Mostrando postagens com marcador Anderson Carmo - Pr. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Anderson Carmo - Pr. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 14 de abril de 2022

Caso Flordelis: Filho é absolvido de acusação de homicídio do pastor Anderson

Flordelis e Anderson do Carmo eram casados há 25 anos Foto: Reprodução

A absolvição de Carlos Ubiraci, que também é pastor evangélico, foi pedida pelo MP-RJ

Após mais de 21 horas de julgamento, o Tribunal de Júri de Niterói (RJ) decidiu absolver Carlos Ubiraci Francisco da Silva, filho adotivo da ex-deputada federal Flordelis, das acusações de homicídio triplamente qualificado e de tentativa de homicídio contra o pastor Anderson do Carmo, assassinado em junho de 2019.

Carlos Ubiraci e outros três réus foram condenados por uso de documento falso e associação criminosa armada por se envolveram na elaboração de uma falsa carta onde Lucas Cézar dos Santos, outro filho adotivo de Flordelis, assumiria toda a culpa pela morte de Anderson, então marido da política e pastora evangélica.

A absolvição de Carlos Ubiraci —que também é pastor evangélico— foi pedida pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), que entendeu não haver provas suficientes de seu envolvimento no assassinato de Anderson e na tentativa de envenená-lo. Por isso, a Promotoria de Justiça junto à 3ª Vara Criminal de Niterói informou que não pretende recorrer da decisão.

O MP-RJ afirmou que ainda vai avaliar se recorrerá pedindo um aumento da pena dos réus condenados ontem. "[A Promotoria] irá analisar a dosimetria das penas fixadas pela Juíza-Presidente e a eventual ocorrência de erros materiais, para então deliberar, no prazo legal, acerca de eventual recurso, que não dirá respeito à absolvição do réu Carlos Ubiraci quanto às imputações de homicídio, ocorridas a pedido do próprio Ministério Público", disse, em nota.

Flordelis, que é acusada de ser a mandante do assassinato a tiros do marido, será julgada em 9 de maio, ao lado de duas filhas e uma neta.

Veja as condenações de cada um dos réus:

  • Carlos Ibiraci – absolvido das acusações de homicídio triplamente qualificado e de tentativa de homicídio, foi condenado a 2 anos e 2 meses de prisão por associação criminosa;
  • Adriano dos Santos Rodrigues – Filho adotivo de Flordelis, foi condenado a 4 anos, 6 meses e 20 dias de prisão por associação criminosa e uso de documento falso;
  • Marcos Siqueira Costa – O ex-PM foi condenado a 5 anos e 20 dias de prisão por associação criminosa e uso de documento falso;
  • Andrea Santos Maia – Mulher de Siqueira, foi condenada a 4 anos e 3 meses e 10 dias de prisão por associação criminosa e uso de documento falso.

O advogado Carlos Melo, que defende Marcos Siqueira e Andrea Maia, afirmou que a defesa não deve recorrer das condenações. Ainda segundo ele, Andrea jé tem direito de cumprir pena em regime aberto, já que passou um período presa provisoriamente por conta de medidas cautelares pedidas durante a investigação.

André Luiz de Oliveira, outro filho adotivo de Flordelis, teve o julgamento adiado porque seu advogado passou mal ontem (13) e não pôde comparecer ao julgamento.

Filhos foram condenados em novembro

Em novembro, a Justiça condenou os primeiros envolvidos na morte de Anderson do Carmo. Os filhos da ex-deputada Flávio dos Santos Rodrigues e Lucas Cézar dos Santos de Souza foram julgados na ocasião.

Flávio, acusado de efetuar os disparos que mataram o pastor, foi condenado a 33 anos e dois meses de prisão por homicídio, porte ilegal de arma de fogo, uso de documento falso e associação criminosa.

Já Lucas, acusado de ter comprado a arma usada no crime, foi condenado a sete anos e seis meses de prisão por homicídio.

Em agosto do ano passado, a política teve o mandato de deputada federal cassado por 437 votos a favor e apenas sete contrários, além de 12 abstenções.

Em depoimento na madrugada de ontem, o pastor Carlos Ubiraci acusou pela primeira Flordelis de matar Anderson. Ele negou envolvimento com o crime.

Ao falar sobre Flordelis, ele disse que “acredita, sim” que a ex-parlamentar teve participação direta no assassinato, segundo informações do jornal O Globo.

'Poder político' do pastor incomodava

Os delegados Bárbara Lomba e Allan Duarte —que conduziram as investigações da DHNSG (Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí) sobre a morte — prestaram depoimento no julgamento e responderam a questões sobre o inquérito policial.

Em sua fala, Barbara Lomba, que chefiou a primeira parte das investigações, afirmou que a vítima tinha grande poder político —o que, segundo ela, incomodava parte dos filhos de Flordelis.

A delegada afirmou que o pastor era "uma pessoa de ação", que tomava para si muitas responsabilidades. Em relação à atividade política de Flordelis, Barbara disse que "todo mundo" no meio sabia que ele era o responsável pelas articulações políticas.

"O grupo que ficou descontente com o que o Anderson estava representando queria deixar claro que tudo foi construído com a imagem da Flordelis. No meio político, havia pessoas que tratavam com ele, não com ela. Há uma decisão que a ação de Anderson precisava ser interrompida, e não podia ser pela separação", disse ela.

O depoimento de Bárbara Lomba foi corroborado por outra testemunha. Luana Pimenta, mulher de Wagner Andrade Pimenta, o Misael, filho afetivo de Flordelis, disse que alguns dos filhos reclamavam do protagonismo de Anderson.

A nora de Flordelis relatou que havia um núcleo de filhos "preferidos", que não gostavam da grande influência de Anderson na carreira como cantora e no mandato de Flordelis na Câmara dos Deputados.

Luana disse que Simone dos Santos Rodrigues, uma das filhas biológicas, era uma das que mais reclamavam de Anderson. Flordelis, de acordo com a nora, fazia coro às reclamações.

"Eu perguntei: 'por que não separa?' Mas ela [Flordelis] dizia que a separação iria queimar a imagem da igreja, que seria um escândalo. Então ela falava que Deus iria levar ele, que até o final do ano ele iria morrer", afirmou Luana.

Plano de envenenamento descoberto após suco

Além de Luana, depuseram Misael e Alexander Felipe Matos Mendes, o Luan, dois filhos afetivos de Flordelis. Alexander, aliás, pediu que não fosse chamado de Luan no plenário —era prática comum de Flordelis mudar o nome de quem chegava à casa da família.

Ambos os filhos contaram que ficaram chocados na ocasião da morte do pastor.

As filhas de Carlos Ubiraci também prestaram depoimento: Roberta (filha afetiva) e Raquel (filha biológica), além de uma outra filha afetiva, menor de idade.

Ubiraci foi absolvido da acusação de tentativa envenenamento. As três mulheres afirmaram que só souberam de uma tentativa de envenenamento quando a mãe delas, mulher de Ubiraci, bebeu um suco da geladeira de Flordelis na igreja e passou mal a ponto de ir a um hospital.

Raquel afirmou que, ao saber que a nora tinha ido ao hospital, Flordelis reclamou. A ex-deputada federal teria dito que deveria ter sido procurada pela família para que ela pudesse "reverter".

Todas contaram que uma outra neta biológica de Flordelis tomou uma bebida láctea da mesma geladeira e também passou mal. Durante o depoimento, a mãe das jovens estava no plenário e confirmou, afirmando com a cabeça, a versão da filha.

Ex-PM participou de maior chacina do Rio

Não é a primeira vez que o nome de Marcos Siqueira Costa, ex-PM condenado ontem, é envolvido em homicídios. Ainda quando estava na PM, ele participou da Chacina da Baixada, a maior já praticada no estado, em 2005.

Marcos dirigiu o carro usado por outros quatro policiais para matar 29 pessoas pelas ruas de Nova Iguaçu e Queimados em menos de duas horas. Pela participação no crime, ele foi condenado a 480 anos e seis meses de prisão, por homicídio, tentativa de homicídio e formação de quadrilha.

Fonte: UOL via Folha Gospel

quarta-feira, 9 de junho de 2021

Conselho de Ética aprova cassação do mandato da deputada Flordelis


Flordelis voltou a se defender e dizer que não foi a mandante da morte do marido

Por 16 votos a um, o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados recomendou nesta terça-feira (8) a perda do mandato da deputada Flordelis (PSD-RJ) por quebra de decoro parlamentar.

A deputada ainda poderá recorrer da decisão na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). A decisão final pela cassação ou não caberá ao Plenário.

Para cassar o mandato, são necessários os votos de pelo menos 257 deputados (maioria absoluta) em votação aberta e nominal.

Flordelis é acusada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro de ser a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, em junho de 2019, em Niterói (RJ). Ela nega.

Os deputados que votaram pela cassação de Flordelis concordaram com as razões apontadas pelo relator do processo no conselho, deputado Alexandre Leite (DEM-SP), para a perda do mandato. Segundo Leite, a parlamentar não conseguiu provar sua inocência, tentou usar o mandato para cooptar um de seus filhos para assumir a autoria do crime, era a única da família com recursos para comprar a arma do crime e também teria abusado de prerrogativas parlamentares. Sete filhos de Flordelis foram presos acusados de envolvimento no caso. Flordelis não pode ser presa em razão da imunidade parlamentar.

Defesa

Presente à reunião do Conselho de Ética, Flordelis voltou a negar que tenha mandado matar o marido e pediu, chorando, que os parlamentares aguardassem seu julgamento pela Justiça, antes de tomar uma decisão.

Fonte: Agência Câmara de Notícias via JM Notícia
Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

sexta-feira, 5 de março de 2021

Flordelis e filhos deverão ir a júri popular; Processo tem 21 mil páginas

O julgamento da deputada federal Flordelis (PSD-RJ) pela morte de seu marido, pastor Anderson do Carmo, e outros oito réus deverá acontecer em júri popular. O Ministério Público estadual fez o pedido à 3ª Vara Criminal de Niterói, onde o processo está em andamento.

O promotor de Justiça Carlos Gustavo Coelho de Andrade, titular da Promotoria de Justiça, fez sua manifestação durante a fase de alegações finais do processo. Até agora, seis audiências já foram realizadas, conduzidas pela juíza Nearis dos Santos Carvalho.

Ao todo, cerca de trinta testemunhas já foram ouvidas, além do interrogatório dos acusados. Desde agosto Flordelis é ré no processo por homicídio triplamente qualificado de Anderson do Carmo, ocorrido na madrugada do dia 16 de junho de 2019.

De acordo com informações do G1, o promotor Andrade pediu também que Flordelis, Simone, Marzy e André sejam julgados pelo Tribunal do Júri pela tentativa de homicídio da vítima por envenenamento, que teria sido levada a cabo entre maio de 2018 e junho de 2019.

O terceiro pedido do Ministério Público de júri popular contra Flordelis envolve a acusação de crimes de uso de documento falso. Além da parlamentar, os filhos Adriano dos Santos Rodrigues e Flávio dos Santos Rodrigues, além de Marcos Siqueira Costa e sua esposa Andrea Santos Maia, podem ser julgados no mesmo modelo.

Um quarto processo, envolvendo a acusação de associação criminosa armada contra Flordelis, Simone, Marzy, André, Rayane, Flávio, Adriano, Marcos e Andrea respondam por crime de associação criminosa armada, também recebeu parecer do MP favorável ao julgamento por júri popular.

Na manifestação, o promotor pediu ainda o julgamento dos réus Lucas Cezar e Carlos Ubiraci ainda não tenha data definida, considerando que as imputações contra eles por crime doloso contra a vida não estavam maduras para serem encaminhadas a julgamento perante o Tribunal do Júri, situação oposta do que ocorre no caso dos demais réus, já que as mais de 21 mil páginas dos autos trazem fartas provas.

Premeditação

A manifestação do MP detalha a complexidade do caso, onde 11 réus são acusados de crimes de tentativa de homicídio, homicídio, associação criminosa e uso de documento falso.

Na denúncia, Flordelis é apontada como responsável por arquitetar o homicídio, arregimentar e convencer o executor direto e demais acusados a participarem do crime sob a simulação de ter ocorrido um latrocínio, que é quando uma morte ocorre depois de um roubo.

Na visão do Ministério Público, Flordelis teria financiado a compra da arma e também avisou os demais envolvidos sobre a chegada da vítima à casa da família, onde o crime foi cometido.

As investigações concluíram que a motivação para o crime veio do fato de a vítima manter rigoroso controle das finanças familiares e administrar os conflitos de forma rígida, sem concessões para as pessoas mais próximas de sua esposa em detrimento de outros membros da numerosa família.

O nível de detalhamento da manifestação do MP envolve ainda o papel de cada um dos acusados nas diferentes etapas e planejamento do crime, incentivo e convencimento dos envolvidos para a execução do assassinato, assim como nas tentativas de homicídio anteriores através do envenenamento da comida e bebida do pastor Anderson do Carmo em, pelo menos, seis ocasiões, sem sucesso.

Fonte: Gospel+

sábado, 19 de setembro de 2020

Flordelis será monitorada por tornozeleira eletrônica, mas homenageia Pr. Anderson em rede social

Herculano Barreto Filho
Do UOL, no Rio

A Justiça do Rio determinou hoje à tarde que a deputada federal Flordelis (PSD-RJ), denunciada sob a acusação de ter sido a mandante do assassinato do próprio marido, seja monitorada com o auxílio de uma tornozeleira eletrônica. Ela também será obrigada a permanecer no seu imóvel das 23h às 6h —medida conhecida como recolhimento domiciliar noturno. A intimação será feita em até dois dias.

A decisão foi tomada após pedido feito pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio) na sexta-feira passada (11), que citou um atentado a bomba denunciado por uma testemunha do crime, ocorrido na madrugada de 4 de setembro. Segundo o órgão, a liberdade plena de Flordelis causa intranquilidade nas testemunhas ouvidas no caso. O MP-RJ também justificou o pedido citando a dificuldade da Câmara para localizá-la.

Na decisão, a juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, negou o pedido de afastamento imediato de Flordelis da Câmara dos Deputados. Ela só não foi presa pela suposta ligação com a morte do pastor Anderson do Carmo, morto a tiros em junho de 2019, porque tem imunidade parlamentar.

Procurada pelo UOL, a defesa da parlamentar diz que ainda não foi intimada e que irá recorrer da decisão.

Nós entendemos que essa medida é desnecessária e arbitrária. A deputada foi intimada e apresentou a defesa no prazo estipulado. A defesa certamente vai recorrer desta decisão. Vamos preparar o recurso cabível assim que formos intimados”, disse Maurício Eduardo Mayr, advogado de Flordelis.

Na mesma decisão, a juíza também autorizou a transferência de Adriano dos Santos Rodrigues para uma área reservada no Complexo de Gericinó, conjunto de presídios em Bangu, zona oeste do Rio. Filho biológico de Flordelis e suspeito de envolvimento no crime, Adriano é apontado pela vítima do atentado a bomba como autor de ameaças.

O relato foi levado em consideração na decisão. “O contato deste com terceiras pessoas pode causar efetivo prejuízo à instrução criminal”.

O que diz o requerimento do MP-RJ

No requerimento, o MP-RJ citou as tentativas de localização do paradeiro da parlamentar para que ela fosse notificada pela Câmara dos Deputados ao embasar o receio da Promotoria de que ela possa ter contato com testemunhas —o que é proibido.

“[Ela] pode facilmente violar o teor das cautelares já deferidas () e manter contatos impróprios com testemunhas, na medida em que seus passos não são passíveis de serem rastreados e identificados”, diz trecho do requerimento do MP-RJ.

O documento também incluiu o depoimento prestado ao MP-RJ na última quinta-feira (10) pela empresária Regiane Ramos Cupti Rabello, que disse ter sido vítima de um atentado a bomba —segundo ela, o artefato explosivo foi jogado em frente ao seu imóvel. “A testemunha () se sente insegura e com medo, ainda mais diante da liberdade da ré Flordelis”, disse o MP.

Em depoimento, a empresária disse acreditar que o ataque pode ter sido orquestrado para intimidá-la, já que ela possui relação de proximidade com Lucas dos Santos, filho adotivo de Flordelis preso por supostamente ter obtido a arma usada para para matar o pastor Anderson — Flávio dos Santos Rodrigues, filho biológico da deputada e também preso, é acusado de ser o autor dos disparos.

Segundo Regiane, Lucas “poderia sentir-se pressionado a voltar atrás em sua versão para que a depoente não sofresse novos ataques e atentados”. Ela falou, ainda, que o atentado ocorreu após os advogados de Flordelis terem tido acesso ao depoimento de Lucas.

Os fatos novos ocorridos, () se somados à constatada dificuldade de localização do paradeiro da deputada federal Flordelis no período posterior ao recebimento da denúncia, tornam necessária a decretação das cautelares antes indeferidas, de ordem a minimizar o risco à instrução criminal, à aplicação da lei penal e à ordem pública”, diz outro trecho do requerimento feito pelo MP-RJ.

O caso do ataque a bomba está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, que também apura o assassinato do pastor Anderson.

De acordo com as investigações, um veículo rondou a residência da testemunha. E, em seguida, o artefato foi detonado próximo à porta do imóvel. Os investigadores recolheram fragmentos no local, que foram encaminhados à perícia. Os policiais também estão à procura de imagens de câmeras de vigilância, que possam ajudar a identificar a autoria do crime.

Flordelis homenageia pastor Anderson

A deputada federal Flordelis (PSD-RJ) compartilhou nas redes sociais uma homenagem ao pastor Anderson do Carmo, vítima de um assassinato há um ano e três meses. Acusada de ser a mandante do crime, a deputada afirmou sentir-se “paralisada” pelas saudades do ex-marido.

Meu Nem, sinto tantas saudades, não consigo me acostumar a viver sem você. Até tento, mas não consigo, fazíamos quase tudo juntos, sinto sua falta ao meu lado, tem sido muito difícil viver sem você. Mesmo o tempo passando, jamais será suficiente para que a dor da sua ausência diminua”, escreveu.

Você segue vivo dentro de mim. Um ano e três meses longe, parece uma eternidade, mas o que me acalma é a certeza de que mesmo que você não possa voltar, um dia eu vou poder ir até o seu encontro. Sei que preciso continuar e não deixar a felicidade fugir de vez da minha vida, mas as saudades que sinto de você me deixam paralisada.

Você foi embora, meu amor, e levou também uma parte de mim. Deus tem sido meu Refúgio, minha Força, meu Socorro, em Deus tenho depositado minha confiança. Vou lembrar de você, todos os dias e em todas as situações que eu viver e você continuará vivo através de mim e da nossa família. Sempre te amarei, Nem! Até um dia!”, finalizou a deputada.

Fonte: UOL via Folha Gospel

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

FLORDELIS - Entrevista completa a Roberto Cabrini no Conexão Repórter


Flordelis dos Santos de Souza quebra o silêncio e fala com exclusividade ao Conexão Repórter. Roberto Cabrini fica frente a frente com a peça central do crime que revela uma complexa trama de traições, sexo, magia negra, dinheiro e poder.

Essa é a primeira entrevista da pastora e deputada federal após ser denunciada como mandante do assassinato do marido.

O jornalístico apresenta as declarações de Flordelis, realizadas em dois dias, e em diferentes cenários, em mais de quatro horas de gravações. O programa retrata a trajetória de ascensão e o início da queda da mulher de 59 anos, que tem 55 filhos entre biológicos e adotados, e um império de igrejas construído ao lado do pastor Anderson do Carmo.

A parlamentar aceita acompanhar Cabrini ao local do crime e mostra com exclusividade a casa de 30 quartos e 3 anexos, além de reconstituir, lado a lado com o repórter, os detalhes daquela noite.

O telespectador vai ver o que ela tem a dizer sobre a série de mensagens enviadas de seu telefone para seus filhos, onde fala do marido sempre em tons pejorativos, em trama tão complexa que resultou no indiciamento de 11 pessoas, das quais apenas a pastora está em liberdade.


ASSISTA AQUI


sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Senador Arolde de Oliveira rebate “fake news” da Globo contra ele e Yvelise no caso Flordelis



O casal Yvelise e Arolde de Oliveira (PSD) consideram que a associação de seus nomes à investigação do homicídio do pastor Anderson do Carmo é um movimento de calúnia e difamação.
Nas redes sociais, o senador fluminense expressou indignação com a situação: "Eu e minha esposa estamos sem chão, nos sentindo caluniados e difamados com o noticiário da Globo buscando nos envolver no assassinato do pastor Anderson do Carmo. Nunca poderíamos imaginar que alguém pudesse nos odiar tanto para justificar um tal absurdo. Deus está no controle", escreveu, em sua página no Facebook.
Nesta quinta-feira, 23 de janeiro, Arolde de Oliveira usou o Twitter para classificar como inverídicas as reportagens do telejornal RJTV, da Globo: "Fake news. Único fato real foi o telefonema da minha esposa para dar os pêsames a deputada pela morte do Pastor. Estou indignado"
Yvelise de Oliveira, presidente da MK Music, foi intimada pela Polícia Civil na investigação sobre o assassinato do pastor Anderson do Carmo, marido da deputada federal Flordelis (PSD-RJ). O celular da vítima teria sido usado dias após o crime com um chip registrado no nome da empresária.
A Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo intimou Yvelise a prestar esclarecimentos sobre o telefone celular do pastor Anderson do Carmo. Dados técnicos teriam apontado que o aparelho também se conectou ao wi-fi da residência onde ela vive com Arolde.
A delegada Bárbara Lomba vem aprofundando as investigações e sua equipe teria apurado que, horas depois que o celular foi usado no wi-fi da residência dos donos da MK Music, na Barra da Tijuca, foi levado para Brasília, onde foi conectado novamente a um wi-fi de um endereço residencial, antes de desaparecer definitivamente.
A MK Music é a gravadora que distribui os CDs e singles da deputada Flordelis, que além de cantora pentecostal, é pastora. Anderson do Carmo foi assassinado na garagem da casa em que a família vivia no dia 16 de junho, com diversos tiros.
Yvelise de Oliveira deverá comparecer à delegacia para prestar depoimento nos próximos dias, e a intenção da Polícia Civil é esclarecer os motivos para o celular supostamente ter sido levado à sua casa, e por qual razão um chip em seu nome teria sido usado para acessar dados no aparelho.
O senador Arolde de Oliveira foi militar e exerceu nove mandatos consecutivos como deputado federal pelo Rio de Janeiro, entre 1984 e 2019. Nas eleições de 2018 foi eleito para um mandato no Senado com mais de 2 milhões de votos, tomando posse para o cargo no dia 01 de fevereiro de 2019.


Não há maiores informações sobre os detalhes do dia e local que a presidente da MK Music comparecerá para prestar depoimento na investigação do assassinato de Anderson do Carmo.
Fonte: Gospel+

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Flordelis: Celular de pastor foi usado na casa de Yvelise de Oliveira, dona da MK Music

Yvelise de Oliveira, presidente da MK Music, foi intimada pela Polícia Civil na investigação sobre o assassinato do pastor Anderson do Carmo, marido da deputada federal Flordelis (PSD-RJ). O celular da vítima foi usado dias após o crime com um chip registrado no nome da empresária.
A Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo intimou Yvelise de Oliveira a prestar esclarecimentos sobre o telefone celular do pastor Anderson do Carmo, já que um chip em seu nome foi conectado ao aparelho que pertencia à vítima. Dados técnicos apontam que o aparelho também se conectou ao wi-fi da casa em que a empresária vive com seu marido, o senador Arolde de Oliveira.
A delegada Bárbara Lomba vem aprofundando as investigações e sua equipe também apurou que, horas depois que o celular foi usado no wi-fi da residência dos donos da MK Music, na Barra da Tijuca, ele foi levado para Brasília, onde foi conectado novamente a um wi-fi de um endereço residencial, antes de desaparecer definitivamente.
MK Music é a gravadora que distribui os CDs e singles da deputada Flordelis, que além de cantora pentecostal, é pastora. Anderson de Oliveira foi assassinado na garagem da casa em que a família vivia no dia 16 de junho, com diversos tiros.
No final de 2019, os investigadores tiveram acesso ao histórico de conversas e arquivos do celular, mas ainda não têm informações sobre o paradeiro exato do aparelho. Até o momento, foi possível restaurar as configurações do aparelho foram restauradas e, com isso, acessar informações como troca de mensagens, agendas e documentos particulares da vítima.
Segundo informações do portal G1, Yvelise de Oliveira deverá comparecer à delegacia para prestar depoimento nos próximos dias, e a intenção da Polícia Civil é esclarecer os motivos para o celular ter sido levado à sua casa, e por qual razão os dados com um chip em seu nome foram acessados no aparelho.
O marido de Yvelise, Arolde, foi militar e exerceu nove mandatos consecutivos como deputado federal pelo Rio de Janeiro, entre 1984 e 2019. Nas eleições de 2018 foi eleito senador com mais de 2 milhões de votos, tomando posse para o cargo no dia 01 de fevereiro de 2019.
O senador publicou uma declaração em que diz que ele e sua mulher estão "sem chão" e se "sentindo caluniados e difamados".
Presos
Até o momento, o enteado do pastor e filho de Flordelis, Flávio dos Santos, e o filho adotivo do casal Lucas dos Santos foram denunciados e estão presos preventivamente. Os dois respondem por crime de homicídio qualificado. O inquérito foi desmembrado e a Polícia agora tenta esclarecer a participação de possíveis coautores no crime, interrogando inclusive a viúva.
Fonte: Gospel+

domingo, 22 de dezembro de 2019

Justiça determina transferência de filho de Flordelis para prisão de segurança máxima


Pedido de transferência foi feito pelo Ministério Público do Rio depois de um celular ter sido encontrado na cela de Flávio Rodrigues dos Santos. Na decisão a juíza também determina que a Seap tome providências para casos de entrada de celulares no presídio

A juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, determinou que a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) faça imediatamente a transferência de Flávio Rodrigues dos Santos, filho da deputada federal Flordelis dos Santos, do presídio Bandeira Stampa, conhecido como Bangu 9, para a penitenciária de segurança máxima Laércio da Costa Pellegrino, conhecida como Bangu 1.
Flávio e o irmão Lucas Cézar dos Santos são réus no caso da morte do pastor Anderson do Carmo, marido da parlamentar.
O pedido de transferência foi feito pelo Ministério Público do Rio após um celular ter sido encontrado na cela de Flávio. Na decisão a juíza também determina que a Seap tome providências para casos de entrada de celulares no presídio.
Na terça-feira, Flávio e o irmão Lucas retornaram à Delegacia de Homicídios de Niterói para prestarem depoimento sobre a confecção da carta entregue à deputada Flordelis. No documento Lucas confessava o crime, alegando ter recebido a ordem do irmão Misael, vereador de São Gonçalo, também filho adotivo do casal Flordelis e Anderson do Carmo.
À Justiça, Lucas contou que recebeu a ordem de dentro da cadeia para que a carta fosse redigida. Na ocasião, ele estava na mesma cela do irmão Flávio e com um ex-PM, apontado como interlocutor da carta. O ex-policial também prestou depoimento essa semana na DH.
O assassinato do pastor Anderson do Carmo ocorreu no dia 16 de junho, em Pendotiba, Niterói. O laudo da perícia apontou que o corpo apresentava 30 marcas provocadas por arma de fogo. Flávio, enteado do líder religioso, confessou ter atirado seis vezes contra ele. Já Lucas, filho adotivo do casal, foi quem negociou a compra da arma do crime.
Para a delegada Bárbara Lomba, titular da DH Niterói, falta identificar quem foi o mandante do crime. Segundo ela, todos que estavam na casa no dia do crime, inclusive a deputada, são suspeitos.
Fonte: CPAD News

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Flordelis é suspeita de fraudar carta em que filho confessa assassinato

O Ministério Público e a polícia do Rio encontraram indícios de que Flordelis pode ter fraudado uma carta em que um de seus filhos confessa ter matado o pai, Anderson do Carmo, informa o Globo.
A Delegacia de Homicídios de Niterói encontrou, entre conversas no WhatsApp, que a deputada enviou a Andreia Santos Maia, mulher do preso Marcos Siqueira Costa, um comprovante de transferência bancária de R$ 2 mil.
Em resposta, Andreia diz a Flordelis que “pagaram o Lucas”, em referência ao filho preso, que está no mesmo presídio que Marcos.
A carta, que Flordelis disse ter recebido da mulher de um preso e que supostamente foi escrita por Lucas, foi divulgada pela deputada seis dias após a troca das mensagens.
No texto, Lucas admitiu pela primeira vez a participação no assassinato e ainda acusou outro irmão, Wagner Andrade Pimenta, conhecido como Misael, de envolvimento no crime.
Justiça ouve testemunhas de acusação
A juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, começa a ouvir nesta quinta-feira as testemunhas do processo do assassinato do pastor Anderson do Carmo, marido da deputada federal Flordelis (PSD-RJ).
Dois filhos da parlamentar são réus do caso. Flávio dos Santos, filho biológico da deputada, confessou à polícia ter sido ele o autor de seis tiros que mataram o padrasto. Já Lucas Cézar dos Santos, filho adotivo do casal, foi quem negociou a compra da arma.
Nesta primeira fase a Justiça vai ouvir as testemunhas de acusação. A delegada Bárbara Lomba, titular da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) deve ser uma das primeiras a serem ouvidas. A delegada foi a responsável por conduzir as investigações.
Os filhos da parlamentar Daniel dos Santos de Souza e o vereador Wagner de Andrade Pimenta, conhecido como Misael da Flordelis, também serão ouvidos na primeira fase do processo. Misael acusa a mãe de ser a mentora da morte do líder religioso. Ao todo, serão ouvidas 16 testemunhas de acusação.
A justiça ainda não divulgou a data para ouvir as testemunhas de defesa. A deputada Flordelis irá prestar depoimento de Brasília.
Fonte: O Antagonista e O Dia via Folha Gospel

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Flordelis diz que foi vítima de tentativa de extorsão

Em entrevista veiculada na noite deste domingo, 22, pelo programa Fantástico, da TV Globo, a deputada federal Flordelis (PSD-RJ) afirmou que foi vítima de uma tentativa de extorsão cometida por um suposto advogado e um policial não-identificado da DH da Capital (Delegacia de Homicídios da Capital, órgão da Polícia Civil do Rio).
O episódio estaria vinculado às investigações do homicídio do pastor Anderson do Carmo, marido da parlamentar.
A deputada prestou depoimento no final de agosto à PF (Polícia Federal) e apresentou gravações dos telefonemas que teria recebido. Em uma das gravações, o suposto policial afirma o seguinte: "Eu vou falar português claro para a senhora. A nossa intenção é o dinheiro".
Na narrativa apresentada pela deputada, o policial e o advogado afirmavam que dispunham de informações sobre a investigação do caso e queriam vendê-las em troca de dinheiro. O suposto agente disse ainda que teria como influenciar a apuração do homicídio, que é realizada pela DH de Niterói.
Os telefonemas foram realizados dois meses depois do assassinato do marido de Flordelis, o pastor Anderson do Carmo, 42. Ele foi morto a tiros em sua própria casa na madrugada de 16 de junho em Pendotiba, Niterói, região metropolitana do Rio.
Ainda durante a entrevista ao Fantástico, a deputada federal apresentou uma carta que teria sido escrita pelo filho adotivo Lucas de Souza, 18; Ele e o irmão e Flávio Rodrigues, 38, estão presos pelo homicídio.
No documento, que teria sido entregue pela mulher de um preso, Lucas apontou um outro irmão, o vereador Misael da Floderlis (MDB), como mandante do assassinato. Misael nega e afirma que a mãe quer criar confusão no inquérito. Ele diz acreditar que a deputada seja a autora intelectual do crime.
Na noite de sábado, Lucas se recusou a participar da reconstituição feita pela Polícia Civil do Rio.
A investigação, cuja 1ª fase foi concluída, conta com dezenas de depoimentos do clã Flordelis. Ao menos quatro dos 54 filhos do casal (a maioria deles adotivos) apontam suspeitas de envolvimento da parlamentar no crime. Há relatos de suposto envenenamento do pastor e de disputas por dinheiro.
Tanto a Polícia Civil quanto o MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) não têm dúvidas de que mais de seis tiros foram disparados contra o pastor —o corpo dele tinha mais de 30 perfurações— e de que há mais pessoas envolvidas no crime além dos dois filhos já detidos. As investigações buscam agora entender a motivação do crime.
Fonte: UOL via Folha Gospel

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Procuradora-geral defende que Flordelis não tem direito a foro privilegiado

Em parecer enviado ao STF (Supremo Tribunal Federal), a procuradora-geral da República Raquel Dodge entendeu que as investigações sobre o assassinato do pastor Anderson do Carmo, 42, deverão ser mantidas com a Polícia Civil do Rio de Janeiro e com o MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro).
Ele era marido da deputada federal Flordelis (PSD-RJ), que formalmente não é considerada pela polícia suspeita de envolvimento do crime. Dodge entendeu que a parlamentar não tem direito a foro privilegiado se passar a ser investigada sobre a morte do pastor.
Por possuir mandato parlamentar, Flordelis tem direito a foro privilegiado –ou seja, de ser investigada e julgada por instâncias superiores, como o MPF (Ministério Público Federal) ou o STF (Supremo Tribunal Federal), e não por autoridades estaduais.
As regras para isso, contudo, mudaram, e Dogde seguiu entendimento da Corte, de maio do ano passado, quando o STF decidiu restringir as regras do foro privilegiado para deputados federais e senadores.
Desde 2018, compete a tribunal superior julgar crimes e atos praticados no mandato, o que no entendimento de Dodge não seria o caso de Flordelis, uma vez que o assassinato de seu marido –que ocorreu na casa de ambos, em Niterói, região metropolitana do Rio– não se relacionaria à atividade parlamentar da deputada.
O documento assinado por Dodge que seguiu esse entendimento foi enviado ao STF no começo do mês, mas seu teor foi revelado ontem. Na última sexta-feira (26), outro parecer da PGR autorizou acesso do Ministério Público do Rio a autos de um processo no STF, que corre sob sigilo.
Caberá ao ministro do STF Luis Roberto Barroso a decisão sobre a competência das investigações. O STF está em recesso até amanhã. Procurado pela reportagem, o gabinete de Barroso disse apenas que o processo corre sob sigilo de justiça.
Procurada pela reportagem, a assessoria de Flordelis não se manifestou sobre o parecer da PGR.
Dois dos filhos de Carmo e Flordelis estão presos por suspeita de envolvimento no homicídio.
Flávio dos Santos Rodrigues, 38, filho biológico da parlamentar, confessou segundo a polícia ter dado seis tiros no pastor. Sua defesa nega a confissão.
Lucas dos Santos, 18, teria obtido a arma calibre 9 mm que foi usada no crime. O revólver foi encontrado em cima de um armário de um quarto usado por Flávio na casa de Flordelis e Carmo. Vídeos das câmeras de segurança ao redor da casa colocam ambos na cena do crime.
Fonte: UOL via Folha Gospel

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Mãe do pastor Anderson diz que não quer mais nenhum contato com Flordelis

A mãe do pastor Anderson do Carmo, Maria Edna Virginio do Carmo Oliveira, de 64 anos, prestou depoimento na Delegacia de Homicídios de Niterói durante 3h30 nesta quarta-feira (24).
Ao deixar o local, Maria Edna disse acreditar que os culpados pela morte do filho serão encontrados em breve e revelou que não fala mais com a nora, a deputada federal Flordelis.
"É muita saudade e muita angústia dentro de mim. Foi um pedaço arrancado dentro de mim. Eu estou muito triste e chocada. Só quero muita justiça. Que seja feita. Só isso. Eu perdi meu filho. Os culpados serão, muito em breve mesmo, Deus vai me abençoar e eu vou ter uma resposta", contou.
Maria Edna chegou na DP por volta das 11h30, desta quarta-feira (24), para falar sobre a morte do filho, que foi assassinado na madrugada de 16 de junho, com vários tiros, na garagem da casa da família, em Pendotiba, em Niterói, na Região Metropolitana. Dois dos 55 filhos de Anderson e Flordelis estão presos, suspeitos de participar do crime.
Perguntada sobre seus sentimentos sobre a deputada Flordelis, Maria Edna disse que não queria mais nenhum contato com ela.
"Esquece de minha nora. Ela não é minha nora. Nora que é nora não faz isso", afirmou, sem entrar em detalhes sobre o que a deputada teria feito. Sobre os netos, ela respondeu: "Só tenho três".
Segundo o advogado Ângelo Máximo, responsável pela defesa de Maria Edna, a sogra de Flordelis compareceu na Delegacia de Homicídios de forma espontânea.
O advogado também não quis revelar o teor dos depoimentos desta quarta-feira.
Fonte: G1 via Folha Gospel
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...