso e discriminação, primeiro cultural e depois também social. 

Em vez de se tomar  a trágica decisão de "detonar" um grupo como a BESESP, deixando músicos profissionais, que também são pais de famílias à deriva em meio à tamanha crise, porque não se faz um ajuste que considere tais exageros, salvando assim a existência de grupos importantes em nossa história, como é o caso da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, priorizando assim a cultura nacional?

Quando me refiro à OSESP, de maneira alguma sou contra o grupo e sua excelência de qualidade, mas em tempos de crise, não seria também natural e sensato que o "pão fosse dividido", de tal maneira que todos fossem contemplados, sem solução de continuidade somente para alguns?

O que fará um músico de modalidade sinfônica, que investiu em estudos, tempo, dinheiro e boa parte da sua vida se preparando para tal, num país onde esse tipo de música é essencialmente patrocinada pelo estado e não pela iniciativa privada?

Por outro lado, ouve-se dizer da construção de uma escola de música em frente a Sala São Paulo, onde se encontra a sede da Secretaria de Cultura, e aí vem a pergunta que não quer calar, com qual finalidade, se os músicos existentes estão sendo dispensados, e os grupos que são o sonho desses alunos e os receberiam após formados, estão sendo dizimados em seus quadros e ou extintos como é o caso da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo?

Não seria isso uma incoerência?

Salvem a Banda Sinfônica

SOS Banda Sinfônica

Somos todos Banda Sinfônica do Estado de São Paulo


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Banda Sinfônica do Estado de São Paulo marca concerto-protesto contra sua extinção


A apresentação denominada Concerto-protesto será nesta sexta-feira, dia 27, às 12h, na Praça Julio Prestes, em frente a Sala São Paulo e a Secretaria de Cultura.

O Grupo havia conseguido aprovar emenda parlamentar que evitaria fim das atividades, mas verba foi contingenciada pelo Governo do Estado de São Paulo; grupo também ficou de fora de edital de convocação de novas OSs.


Governo de SP engana Deputados, recebe verba e extingue a Banda Sinfônica do Estado


Desde o final do ano passado, que a Direção e músicos da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, vivem a agonia de uma extinção velada e dissimulada, sem qualquer decreto explícito, através da silenciosa e estratégica retirada desse grupo de excelência, da pauta de programas planejados para o ano de 2017, sob a alegação de falta de recursos na Secretaria de Cultura.

Os músicos se mobilizaram, chamaram a atenção da sociedade, da classe artística, da imprensa, da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, onde fizeram grande concerto no saguão principal daquela casa de leis, ocasião na qual, sensibilizaram os Deputados, já no apagar das luzes de 2016, que fizeram um esforço concentrado, unindo as lideranças partidárias de forma unânime, uma coisa rara, e conseguiram remanejar verbas no orçamento de 2017, num montante de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais), valor lotado na pasta da Secretaria de Cultura do Estado, no afã de que não se extinguisse um excelente grupo, com 28 anos de história, conhecido no Brasil e no exterior.

Inicialmente se imaginou que a questão estivesse sido resolvida, no entanto, de maneira inesperada, o secretário de cultura, Sr. José Roberto Sadek, decide contingenciar a verba direcionada para "salvação"da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, e publica no Diário Oficial, seu planejamento anual, afastando definitivamente e de forma silenciosa, o grupo da sua programação.

Nada contra os demais grupos, mas a BSESP é quem foi atrás e se mobilizou para conseguir de forma política e administrativa, os recursos que a Secretaria de forma incompetente ou proposital se omitiu em conseguir.

Além de se omitir, optando pela extinção da BSESP, se apropria de forma vergonhosa e dissimulada dos valores que a Banda conseguiu remanejar através dos Deputados Estaduais, para beneficiar outros projetos, os quais por mais dignos que sejam, tais valores não foram para eles remanejados.

Não existe outra explicação, a não ser uma espécie de "bypass" do Governo do Estado na Assembleia Legislativa, o que não deixa de caracterizar também uma desmoralização para com aquela casa, e ou falta de consideração para com os Deputados Estaduais que a compõem, incluindo seu líder,  além do pior, optar pela extinção de um grupo de excelência musical em sua modalidade, sem qualquer explicação que justifique a maléfica ação.

Ouvia-se nos bastidores dessa discussão, ecos de rumores oriundos da Secretaria de Cultura, sôbre o excesso e ou duplicidade de grupos com a mesma finalidade, ora, será que o titular de uma pasta tão importante como é o caso da cultura, não tem conhecimento que cada grupo cumpre o seu papel junto aos demais corpos estáveis, dentro da sua própria e particular modalidade?

Como estamos no "país do futebol", só para elucidar, cada modalidade é uma, infantil, juvenil, adulto, séries Ä", "B"e "C", classes especiais, profissional, masculino, feminino, etc....

Não sabe o senhor secretário de plantão, que na música é a mesma coisa? A saber: Orquestra Sinfônica, Orquestra jazz, Banda Marcial, Musical e Banda Sinfônica, assim como os corais, cada um é responsável pela sua modalidade musical, dentro da sua formação de instrumentos e performance dos arranjos elaborados para aquele tipo específico de som e formação? Até eu que sou leigo no assunto sei disso. Meu Deus.... Que Secretário é esse? Avisem o Governador!

Portanto, até prova em contrário, não é de bom alvitre esse tipo de escolha pessoal sôbre qual grupo se deve extinguir, apagando assim de forma melancólica, uma história escrita com carinho, empenho, esforço e dedicação de músicos, maestros, compositores, arranjadores e apoiadores, pela vontade própria de forças ocultas e isoladas dentro do governo, as quais tomam a sua própria decisão à revelia da vontade da sociedade organizada e até mesmo sem respeitar poderes constituídos, como é o caso da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.

Será que o Excelentíssimo Senhor Governador Geraldo Alckmin sabe disso, é conivente ou está vendido nessa história?

QUEM PODERÁ AJUDAR A BANDA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO??

SOCORRO!!!!!





quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Banda Sinfônica do Estado de São Paulo se supera e é premiada com sobrevivência


A Banda Sinfônica do Estado de São Paulo - BSESP, que luta pela sua continuidade (SOS BANDA SINFÔNICA), teve vitória significativa, ainda que parcial, mas que abortou a prematura e inesperada extinção da corporação já nesta virada de ano, ao conseguir com o esforço pessoal dos seus músicos, maestro e articuladores, sensibilizar vários Deputados Estaduais, os quais através de suas lideranças num esforço emergencial e suprapartidário, remanejar verbas que totalizaram R$ 5 milhões de reais, que servirão para abortar a ideia  da demissão imediata dos músicos, os quais já haviam sido notificado pelo Instituo Pensarte - Organização Social de Cultura, responsável pela administração da BSESP.

Através de uma página no Facebook, com o apoio dos perfis pessoais dos músicos, colaboradores, admiradores e amigos, bem como vídeos de apoio à banda e protestos pela sua extinção, enviados por artistas, músicos e autoridades com trânsito no meio cuotural, a corporação conseguiu em tempo recorde arregimentar 15.000 assinaturas virtuais que apoiaram a medida.

Parabéns à Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, que mostrou força de unidade, corporativismo e acima de tudo a força da sua própria história em 27 anos de atuação, tendo inclusive o apoio de músicos fundadores e ex-maestros, diretores e regentes titulares que se juntaram aos atuais, numa verdadeira força-tarefa pela sobrevivência da corporação.

Agora toda vigilância é pouca, e não se pode deixar esmorecer a luta pela continuidade do grupo. A cultura de São Paulo e do Brasil agradecem.

Abaixo vídeo publicado pela Banda Sinfônica do Estado de São Paulo na página SOS Banda Sinfônica, agradecendo o apoio de todos e reafirmando a convocação para a continuidade da luta para preservação da BSESP. 

#Somos todos Banda Sinfônica!

Banda Sinfônica do Estado de São Paulo - Agradecimento 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

A BANDA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO NÃO SERÁ EXTINTA


Considerando a importância da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo (BSESP), tanto do ponto de vista cultural, histórico e referencial, a notícia da demissão dos músicos da corporação, causou revolta na classe cultural do estado de São Paulo, do Brasil e do mundo, despertando manifestação das mais diversas, contra tal medida.

Este blog participou dessa campanha através do artigo aqui publicado sob o título: Extinção da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo - Um assassinato cultural - Avisem o Governador, publicação com milhares de visualizações.

Na noite do dia 21.12, a página SOS BANDA SINFÔNICA no Facebook, publicou a matéria abaixo, o que demonstra que o start foi dado e, com a união de todos, independente de partidos e ou qualquer outra preferência, a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo não vai acabar, pelo menos por enquanto.

Vamos à matéria:

Na terça feira, dia 20/12, no nosso último concerto na ALESP - Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, conseguimos sensibilizar os deputados presentes e num acordo suprapartidário de lideranças da casa - que também contou com grande apoio de uma ampla maioria dos deputados - nós conseguimos uma parte da verba necessária para a continuidade da Banda Sinfônica para o ano de 2017. Nosso muito obrigado aos senhores deputados!

No entanto a vitória foi PARCIAL - a Banda Sinfônica ainda precisa de mais aporte do Estado para terminar 2017, mas ficamos muito felizes de conseguir mostrar o nosso trabalho e poder se dedicar para a continuidade do nosso grupo.

Nada disso seria possível sem a ajuda de todos vocês. No nosso concerto na Assembléia Legislativa compareceram para nos apoiar músicos das principais orquestras de São Paulo e interior: Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo, Orquestra Experimental de Repertório, Orquestra de São José dos Campos, Orquestra Jazz Sinfônica, Orquestra de Ópera do Teatro São Pedro, entre outras (nos desculpe caso não tenha citado a sua orquestra!), além de estudantes, professores e o público da Banda Sinfônica. Essa união em torno da nossa causa nos emocionou muito!

Um agradecimento especial às pessoas e grupos que nos ajudaram enviando vídeos, fotos, e frases de apoio de diversas partes do Brasil e do mundo, desde pequenas bandas de fanfarra do interior à grandes orquestras brasileiras e internacionais. Nosso muito obrigado a todos que curtiram e compartilharam nossas postagens, assinaram a petição e que se sensibilizaram pela nossa causa. Sem o apoio de vocês nada disso teria acontecido.

Mas a Banda Sinfônica AINDA PRECISA DE VOCÊ. Estamos lutando constantemente por nossa continuidade, e ainda precisamos vencer barreiras para que a Banda não corra o risco de acabar. Portanto pedimos que continue nos apoiando e faremos o máximo para que esse apoio seja recompensado, produzindo música da melhor qualidade, investindo no apoio a jovens músicos e na divulgação desse repertório tão rico que a Banda Sinfônica possui.

A nossa pagina do facebook não vai parar, ela vai MELHORAR e trará notícias, nossas novidades, mais vídeos, mais concertos ao vivo...

Enfim, a Banda Sinfônica é sua!!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Extinção da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo - Um assassinato cultural - Avisem o Governador


Extinção da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo - Um crime cultural


Do ponto de vista das informações veiculadas pela mídia, o Governo do Estado de São Paulo tem se mostrado o mais equilibrado financeiramente, diante da crise que se abate no país.

Portanto, cai como uma verdadeira "bomba", a informação da extinção da gloriosa Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, um verdadeiro patrimônio da cultura do nosso estado, sob o pretexto de cortes no orçamento, e diga-se a bem da verdade, se tratar do estado mis rico da federação.

Considerando que ouras unidades da federação com problemas bem superiores ao de São Paulo, do ponto de vista econômico e financeiro, não tomaram medidas drásticas como essa, começando pela mutilação da cultura, me parece muito estranha e precipitada essa medida.

Já não basta a incapacidade do poder público em gerir seus corpos estáveis e, por isso mesmo entrega-los à coordenação de Oscip's, e agora ainda alegar cortes no orçamento.

Infelizmente, só posso admitir que, a coisa "cheira" muito mais a falta de vontade política da equipe do governador para com a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, até porque, sem qualquer demérito a qualquer outro grupo, mas se corpos estáveis tivessem mesmo que ser extinto, outros mais novos, criados mais recentemente o poderiam ser, e com isso não quero dizer que o tenham que ser, mais apenas para uma questão de análise.

A maneira como a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo vem sendo tratada pela Secretaria da Cultura, hà algum tempo, já preconizava esse melancólico fim.

Primeiro os cortes no orçamento da BSESP, foram sendo feitos em "doses homeopáticas". Em algumas etapas foram reduzindo seu quadro, e mesmo com a redução dos músicos, o grupo foi se adaptando e se superando através da competência e excelência dos seus profissionais, porém agora, mais uma redução descaracterizaria completamente a sua formação.

Outro ponto a se registrar também, foi quando da última troca de Direção artística e regência, quando optou-se por uma solução caseira, novamente a competência e capacidade de superação, fez de um dos músicos garimpados no próprio grupo, o então trombonista, hoje Maestro Marcos Sadao Shirakawa, um dos regentes mais conceituados da nação, uma verdadeira revelação que merece aplausos e registro de gratidão, tendo sido o Maestro Marcos Sadao ter seu nome indicado e referendado para outros renomados grupos do mesmo gênero.

Em que pese a capacidade de superação e competência do Maestro e do próprio grupo, a meu ver, já foi um golpe na corporação, considerando que temos outros grupos, inclusive com maestros pagos a "peso de ouro", com salários milionários, vindos do exterior, cuja importância financeira já seria o suficiente para manter com sobra a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, em pleno funcionamento.  Com tantos maestros capacitados em solo brasileiro, porque o Governo do Estado não abre mão desse "luxo", ou melhor, ostentação desnecessária, em favor de um patrimônio cultural do nosso povo, e de um competente e excelente naipe de músicos nacionais?

Será que o competente governador Geraldo Alckimin não sabe que a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo é uma referência nacional e mundial no gênero? Que no Brasil, só se ouviu falar do gênero banda sinfônica, a partir da BSESP? Que muitas bandas marciais, musicais, de igrejas e até mesmo militares foram influenciadas pela BSESP, tendo seus quadros reciclados e revigorados a partir dos MasterClass realizados pelos músicos da BSESP?

Como pastor titular, sei bem a contribuição que esses músicos tem gerado para a influência e formação de novos músicos nas igrejas em todo o estado de São Paulo e no Brasil.

A retórica de que a BSESP não foi extinta das planilhas e ou dos catálogos da Secretaria de Cultura não conforta, porque a alma de um grupo cultural são os seus integrantes e os seus dirigentes, os quais uma vez dispensados e ou demitidos, caracterizam definitivamente a sua extinção, ou seja o "assassinato"do seu "DNA".

A extinção da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, é um verdadeiro ASSASSINATO CULTURAL, um GOLPE FATAL em um grupo de excelência musical, haja vista as manifestações de artistas do Brasil e do mundo, protestando contra essa maléfica atitude. Quem pesquisar a história BSESP, facilmente encontrará frases como: excelência de qualidade, fábrica de música, fábrica de som, vanguarda em execução de arranjos contemporâneos, etc...

Muitas coisas ainda podem serem feitas para que isso não venha se concretizar, algumas aqui já sugeridas, remanejamento de verbas do orçamento, melhor distribuição da verba da pasta da cultura dentro dos próprios grupos, sem privilégios setorizados que comprometam a solução de continuidade da BSESP, e até mesmo o poder público usando a sua influência para buscar parcerias privadas, enfim, muitas outras opções que antecedem a extinção da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo.

Até que se prove o contrário, isso mais parece o interesse escuso de alguém que se interessa pelo fim de um grupo que pessoalmente não aprecia, em favor de seus interesses preferenciais, o que é lamentável.

Estão assassinando a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, isso ficará na conta e na história do Governador Geraldo Alckimin. Avisem a ele.

#somostodosbandasinfônica

Pr. Carlos Roberto Silva
  • Músico,
  • Maestro
  • Pastor Presidente da Assembleia de Deus Ministério de Cubatão
  • Membro da Diretoria da UNIPEC - Conselho de Pastores de Cubatão
  • Presidente da COMADESPE - (2.000 pastores filiados)
  • Secretário do Conselho de Doutrina da CGADB - (80.000 filiados)
  • Articulista do Jornal MENSAGEIRO DA PAZ (Editora CPAD)
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