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quarta-feira, 9 de agosto de 2023

Igreja convida Jessé Aguiar para ministrar em culto; mesmo após ex-cantor gospel ter se assumido gay

O ex-cantor gospel Jessé Aguiar foi convidado pela Igreja Casa, de Goiânia (GO), a ministrar durante um culto no último domingo, 06 de agosto, mesmo após seu rompimento público com a música cristã e as declarações a respeito de sua sexualidade.

Em 4 de junho, Jessé Aguiar assumiu de forma franca que é homossexual em um vídeo compartilhado em sua conta no Instagram. Na ocasião, o artista – que já havia rompido com a música gospel – aproveitou a comemoração do ativismo LGBT em relação ao chamado "mês do Orgulho".

Depois disso, o artista voltou a se envolver em polêmicas, fazendo insinuações sobre o pastor André Valadão, que pregou uma série de sermões sobre os pecados na área sexual, e se queixando da falta de apoio dos demais músicos que atuam no segmento gospel.

A apresentação do artista durante a celebração na Igreja Casa foi compartilhada nas redes sociais, e motivou diversos comentários de usuários do Instagram em reprovação: "Tira a fama pra ver o que acontece! Igreja é lugar de santidade não de sair da porta pra fora e ser promíscuo", protestou um internauta.

"Igreja é lugar de santidade e não palco, Jesus sempre disse vá e não peques mais, abraçar e cuidar é uma coisa totalmente diferente de aceitar o pecado, e dizer que esta tudo bem, quem ama corrige, quem ama cuida e fala a verdade", escreveu outro.

A página Assembleianos de Valor repercutiu a apresentação e dois de seus seguidores manifestaram reprovação à iniciativa da igreja em ceder um momento do culto a Deus para a apresentação do artista secular: "Essa é a nossa geração, não importa se ele é homossexual, o que importa é que ele canta bem. Geração que não se importa com os frutos, mas sim com os dons", comentou um dos usuários.

"Jessé, você pode ter sido batizado na igreja, criado na igreja, servido na igreja. Pode ter cantado na igreja, morrido na igreja, ter sido velado na igreja e, ainda assim, acordar no inferno caso esteja meramente na igreja e não em Cristo", advertiu outro.

Jessé Aguiar se apresenta na Igreja Casa de Goiânia
Ex-cantor gospel se apresentou durante culto na Igreja Casa

Com informações Gospel+

quinta-feira, 29 de junho de 2023

Nikolas Ferreira critica igreja famosa que faz “culto para homossexuais”



Para o deputado, chamar os homossexuais de coloridos é uma forma de colocar “pompom no pecado”


Um vídeo do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), no qual faz críticas a um "culto específico para homossexuais", de uma famosa igreja evangélica do Brasil está viralizando nas rede sociais.

Apesar de não ter mencionado o nome do "Movimento Cores" da Igreja Batista da Lagoinha, os internautas rapidamente associaram suas declarações ao referido grupo.

O parlamentar questionou o apelido de "coloridos" dado aos homossexuais e expressou sua preocupação com a glamourização do pecado com esse tipo de abordagem.

"Nikolas, isso aí é de onde? Foi o Jean Wyllys que fez isso? Foi o PSOL, foi o Lula? Não, o Lula não deve nem saber escrever o 'Jesus pra todos', né? Mas não foi ele. Isso aqui é de uma igreja gigantesca daqui do Brasil, eles têm um culto específico para homossexuais", afirmou ele em sua pregação.

Ele enfatizou que a igreja deve receber todas as pessoas, independentemente de seu pecado, porém, criticou a forma como essa recepção está sendo conduzida.

Para o deputado, chamar os homossexuais de coloridos é uma forma de colocar "pompom no pecado" e glamourizar algo que, segundo sua perspectiva, pode levar ao inferno.

Segundo Nikolas, atrair pessoas com entretenimento e emoções superficiais pode até funcionar inicialmente, mas a permanência delas na igreja dependerá do verdadeiro evangelho.

"O evangelho realmente precisa ir lá nas suas entranhas, assim como o Espírito Santo vai lá na divisão da tua alma e do teu espírito, e te convence do pecado, da justiça, do juízo. Ele precisa de confronto. Porque no mesmo lugar que tem conforto não vai ter crescimento", afirmou.

O "Movimento Cores" foi fundado pela pastora Priscila Coelho, e ocorre em uma das filiais da Igreja Batista Lagoinha, no Centro de Belo Horizonte.

O foco do encontro é o acolhimento de diversas tribos sociais, principalmente a comunidade LGBT.

Vale destacar que a igreja agora é liderada pelo pastor André Valadão, que está realizando uma série de cultos criticando o movimento LGBTQIA+.

Fonte: Folha Gospel


MEU COMENTÁRIO:

Quanto ao nosso irmão em Cristo e Deputado Federal Nikolas Ferreira, é alguém que por sua posição política, bem como pela quantidade de votos que o elegeu, está em eminência e com total visibilidade. 

Nikolas Ferreira tem demonstrado testemunho de sua fé cristã e mantido postura diante daqueles que lhe são contrários. Do ponto de vista dos costumes, um conservador nato e defensor dos princípios da Palavra de Deus, um procedimento raro entre os jovens da sua idade.

Oremos por ele, para que Deus o guarde e o conserve assim. Não tenhamos dúvidas que a guerra espiritual contra ele é tremenda, portanto oremos pelo nosso irmão.

Quanto a Igreja citada, fica claro que está existindo uma divergência em curso dentro da sua liderança; duas visões distintas dentre do mesmo ministério, entre o novo líder global e alguns de seus liderados. Oremos para que os princípios exarados nas Sagradas Escrituras sejam aceitos pela maioria, caso contrário é brecha para o inimigo disseminar mais uma de suas divisões.

Oremos

quarta-feira, 7 de junho de 2023

Os pastores lacradores e a religião mais pura que Deus



Bráulia Ribeiro comenta o triste caso dos pastores que deixaram de acreditar em Deus para acreditar no mundo


Alguns pastores, antes medalhões do movimento evangélico brasileiro, resolveram se manifestar e trair a sua fé, posicionando-se contra a expressão cristã que antes representavam. Esses pastores preferem aderir ao terrorismo moral do wokismo [1] a ser atacados por ele. Assim, traem o público que antes serviam e a fé que professavam, tudo em nome de uma suposta pureza moral.  Infelizmente não é um fenômeno incomum nos dias de hoje.

Ricardo Gondim, que foi pastor de uma mega igreja em São Paulo, no coração da capital, é um desses pastores que se arrependeram da fé.  Gondim veio do contexto tradicional das Assembleias de Deus de Fortaleza, e com coragem e inteligência cativou em São Paulo um público cult, jovens famílias e universitários. Harmonizou duas tendências aparentemente irreconciliáveis como o racionalismo protestante e o sentimentalismo pentecostal, conseguindo apresentar um evangelho capaz de produzir satisfação intelectual e libertação espiritual. Gondim era um superstar.  Alto, esbelto, corredor de maratonas, dono de um intelecto razoável e uma voz poderosa, o ex-pastor Gondim influenciou muito a cultura evangélica urbana. Suas pregações eram gravadas e ouvidas por fãs em todo o país. Apesar de manter um estilo pentecostal tradicional, trazia para suas mensagens um diálogo interessante com os desafios enfrentados pelos jovens das grande cidades. Gondim foi para São Paulo o que Timothy Keller (o pastor falecido recentemente da família de igrejas presbiterianas Redeemer) foi para a cidade de Nova York. O urbanóide, pós-moderno e cult também precisa de fé. O paulistano encontrava na Igreja Betesda de Gondim o que os nova-iorquinos encontraram na Redeemer, uma proposta religiosa na sua língua nativa.

Mas a trajetória de Gondim começa a embananar quando em algum ponto de suas crises de meia-idade e conflitos psicológicos, ou como subproduto de narcisismo, a sua consciência moral hipertrofia. Sim, você leu certo, ela não se encolhe, ela se agiganta: Gondim se torna o ser moral acima de todos os vis mortais.  Imbuiu-se de um quixotismo apaixonado e começou a combater os moinhos de vento e espantalhos que ele mesmo criou na paisagem evangélica. Apaixonou-se por Rubem Alves, rei das platitudes inócuas, que também abandonou a fé cristã para se reinventar como profeta de um grolado filosófico marxiano-heideggeriano. Gondim começa a seguir seu exemplo e se enxerga um vingador do evangelicalismo. O puro combatente solitário, um whistle-blower [2] capaz de expor os podres das denominações evangélicas às quais dedicou sua vida.  Gondim é, segundo ele mesmo, um representante do verdadeiro evangelho do amor. Usa sua conta no Instagram reproduzindo incessantemente seu rosto, ora triste, ora triunfante.  Mas seus sentimentos, que antes serviram de inspiração e encorajamento para muitos, agora se tornaram tão idiossincráticos que dificilmente empolgam alguém.

Não há dúvidas de que Gondim ainda encontra público para suas fotos cult e seu lamentos imprecatórios. Junto com nomes antes reverenciados pelos evangélicos – como Caio Fábio, Ed René Kivitz, Antônio Carlos Costa, Paulo Cruz, Kleber Lucas –, Gondim hoje faz parte do grupo dos que se enxergam como dissidentes, e por que não, redentores da fé evangélica brasileira. Essa gente empolga aqueles que sempre foram inimigos da fé. É irônico, é melancólico: quem antes se esforçava em defesa da fé bíblica hoje se esfalfa para ganhar seguidores entre os que a odeiam. 

Mas são mesmo dissidentes da fé, esses senhores tão nobres?

Quero propor ao leitor que eles não divergem da fé evangélica, mas sim de quimeras que eles mesmo constroem. São mestres em criar espantalhos a partir dos dogmas cristãos e atacá-los como se retratassem a verdade. O que na cultura evangélica irrita esses “heróis morais”? Gondim pontua assim sua discordância:

Não sou parte do movimento evangélico. Por quê? O movimento evangélico pressupõe: Inerrância da Bíblia, Pecado original, Deus no controle de tudo, teologia sacrificial, teleologia – (a história caminha para um fim glorioso). Quem não subscreve a essas teologias, também não é”.[3]

O senhor está certíssimo, Sr. Gondim. Deus e a Bíblia são o centro da religião evangélica. Não são os meus sentimentos nem os seus. E os julgamentos e ideias de Deus que chegaram até nósinterpretados por 20 séculos de tradição cristã, são superiores a todas as sentiduras e neo-hermenêuticas que você e seus amigos tentam passar ao público como se fossem ortodoxia.

A Igreja evangélica é racista?

Gondim também se irrita com o “mal” que ele vê na cultura evangélica. Cada uma de suas acusações, no entanto, pode ser desmascarada com estatísticas e fatos. Para ele e muitos dos neo-pastores que adotaram o racialismo americano, os evangélicos são racistas. Sinto muito, mas o pentecostalismo é a expressão cristã mais negra do Brasil. Muito mais do que as religiões ditas afro que de afro só têm a origem longínqua. Mas não basta ter representatividade negra, pastores e líderes negros no Brasil inteiro: para serem justos e puros, os evangélicos também teriam que abraçar a política negrista, militar contra o “branquismo” (se é que algum brasileiro pode se chamar de branco).

A Igreja evangélica é misógina?

A religião evangélica também é, segundo Gondim e seus pares, misógina [4]. E aqui também me faltariam páginas para documentar a imensa mentira factual que essa acusação representa. Para poupar o leitor do aborrecimento de ler estatísticas eu o convido a uma visita num domingo à noite a uma igreja evangélica. Mulheres pregam, despregam, cantam, encantam e desencantam, dançam, algumas até bem sensualmente, enfim, as congregações se esbaldam de mulheridade. Mulheres são líderes de igrejas e até de denominações. 

Essa autora que vos escreve, que é devidamente uterizada desde o nascimento e que deu à luz três seres humanos brilhantes, já até pregou na igreja do próprio dito cujo. Existe, sim, uma discórdia interna: para algumas denominações mulheres podem pregar; para outras, não. Mas eu garanto, caro leitor, que em todas, pregando ou não, a mulher tem mais honra e espaço nas comunidades evangélicas do que na maioria das associações que se autoproclamam igualitárias.  Seriam as igrejas misóginas porque pregam que existe uma ordem doméstica, ou sugerem que talvez o casamento realize a mulher mais profundamente do que uma carreira de modelo no Instagram? De novo, a crítica aqui é política, não é questão de espaço social. Segundo os críticos, evangélicos são misóginos porque não aderiram à militância política das feministas radicais. Se você não trabalha para destruir os homens e tudo o que se relaciona com a masculinidade que agora é considerada intrinsecamente tóxica então você é misógino.

Mas vale a ressalva: não estou de maneira alguma eximindo as igrejas evangélicas de problemas. Os problemas são muitos. Existe abuso e machismo dentro de igrejas como existe fora. A mesma cultura que colore o Brasil colore também muitos evangélicos que não a repensaram. Mas tudo isso é previsto também pela Bíblia. O livro sagrado dos cristãos não nos promete um paraíso na terra, nem uma santificação automática. Promete o contrário: teremos na terra luta, aflições, dores porque ainda estamos sujeitos a nossos pecados e aos dos outros.

Mais uma queixa política: homofobia.

Aqui, é claro que tenho que conceder a Gondim e seus pares: os evangélicos que consideram a Bíblia a palavra revelada não se sentem no direito de atualizá-la nem de cortar pedaços dela.  A Bíblia sugere que uma família abençoada por Deus é constituída por um homem e uma mulher e eventualmente os filhos que eles produzirem e que terão o dever de cuidar e nutrir até que se tornem maduros para também constituírem suas próprias famílias. Assim tem sido, segundo a Bíblia, desde a fundação do mundo. Por mais que doa ao coração de muitos que se compadecem por filhos e filhas, amigos e uma geração inteira que acredita hoje que gênero e sexo não são traços relevantes da identidade humana, nem uma característica biológica (enquanto raça, que o projeto Genoma provou que não tem nada a ver com biologia, para os “certinhos” é, vai entender!?), os evangélicos que realmente respeitam a Bíblia não se sentem no direito de mudar esses princípios a seu bel-prazer. Então, eles se posicionam contrários à união homossexual. Mas espera aí. Isso é em si homofobia? Até onde eu saiba, não. Isso é uma posição moral, e não política, justificada em séculos de prática cristã em todo o mundo.

A opção por uma posição moral em detrimento da outra torna alguém um fóbico da posição que rejeitou? Até ontem, não. Manter uma posição moral não é o mesmo que rejeitar o transgressor. O cristão que pretende seguir a Bíblia a segue porque a crê divina e como tal, capaz de uma visão melhor sobre o ser humano do que ele mesmo. E primeira coisa que o cristão aprende é que ele tem que amar o próximo, porque todos somos criaturas de Deus. O que nos torna valiosos e dignos não é nossa sexualidade, ou a adesão a regras de comportamento, etc., mas o fato sermos criatura, amados por Deus apesar de nossas falhas humanas. Por isso, em tese não pode haver um espaço mais tolerante e inclusivo do que a igreja de Cristo.  Qualquer homossexual solitário vai achar uma comunidade que o abraça entre os evangélicos. Mas não vai encontrar quem o ache superior, ou glorioso por causa de sua sexualidade. Talvez seja aí na falta de adulação bajuladora que a igreja peca contra o gay. Uma comunidade evangélica tradicional vai receber com amor, mas vai também pedir ao devoto gay, como pede de qualquer outro, que siga suas regras em relação ao comportamento sexual. Toda comunidade tem regras. Não posso frequentar uma colônia nudista vestida. Eu não poderia impor a minha presença se quisesse ficar vestida numa colônia nudista sem ser percebida como insensível, arrogante e pretenciosa.

A perspectiva moral da igreja só é vista como rejeição social porque hoje a homossexualidade deixou de ser uma condição provocada por uma determinação moral para se tornar uma condição social que tem que receber privilégio social e político. Mais uma vez Sr. Gondim entendemos o que está por trás de seus argumentos. Você não é evangélico porque se tornou um militante político de uma ideologia que conflita diretamente com os valores que antes você aceitava e defendia. Você hoje é devoto da religião secular que compete diretamente com os valores cristãos que antes defendia.

Conclusão

Gondim e seus pares não são dissidentes, são difamadores do movimento que os construiu, que lhes deu o conforto material e o respeito do qual ainda desfrutam. Posam como heróis do antimoralismo tentando afirmar uma nova proposta cristã, mas na verdade não passam de pregadores de um moralismo muito pior, que não constrói nada, só se ocupa de destruir, cancelar, negar, difamar, diminuir, e matar o que gera vida.

Assombra-me que do alto de sua intelectualidade superior esses pseudo-dissidentes oportunistas não percebam a armadilha na qual se deixaram apanhar. O movimento político ao qual se aliaram é efêmero como os valores que propagam. Seus afetos são levados pelo vento como sementes de paina. Hoje amam amanhã odeiam e cancelam. Será cancelado nosso irmão. Quem alimenta Cérbero [5]  no quintal acaba devorado por ele. Espero que Gondim recupere na solidão do abandono a lucidez moral que agora lhe falta.

Por Bráulia Ribeiro


Fonte: Brasil Sem Medo


Glossário:

[1] - Wokismo: POLÍTICA depreciativo movimento ou conjunto de pessoas que fomentam o politicamente correto e a cultura de cancelamento ao defenderem propostas irrazoáveis ou extremistas a partir de uma posição de superioridade moral.

[2Na língua inglesa, whistle-blower significa pessoa que denuncia, para a opinião pública ou para as autoridades, ato ilícito cometido numa organização. Vale notar que a pessoa que aponta tais atos está protegida por lei nos Estados Unidos. De acordo com a Federal False Claims Act (Lei Federal contra Alegações Falsas), quem denuncia irregularidades pode até receber uma porcentagem do dinheiro recuperado pelo governo. Essa expressão é uma referência direta ao árbitro que tem a função de coibir as jogadas ilegais soprando seu apito. As grafias whistle blower e whistleblower também são válidas.

[3] - Não, não sou parte do movimento evangélico. Por quê? O movimento evangélico pressupõe: Inerrância da Bíblia, Pecado original, Deus no controle de tudo. Teologia sacrificial, Teleologia - (a história caminha para um fim glorioso). Quem não subscreve a essas teologias, também não é. — Ricardo Gondim (@gondimricardo) July 14, 2020

[4]  O termo misoginia é utilizado para se referir a expressões e comportamentos que sinalizam desprezo, repulsa, desrespeito ou ódio às mulheres. O termo misoginia é utilizado para se referir a expressões e comportamentos que sinalizam desprezo, repulsa, desrespeito ou ódio às mulheres

[5]  - Na mitologia grega, Cérbero, era um monstruoso cão de três cabeças que guardava a entrada do mundo inferior, o reino subterrâneo dos mortos, deixando as almas entrarem, mas jamais saírem e despedaçando os mortais que por lá se aventurassem. Wikipédia

sábado, 3 de junho de 2023

4 mil igrejas já abandonaram a convenção Metodista por rejeitarem a teologia inclusiva

Um cisma histórico envolvendo o zelo pela doutrina bíblica está abalando a Igreja Metodista Unida (UMC) nos Estados Unidos, e até agora, mais de 4 mil congregações decidiram se desfiliar da denominação.

As igrejas que mais recentemente confirmaram a desfiliação formam um grupo da região de Baltimore, no estado de Maryland, e da região de Washington, DC.

Ao todo, 23 igrejas submeteram o assunto a votação e a decisão da ampla maioria dos membros foi abandonar a UMC, se juntando a milhares de outras congregações que seguiram o mesmo caminho.

A discórdia

No papel, a Igreja Metodista Unida se mantém conservadora na doutrina, rejeitando a homossexualidade por considera-la "incompatível com o ensino cristão".

O Livro de Disciplina da UMC proíbe a união entre pessoas do mesmo sexo, assim como a ordenação de homossexuais ao ministério pastoral se estes não forem celibatários.

Na prática, gays e lésbicas celebram suas uniões afetivas nos templos e até mesmo sacerdotes assumidamente homossexuais têm sido ordenados ao ministério.

O problema vem se arrastando ao longo dos últimos anos, já que uma ala da UMC quer impor uma mudança da postura oficial.

Em 2020, um grupo de metodistas com diferentes visões teológicas propôs um acordo em que a UMC repassaria fundos para que eles pudessem criar uma nova denominação conservadora sobre o tema da sexualidade, enquanto os progressistas ficariam livres para mudar o Livro de Disciplina e abraçar a teologia LGBT de vez.

Entretanto, por causa da pandemia, essa discussão foi adiada para março de 2022, mas a UMC novamente adiou o debate para 2024, o que causou irritação em muitas congregações, que passaram a romper com a denominação e fundaram a Igreja Metodista Global (GMC).

Em 2022, algumas congregações enfrentaram oposição da UMC para se desfiliar. Em vários estados dos EUA, centenas de outras igrejas levaram adiante suas decisões de se desligar da denominação por não compactuarem com o relativismo diante do liberalismo teológico.

Debandada

Uma das igrejas que optou por abandonar a UMC é a Asbury United Methodist Church, que se tornou conhecida no mundo inteiro por conta de um avivamento iniciado na capela da faculdade, episódio que ficou conhecido como o "Avivamento de Asbury".

Nesse ambiente de divisão, a lista de igrejas que decidiram sair da UMC vem crescendo, mesmo com o risco de essas congregações enfrentarem processos longos e custosos. Por isso, estão optando por se afastar da UMC para defenderem a doutrina bíblica.

Segundo informações do portal The Christian Post, é esse o caso das igrejas que votaram pela saída da Conferência UMC Baltimore-Washington e deverão pagar quase US$ 11 milhões de indenização, valor correspondente a 50% das propriedades onde estão os templos. Há divergências sobre a forma e o prazo para essa quitação, o que deve levar as igrejas aos tribunais.

Fonte: Gospel+

quinta-feira, 21 de julho de 2022

Igreja Betesda liderada pelo pastor Ricardo Gondim se adapta ao movimento LGBTQIA+


Ricardo Gondim declara a Igreja Betesda uma denominação afirmativa e inclusiva


O pastor e Teólogo Ricardo Gondim, 68, líder há 40 anos da Igreja Betesda em São Paulo, veio a público declarar que a sua denominação agora será afirmativa e inclusiva.

Na prática, isso significa que a igreja agora passa a receber e aceitar a condição sexual de integrantes do grupo LGBTQIA+.

A atitude do pastor causou críticas e discordância dentro da própria comunidade, assim como de parte de líderes evangélicos e de internautas.

Em maio deste ano, o ex-pastor assembleiano deu indícios de sua teologia inclusiva quando resolveu divulgar uma nova interpretação dos textos bíblicos, dizendo que a "homossexualidade não é pecado".

Ricardo Gondim Rodrigues é conhecido como um pastor progressista, que além de presidente nacional da Igreja Betesda, sediada em São Paulo, preside também o Instituto Cristão de Estudos Contemporâneos.

Um vídeo publicado na página do Instagram Hugo Gospel, mostra o momento em que Gondim revela a nova visão adotada pela igreja.



quarta-feira, 22 de junho de 2022

‘Não represento os evangélicos’, diz Leonardo Gonçalves ao cantar em igreja LGBT

O cantor Leonardo Gonçalves se apresentou em uma igreja LGBT e durante sua apresentação declarou que não representa os evangélicos. Em resposta, o pastor Anderson Silva e a vereadora Sonaira Fernandes pontuaram indícios de apostasia.

Um trecho da apresentação do cantor – que assumiu uma postura de ativista político de esquerda – traz um discurso em que os evangélicos são descritos como hostis ao movimento que gerou a igreja LGBT onde ele se apresentava:

Vocês estão me agradecendo por eu aceitar o convite porque vou sofrer críticas por estar aqui. Mas, o que – entre 1 bilhão de aspas – sofri ou sofro por estar aqui não chega a 1% da maneira como vocês foram tratados, e têm sido tratados. Eu não represento o povo evangélico”, disse o artista.

A igreja LGBT onde ele se apresentou é liderada por Lanna Holder e Rosania Rocha, que adotam uma interpretação das Escrituras que nega a reprovação à homossexualidade, a partir de uma conveniente distorção dos sentidos dos textos sobre o tema.

Nem mesmo o pastor Ed René Kivitz, que recentemente pediu uma “atualização” da Bíblia, negou que as Escrituras reprovam a homossexualidade. Como forma de contornar a contundência da Palavra contra os desvios LGBT, o líder da IBAB afirmou que os “dois ou três textos bíblicos” que reprovam o estilo de vida dos homossexuais são “insuficientes”.

Apostasia

Nesse contexto, o pastor Anderson Silva comentou as declarações do cantor observando que Leonardo Gonçalves “segue o desvio teológico liberal humanista como tantos outros artistas como Marcos Almeida, Jotta A, Priscila Alcântara e Os Arrais”.

Silva pontua que todos eles “possuem o direito de crer e desviarem para onde quiserem”, mas que deveriam ser coerentes com suas escolhas e abrir mão de sua principal fonte de receita: “Devolvam todo dinheiro que vocês fizeram nas costas da igreja evangélica que vocês desprezam”.

Sejam honrados!”, cobrou o pastor, acrescentando que vivemos um “tempo de apostasia”.

Agarre-se a fé, os dias são maus! Qualquer pastor evangélico que contratar ou convidar Leonardo Gonçalves estará traindo Jesus, a Bíblia e a verdade!”, finalizou Anderson Silva.

Já Sonaira Fernandes (Republicanos-SP), vereadora na capital paulista e membro da Assembleia de Deus, não escondeu sua frustração com a postura do artista: “Leonardo Gonçalves só esqueceu de mencionar as seletas páginas da Bíblia que diz que a igreja é exclusiva daqueles que confessam e abandonam seus pecados”.

Que saudade do Leonardo Gonçalves crente, que cantava GetsêmaniEle Vive, que cantava Sublime. Eu espero que um dia, Leonardo, você volte a ser crente”, acrescentou a vereadora.

Na legenda de sua publicação no Instagram, Sonaira enfatizou que a Igreja de Cristo segue fiel às Escrituras e não será influenciada por ventos de doutrina: “O povo de Deus não será enganado pelas ideologias modernas, o Evangelho de Cristo Jesus é glorioso e não aplaude nossos erros, ao contrário, pede que renunciemos aos nossos pecados. Leonardo Gonçalves abandonou a sã doutrina e está a serviço dos paradigmas da militância LGBT dentro da igreja cristã”.

Fonte: Gospel+

sexta-feira, 10 de junho de 2022

Bruna Karla rejeita convites para cantar em ‘igrejas’ LGBT: ‘Não compactuo’

O posicionamento firme da cantora Bruna Karla em relação à teologia inclusiva, abraçada por agrupamentos que se identificam como ‘igrejas LGBT’, se tornou viral em um recorte de sua entrevista à podcaster e atriz Karina Bacchi.

As pessoas têm mania de pegar a Palavra, e pegar os pontos que agradam, sabe? Os pontos que convém. ‘Me convém isso aqui, então vou pegar esse ponto isolado do versículo e vou viver isso aqui’. Se esquecem que a Palavra é toda, para ser vivida”, introduziu a cantora.

Na participação de dezembro de 2021 no Positivamente Podcast, Bruna Karla enfatizou que crê que “Deus vai pedir conta às pessoas que estão à frente dessas igrejas [inclusivas] porque estão levando todo um povo a viver uma vida completamente contrária”.

A Palavra de Deus é muito clara. A Palavra diz que a porta é estreita. Não é sobre viver as minhas vontades, não é sobre viver os meus desejos. Não é uma porta enorme, larga, que eu faço o que eu quiser no Evangelho, que eu visto a roupa que eu quiser, que eu vivo à maneira que eu quiser, falo o que quiser… não é oba-oba”, conceituou.

A cultura do cancelamento não a amedronta: “Está escrito que por amor ao Senhor nós seríamos odiados. Essa é a verdade. Por amor ao Senhor nós seríamos entregues à morte todos os dias”.

Essa não é a primeira vez que uma artista de música gospel se posiciona de forma contundente sobre o assunto: em 2018, Aline Barros afirmou na RedeTV! que “Deus criou o homem e a mulher e, em Sua plenitude, pensou na estrutura de família para que o homem pudesse se unir a mulher, os dois fossem uma só carne e pudessem se multiplicar e encher a Terra”.

Transformação

Eu sou completamente contra essas igrejas. Me perguntaram um dia se eu iria cantar, eu falei ‘não vou, não canto, não vou compactuar com algo que está completamente fora dos princípios’. O que o Senhor tem para cada um de nós é uma vida transformada”, acrescentou Bruna Karla.

Karina Bacchi comentou, em seguida, que a mensagem de abandono do erro não é algo que o Evangelho reserve aos não-crentes, mas sim um lembrete constante que os próprios cristãos precisam consultar em todos os momentos:

Não são só essas pessoas que precisam ser confrontadas, todos nós precisamos nos confrontar, confrontar nossas vontades, nossos hábitos, a nossa carne, todos os dias. Todos nós temos lutas, só que enquanto a gente não abrir mão dessas nossas próprias vontades, a gente não vai viver o melhor que está por vir”, pontuou.

Bruna Karla concordou: “Não é sobre só homossexualismo. São vícios, são desejos, pensamentos que o ser humano luta diariamente contra. É uma luta diária, e você abrir mão […] viver o que o Senhor quer. O Evangelho não é sobre mim, não é sobre as minhas vontades, o Evangelho é sobre a Palavra, é sobre Jesus, sobre quem é Jesus e o que Ele quer para a minha vida, através da minha vida”.

Fonte: Gospel+

ASSISTA AQUI

quarta-feira, 8 de junho de 2022

Igreja nos EUA convida drag queens para culto de Pentecostes


A Park Church, filiada à Igreja Unida de Cristo, celebrou o Mês do Orgulho Gay no último domingo (5).

Uma igreja nos Estados Unidos, filiada à Igreja Unida de Cristo, convidou drag queens para o Culto de Pentecostes, no último domingo (5), em uma celebração do Mês do Orgulho Gay.

A Park Church, na cidade de Elmira no estado de Nova York, promoveu o evento “Worship is a Drag” (“Adoração é uma Drag”, em português), descrevendo como um “culto especial de adoração de comunhão com apresentadores convidados vestidos de drag”.

Liderado pelo pelo Reverendo J. Gary Brinn, que se identifica como homossexual, o culto foi realizado para “celebrar o Pentecostes, iniciar o Mês do Orgulho LGBTQ+ e vir para a Mesa do Amor de Cristo”.

Segundo o The Christian Post, no mês passado, a igreja divulgou um panfleto em sua página no Facebook para anunciar o evento, com a foto de um homem com roupas femininas e maquiagem. 

Panfleto de divulgação do evento“Adoração é uma Drag”.
(Foto: Facebook/The Park Church Elmira).

Na segunda-feira (6), Brinn alegou que sempre houve diversidade sexual na história da Igreja, em seu site pessoal.

Assim como sempre houve queers, sempre houve diversidade na expressão de gênero e orientação afetiva, então sempre houve diversidade no cristianismo”, escreveu o pastor.

O líder ainda afirmou que rejeita a ideia de Deus “como um homem branco”, que possui um ego grande e estabelece regras “para microgerenciar nossas vidas”. “Este Deus é um monstro, que abandonei faz tempo”, afirmou.

Jenny Monroe, presidente do conselho da Park Church, disse que a comunidade LGBT é bem-vinda na congregação.

Afirmamos quem você quer ser na igreja. Isso significa que afirmamos suas escolhas de identidade de gênero, ou preferência sexual, ou quem você ama, ou o que você fala, como você se veste, todas essas coisas”, afirmou Jenny à TV local da ABC WENY.

Fonte: Guiame


Meu Comentário:

Se não está de acordo com a Palavra de Deus, não pode ser igreja. Se a interpretação da Bíblia está viciada para atender os desejos da sua membresia, digo, "clientela", e não hà confronto e ou transformação de vida, seria mais ético que se chamasse "clube social" e não de Igreja.

A Bíblia diz:

"Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo, o qual se deu a si mesmo por nós, para nos remir de toda iniquidade e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras". - Tito 2: 11-14

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo". - 2 Coríntios 5:17

Simples assim!

 

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Daniela Araújo rebate críticas por se apresentar em igreja gay: “Vou aonde me convidam”


Após ver seu nome viralizar na internet na semana passada por ter se apresentado em uma igreja gay, a cantora gospel Daniela Araújo falou sobre a polêmica pela primeira vez.

A artista gospel causou polêmica após se apresentar em uma igreja inclusiva, a mesma onde Thammy Miranda foi batizada. A apresentação foi em agosto. A igreja é presidida pela pastora Lanna Holder, e sua companheira, a também pastora Rosania Rocha.

Daniela falou sobre sua participação durante uma entrevista ao "Transformados Podcast". Ela disse que levou apenas o amor de Deus aos que precisavam. Segundo ela, sua decisão foi porque muitos músicos rejeitam o convite para cantar na Igreja Cidade Refúgio.

Ela disse que não vê problema em se apresentar em igrejas inclusivas, centro de macumba, ou ir numa igreja católica, contanto que o seu chamado e seu trabalho seja respeitado.

"Eu entendi que eu realmente estava fazendo algo que levou o amor de Deus pra elas, pra todos os que estavam lá. E sim, eu não vejo problema nenhum, eu ir numa igreja homoafetiva, ou eu ir num centro de macumba, ou eu ir numa igreja católica, já cantei em várias igrejas católicas. Eu vou aonde me convidam, contanto que respeitem o meu chamado o meu trabalho, não me façam não falar alguma coisa por conta das normas deles respeitando a minha fé, eu vou", disse Daniela Araújo.

Fonte: Folha Gospel

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