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terça-feira, 9 de setembro de 2025

Parlamentar cristã volta a ser julgada por citar versículo bíblico na Finlândia


Päivi Räsänen, deputada e ex-ministra do Interior da Finlândia, citou um versículo do livro de Romanos ao questionar a participação da Igreja Evangélica Luterana em um evento LGBT em Helsinque.


A deputada finlandesa Päivi Räsänen, ex-ministra do Interior de seu país, continua respondendo a um processo judicial motivado por uma manifestação feita por ela no Twitter há seis anos. Na ocasião, a parlamentar questionou a participação da Igreja Evangélica Luterana em um evento LGBT em Helsinque, citando um versículo da Bíblia que critica relacionamentos homossexuais.

Mesmo já tendo sido absolvida duas vezes no processo, a parlamentar terá de se explicar na Suprema Corte da Finlândia, que marcou para 30 de outubro a audiência na qual ela terá de expor seus argumentos orais sobre o ocorrido.

Em 2019, Räsänen compartilhou, em seu perfil no Twitter, uma imagem do versículo bíblico contido no capítulo 1 de Romanos, que diz: "Os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de desejo uns pelos outros. Homens cometeram atos vergonhosos com outros homens e receberam em si mesmos a devida punição pelo seu erro".

Dois anos depois, ela foi acusada de "agitação contra um grupo minoritário", com base em um trecho do código penal finlandês que trata de "crimes de guerra e crimes contra a humanidade".

Além do tuíte, ela foi acusada por declarações feitas em um debate de rádio, no qual ela citou a Bíblia ao afirmar que o casamento deve ser entre um homem e uma mulher, e também por causa de um panfleto cristão de 2004, escrito em parceria com o bispo Juhana Pohjola, que também defendia a visão tradicional do casamento.

Räsänen e Pohjola foram absolvidos de todas as acusações em 2022 e, novamente, em 2023. Porém, o promotor recorreu da decisão, alegando que a interpretação de Räsänen sobre a Bíblia é criminosa. Dessa forma, ele levou o caso até a Suprema Corte da Finlândia, que deve ouvir os argumentos orais dela no fim do próximo mês.

Uma das questões principais do processo é o uso da palavra "pecado". Para a acusação, o termo empregado por Räsänen é odioso e insultuoso. Já a defesa da parlamentar, representada pela ADF International, argumenta que o uso da palavra "pecado" é um termo bíblico, e que, na prática, o julgamento coloca em questão a própria Escritura.

Em nota, a deputada declarou: "Não é crime tuitar um versículo da Bíblia ou participar de um discurso público de uma perspectiva cristã. As tentativas de me criminalizar por expressar minhas crenças resultaram em anos extremamente difíceis, mas ainda espero por um resultado positivo que sirva como um precedente fundamental para proteger o direito humano à liberdade de expressão na Finlândia."

Räsänen comentou que o processo tem lhe causado grande desgaste, mas destacou sua expectativa por uma decisão que reforce a proteção à liberdade de expressão. "Não é crime tuitar um versículo da Bíblia ou participar de um discurso público de uma perspectiva cristã. As tentativas de me criminalizar por expressar minhas crenças resultaram em anos extremamente difíceis, mas ainda espero por um resultado positivo que sirva como um precedente fundamental para proteger o direito humano à liberdade de expressão na Finlândia".

O advogado Paul Coleman, diretor executivo da ADF International e integrante da equipe de defesa de Räsänen, disse não acreditar que o Estado ainda insiste em processá-la. "É chocante que, após duas absolvições unânimes, Päivi Räsänen esteja novamente sendo arrastada ao tribunal para defender seu direito fundamental à liberdade de expressão", afirmou.

"Como alertamos há anos, leis contra 'discurso de ódio' formuladas de forma vaga permitem que processos ideológicos como esse aconteçam. Apoiamos Päivi e continuaremos a trabalhar por uma vitória maior quando casos tão ridículos não forem mais levados a julgamento. Em uma sociedade livre e democrática, todos devem ter o direito de compartilhar suas crenças sem medo de punição", concluiu.

Fonte: Comunhão via Folha Gospel

quinta-feira, 3 de março de 2022

Twitter suspende conta de deputada por criticar ‘homens que fingem ser mulheres’




"Os esportes femininos são para mulheres, não homens fingindo ser mulheres", disse a deputada.


Um membro republicano da Câmara dos Deputados dos EUA que está concorrendo ao Senado dos EUA este ano teve sua conta no Twitter suspensa porque expressou oposição a homens biológicos identificados como trans sendo autorizados a competir em esportes femininos.

A deputada Vicky Hartzler, do Missouri, foi suspensa na segunda-feira por postar um tweet dizendo: "Os esportes femininos são para mulheres, não homens fingindo ser mulheres".

Ela incluiu um anúncio criticando as políticas que permitem que homens biológicos transidentificados possam competir em esportes femininos, que estão em vigor nos níveis olímpico, universitário e em alguns níveis do ensino médio.

O gerente de campanha de Hartzler no Senado, Michael Hafner, postou uma captura de tela do aviso que Hartzler recebeu do Twitter explicando que o post violava as regras da plataforma sobre "conduta odiosa".

Hafner foi ao Twitter para chamar o site de mídia social de hipócrita, já que a conta no Twitter do presidente russo Vladimir Putin permanece ativa. Ele chamou as ações do Twitter de "o ápice da estupidez".

"Bom: psicopata assassino que invade a nação soberana causando morte e causando destruição", ele twittou na segunda-feira. "RUIM: [Membro do Comitê de Serviços Armados da Câmara e] congressista que diz que esportes femininos são para mulheres. INSANIDADE!"

De acordo com a política de "conduta odiosa" do Twitter, os usuários não podem "promover violência contra ou atacar diretamente ou ameaçar outras pessoas com base em raça, etnia, nacionalidade, casta, orientação sexual, gênero, identidade de gênero, afiliação religiosa, idade, deficiência, ou doença grave".

"Também não permitimos contas cujo objetivo principal seja incitar danos a outras pessoas com base nessas categorias", diz a política.

O Twitter argumenta que "pesquisas mostraram que alguns grupos de pessoas são desproporcionalmente alvos de abuso online". Esses grupos incluem "mulheres, pessoas de cor, lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queer, intersexuais, indivíduos assexuais, comunidades marginalizadas e historicamente sub-representadas".

Embora o Twitter afirme proteger "uma gama diversificada de perspectivas", a plataforma está "comprometida em combater abusos motivados por ódio, preconceito ou intolerância, particularmente abusos que buscam silenciar as vozes daqueles que foram historicamente marginalizados".

O Twitter enviou um comunicado à Fox News afirmando que a conta de Hartzler pode ser restabelecida 12 horas após ela excluir o tweet em questão.

"O proprietário da conta precisará excluir o Tweet violador e passar 12 horas no modo somente leitura antes de recuperar o acesso total à sua conta", afirmou o Twitter.

"De acordo com essa política, proibimos direcionar outras pessoas com insultos repetidos, tropos ou outro conteúdo que pretenda desumanizar, degradar ou reforçar estereótipos negativos ou prejudiciais sobre uma categoria protegida. Isso inclui erros de gênero direcionados ou nomes mortos de indivíduos transgêneros".

Hartzler não tem planos de deletar o tweet, disse sua campanha à Associated Press na terça-feira.

A campanha classificou a suspensão como "vergonhosa, totalmente ridícula e um abuso horrível de censura por parte de grandes gigantes da tecnologia para reprimir a liberdade de expressão".

Em outubro passado, o congressista republicano Jim Banks, de Indiana, teve sua conta no Twitter temporariamente bloqueada depois de ligar para a secretária assistente de saúde dos EUA, Rachel Levine, que nasceu homem, mas atualmente se identifica como mulher.

Em resposta à punição, Banks postou um comunicado em sua conta no Instagram denunciando as ações do Twitter, dizendo que o site de mídia social estava censurando "uma verdade básica".

"Meu tweet foi uma declaração de fato. A Big Tech não precisa concordar comigo, mas não deveria poder me cancelar. Se eles me silenciarem, eles vão silenciar você" , afirmou.

Folha Gospel com informações de The Christian Post

domingo, 25 de abril de 2021

Deputada Marta Costa sofre ataques nas redes sociais após PL contra propagandas infantis com diversidade sexual


Projeto 504/2020 proíbe a publicidade de material que contenha alusão a preferências sexuais e movimentos sobre diversidade sexual

deputada estadual Marta Costa (PSD), de São Paulo, tem enfrentado várias críticas em suas redes sociais após a divulgação na imprensa do PL 504/2021.

O texto que já passou pelas comissões da Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP) e seria votado no plenário nesta quinta-feira (22) tem gerado polêmica com a comunidade LGBTQ+.

O projeto proíbe a publicidade, através de qualquer veículo de comunicação e mídia de material que contenha alusão a preferências sexuais e movimentos sobre diversidade sexual relacionados a crianças no Estado.

Várias associações pró movimento LGBT, partidos de esquerda, a Bancada Feminista do PSOL de São Paulo, a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial e outras entidades enviaram nota de repúdio contra o texto e contra Marta Costa.

Nas redes sociais da deputada encontramos várias mensagens de ódio. Muitas delas contra a religião de Marta Costa que é evangélica, filha do pastor José Wellington Bezerra da Costa.

Marta Costa engraçado que seu amor pelas crianças é tão grande que o objetivo é apagar os direitos dos Lgbt's somente, pois fazer um movimento contra dos abusos sexuais que líderes religiosos causam nas mesmas sempre ficam debaixo dos panos. O combate à pedofilia sim deveria uma luta e não fazer com os direitos humanos de todos sejam cassados. DESOCUPADA”, escreveu um internauta.

O sonho de vocês é nos ver novamente marginalizados, visto como sujos, má influência, só por ser quem somos. Isso é maldade, vocês são maus. Mas não vão conseguir, na história várias vezes tentaram fazer isso com minorias e falharam, e vai falhar cada vez mais, mesmo que sempre existam pessoas ruins como você, que tentem”, escreveu outro usuário do Facebook.

Outra internauta escreveu: “Então crianças não tem capacidade para compreender que existem pessoas diferentes, mas tem para compreender uma religião? Se houvesse um projeto visando proibir a propaganda do conteúdo da igreja para crianças, usando o argumento de que a exposição prematura aos dogmas de uma religião cuja história é manchada de sangue desde a idade média até a imposição do medo da punição divina nos dias atuais, você acharia que é uma articulação de intolerância religiosa? Deveria, porque seria mesmo. E é exatamente o que a PL504 é: intolerante, discriminatória e um ataque aos direitos humanos”.

Outro internauta foi mais longe e desejou a morte de Marta Costa: “Uma dessas aí o corona vírus poderia ter levado, infelizmente não levou, que pena. Espero que logo algo pior leve, gente assim tá aqui só pra gastar o ar dos outros”.

Entre os ataques encontramos mensagens que diz que Marta Costa, provavelmente por ser cristã, é “mente doente” e que não deveria ter espaço no poder público.

Veja:

Empresas de propaganda também se manifestam

As empresas de propaganda também está contra o PL 504/2020 e muitas agências já se uniram criando a campanha #PropagandaPelaDiversidade.

Marcas de diversos segmentos também estão usando as redes sociais para se posicionarem contra o texto.

Além disso, a ABA (Associação Brasileira de Anunciantes) se manifestou “totalmente contrária ao PL por entender que fere os princípios básicos da publicidade e as garantias constitucionais de liberdade de expressão e liberdade econômica, além de comprometer a promoção da igualdade, pluralismo e combate ao preconceito”.

Fonte: JM Notícia

domingo, 16 de junho de 2019

Flordelis fala em velório: “A obra do Senhor não vai parar”

Deputada Flordelis buscou forças em Deus e também louvou

Na noite deste domingo (16), aconteceu o velório do pastor Anderson do Carmo, na Cidade do Fogo, em São Gonçalo, Niterói (RJ). Apesar de abalada, a cantora e deputada federal Flordelis compareceu e conseguiu louvar a Deus. No púlpito da igreja, que liderava com o marido, Flordelis demonstrou fé e força.
– Haja o que houver, a obra não pode sofrer. Sofra eu, mas não sofra a obra. A obra não vai parar. Nada vai deter a Igreja. A Igreja do Senhor Jesus vai continuar avançando – declarou.
Amigos como os pastores Silas Malafaia e Abner Ferreira; o senador Arolde de Oliveira; o deputado federal Otoni de Paula e a diretora artística Marina de Oliveira estiveram presentes.
Senador Arolde de Oliveira com a filha, a diretora artística Marina de Oliveira
Flordelis disse ainda que sempre conversou sobre tudo com o marido e que eles tinham um acordo de não parar mesmo diante de uma possível perda.
Nós sempre tivemos isso combinado, sempre conversamos sobre tudo. Sempre fazíamos muita coisa juntos e agora vou ter que fazer muita coisa sozinha. Laranjal vai ser inaugurado. O Congresso Internacional de Missões (CIM 2019) vai acontecer e todo esse povo vai estar junto com a gente porque a obra não é para o homem, a obra é de Deus – falou.
Ao fim do culto fúnebre, Flordelis e amigos cantaram o louvor Jó, conhecido na voz de Midian Lima. O sepultamento do pastor será realizado no Memorial Parque Nycteroy, nesta segunda-feira, às 11h.
O pastor Anderson do Carmo, esposo da cantora e deputada federal Flordelis, foi morto, na madrugada deste domingo (16). Os dois voltavam para casa, em Niterói (RJ), após uma confraternização e, na altura do bairro de São Francisco, Flordelis teve a impressão de estarem sendo seguidos por duas motos.
Já em casa, Anderson foi até a garagem buscar algo no carro quando foi baleado com 15 tiros pelos criminosos. O veículo da família, um Honda Accord LX, também foi alvejado.
O pastor chegou a ser levado com vida para o Hospital Niterói D’Or, no bairro Santa Rosa, mas não resistiu.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói (DHNSG), que periciou o local do crime.
*Atualizada às 21h36
Fonte: Pleno News

Morre pastor Anderson do Carmo, esposo da deputada Flordelis, assassinado com 15 tiros

Crime com esposo da deputada Flordelis aconteceu na residência do casal em Niterói

Morreu na madrugada deste domingo (16), o pastor Anderson do Carmo, esposo da deputada federal Flordelis.
O casal voltava para casa no bairro de Pendotiba, Niterói (RJ), quando foi abordado pelos criminosos.
O pastor foi alvejado com 15 tiros, ele chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital. O jornal O Dia fala em execução, o caso investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói (DHNSG).
A cantora Flordelis estava ao lado do marido, mas não foi atingida pelos disparos.
Fonte: JM Notícia
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