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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

Evangélicos que apoiam Moro, Ciro e Lula não representam 1%, diz Malafaia

O pastor Silas Malafaia, líder da igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, concedeu uma entrevista onde rechaçou a possibilidade de um grande número de evangélicos apoiar nas eleições desse ano os candidatos da chamada "terceira via", neste caso Ciro Gomes e Sérgio Moro como principais, ou o ex-presidente Lula no polo oposto ao governo atual.

"Sei quem é quem no mundo evangélico. Quem está com Moro, com Ciro e com Lula não representa 1% dos evangélicos. São famosos zé-ninguém. Fico dando gargalhada", afirmou Malafaia para o portal Metrópoles.

O pastor insinuou que os opositores do atual presidente Jair Bolsonaro estariam agindo por oportunismo, a fim de conquistar o voto dos evangélicos. Malafaia, contudo, acredita que eles "vão quebrar a cara", pois afirma que "não conquista evangélicos com meia dúzia de palavras. Você conquista com sua história."

"Não adianta o Moro chegar agora, sendo que foi ministro da Justiça e nunca falou nada de aborto. Mesma coisa é o Ciro Gomes, que tem posturas ideológicas que não têm nada a ver com cristianismo", disse o pastor.

"Mesma coisa é o Lula, que falou que igrejas eram responsáveis pelo aumento de coronavírus, cujo partido defende valores que vão contra nossos valores e princípios (…). Você não conquista evangélicos com meia dúzia de palavras. Você conquista com sua história", acredita Malafaia.

Em contrapartida, há líderes religiosos que acreditam ser possível atrair o voto dos evangélicos para Lula, por exemplo. Um deles é o pastor da Assembleia de Deus em Foz do Iguaçu (PR), Paulo Marcelo Schallenberger, que já chegou a ser convidado pelo petista para integrar a sua campanha.

"Se antes política era do diabo, agora é: 'Se não tivermos um representante, nós seremos governados pelo diabo'. A igreja começou a querer esse poder para si e, daí, nasceu o bolsonarismo", critica Schallenberger. Para saber mais sobre ele, clique aqui.

Fonte: Gospel+

sábado, 3 de novembro de 2018

Ministro do STF elogia Sérgio Moro no Ministério da Justiça

Marco Aurélio Mello disse ainda que o juiz será uma ótima escolha para o Supremo

Após o anúncio de que o juiz federal Sérgio Moro será o ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), fez elogios à escolha. As informações foram dadas pela Agência Reuters.
Moro foi anunciado como o nome para a pasta no próximo governo. Além disso, o Ministério da Justiça também voltará a ter mais atribuições do que atualmente. De acordo com o ministro do STF, dar mais poderes ao é bom.
– (O Ministério da Justiça) se dividiu, se tirou a segurança. Parece que agora o futuro presidente Bolsonaro vai agrupar, o que, sob os meus olhos, é muito bom – apontou.
Além de ocupar o cargo de ministro, Sérgio Moro pode ser indicado por Jair Bolsonaro para o Supremo Tribunal Federal em 2020, quando o ministro Celso de Mello irá se aposentar. De acordo com Marco Aurélio, o nome é uma boa escolha.
É um grande quadro para o Supremo sem dúvida alguma pela trajetória, pelos serviços que prestou à pátria até aqui – ressaltou.
Fonte: Pleno News

Políticos evangélicos celebram confirmação de Sérgio Moro como futuro ministro da Justiça

O juiz federal Sérgio Moro anunciou que aceitou o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para ocupar o posto de ministro da Justiça, e a repercussão do anúncio levou lideranças evangélicas a comemorarem o passo que pode ser o primeiro grande avanço no combate à corrupção em escala mais ampla, para além da atuação da Operação Lava-Jato.
O presidente eleito afirmou que a condição imposta por Moro para deixar a magistratura e aderir ao cargo de ministro foi liberdade para atuar e combater as práticas criminosas em toda estrutura de governo e no âmbito privado, como empresas e facções comandadas de presídios.
"Conversamos por uns 40 minutos e ele [Moro] expôs o que pretende fazer caso seja ministro e eu concordei com 100% do que ele propôs. Ele queria uma liberdade total para combater a corrupção e o crime organizado, e um ministério com poderes para tal", disse Bolsonaro.
"É um ministério importante e, inclusive, ficou bem claro em conversa entre nós que qualquer pessoa que porventura apareça nos noticiários policiais vai ser investigada e não vai sofrer qualquer interferência por parte da minha pessoa", acrescentou o presidente, de acordo com informações do G1.
Sérgio Moro justificou sua decisão com uma rápida declaração: "Após reunião pessoal, na qual foram discutidas políticas para a pasta, aceitei o honrado convite. […] A perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão", afirmou o juiz, que espera "consolidar os avanços contra o crime e a corrupção e afastar riscos de retrocessos por um bem maior".

"Golaço"

Parlamentares da bancada evangélica reeleitos para a próxima legislatura comentaram o acerto entre Bolsonaro e Moro, exaltando o simbolismo que o anúncio traz com a perspectiva de ampliar a ação do governo contra a corrupção.
O pastor Marco Feliciano (PODE-SP), amigo pessoal do presidente eleito, comentou em tom de brincadeira que o Brasil terá "dois mitos num mesmo governo", e acrescentou a reputação irretocável do juiz federal: "Moro tem moral e competência. Foi um golaço", disse.
O pastor e deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), filiado político de Silas Malafaia e também reeleito, lembrou que os partidos de esquerda tentarão construir uma narrativa de parcialidade na atuação de Sérgio Moro durante a Operação Lava-Jato, cujos processos resultaram nas prisões de inúmeros políticos e empresários, incluindo o ex-presidente Lula (PT).
"É um nome popular, que agrada, e tem todas as condições técnicas para fazer um bom trabalho […] Logicamente, tem o mimimi do PT, para fazer um enredo de que foi golpe, e agora eles acabam tendo um pouco mais de justificativa. Fica bom para enredo do PT, mas fica melhor ainda pro governo Bolsonaro, que tomou a decisão que agrada a população. Se fica bom para ambas as partes, fica bom para o Brasil", comentou Cavalcante.
Outro que manifestou satisfação com a nomeação de Sérgio Moro para o Ministério da Justiça foi o juiz Marcelo Bretas, evangélico, responsável pelo julgamento de ações da Lava-Jato no Rio de Janeiro. "Ao colega e amigo Sérgio Moro, desejo sucesso. Competência profissional e dignidade pessoal não lhe faltam para exercer as maiores funções em nossa República. Minhas orações para que Deus lhe dê sabedoria para superar os novos desafios, paz e felicidade a toda sua família", escreveu no Twitter.
Ao colega e amigo Sérgio Moro, desejo sucesso.
Competência profissional e dignidade pessoal não lhe faltam para exercer as maiores funções em nossa República.
Minhas orações para que Deus lhe dê sabedoria para superar os novos desafios, paz e felicidade a toda sua família.

Fonte: Gospel+

domingo, 3 de abril de 2016

Lula ora a Deus que “ponha a mão na cabeça de Moro” para ele ser “justo”


O ex-presidente Lula (PT) resolveu recorrer a Deus para que o juiz federal Sérgio Moro mude sua postura, firme e contundente, em relação aos crimes descobertos pela Operação Lava-Jato.
Em entrevista concedida essa semana, Lula adotou postura mais humilde, diferente das bravatas exibidas logo após o depoimento prestado sob condução coercitiva no início desse mês, quando se comparou a uma resistente jararaca.
Espero que Deus ponha a mão na cabeça dele, que ele seja justo com as pessoas que ele está analisando e julgando. Só espero isso. Não quero nada mais, nada menos, quero ter o tratamento que todo cidadão brasileiro tenha neste país”, afirmou o ex-presidente, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, referindo-se a Sérgio Moro.
Tudo que se sabe do juiz Moro é que ele é uma figura inteligente, competente, mas como ser humano temo que a mosca azul faça seus efeitos”, afirmou Lula, fazendo referência à atenção que a mídia tem dado ao magistrado. O termo “mosca azul” é uma figura de linguagem usada para se referir à soberba e ao orgulho.
Lula disse ainda que se sentiu “ofendido” com a postura de Moro de remover o sigilo das gravações feitas nos grampos dos telefones usados por ele, inclusive as que incluíam conversas com a presidente Dilma Rousseff (PT).
A repercussão das gravações levou o juiz Moro a se desculpar pelos desdobramentos que a divulgação das informações causou, dizendo que “jamais” teve a intenção de “provocar tais efeitos”, pois seu objetivo, com a retirada do sigilo dos grampos não era “gerar fato político-partidário, polêmicas ou conflitos”.

Omissão?

A postura de Lula, agora, é diferente da adotada em outras ocasiões. Recentemente, o ex-presidente afirmou que a força-tarefa comandada por Moro poderia terminar com muitas empresas quebradas e trabalhadores desempregados, e sugeriu aos militantes petistas que o questionassem ao Ministério Público e a Polícia Federal se essas consequências estão sendo levadas em conta durante a investigação.
Em outro momento, Lula disse que considerava Deus “omisso” nos escândalos de corrupção da Petrobras “Eu espero que um dia Deus, vendo tudo que está acontecendo no Brasil, carimbe na testa das pessoas o que ele vai ser quando ele tiver um emprego —se vai ser ladrão, se vai ser honesto ou não. Você sabe que muitas vezes aquele cara que parece que é um santo, na verdade é um bandido. O que parece bandido é um santo”, disse.
Fonte: Gospel+

terça-feira, 22 de março de 2016

Manifesto evangélico diz que há “excessos” na Lava Jato

Missão na Íntegra lança documento em favor do PT e contra o impeachment

O ministério Missão na Íntegra, que reúne pastores brasileiros adeptos da chamada Teologia da Missão Integral, lançou esta semana o que chama de “Manifesto de Evangélicos pelo Estado de Direito”. Entre os primeiros a assinar estão Ariovaldo Ramos, Ed René Kivitz, Carlos Queiroz e Ricardo Bitun.
O material está sendo divulgado na internet para arrecadar assinaturas de pastores e membros de igrejas evangélicas. Até o momento são mais de 500 nomes.
O abaixo-assinado virtual, de forma velada, defende o governo do PT e manifesta-se contra o impeachment da presidente Dilma.
O material será protocolado no Congresso Nacional e o grupo prepara um outro documento, com críticas à condução de investigações da Operação Lava Jato, que deve ser entregue ao Conselho Nacional de Justiça.
Iniciam alegando que temem que o acirramento provocado pelas manifestações públicas “venha custar vidas humanas”. Curiosamente, esses líderes ignoram que nas passeatas contra Dilma que reuniram mais de 6 milhões de pessoas dia 13 não houve quebra-quebra nem discursos pedindo a morte de ninguém.
Contudo, foi amplamente noticiado que nas manifestações “pró-PT” do dia 18, houveram discursos ameaçando Sérgio Moro e nos grampos telefônicos falas sobre “incendiar o Brasil”.
Ainda que o Manifesto admita que “a corrupção e a impunidade têm sido problemas endêmicos na sociedade brasileira. E que a indignação de todos nós contra isso é justa e profética”, ataca “a postura midiática tendenciosa com divulgações editadas dos processos investigativos”.
Seus signatários dizem que não concordam “que os ritos necessários para o juízo legal sejam adulterados apenas para atender ao clamor público”. Em seguida, pedem “à nação, e em especial aos nossos irmãos em Cristo, muita cautela e serenidade, e que o desejo de justiça não nos torne injustos”.
Passa então a traçar um paralelo com o julgamento de Jesus, deixando claro que os “gritos de ‘crucifica-o’ são motivados, muitas vezes, por gente mal intencionada e isso pode nos trair e nos levar a julgamentos precipitados”.
Embora reitere que “a voz das ruas deve ser ouvida, mas o limite é a Constituição Brasileira”, ignora que o rito do impeachment é uma provisão constitucional e não foi rechaçado nem pelo STF nem pela Câmara dos Deputados.
Finalizam dizendo que “o voto e a escolha da maioria devem ser honrados, como reza a lei. Cabem às instituições, designadas democraticamente para tal, a garantia do Estado de Direito, a fim de que quaisquer cidadãos tenham seus direitos respeitados”.
Na página do Facebook do Missão na Íntegra, os comentários mostram que muitos evangélicos não aceitam os termos do documento.
“Acabam por prestar um grave desserviço ao evangelho! Começando pelo título. De antemão já deixo claro um grave dissabor com a dita “missão”, no meu ver pautada pela pseudointelectualidade humanista, secularismo exacerbado e flertes heréticos”, desabafa um dos comentaristas.
Uma evangélica disparou: “Ao que parece Ariovaldo e Ed esqueceram o primeiro mandamento… Tornaram-se idólatras do Estado…. que vergonha!”.
Alguns deram os parabéns pelo material, mas ficou nítida a polarização de opiniões. Houve quem simplesmente usasse a hashtag preferida dos petistas #Naovaitergolpe.
Um dos pastores que se manifestaram publicamente condenando o manifesto foi Renato Vargens, ele usou seu perfil no Facebook para escrever: “Lamento profundamente constatar que o documento não condena o maior sistema de corrupção descoberto em nossa história, e que de forma velada manifesta-se a favor da permanência no poder de um partido que lesou o Brasil em bilhões de reais”.
Os evangélicos que esperavam um posicionamento equilibrado de líderes evangélicos podem se identificar mais com a “Declaração sobre a atual conjuntura sociopolítica da nação”, material elaborado por vários líderes e teólogos durante o Congresso de Teologia Vida Nova.

Íntegra do “Manifesto de Evangélicos pelo Estado de Direito”

Manifesto de Evangélicos pelo Estado de Direito – Iniciativa do Missão na Íntegra
Nestas últimas semanas, a nação brasileira tem vivido momentos de aflição, angústia e ódio. A ausência de serenidade e cautela, nesta hora crítica, tem despertado muita preocupação e tememos que o acirramento provocado venha custar vidas humanas.
Conquanto tenhamos entre os membros de nosso movimento, como em todo o universo evangélico, as mais diversas opiniões políticas, ideológicas e opções partidárias, há em comum a pregação da tolerância, da paz e da justiça, conforme a orientação das Escrituras Sagradas. Desejamos, neste manifesto, nos posicionar a respeito desses acontecimentos.
Todos os signatários deste manifesto declaram que:
  • como cristãos, rejeitamos e denunciamos com veemência a corrupção, a iniquidade, a impunidade e o ataque ao Estado Democrático de Direito. Esses desvios fazem com que o pão não esteja na mesa do pobre, e deixem os enfermos e os órfãos desamparados.
  • entendemos que a corrupção e a impunidade têm sido problemas endêmicos na sociedade brasileira. E que a indignação de todos nós contra isso é justa e profética. Contudo, rejeitamos igualmente toda indignação pecaminosa que suplante o ordenamento jurídico, que aja com parcialidade e dissemine o ódio e o desejo de vingança entre os brasileiros.
  • somos favoráveis a que todos, em quaisquer posições que ocupem ou de quaisquer camadas da sociedade, denunciados na forma da lei por possíveis crimes, sejam investigados e julgados. Porém, só se faz justiça civil pela aplicação rigorosa e exclusiva da lei. Não concordamos que os ritos necessários para o juízo legal sejam adulterados apenas para atender ao clamor público.
  • rejeitamos a postura midiática tendenciosa com divulgações editadas dos processos investigativos. Essa prática irrefletida apenas tem promovido dias de aflição e angústia para os brasileiros, além de propagar o ódio e a intolerância com quem pensa de forma diferente sobre a condução dos processos. Por isso, nós pedimos à nação, e em especial aos nossos irmãos em Cristo, muita cautela e serenidade, e que o desejo de justiça não nos torne injustos.
  • sabemos que os gritos de “crucifica-o” são motivados, muitas vezes, por gente mal intencionada e isso pode nos trair e nos levar a julgamentos precipitados. Entendemos que condenar alguém, antes que todo o processo investigativo seja concluso, antes que se dê amplo direito de defesa, e antes que um tribunal dê sua sentença final, constitui um perigoso precedente para que quaisquer poderes, seja o Executivo, o Legislativo ou o Judiciário, excedam os seus limites constitucionais.
  • exigimos respeito ao voto. Toda eleição é uma convocação e um embate entre eleitores, e o voto é o suporte da legitimidade. Se a escolha dos eleitores corre o risco de ser invalidada, tem de haver um processo segundo o ordenamento jurídico, logo, isso tem de ocorrer de forma isenta e sob o império da Lei. O mandato outorgado pelo povo, por meio do voto, não pode ser levianamente questionado.
  • rejeitamos todo ódio. O ódio, constatado muitas vezes nos discursos de figuras públicas, incita a violência e isso, segundo a nossa fé, é diabólico e não pode ser admitido entre os que constituem a Igreja do Senhor Jesus em solo brasileiro. Cabe a todo cristão a tarefa de ter paz com todos, seja em serviço ao próximo, seja em tolerância com quem pensa diferente, sendo capaz de amar e interceder por seu oponente. Intercessão que, rogamos, seja feita por nossa nação.
  • defendemos que as investigações devam continuar, que as provas sejam coletadas e os responsáveis sejam arguidos pelos tribunais, conforme o estabelecido nas leis brasileiras. Que não haja privilégios para qualquer pessoa investigada, independente de posição ou partido político.
  • defendemos a democracia como valor inexorável da Nação e não aceitaremos que nada possa interferir no Estado de Direito. Queremos que a institucionalização seja observada e que prevaleça a serenidade necessária para que o estado democrático seja preservado.
  • reiteramos que “a voz” das ruas deve ser ouvida, mas o limite é a Constituição Brasileira. Cremos que todos devem ser investigados, mas dentro das garantias constitucionais. Que o voto e a escolha da maioria devem ser honrados, como reza a lei. Cabem às instituições, designadas democraticamente para tal, a garantia do Estado de Direito, a fim de que quaisquer cidadãos tenham seus direitos respeitados. 
Para tanto permaneceremos em vigília e em orações.
Que o Senhor nos faça instrumentos da sua paz e da sua justiça.

Fonte: Gospel Prime
MEU COMENTÁRIO:
Pelo mesmo motivo que a Advocacia Geral da União entende que o Ministro Gilmar Mendes do STF, não tem imparcialidade para julgar causas do PT e do Ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os evangélicos emissores e principais signatários do documento acima, também não a tem, justamente por seres partidários e defensores de carteirinha do atual sistema, bem conhecidos do público evangélico.
Seria muito estranho se eles dissessem qualquer coisa em contrário à esta altura do campeonato, afinal de contas estão pagando um alto preço para serem no mínimo coerentes com o que sempre defenderem no quesito política, a menos que admitissem que erraram.
Sem querer entrar no mérito político da questão, a coisa está empatada em 1 x 1.
Querendo sempre  Justiça para todos e o melhor para o Brasil.
Pr. Carlos Roberto Silva
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