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sexta-feira, 30 de julho de 2021

Glorify estreia no TikTok e reúne principais influenciadores cristãos em retiro


Durante a semana de retiro, os influenciadores serão instruídos sobre como usar a internet para que a mensagem de Deus chegue cada vez mais longe

Ao longo desta semana, acontece a terceira edição do “O Retiro Tiktokers”, maior encontro de influenciadores cristãos do mundo, reunirá os 100 maiores tiktokers do meio, para mentoria de influência e conteúdo.

O acampamento, patrocinado pelo aplicativo cristão para devocional diário Glorify, realizado em Goiânia entre os dias 26 de julho e 1 de agosto. Todos os participantes, selecionados de acordo com a relevância nas redes sociais, contam com mais de 100 mil seguidores. Entre eles, estão: Jey Reis (@jeyreis), Aline (@aliineza), Gabriela Costa (@dacostagab), JP Maia (@jpmaia), Gaaby (@gaabyoficial_), Josi (@josielen_candido), Enzo (@enzocontieri) e Thais (@thaisslinares).

Durante a semana de retiro, os influenciadores serão instruídos sobre como usar a internet para que a mensagem de Deus chegue cada vez mais longe e da melhor forma possível. Os ministros brasileiros, que atuam com conteúdo cristão e têm grande relevância no meio, como Deive Leonardo, Pr. Júnior Rostirola, Marcelo Markes, Pra. Sarah Mendes, Maria Luquet, Samuel Vagner, Thayse Portela, Lucas Paiva, Sarah Beatriz, Daniel Jackson, entre outros, ficarão responsáveis pela mentoria. Todos os membros realizaram o teste de Covid-19 com antecedência.

O Retiro se tornou um discipulado e espaço de mentoria para influencers de conteúdo cristão. Fama, seguidores e influência podem ser muito danosos para a vida, se isso não for administrado de forma correta. Então, precisam ser ajudados e auxiliados para crescerem de forma saudável. Nosso objetivo é ajudá-los como pessoas a serem boas referências não só na rede social, mas com a família e com todos à sua volta!”, explica Guilherme Batista, idealizador do O Retiro.

Nas últimas edições, o encontro teve o formato de reality show, transmitido ao vivo pelas páginas do “O Retiro”, e contou com a participação de apenas 30 tiktokers. Já neste ano, o evento foi expandido para 100 influenciadores e contará com gincanas, provas, produção de conteúdo, devocionais e cultos.

Glorify no Tik Tok

O evento também marca o lançamento do perfil do Glorify no TikTok. O aplicativo cristão para devocional diário, que tem como propósito criar estruturas para que os usuários se conectem com Deus todos os dias, também contará com conteúdos exclusivos na nova rede social. Ao longo da semana, os influenciadores usarão o app para rotina de adoração e, ao mesmo tempo, também criarão vídeos para o canal do Glorify na rede social ao longo do mês de agosto.

A tecnologia faz parte do dia a dia de todos nós e ao usá-la com sabedoria, podemos facilitar diversas atividades diárias, inclusive a rotina de fé. Acreditamos na possibilidade de tornar o conteúdo cristão e a fé acessível a todos e por isso o Glorify conecta os usuários com Deus e sua comunidade por meio de rotinas de adoração escolhidas a dedo e conteúdos de qualidade”, conclui Luiz Fernando Valente, Head do Glorify Brasil.

O conteúdo do “O Retiro” será publicado pelo TikTok do evento e do Glorify.

Fonte: JM Notícia

sábado, 13 de março de 2021

Justiça manda fechar atividades das igrejas nos templos religiosos em Goiânia - COMENTO A NOTÍCIA

A Justiça determinou a suspensão da reabertura de igrejas e templos religiosos em Goiânia a pedido do Ministério Público de Goiás.

A decisão é do juiz Fabiano Abel de Aragão Fernandes, que deferiu a liminar do MP-GO. A alegação do magistrado é de que a taxa de ocupação de leitos de UTI na Capital demonstra colapso no sistema de saúde. Os atendimentos individuais foram mantidos.

O prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, flexibilizou a abertura das instituições religiosas ao prorrogar o decreto que está em vigor. A justificativa do prefeito foi de que a liberdade religiosa era "constitucional". No decreto, as igrejas e os templos religiosos poderiam funcionar com 10% da capacidade, seguindo os protocolos de segurança.

Em contrapartida, o juiz Fabiano Abel argumentou na decisão que essa liberdade não pode ser restringida, mas que não se pode confundir o exercício da fé com a discussão dos protocolos para evitar a disseminação da Covid-19.

"É indiscutível e sagrada a garantia da liberdade religiosa em nosso país, cujo direito possui matriz constitucional e de forma alguma se pode permitir sua restrição. Mas não é disso que tratamos aqui, até porque todo cidadão brasileiro pode e deve perfeitamente exercitar sua fé, seja ela de qual matiz for, dentro de sua própria casa, assegurando-se ainda aos respectivos lideres ou guias religiosos professar sua palavra por videoconferência, evitando-se nesse momento obscuro de nossa existência expor nossos irmãos e irmãs a um risco real e desnecessário. A vida antecede a fé e sem ela não há como exercitar esta", escreveu.

O juiz cita que no primeiro decreto, que foi posto em prática no dia 1º de março, a prefeitura de Goiânia permitiu apenas os atendimentos individuais. E na época, a taxa de ocupação estava abaixo de 96%.

"Não se afigura racional que agora, durante a vigência do Decreto 1.757/2021 e no momento em que a taxa de ocupação ultrapassa 100%, ou seja, que o sistema encontra-se efetivamente colapsado, permitir sejam tais atividades realizadas, ainda que com a observância de protocolos de segurança, sobretudo diante da potencial probabilidade de se ocasionar aglomerações e com isso a disseminação do vírus cujas novas cepas, sabe-se, são substancialmente mais transmissíveis e letais".

No início do mês, o prefeito de Goiânia , Rogério Cruz (Republicanos), vetou um projeto de lei que reconhecia cultos religiosos como atividades essenciais.

Segundo Cruz, que é pastor da Igreja Universal, "a espiritualidade tende a ser um recurso importante para muitas famílias, podendo contribuir no enfrentamento aos desafios da vida, na adaptação e na resiliência às perdas".

Fonte: Sagres online via Folha Gospel

MEU COMENTÁRIO:

Na verdade não há o que se comentar, a questão é sanitária e as normas decretadas devem serem cumpridas.

A Igreja como organismo é de Deus, e Ele tanto sabe, como está no controle de todas as coisas e não deixará perecê-la.

Na condição de instituição devidamente organizada, a Igrejas devem cumprir a legislação vigente para a pandemia, assim como os órgãos públicos, comércio, indústria e prestadores de serviço.

O sofrimento e prejuízos nas demais áreas da vida serão proporcionais para todos, desde que seja preservada a vida, portanto,

Oremos e vigiemos!

sexta-feira, 5 de março de 2021

Prefeito de Goiânia, que também é pastor, veta projeto de lei que reconhecia cultos religiosos como essenciais

O prefeito de Goiânia , Rogério Cruz (Republicanos), vetou um projeto de lei que reconhecia cultos religiosos como atividades essenciais.

Segundo Cruz, que é pastor da Igreja Universal , “a espiritualidade tende a ser um recurso importante para muitas famílias, podendo contribuir no enfrentamento aos desafios da vida, na adaptação e na resiliência às perdas”.

O projeto era do vereador Dr. Giancarlo Said (MDB), e permitia o funcionamento de igrejas mesmo “em tempos de crises ocasionadas por moléstias contagiosas ou catástrofes naturais”. Segundo o prefeito, o Projeto de Lei é inconstitucional.

O projeto previa a retirada do poder de polícia da prefeitura à adoção de medidas restritivas destinadas ao controle sanitário e epidemiológico. Agora, a análise do veto deve passar por uma comissão e plenário.

Os vereadores podem mandar o projeto para o arquivo, concordando com a decisão do prefeito, ou derrubar o veto por maioria absoluta; nesse caso, o caso iria para promulgação do presidente da câmara.

Desde o último sábado (27), apenas as atividades essenciais podem funcionar em Goiânia. A medida visa conter a disseminação da Covid-19 para que haja diminuição da taxa de ocupação dos leitos de UTI.

Fonte: Último Segundo via Folha Gospel

terça-feira, 29 de novembro de 2016

“Dia do Evangélico” poderá ser feriado em Goiânia

Presidente da Frente Parlamentar Evangélica critica decisão


Goiânia poderá ter um feriado para homenagear os evangélicos. Os vereadores da Câmara Municipal aprovaram no dia 24 um projeto do vereador Anselmo Pereira (PSDB) que considera como utilidade pública o Instituto Educacional Conceito de Meio Ambiente, Cultura e Saúde (IECMACS).
Contudo, havia uma emenda – o chamado jabuti – que previa a oficialização do dia 17 de agosto como feriado municipal. Ela foi incluída pelo vereador Deivison Costa (PTdoB), relator da matéria na Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia. Além de uma dia remunerado sem trabalhar, a prefeitura teria de “assumir as despesas com a realização de eventos comemorativos à data, bem como promover a divulgação nos órgãos de comunicação da cidade”.
Alguns vereadores afirmaram não ver problema em homenagear os evangélicos, mas discordaram da forma como foi feita a aprovação. Também não creem que seria necessário decretar feriado.
Deivison justifica: “Temos vários feriados de outras religiões. Nós evangélicos somos 30% desta cidade e também temos direito”. Ele argumenta que alguns setores da economia seriam beneficiados, principalmente o turismo.
Por outro lado, o vereador Djalma Araújo (Rede), lembra que existe um projeto de lei de sua autoria homenageando os evangélicos em 17 de agosto, já aprovado e sancionado. Contudo, não prevê um novo feriado.
O político acredita que a ideia de Deivison de criar mais um feriado não será sancionada pelo prefeito Paulo Garcia, pois o município tem um limite de feriados que podem vigorar no calendário oficial.
Araújo protesta: “É uma afronta à legislação local. Esse feriado extrapola o limite de nove estabelecido em lei superior. Não tenho nada contra evangélicos, eles têm uma importância muito grande na vida das pessoas, mas o Estado é laico. Depois vão querer criar feriados para maçons, católicos, umbandistas, entre outros”.

Presidente da bancada evangélica no Congresso discorda

Ouvido sobre o assunto, o deputado federal João Campos (PRB/GO), que além de pastor da Assembleia de Deus também é presidente da Frente Parlamentar Evangélica, disse não concordar. A criação de feriados não é uma demanda do segmento evangélico, enfatiza.
“Não sou contra que se tenha uma data comemorativa. Agora, quanto a estabelecer que é feriado, sou radicalmente contra, é um excesso”, asseverou ao Jornal Opção. “Sou a favor de é acabar com feriados, tem feriado demais no Brasil”, reiterou.
Fonte: Gospel Prime

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