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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Lei de 'apoio à cultura LGBT' é cancelada após pressão da bancada evangélica


A nova portaria de nº 285 revoga uma norma anterior, que direcionava a Secretaria de Cultura do DF a ações específicas para o público LGBT.


No início do mês de outubro (6/10), a Secretaria de Cultura do Distrito Federal publicou uma portaria, na qual instituiu uma nova Política Cultural de Ações Afirmativas. O texto mais recente acabou revogando a Portaria n° 277 que direcionava ações afirmativas específicas da pasta para gays, lésbicas, bissexuais e transexuais.

Esta revogação vem atender a uma solicitação da Frente Parlamentar Evangélica do DF, que protocolou no dia 1º de outubro um documento oficial, pedindo que o governo anulasse a portaria 277.

O documento assinado pelo presidente da bancada, Rodrigo Delmasso (Podemos-DF), alegou que a então nova política feria "diretamente o direito das famílias brasilienses", bem como à cultura que "valoriza os princípios e valores da família".


Em sua nova decisão - que revoga a Portaria 277 - o Governo do Distrito Federal afirmou que a medida mais recente (de nº 285) amplia as políticas públicas à população de forma geral e não deixa de reconhecer da diversidade de identidades e manifestações culturais.



O Governo do DF também justificou que a nova portaria continua prezando pelo diagnóstico, pela defesa e pela promoção dos direitos culturais dos povos, grupos, comunidades e populações em situação de vulnerabilidade social, de discriminação, de ameaça de violência ou de necessidade de reconhecimento da identidade.

Diversidade cultural

Agora, além dos LGBTIs, o novo texto também reconhece como grupos minoritários: indígenas, ciganos, pessoas com deficiência, idosos e refugiados.

"Com a medida, a pasta reafirma o compromisso com a promoção de direitos e a concepção de que a diversidade cultural cria um mundo rico e variado que nutre as capacidades e valores humanos", escreveu o governo em nota.

Fonte: Guiame

sábado, 14 de outubro de 2017

Crivella anuncia que não destinará verbas para Parada Gay no Rio e irrita militância LGBT

O prefeito Marcelo Crivella (PRB) despertou a fúria dos movimentos LGBT do Rio de Janeiro ao anunciar que a prefeitura não destinará verbas para a organização da Parada Gay na cidade por causa da crise econômica.
A decisão gerou acusações de que Crivella – que é bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus – tem "preconceito contra cidadãos LGBTs", de acordo com informações da Rádio Nacional.
"O Executivo do Rio de Janeiro tem sido criticado pela decisão de não patrocinar as paradas do orgulho LGBT e com a falta de dinheiro a festa em Copacabana não tem data para ocorrer e a de Madureira que constava no calendário do mês da diversidade da própria prefeitura foi adiada de 29 de outubro para 25 de novembro", diz o texto publicado no site da emissora.
Em entrevista coletiva, Crivella negou as acusações e explicou os motivos da decisão: "Não tem [preconceito] mesmo. Nós temos uma secretaria [da diversidade], que temos apoiado. Agora, todos sabem que estamos vivendo um problema de crise grande", explicou.
"As pessoas também reclamam: 'Crivella, nós temos que reabrir todas as atividades sociais dos idosos'; 'Crivella, nós precisamos colocar mais recursos nos hospitais'; e coisas do tipo. Agora, de onde vêm esses recursos, se caiu tremendamente a arrecadação e herdamos uma dívida de R$ 4 bilhões?", questionou o prefeito.

Polêmicas

Marcelo Crivella vem adotando uma postura que tem incomodado setores da sociedade. Recentemente, anunciou que não permitiria que a exposição "Queermuseu" entrasse em cartaz no Museu de Arte do Rio (MAR).
Uma negociação entre os produtores e a direção do espaço artístico vinha sendo feita para expor as pinturas com apologia à zoofilia, pedofilia e vilipêndio a símbolos religiosos.
No começo deste mês, Crivella sancionou um projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal estabelecendo o dia 14 de abril como o "Dia do Avivamento", para lembrar o início do movimento pentecostal pelo mundo, marcado pelas reuniões de evangélicos na Rua Azusa, em Los Angeles, Califórnia (EUA), em 1906, lideradas pelo pastor William Seymour.
Fonte: Gospel+

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Pastor diz na Parada Gay que Deus abençoa “toda forma de amor”


José Barbosa Júnior aproveitou ainda para atacar Silas Malafaia e Marco Feliciano

A parada gay de São Paulo, que aconteceu no último domingo (18) atraiu milhões de pessoas em defesa da agenda LGBT, como ocorre há mais de 20 anos.
Um dos maiores eventos do tipo no mundo, a Parada teve como tema a laicidade do Estado, enfatizando que a população LGBT não quer deputados religiosos aprovando leis conservadoras. A organizadora Claudia Regina afirmou à imprensa: "Nossos principais inimigos hoje são os fundamentalistas religiosos."
O pastor foi José Barbosa Júnior, que se identifica como batista, fez um breve discurso na abertura da Parada, afirmando representar o movimento "Jesus cura a homofobia". Ele pediu perdão à comunidade LGBT pelas "mazelas" que os evangélicos causaram durante anos.
"Eu quero dizer, para deixar bem claro aqui, que Malafaia, Feliciano e tantos outros não representam todos os evangélicos do Brasil. Os evangélicos amam, sim. A gente tá aqui para falar que toda forma de amor é abençoada por Deus", enfatizou o líder religioso, que ostentava uma camiseta pedindo a união de todas as religiões, cujas letras eram das cores do arco-íris.
Ele também usava um adesivo "Amar sem Temer", slogan de movimentos gays de esquerda que pedem a saída do presidente Michel Temer.
Ele defendeu ainda que "Vocês podem sim se divertir e se amar, porque Deus está com vocês. Barbosa Júnior bancada evangélica é uma vergonha para o Evangelho e para todas as igrejas".
No final, ressaltou ainda defender "um Estado totalmente laico".
Assista aqui:

quinta-feira, 2 de julho de 2015

MARCO FELICIANO: Transexual “crucificado” na Parada Gay processa pastor por danos morais


O transexual que desfilou simulando uma crucificação na última edição da Parada Gay em São Paulo anunciou que está processando o pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) por causa das críticas feitas a ela nas redes sociais e programas de TV.
A advogada do transexual, Cristiane Leandro de Novais, afirmou que já pediu uma liminar para que o material compartilhado pelo deputado seja retirado de circulação: “Existe uma ação de indenização com pedido de tutela antecipada para ele [Feliciano] excluir todos os vídeos, comentários e fotos expostas em seu gabinete, a título de liminar”, disse Cristiane, em entrevista ao Ego.
No processo, Viviany Beleboni solicita ainda que a Justiça estipule uma indenização por danos morais e uma ordem de restrição ao pastor, segundo a advogada: “Em segundo lugar há um pedido de retratação e indenização. Ele expôs Vivi ao ridículo e fez incitação criminosa para que outras pessoas venham a agredi-la. Isso trouxe dano moral e de honra a ela, que não tem saído de casa por medo de ser agredida. Ela perdeu peso e não tem saído. Com isso, tem deixado de aceitar propostas de trabalho. Por fim, entramos com um pedido de medida cautelar para que ele fique a até 600 metros de distância dela”, pontuou Cristiane.
Beleboni, que já afirmou que não pedirá perdão aos cristãos que se sentiram ofendidos com sua manifestação na Parada Gay, comentou o processo e diz que tem vivido escondido por medo da reação das pessoas: “Eu não saio de casa mais, não tenho ido à academia e nem ao mercado. Só durmo com remédios. Tranco a porta de casa com duas chaves, deixo o cachorro solto e deixei a segurança do prédio avisada”, relatou.
No último domingo, Beleboni teve os pés lavados por um pastor e um padre durante uma passeata, no Largo do Arouche, em São Paulo. Na entrevista ao Ego, contou que vem deixando de trabalhar como modelo por causa do medo de ser agredido: “O máximo que tenho feito é sair para dar entrevistas, mas vou com carro da produção e segurança. Já perdi vários trabalhos por medo de sair de casa”.
O pastor Marco Feliciano ainda não se posicionou sobre o processo contra ele movido por Beleboni.
Fonte: Gospel Mais

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Jean Wyllys diz que Feliciano é “canalha” e que Parada Gay é mais decente que cultos evangélicos


O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) publicou uma série de tweets em sua página no microblog com críticas à postura adotada pelo pastor Marco Feliciano (PSC-SP) em relação às manifestações com vilipêndio aos símbolos cristãos na Parada Gay do último domingo, 07 de junho.

Wyllys afirmou que a iniciativa de Feliciano, de mostrar as fotos de agressões feitas a símbolos cristãos é “o cúmulo da canalhice e da sordidez”, porque o pastor teria usado imagens de outros protestos e atribuído aos ativistas gays.

O deputado que explora comercialmente a fé de seu rebanho com falsos milagres; insulta as religiões de matriz africana e a fé católica […] decidiu mostrar falsas fotos da Parada LGBT-SP a outros deputados conservadores e fundamentalistas religiosos em plenário, como se não bastasse para tal deputado usar suas redes sociais digitais para divulgar falsas fotos da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. As falsas fotos são aquelas que, na verdade, foram tiradas em 2013 durante uma performance de anarco-punks na Marcha das Vadias do Rio. Ciente de que a performance artística da transexual crucificada não justifica a celeuma oportunista que ele e seus pares levantaram, o pastor-deputado et caterva decidiram recorrer à mentira e à fraude contra a Parada LGBT, como fizeram na época do Escola sem Homofobia”, escreveu Wyllys.

O termo “et caterva” é uma expressão em latim para se referir pejorativamente a um grupo de pessoas mal-intencionadas, e no contexto usado por Wyllys, Feliciano e seu bando de vilões teriam resolvido mentir, segundo o deputado.

Na sequência de seus tweets, Wyllys afirma que o pastor é incoerente e diz que a “putaria” da Parada Gay é mais decente do que a “enganação” promovida nos cultos evangélicos.

“Quando o confrontei pessoalmente há pouco, o pastor-deputado recuou, dizendo que ‘queria saber se aquelas fotos eram mesmo verdadeiras’. Sacando seu celular, mostrou-me fotos de excessos sexuais ao longo da Parada (fotos enviadas, segundo ele, por um tal de Felipe Campos). Lhe perguntei o que isso tem a ver com ‘ofensa à religião’, e lhe lembrei que o Carnaval está repleto de excessos praticados por héteros. Na Caldas Country, casais heteros transam em cima dos carros – e esses excessos nunca levaram os deputados como ele a fazerem celeuma.

A resposta do deputado que pede cartão-de-crédito (com senha!) aos meus questionamentos foi reafirmar que a Parada LGBT é uma ‘putaria’. E eu lhe respondi, de volta, que qualquer ‘putaria’ era mais decente que a enganação promovida por ele em sua igreja. Respondi que qualquer ‘putaria’ era mais decente que o ódio contra LGBT por eles estimulado e o recurso à mentira para manipular pessoas”, escreveu Wyllys.

Fonte: Gospel Mais

MEU COMENTÁRIO:

Simplesmente lamentável essa artilharia. Isto é uma notícia, portanto a reverberação dos fatos, no entanto, me constranjo com os termos utilizados por ambos. O nível das discussões baixaram o nível, isto é fato, mas se para um deputado já é ruim,imaginem um pastor se utilizar de tal palavreado. Concordo com a indignação do Deputado e Pastor Marco Feliciano, e compartilho dela, mas discordo quando o nível da discussão se adequa ao do Deputado e Ativista Gay Jean Willys, afinal de contas ele se trata de iníquo e já não tem o que perder.
Oremos! 

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Magno Malta entra com representação criminal contra Parada Gay


Na última segunda-feira (8) o senador Magno Malta (PR-ES) entrou com uma representação criminal no Ministério Público Federal contra os organizadores da 19ª Marcha do Orgulho LGBT em São Paulo.
O parlamentar acusa o evento dos crimes de vilipêndio, escárnio e intolerância religiosa por conta da apresentação de uma travesti seminua, presa a uma cruz fazendo referências a Jesus Cristo.
O documento protocolado é endereçado ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, justificando o pedido de representação criminal pela disseminação de ódio e intolerância religiosa que foi exibida durante o evento.
“Esse país é cristão. E agora, aqui, eu falo em nome de milhões de cristãos brasileiros, cristãos católicos, espíritas, evangélicos do país inteiro, cobrando uma posição em nome deles. Há uma revolta generalizada com essa atitude nefasta, inescrupulosa e reprovável.Vocês passaram do limite. Não é assim que se faz”, disse o senador durante o seu discurso no Senado.
Magno Malta aproveitou seu tempo na tribuna para falar que participou de diversas Marchas para Jesus e que nenhuma delas tratou com desrespeito com os homossexuais e pergunto se alguma delas estivesse queimado a bandeira LGBT se as autoridades brasileiras não se levantariam contra as igrejas.
O parlamentar mostrou toda a sua indignação e cobrou seus colegas para se posicionarem contra, mesmo sabendo que eles não falarão nada por conta dos acordos partidários que beneficiam a causa gay no Brasil.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Presidente da CGADB publica NOTA DE REPÚDIO às manifestações do Movimento GLBT



Pr. José Wellington Bezerra da Costa publica NOTA DE REPUDIO AS MANIFESTAÇÕES DO MOVIMENTO GLBT


O Presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil - CGADB publica nota de repúdio as manifestações contra cristãos durante a parada do orgulho GLBT em São Paulo.

Portanto, ofereçamos sempre por ele a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome. Hebreus 13:15

Como não expressar meu sentimento de indignação? A última manifestação do movimento LGBT foi para nossas famílias a constatação de que nossos valores estão se desviando do verdadeiro motivo pelo qual nosso Jesus Morreu na Cruz.

Com certeza fere o coração de Deus. Por meio desta, registro meu total repúdio, à demonstração máxima de falta de respeito com as famílias, com os Cristãos, com a sociedade.

Meu compromisso com Deus com o Evangelho, com a moral, a ética e com todos os Pastores da nossa Convenção Geral e Membros das Assembleias de Deus no Brasil leva-me a clamar por essa cidade, por este país, pelas nossas autoridades, suplicando libertação, graça e misericórdia.

Fica aqui minha solidariedade àqueles que repudiaram essa manifestação.

A paz do Senhor Jesus

Pastor José Wellington Bezerra da Costa
  • Presidente Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB);
  • Presidente da Convenção Fraternal das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo (Confradesp) e
  • Presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em São Paulo. emails de empresas do ramo de papelaria

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Marcos Feliciano fala sôbre Desrespeito Religioso na Parada Gay de SP e cobra ação de Líderes Religiosos


Marco Feliciano convoca reação coletiva contra cristofobia

Pastor pede que cristãos se manifestem contra ato de transexual crucificado na Parada Gay.

Na tentativa de promover uma reação coletiva diante do ato de vilipêndio promovido por um transexual na 19ª edição da Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) de São Paulo, que aconteceu na tarde do último domingo (7) no centro da cidade, Marco Feliciano gravou um vídeo pedindo manifestações contra os ativistas homossexuais.
O parlamentar questiona a reação dos grandes líderes diante do ato de desrespeito do transexual que atende pelo nome social de Viviany Beleboni, que saiu seminu em uma cruz em referência a Jesus Cristo.
A imagem do transexual que trazia os dizeres “Basta de Homofobia” em forma de placa sobre a cruz, semelhante a que foi pendurada na cruz de Cristo com os dizeres “Jesus Nazareno (ou, de Nazaré), Rei dos Judeus”, foi compartilhada milhares de vezes por cristãos que criticavam a postura do ativista do movimento LGBT.
Principal alvo do movimento homossexual no Brasil, Feliciano diz que o fardo desta perseguição não pode estar apenas sobre as costas de alguns, mas deve ser abraçado por todas as pessoas de confissão cristã, católicos e evangélicos. O líder evangélico ainda lembrou que enfrentou milhares de processos por supostos crimes de homofobia.
“Cadê os grandes líderes? Cadê os líderes das grandes denominações evangélicas, principalmente do estado de São Paulo? Cadê os líderes da Igreja Católica? Eles feriram a minha fé, feriram a sua fé”, questiona Feliciano.
O site do pastor evangélico foi alvo de hackers do movimento gay que invadiram a página e colocaram uma imagem com as cores do arco-íris, símbolo do movimento gay, e uma mensagem contra ele.
Alvo dos ativistas homossexuais desde que teve seu nome indicado para presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, Feliciano tem sofrido perseguição por militantes e chegou a sofrer diversas ameaças.

Fonte:Gospel Prime
Assista:

PARA UMA BOA AUDIÇÃO
DESLIGUE O SOM DO STÚDIO RHEMA NO
CANTO SUPERIOR ESQUERDO DO BLOG

domingo, 7 de junho de 2015

"Evangélicos" saem do armário e fazem marcha contra a intolerância na Parada Gay


Jesus cura e homofobia - "Evangélicos" saem do armário e fazem marcha contra a intolerância na Parada Gay

Pastores, "fiéis evangélicos" e católicos farão um ato contra a homofobia na Parada Gay, que acontece no domingo (7). Eles marcharão na Avenida Paulista com a missão de combater a intolerância e violência praticadas por fiéis à comunidade LGBT.
Mais de 431 pessoas já confirmaram presença na página do evento no Facebook. A marcha "Jesus Cura a Homofonia" se contrapõe à "cura gay", projeto sugerido pelo deputado federal João Campos (PSDB-GO). Ela está marcada para às 9h30 da manhã, em frente ao Conjunto Nacional.
Com cartazes como "Somos evangélicos. Malafaia e Feliciano não nos representam". "O maior valor bíblico é o amor" e "Deus respeita suas escolhas! Nos também respeitamos", o objetivo do evento é protestar contra a homofobia -- principalmente entre os religiosos.
Esta semana foi palco da intolerância de alguns grupos evangélicos e cristãos à comunidade LGBT. Após O Boticário divulgar sua campanha para o Dia dos Namorados, na qual aparecem casais gays, o pastor Silas Malafaia publicou um vídeo em que convoca o boicote à marca, uma vez que os gays "querem mudar um paradigma da sociedade" e que o homossexualismo (sic) é "é comportamento e não condição" e, por isso, é passível de ser condenado.
Além de Malafaia, religiosos e defensores da "família tradicional brasileira"registraram queixa no Reclame Aqui, site de reclamações de consumidores, e ao Conar, órgão que regula a publicidade brasileira.
Fonte: Brasilpost
MEU COMENTÁRIO:
Não concordar com a totalidade de ações do Pr. Silas Malafaia, ou com o seu "modus operandis", desconfiar das suas motivações, creio que tudo isso faz parte do relacionamento humano, principalmente quando se trata de uma figura pública que, queiramos ou não, ganhou notoriedade e grande credibilidade no meio da comunidade evangélica.
Tenho discordado muito, mas também concordado com ele em algumas situações, até porque não há como discordar só porque é ele quem está dizendo, creio que isso é uma questão de justiça.
Agora, um grupo que se diz "evangélico"se aproveitar de uma situação como a da Campanha publicitária do BOTICÁRIO, em que o Pr. Silas Malafaia propõe um boicote (algo realmente discutível no meu entender), para criar uma uma cisão "evangélica" com tal visibilidade a favor do homossexualismo, no meu entender, não passa de gente SAINDO DO ARMÁRIO.
Simplesmente lamentável!
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