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quarta-feira, 17 de abril de 2019

Jean Wyllys insinua que homofobia nasceu nas religiões oriundas de Abraão

Ex-deputado Jean Wyllys atacou judaísmo, cristianismo e islamismo pelos preconceitos vividos por homossexuais

Em artigo escrito no portal UOL, o ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL), disse que a homofobia está atrelada a religiões oriundas do patriarca Abraão que são judaísmo, cristianismo e islamismo.
O ativista LGBT escreveu sobre o filme "Dor e Glória", de diretor Pedro Almodóvar, o longa conta a história do diretor espanhol assumidamente homossexual que conta os preconceitos sofridos ao longo da vida e, mesmo assim, se tornou uma pessoa bem-sucedida.
Wyllys conta sua história de vida, dizendo que sofreu a primeira discriminação aos 6 anos de idade. Ele diz que assim há muitos homossexuais, porém, que "não sobrevivem à homofobia" ou ficando escondidos em "armários" para são serem vítimas desse preconceito.
"A única resposta possível para a existência dessa constante — dessa repetição — no tempo e no espaço é a homofobia. Esta é um fundamento de todas as culturas nascidas das — ou influenciadas pelas — religiões abraâmicas (que remontam ao mesmo patriarca Abraão): o judaísmo, o cristianismo e o islamismo", escreveu o ex-deputado.
"Não é de se estranhar, portanto, que sua reprodução em diferentes línguas e instituições como a família, a igreja e a escola construam histórias e constituam sujeitos tão parecidos; que produzam males tão semelhantes e que despertem formas parecidas de resistência a ela", completou.
Depois de colocar os assassinatos cometidos contra homossexuais na conta da fé (e nas diferentes religiões), o ex-deputado afirma que os gays que não se assumem publicamente "correm o risco de se metamorfosearem em pessoas horríveis que reproduzem o mal de que são vítimas".
Fonte: JM Notícia

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Jean Wyllys: “Sou responsável pela ascensão de Bolsonaro”


Ex-deputado do PSOL disse que presidente Jair Bolsonaro era desqualificado e pouco conhecido

Em entrevista ao jornalista Pedro Bial, da TV Globo, o ex-deputado federal Jean Wyllys voltou a comentar o momento político do país e disse ser o responsável pela ascensão de Jair Bolsonaro. De acordo com o psolista, antes de chegar ao Congresso, Bolsonaro só era conhecido no Rio de Janeiro.
– Eu fui o laboratório para tudo o que Jair Bolsonaro fez depois. Cobaia do laboratório e escada que ele utilizou. Até eu chegar no Parlamento, ele era um político paroquial conhecido no Rio de Janeiro, desqualificado e do baixo clero – afirmou.
A entrevista completa com Jean Wyllys está marcada para ir ao ar na próxima quinta-feira (11).
Na quarta-feira (10), o entrevistado será o filósofo Olavo de Carvalho.
Fonte: Pleno News

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Jean Wyllys garante que só volta após governo Bolsonaro

Ex-deputado está fazendo doutorado em Berlim, na Alemanha

O ex-parlamentar Jean Wyllys (PSOL-RJ) afirmou em entrevista que só retornará ao Brasil após o fim do mandato de Jair Bolsonaro.
– Posso voltar quando essa noite passar e essa noite há de passar, porque a noite não dura para sempre – disse ao Jornal do Brasil, fazendo referência ao atual governo.
Wyllys está em Berlim, na Alemanha, para fazer pesquisas e cursar o doutorado. Ele está morando na casa de amigos e recusou um convite de asilo político oferecido pela França.
SAÍDA DO BRASIL
O ex-deputado federal Jean Wyllys saiu do Brasil no fim de janeiro deste ano, às vésperas de assumir um novo mandato em Brasília. Ele alega que a mudança aconteceu por causa de ameaças que ele e sua família vinham recebendo.

Fonte: Pleno News

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Jornalista evangélico processado por Jean Wyllys comemora decisão do deputado: “vá com Deus”

Ricardo Costa foi processado por Jean Wyllys por denunciar projeto que autorizava crianças mudarem de sexo sem o consentimento dos pais

Após Jean Wyllys (PSOL) anunciar, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, que está desistindo de seu terceiro mandato e sairá do país, alguns políticos, artistas e outros conservadores no país ‘celebraram’ a decisão do político e militante de esquerda.
Quem também manifestou alegria com a decisão foi o jornalista tocantinense Ricardo Costa.
"Vá com Deus", disse o jornalista após a tomada de decisão do ex-BBB em desistir da política no Brasil.
Para Costa, a decisão de Wyllys mostra que a esquerda perde força no país, pois o conservadorismo avança democraticamente após anos calado no debate político.
Pioneiro no jornalismo cristão web do estado, Ricardo Costa foi alvo da fúria progressista do deputado Jean Wyllys por denunciar um projeto contra a família.
O deputado também já atacou o vereador palmense Filipe Martins, insinuando que sua sexualidade era frágil.  Na época, a assessoria do deputado alegou que Filipe Martins teria uma "heterossexualidade frágil".
Entenda o caso
O processo foi movido após o jornalista ter assinado uma matéria no site JM Notícia, alertando o texto do Projeto de Lei 5002/2013 de autoria do parlamentar e da deputada Érika Kokay, que tratava da possibilidade de mudança de sexo de crianças, mesmo sem o consentimento dos pais, pela rede pública de saúde, conforme o artigo Artigo 5º, do referido PL.
Na matéria assinada pelo jornalista Ricardo Costa, o mesmo teceu críticas ao governo do PT, à época comandada pela presidente Dilma Rousseff, conforme abaixo:
"Como podemos perceber o governo do PT quer implantar uma ditadura gay no Brasil,  através de projetos conhecidos, como Kit Gay, casamento entre pessoas do mesmo sexo, cartilha ensinando crianças menores de 10 anos a sentir desejos sexuais, masturbar-se etc".
"Agora mais um PL absurdo: Incentivar crianças que ainda não tem formação e nem personalidade formada, a mudar de sexo; É o cúmulo do absurdo. O PT quer tornar o Brasil um país com tendências homossexuais".
Mas a Justiça Federal do Tocantins, por meio da Juíza substituta Gianne de Freitas Andrade, mandou arquivar processo movido pelo Deputado Federal Jean Wyllys (Psol) contra o site JM Notícia e o seu editor-chefe, Ricardo Pereira do Nascimento.
Para o jornalista Ricardo Costa, a Justiça foi feita ao mandar arquivar o processo:
"Acredito que uma das funções essenciais da imprensa, além da informação, é a de fiscalização, juntamente com a sociedade. No dia em que não pudermos divulgar ou criticar um projeto de lei, apresentado por um representante do povo, aí estamos perdidos! Louvo a Deus pela decisão da justiça e reafirmo que continuaremos realizando o nosso trabalho com o mesmo compromisso e responsabilidade".
Fonte: JM Notícia

Jean Wyllys não tomará posse para novo mandato e vai embora do Brasil

Ex-BBB vai deixar de vez o Brasil e o cargo de deputado federal

Um dos inimigos número um do conservadorismo e dos cristãos no Brasil, Jean Wyllys (PSOL-RJ) está indo embora do Brasil de maneira definitiva. Foi o que informou sua assessoria nesta quinta-feira (24) ao dizer que o parlamentar não tomará posse para o novo mandato.
A assessoria de Jean Wyllys informou que ele tem recebido ameaças e, por isso, decidiu não assumir o terceiro mandato parlamentar. A posse dos deputados federais eleitos está marcada para 1º de fevereiro. Jean Wyllys recebeu 24.295 votos na eleição de outubro.
Segundo a assessoria do PSOL, o primeiro suplente da bancada do partido no Rio de Janeiro é o vereador carioca David Miranda.
Mais cedo, nesta quinta, Jean Wyllys concedeu entrevista ao jornal  "Folha de S.Paulo" na qual informou que está no exterior e não pretende voltar ao Brasil. Na entrevista, o deputado diz que tem sofrido ameaças de morte.
"O [ex-presidente do Uruguai] Pepe Mujica, quando soube que eu estava ameaçado de morte, falou para mim: 'Rapaz, se cuide. Os mártires não são heróis'. E é isso: eu não quero me sacrificar", disse Jean Wyllys à "Folha".
Ainda ao jornal, Jean Wyllys disse que o PSOL, partido ao qual é filiado, reconhece que ele se tornou um "alvo" e apoiou a decisão dele de não retornar ao Brasil.
A assessoria de Jean Wyllys afirmou ainda que há uma campanha "muito pesada" contra o deputado, que dissemina conteúdo falso sobre ele na internet, o associando, por exemplo, à pedofilia, ao casamento de adultos com crianças e à mudança de sexo de crianças.
Com informações G1 via JM Notícia

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Projeto de Lei de Jean Wyllys e Luiza Erundina (PSOL) quer impedir o uso de “títulos religiosos” por candidatos

Apresentado em 2016, o Projeto de Lei 6648 visa impedir "a utilização de expressões que designem hierarquia funcional ou social, cargos ou funções militares, religiosas, acadêmicas ou profissionais como antecedentes das denominações dos candidatos".
Ou seja, segundo seus autores – Jean Wyllys e Luiza Erundina, ambos do PSOL – nas próximas eleições, ninguém poderá concorrer utilizando títulos como "pastor", "missionário" ou "bispo". Além disso, também estão vetados termos como "professor", "sargento" ou "major".
A justificativa do Projeto de Lei afirma que "não há mais espaço, em pleno século XXI, sobretudo no processo eleitoral, para tais expedientes" e que, "A rigor, trata-se de meros expedientes eleitorais, consistentes na fixação de 'marcas', 'rótulos' ou 'patentes' para atrair o voto, principalmente dos mais humildes".
Recentemente, o PL recebeu parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). O relator é Chico Alencar (PSOL-RJ), que votou pela "constitucionalidade, juridicidade, técnica legislativa e, no mérito, pela aprovação". A questão mostra bem quais são as pautas importantes para o partido.
Entre os candidatos evangélicos, essa opção é muito comum. Este ano foram utilizados nos pedidos de registro eleitoral 313 casos de "pastor" ou "pastora", seguido por "irmã" ou "irmão" (97) e "missionário" ou "missionária" (40).
Caso seja aprovado pela Câmara, nas próximas eleições muitos candidatos terão de se abster do uso de títulos que o tornaram conhecidos. Por exemplo, em São Paulo, não será possível pedir votos para "Pastor Marco Feliciano" ou "Major Olímpio"; em Pernambuco o "Pastor Eurico" e no Paraná o "Pastor Takayama" terão de usar outros nomes na urna.

Com informações Gospel Prime via Gospel Geral

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Projeto de lei quer liberar mudança de sexo em crianças, sem autorização dos pais



O PL 5002/2013 está tramitando na Câmara dos Deputados e a ministra dos Direitos Humanos pediu celeridade na aprovação da proposta.


Uma notícia que tem circulado nas redes sociais nos últimos dias sobre um projeto de lei que está tramitando na Câmara dos Deputados tem preocupado muitas famílias. A informação é de que o texto projeto inclui em suas propostas a autorização de cirurgia de mudança de sexo até mesmo para crianças e adolescentes, com ou sem a autorização dos pais.

Por mais chocante que a proposta pareça aos olhos de muitas famílias, o Portal Guiame checou o texto na íntegra e confirmou que esta proposta realmente integra o PL 5002/2013, que é de autoria dos deputados Jean Wyllys (PSOL - RJ) e Érika Kokay (PT/DF), e chega aparentar certa contradição, quando analisado ao todo.

Apesar de no Artigo 4º, o texto destacar que a maioridade é um dos requisitos para que as pessoas solicitem a retificação registral de sexo e gênero, o Artigo 5º refere-se às pessoas menores 18 anos e diz que nestes casos, se seus pais não estiverem de acordo com esta mudança, é possível recorrer à assistência da Defensoria Pública para autorização judicial.

"Com relação às pessoas que ainda não tenham dezoito (18) anos de idade, a solicitação do trâmite a que se refere o artigo 4º deverá ser efetuada através de seus representantes legais e com a expressa conformidade de vontade da criança ou adolescente, levando em consideração os princípios de capacidade progressiva e interesse superior da criança, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente", diz o Artigo 5º.

O mesmo também ocorre com o Artigo 8º, no qual aponta que as pessoas maiores de idade, poderão fazer livremente a solicitação de uma cirurgia de mudança de sexo, porém no parágrafo 2º, o projeto aponta que os menores de idade também podem solicitar a assistência da Defensoria para emissão de uma autorização judicial.

"No caso das pessoas que ainda não tenham dezoito (18) anos de idade, vigorarão os mesmos requisitos estabelecidos no artigo 5º para a obtenção do consentimento informado", ressalta o parágrafo 2º do texto.

Segundo o deputado Jean Wyllys, a autorização de mudança de gênero e até mesmo de cirurgias de mudanças para crianças e adolescentes é um ponto importante do texto.

"Não faz sentido que uma pessoa trans espere até os 18 anos para iniciar o processo transexualizador (que é um longo processo) ou fazer qualquer tipo de intervenção no corpo. (...) É preciso conhecer os aspectos, fases e possibilidades", diz o parlamentar.

No dia 28 de junho deste ano, a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, enviou um ofício para o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), solicitando mais celeridade na apreciação e aprovação do projeto de lei, a fim de "garantir os direitos da população LGBTI".


Ideologia de gênero = abuso infantil


A relação entre as propostas em questão do PL 5002 e a ideologia de gênero é inevitável. Sempre citada por seus defensores em debates como uma defesa da "identidade de gênero", este tipo de doutrinação ideológica já tem surtido efeitos catastróficos em alguns países da Europa e também tem levado médicos a emitirem alertas significativos às famílias nos Estados Unidos.

Já em 2015, o jornal 'Gloucester Citizen', o número de crianças submetidas a tratamento por disforia de gênero no Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido deu um salto de 1.000% nos cinco anos anteriores.

Mais de 1.000 crianças foram tratadas pelo Serviço de Transtorno de Identidade de Gênero, prestado pelo Serviço Nacional de Saúde no Reino Unido, entre abril e dezembro de 2015.

Já a Faculdade Americana de Pediatria (EUA) alertou que a ideologia de gênero, quando aplicada sobre as crianças, configura, sem dúvida, um abuso infantil.

"As crianças que usam bloqueadores de puberdade para representar o sexo oposto vão exigir que hormônios sejam usados para a mudança ou recuperação da sexualidade tardiamente na adolescência. O uso de hormônios, como testosterona e estrogênio estão associados a riscos de saúde perigosos, incluindo o descontrole da pressão arterial, coágulos sanguíneos, acidente vascular cerebral e câncer", destacou a organização.

"As taxas de suicídio são 20 vezes maior entre os adultos que usam hormônios do sexo oposto e se submetem à cirurgias de mudança de sexo, mesmo na Suécia, que está entre os países que mais afirma a cultura LGBT", acrescentou o comunicado da Faculdade.

Fonte: Guiame

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Deputado profetiza sobre Jean Wyllys: "Você ainda levará a Palavra de Deus"



O deputado Cabo Daciolo recentemente tomou uma atitude que muitos têm considerado uma prova de coragem. Durante uma sessão solene do dia 07 de julho, em Homenagem ao Dia do Orgulho LGBT na Câmara, o parlamentar aproveitou o espaço cedido pela deputada Érika Kokay para compartilhar a Palavra de Deus e até mesmo profetizar sobre a vida de Jean Wyllys (PSOL-RJ) - homossexual assumido e um dos mais conhecidos ativistas LGBT no Brasil.

Após ser chamado pela deputada que presidia a sessão, Daciolo passou pela gigantesca bandeira usada pelo Movimento LGBT que havia sido estendida à frente do Plenário e subiu à tribuna para compartilhar uma mensagem.

"Eu venho em paz e venho trazer boas novas", deixou claro o parlamentar. "A Palavra diz que o profeta de Deus, no meio de sua parentela, não tem honra. Aí Deus em determinado momento pergunta: 'Quem eu enviarei?' e eu respondi: 'Evia-me a mim, Senhor!".

"Eu não estou aqui para falar de religião, não estou aqui representando igreja nenhuma. A Bíblia fala que a única religião que considera pura e imaculada é cuidar dos órfãos e das viúvas nas suas dificuldades e não se corromper com esse mundo", acrescentou.

Em dado momento de seu discurso, Daciolo abriu a Bíblia e leu a passagem de I João 1:8-10, que diz: "Se afirmarmos que estamos sem pecado, enganamos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. Se afirmarmos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e a sua palavra não está em nós".

Então, o parlamentar prosseguiu com a leitura no capítulo 2: "Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, porém, alguém pecar, temos um intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo. Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos pecados de todo o mundo".

"Eu venho trazer uma palavra de arrependimento... quero dizer que Jesus está de braços abertos", disse o parlamentar. "Eu gostaria de ter encontrado o meu amigo que eu amo muito, que é o Jean Wyllys. Eu achei que ele estivesse aqui, mas sei que ele vai assistir isso".

Então, se dirigindo a Wyllys, Daciolo profetizou sobre a vida do deputado militante do movimento LGBT.

"Eu quero dizer, deputado Jean Wyllys, que eu te amo, meu irmão. Mas falar que eu te amo é muito simples. Eu quero dizer para você que Jesus Cristo te ama e Ele conhece o oculto, o escondido que você possa estar passando. Nada está oculto aos olhos do Senhor", disse.

"Eu quero fazer uma profecia sobre a sua vida, porque isso é algo que Deus tocou no meu coração e eu preciso deixar aqui hoje. Irmão Jean, teve um homem chamado Paulo... um grande pregador, levou a mensagem de Deus e o cristianismo por todo o mundo. Assim como aconteceu com Paulo, vai acontecer com você. Eu quero deixar aqui, esta profecia sobre a sua vida. Você vai se casar, ter filhos, vai levar a Palavra de Deus por todo esse país e toda a humanidade, para honra e glória do Senhor Jesus", finalizou.

Fonte: Guiame

ASSISTA AQUI:


terça-feira, 20 de junho de 2017

Ezequiel Teixeira critica “ideologia de gênero” e é atacado por Jean Wyllys


Deputado Federal Ezequiel Teixeira: Parlamentar classificou ideologia como “lixo moral”


O deputado federal Ezequiel Teixeira (Podemos/RJ) fez um discurso contundente contra a imposição da "ideologia de gênero" no Brasil. Ele pediu que essa agenda tão defendida pelos movimentos LGBT fosse "banida da nossa sociedade urgentemente".
Para ele, trata-se de uma imposição feita por uma minoria, que hoje se disfarça de "luta contra o preconceito". Lembrando que a maioria da população do Brasil se declara cristã, o político, que também é pastor evangélico, deixou claro seu entendimento que a educação sobre sexualidade às nossas crianças é "dever e direito dos pais e responsáveis" e que "o Estado não pode interferir nesse poder familiar".
Em seu desabafo, ele classificou como "acinte" o fato que em muitas escolas brasileiras ensina-se sobre ideologia de gênero e orientação sexual a crianças que não tem condições de entender do que se trata.
Teixeira ressaltou que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, "prepara uma ofensiva" contra quem tenta impedir esse tipo de instrução nas escolas públicas. Embora reconheça a importância do Ministério Público, acredita que essa interferência sobre os conteúdos ensinados é "autoritarismo", e deixou claro que isso não deve ser tolerado.
Segundo o parlamentar carioca, Janot "segue a cartilha da extrema-esquerda para impor às nossas crianças essa bizarra e imoral ideologia de gênero". Em tom de desabafo, denunciou que o ministro Barroso, do Supremo Tribunal Federal concedeu uma liminar que suspendia uma lei que proibia a questão de ideologia de gênero no município paranaense de Paranaguá.
Logo após seu discurso, Teixeira foi atacado pelo deputado Jean Wyllys (PSOL/RJ), que defendeu o que chama de "agenda de equidade de gênero e combate ao bullying homofóbico".
Embora a questão religiosa não esteja relacionada diretamente com o centro do tema, Wyllys insistiu que "Escola não é lugar de proselitismo religioso… Os deputados [evangélicos] podem dizer o que for que Janot vai garantir o direito a uma educação livre de violência homofóbica".
Imediatamente, Teixeira revidou, reiterando que o discurso psolista é a defesa do "lixo moral que querem importar para o Brasil".
Fonte: Gospel Prime
Assista aqui:

segunda-feira, 17 de abril de 2017

STF arquiva inquérito aberto contra Marco Feliciano após representação de Jean Wyllys


Um inquérito instaurado no Supremo Tribunal Federal contra o pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) foi arquivado pelo ministro Celso de Mello, decano da Corte, a pedido do procurador-geral da República em exercício, José Bonifácio Borges de Andrada.
O inquérito havia sido instaurado em 2013 a pedido do então procurador-geral, Roberto Gurgel, após representação dos deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ), Érica Kokay (PT-DF) e Domingos Dutra (à época do PT-MA).
Todo o imbróglio começou com a eleição de Feliciano para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados. Opositores ao pastor, os três deputados pressionavam o colega para renunciar ao cargo, mas Feliciano não cedeu e publicou um vídeo com pesadas críticas aos três.
Com manchetes e títulos de matérias publicadas na imprensa sobre atos de violência praticados por homossexuais, o vídeo dizia que aquela realidade social era “apoiada por estes deputados”.
Os parlamentares entenderam que o material publicado na internet tirava suas fala de contexto, e por isso, acusaram Feliciano de crimes contra a honra e, também, do delito de peculato, pois supostamente o pastor tinha funcionários fantasmas em sua equipe de assessores.
O então procurador-geral encaminhou o pedido de abertura de inquérito contra Feliciano, mas o atual procurador revisou a ação e pediu que o STF arquivasse o processo. De acordo com informações do portal Consultor Jurídico, o Supremo não pode recusar um pedido de arquivamento de inquérito que tenha sido aberto a pedido da Procuradoria-Geral da República.
Quatro anos depois, o arquivamento aconteceu na primeira semana de abril. Celso de Mello observou “que não houve imputação [falsa] de fato certo e determinado definido como infração penal”, em relação à acusação de calúnia, e frisou que ainda que “ausente esse elemento do tipo, afasta-se a configuração do delito tipificado no artigo 138 do Código Penal”.
Em relação aos delitos de difamação e de injúria, o procurador-geral reconheceu que já se consumou a extinção da punibilidade do deputado, e portanto, mesmo que o crime fosse comprovado no inquérito, não poderia ser punido.
Sobre o peculato, o procurador-geral entendeu que não existem indícios suficientes para configurar a prática: “Passados quase quatro anos desde sua instauração e realizadas diversas diligências, os autos revelam-se desprovidos de subsídios que possam justificar a continuidade das investigações quanto ao delito em comento”.
Segundo a assessoria de imprensa do STF, Celso de Mello fez uma ressalva, observando os termos do artigo 18 do Código de Processo Penal (CPP), e deixou aberta a possibilidade de reabertura das investigações penais, desde que "haja provas substancialmente novas e que não se tenha ainda consumado a extinção da punibilidade do parlamentar".
Fonte: Gospel+

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Sob risco de ter o mandato suspenso, Jean Wyllys se compara a Jesus: “Pai, afasta de mim esse cálice”

O ativista gay e deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) causou nova polêmica ao comparar-se a Jesus durante a via-crúcis, pedindo a Deus que o afaste do cálice de ter seu mandato suspenso por ter cuspido em Jair Bolsonaro (PSC-RJ) durante a sessão que abriu o processo de impeachment contra Dilma Rousseff (PT).
No último dia 13 de dezembro, o deputado Ricardo Izar (PP-SP), relator do processo disciplinar contra Jean Wyllys no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, pediu a suspensão do mandato do colega por 120 dias, uma pena alternativa à cassação de mandato por quebra de decoro parlamentar.
Agora, com a volta das atividades parlamentares, Jean Wyllys aproveitou para trazer o assunto de volta à imprensa, fazendo um discurso em que se expõe como vítima. Durante sua fala, menciona casos de agressão a homossexuais, como se o processo disciplinar que sofre fosse resultante de sua opção sexual, e não por ter cuspido em outro deputado, com a longa sessão da Câmara dos Deputados sendo transmitida ao vivo, em rede nacional.

+Feliciano critica Jean Wyllys e Zé de Abreu por cuspirem em adversários

“Hoje, na situação em que o Brasil se encontra, em que uma camarilha de fariseus hipócritas tomaram o poder, e na situação específica em que eu me encontro, difamado e ameaçado de ter o mandato suspenso por ter reagido aos insultos de canalhas corruptos e homofóbicos, hoje eu quero repetir o apelo de Jesus”, disse Wyllys, ajoelhando-se e derramando vinho sobre a própria camisa. “Pai, afasta de mim esse cálice, de vinho tinto de sangue”, acrescentou, fazendo referência à passagem bíblica e à música “Cálice”, de Chico Buarque.
A performance melodramática do deputado aconteceu no Teatro Rival Petrobrás, no Rio de Janeiro (RJ), durante um intervalo da apresentação do cantor João Fênix.
Fonte: Gospel+
Assista ao vídeo com a
íntegra do discurso de Jean Wyllys:

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Igreja pede desculpas por repercussão de foto de bispo com Wyllys

Comunidade entende que foi só um “jeito de falar” interpretado erroneamente como uma ameaça contra o parlamentar

A forma como a brincadeira de um bispo da Comunidade Bíblica da Graça repercutiu na internet fez com que a denominação viesse a público pedir desculpas.
Na tarde desta quarta-feira (20) uma foto do bispo Marcos Klain ao lado do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) virou notícia nacional por conta da legenda em que o religioso teria profetizado “ou se converte ou morre” enquanto abraçava o parlamentar para uma foto.
A frase foi recebida pelo público como uma ameaça contra Wyllys, que mesmo fora do Brasil já se pronunciou, por meio de sua assessoria, de que levaria o print da foto do bispo para a Polícia Federal.
Diante dos fatos, a igreja, presidida pelo apóstolo Eduardo Machado, resolveu se pronunciar e mostrar que, assim como as demais igrejas evangélicas, não apoia a homofobia e que entende as medidas que serão tomadas pelo parlamentar.
“Não é de nosso feitio pregar o evangelho, DESEJANDO QUE SE ALGUÉM NÃO SE CONVERTE QUE MORRA. Infelizmente o bispo se expressou de uma maneira indevida, coisa que corrigiremos. Lamentamos que tais palavras tenham sido interpretadas como homofobia ou um “atentado” contra a vida do Deputado”, diz o apóstolo.
Ele também afirmou que a frase tão criticada foi só um “jeito de falar” e que jamais foi dito como uma ameaça contra a vida do deputado.
“Lamento que as vezes se tenha de recorrer a interpretações tão maléficas como foi feito das palavras do Bispo. Como conheço o Bispo, tenho certeza que suas palavras eram sem nenhum desejo ou plano criminoso. Às vezes ‘expressões e jargões’ usados no meio evangélico não traduzem má intenção… é só um ‘jeito’ de falar”, explica o líder da Comunidade Bíblica da Graça.
No comunicado oficial, Machado diz que já entrou em contato com o gabinete de Wyllys para se desculpar pelo o ocorrido. Leia na íntegra aqui.
Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 30 de junho de 2015

Pr. Ronaldo Fonseca e Jean Wyllys debatem o Estatuto da Família - Leia Asista aqui


O deputado federal Ronaldo Fonseca (PROS-DF) recorreu a um argumento polêmico para defender o Estatuto da Família, em discussão no Congresso Nacional e que exclui casais homossexuais da definição de família. Na avaliação do parlamentar, a sociedade não pode aceitar a “ditadura de uma minoria”, referindo-se aos homossexuais.


Segundo o parlamentar, a população está “clamando” por participar da discussão sobre o tema. “Nós vivemos em sociedade, e ela precisa concordar com os atos do cidadão. Não podemos aceitar a ditadura de uma minoria”, disse Fonseca, ao participar de debate sobre o tema no programa Repórter Brasil, da TV Brasil, na noite desta terça-feira 7.



Também presente no debate, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) recriminou o termo usado pelo colega. “Recorrer à expressão ‘ditadura de minoria’ é jogar sujo. Essas pessoas [os homossexuais] não são uma ditadura e têm vínculos de amor, como os heterossexuais. Elas não querem impor conceitos nem acabar com a família tradicional. Querem ser contempladas pela lei porque existem de fato e não vão deixar de existir por vontade de fundamentalistas religiosos do Congresso”, rebateu.



O parlamentar do PSOL disse ainda que os diferentes arranjos familiares, entre pais e mães solteiros, divorciados e casais sem filhos, não causam prejuízo algum à sociedade. “Houve um tempo em que diziam que o divórcio estragaria a família e não estragou. E, pelo que sei, o deputado Fonseca é casado pela segunda vez”, argumentou.



Fonseca negou ser fundamentalista religioso, mas se definiu como “conservador”. Ele reiterou o termo “ditadura de uma minoria”, ressaltou que a família natural é formada por “papai homem e mamãe mulher”. Para o deputado, embora o Supremo Tribunal Federal (STF) tenha reconhecido a união homoafetiva, o Congresso é o responsável pelas leis do país: “O STF não tem a palavra final. Não é rebeldia em relação ao Supremo, quem legisla é o Congresso”.



De autoria do deputado Anderson Ferreira (PR-PE), o projeto do Estatuto da Família propõe que a definição de família seja baseada exclusivamente na união entre homem e mulher.

No site da Câmara dos Deputados, onde o texto está em discussão, uma enquete sobre o tema bateu recorde de participação. Até ontem à noite, mais de 844 mil pessoas haviam se manifestado sobre o tema.

Publicada originalmente na Agência Brasil
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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Jean Wyllys ataca pastores Feliciano e Malafaia: “Oportunistas, canalhas e fundamentalistas”


O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) respondeu à provocação do pastor Silas Malafaia durante a audiência pública realizada na Câmara dos Deputados para discutir o projeto apelidado de Estatuto da Família.
Durante a audiência, Malafaia afirmou que os ativistas gays eram uma “turma desunida”, pois Wyllys havia faltado à sessão.
Em sua página no Facebook, Wyllys referiu-se à audiência pública como “armadilha” e usou termos depreciativos para rotular os líderes evangélicos e parlamentares da bancada evangélica que participaram da sessão, como os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano (PSC-SP).
“Tenho, por convicção, jamais participar de armadilhas disfarçadas de ‘audiência pública’ ou de ‘debates’ montados por oportunistas, canalhas, fundamentalistas religiosos, caçadores de rola (o pássaro, claro!) e desonestos com o único objetivo de atraírem holofotes para si e para seu discurso enganador e odioso”, escreveu Wyllys.
Para se defender das acusações de que foge ao debate, Wyllys argumentou que prefere participar de eventos promovidos por instituições neutras pois entende que as discussões aconteçam “com honestidade intelectual”.
“Participo – e com grande prazer – de debates onde argumentos sejam ouvidos e ideias debatidas de fato, a partir de dados científicos e com honestidade intelectual, sem que ninguém precise berrar nos microfones nem mentir descaradamente para claque comprada. Dou como exemplos o debate promovido com o deputado Marcelo Aguiar pela revista Época, na FAAP, ou o debate com o deputado Ronaldo Fonseca, na TV Brasil”, afirmou o deputado, sugerindo que os debates promovidos em audiências públicas convocadas por parlamentares evangélicos não passem de teatro.
Fonte: Gospelmais

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Jean Wyllys diz que Feliciano é “canalha” e que Parada Gay é mais decente que cultos evangélicos


O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) publicou uma série de tweets em sua página no microblog com críticas à postura adotada pelo pastor Marco Feliciano (PSC-SP) em relação às manifestações com vilipêndio aos símbolos cristãos na Parada Gay do último domingo, 07 de junho.

Wyllys afirmou que a iniciativa de Feliciano, de mostrar as fotos de agressões feitas a símbolos cristãos é “o cúmulo da canalhice e da sordidez”, porque o pastor teria usado imagens de outros protestos e atribuído aos ativistas gays.

O deputado que explora comercialmente a fé de seu rebanho com falsos milagres; insulta as religiões de matriz africana e a fé católica […] decidiu mostrar falsas fotos da Parada LGBT-SP a outros deputados conservadores e fundamentalistas religiosos em plenário, como se não bastasse para tal deputado usar suas redes sociais digitais para divulgar falsas fotos da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. As falsas fotos são aquelas que, na verdade, foram tiradas em 2013 durante uma performance de anarco-punks na Marcha das Vadias do Rio. Ciente de que a performance artística da transexual crucificada não justifica a celeuma oportunista que ele e seus pares levantaram, o pastor-deputado et caterva decidiram recorrer à mentira e à fraude contra a Parada LGBT, como fizeram na época do Escola sem Homofobia”, escreveu Wyllys.

O termo “et caterva” é uma expressão em latim para se referir pejorativamente a um grupo de pessoas mal-intencionadas, e no contexto usado por Wyllys, Feliciano e seu bando de vilões teriam resolvido mentir, segundo o deputado.

Na sequência de seus tweets, Wyllys afirma que o pastor é incoerente e diz que a “putaria” da Parada Gay é mais decente do que a “enganação” promovida nos cultos evangélicos.

“Quando o confrontei pessoalmente há pouco, o pastor-deputado recuou, dizendo que ‘queria saber se aquelas fotos eram mesmo verdadeiras’. Sacando seu celular, mostrou-me fotos de excessos sexuais ao longo da Parada (fotos enviadas, segundo ele, por um tal de Felipe Campos). Lhe perguntei o que isso tem a ver com ‘ofensa à religião’, e lhe lembrei que o Carnaval está repleto de excessos praticados por héteros. Na Caldas Country, casais heteros transam em cima dos carros – e esses excessos nunca levaram os deputados como ele a fazerem celeuma.

A resposta do deputado que pede cartão-de-crédito (com senha!) aos meus questionamentos foi reafirmar que a Parada LGBT é uma ‘putaria’. E eu lhe respondi, de volta, que qualquer ‘putaria’ era mais decente que a enganação promovida por ele em sua igreja. Respondi que qualquer ‘putaria’ era mais decente que o ódio contra LGBT por eles estimulado e o recurso à mentira para manipular pessoas”, escreveu Wyllys.

Fonte: Gospel Mais

MEU COMENTÁRIO:

Simplesmente lamentável essa artilharia. Isto é uma notícia, portanto a reverberação dos fatos, no entanto, me constranjo com os termos utilizados por ambos. O nível das discussões baixaram o nível, isto é fato, mas se para um deputado já é ruim,imaginem um pastor se utilizar de tal palavreado. Concordo com a indignação do Deputado e Pastor Marco Feliciano, e compartilho dela, mas discordo quando o nível da discussão se adequa ao do Deputado e Ativista Gay Jean Willys, afinal de contas ele se trata de iníquo e já não tem o que perder.
Oremos! 
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