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quinta-feira, 31 de março de 2022

Traficantes de pessoas fingem ser pastores para raptar crianças na fronteira da Ucrânia


Redes de tráfico humano estão aproveitando o caos na fronteira para raptar mulheres e crianças.

Enquanto milhões de refugiados fogem da guerra na Ucrânia, redes de tráfico humano estão aproveitando o caos para raptar mulheres e crianças.

Natasha Boom, gerente da organização cristã "Orphan’s Promise" na Europa, relatou à CBN News que traficantes de pessoas fingiram ser pastores em uma tentativa de raptar crianças na fronteira da Polônia com a Ucrânia.

"Ouvimos relatos no terreno esta semana sobre traficantes fingindo ser pastores e aparecendo com micro-ônibus e ônibus", denunciou Natasha.

As artimanhas cruéis das redes de tráfico aumentam ainda mais a insegurança e o risco entre mulheres e crianças ucranianas que saem do país em busca de refúgio. Com um deslocamento em massa, as autoridades têm dificuldades em identificar os criminosos que aproveitam o caos para agir.

"Alguns dos guardas de fronteira disseram: 'Há traficantes aqui, mas como sabemos? Existem milhares de pessoas'", contou Natasha.

A trabalhadora humanitária pediu aos cristãos de todo o mundo que orem pela proteção dos refugiados e para que os golpes das redes criminais sejam descobertas e frustradas. "Esse é um dos meus maiores pedidos de oração, que esse mal possa ser exposto pelo que é, que as crianças sejam poupadas", disse.

A missionária da Orphan's Promise, que mantém uma equipe para ajudar os refugiados na fronteira, relatou que além dos ucranianos terem que lidar com o temor da guerra, também estão enfrentando o medo de serem traficados. Natasha deu o exemplo de uma mãe que amarrou suas filhas com uma corda para evitar que fossem sequestradas.

"Esta mãe tinha uma corda amarrada na cintura com quatro meninas enroladas, provavelmente com menos de cinco anos, porque há risco de traficantes e ela não queria dormir com seus filhos lá", afirmou.

"Os guardas de fronteira foram algumas das pessoas mais incríveis que conheci. Alguns deles não dormiram porque queriam ficar acordados para proteger as crianças".

Segunda Natasha, muitas crianças ficaram tão traumatizadas, que não conseguiam falar e outras gritavam. "Foi inacreditável. Tentei me preparar, mas não há nada que possa prepará-lo para ver tantas crianças tão traumatizadas. Em cerca de uma hora, vi milhares e milhares de crianças, bebês, muitas mães, e foi um caos puro", observou.

A ucraniana Buznitska, que decidiu permanecer no seu país para servir como trabalhadora humanitária, disse que, apesar da apreensão e incerteza, ela e os filhos continuam confiando em Deus.

"Nós apenas confiamos em Deus que Ele nos protegerá", declarou ela, testemunhando que a família já experimentou muitos milagres durante o conflito. "A presença de Deus está aqui. Algumas bombas [não explodem]. Depois desta guerra, vamos sentar juntos e passar muito tempo compartilhando muitos testemunhos incríveis. Quão grande é o nosso Deus".

Cristãos resgatando refugiados do tráfico humano

A missionária americana Yelena, que está servindo na Ucrânia durante a guerra, relatou ao ministério Intercessores pela América que os traficantes procuram mulheres e crianças que estão sozinhas e oferecem falsas caronas, a fim de sequestrá-las.

A equipe de Yelena presenciou um desses episódios e percebeu que se tratava de uma tentativa de tráfico. Os missionários conseguiram impedir o rapto e pelo menos cinco traficantes foram presos pelas autoridades.

Em outra ocasião, o ministério de Yelena salvou um grupo de 35 refugiados na Polônia. Os ucranianos haviam aceitado uma carona de ônibus para a Alemanha, porém há 30 minutos de chegar ao destino, uma das mulheres notou que o motorista havia mudado a rota.

O motorista, que na realidade era um traficante de pessoas, levou ela e o grupo para um antigo prédio abandonado, onde havia equipamentos de filmagem. A jovem ucraniana percebeu o que estava acontecendo e ligou para um dos missionários da equipe de Yelena, que havia dado seu contato quando a ajudou na fronteira da Ucrânia.

Então, o ministério avisou a polícia, que conseguiu localizar os traficantes e resgatar o grupo sequestrado.

Não é a primeira vez que cristãos na Ucrânia salvam refugiados de serem traficados. Anteriormente, uma matéria do Guiame relatou que o ministério evangelístico Awakening Europe também resgatou mulheres ucranianas que seriam traficadas.

De acordo com a Organização Internacional para Migrações (OIM, na sigla em inglês), mulheres e crianças são os mais vulneráveis ao risco de tráfico humano e exploração sexual nas fronteiras da Ucrânia.

"Tal como todas as crianças que são retiradas das suas casas pela força da guerra ou de um conflito, as crianças ucranianas que chegam aos países vizinhos correm o risco de ficarem separadas das suas famílias, de sofrerem violência, exploração sexual e tráfico", alertou a UNICEF.

Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post via Folha Gospel

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

“Putin é cercado por pessoas demoníacas”, diz missionário que vive na Ucrânia


Após fugir para o interior e encontrar um local seguro, o missionário brasileiro fez uma transmissão ao vivo para dar detalhes sobre a invasão russa.


O missionário e pastor batista brasileiro que vive na Ucrânia, Anatoliy Shmilikhovskyy, continua dando notícias sobre a guerra que acontece por lá e disse, no sábado (26), numa transmissão ao vivo em seu Facebook, que “as orações da Igreja fazem a diferença”. 

Eu trago notícias boas e ruins. A notícia boa é que estamos vivos e estamos bem”, disse e logo após começou a relatar sobre tudo o que os ucranianos estão enfrentando desde o início da invasão russa.

Putin é cercado por pessoas demoníacas. Ao redor dele há shamãs, como costumamos chamar essas pessoas por aqui. Eles gostam muito de números”, disse. 

A guerra na Geórgia começou em 08.08.08 e na Ucrânia em 22.02.22. Para eles, isso significa muita coisa. Então, entendemos que para Mr. Putin é uma coisa espiritual. O que está no coração dele é algo espiritual”, revelou.

“Devemos batalhar com armas espirituais”

Mas, nós crentes sabemos que, contra as armas espirituais do maligno, também devemos batalhar com armas espirituais. Por isso, a oração é um dos momentos mais poderosos”, explicou.

Ele contou que sua filha mais nova está orando pelo Putin. “Ela está pedindo para que o coração dele seja bom. Nós entendemos a oração da criança. Para nós, isso parece impossível, mas o que é impossível para Deus?”, questionou.

Sobre a guerra, Anatoliy disse que ninguém é preparado para isso no seminário. “Guerra é guerra e nós estamos numa guerra aqui, bem no meio da Europa. O exército ucraniano está batalhando e defendendo o seu país. A Ucrânia não ataca, a Ucrânia se defende”, disse ainda.

Sobre as mortes de soldados e civis

Ouvimos uma informação oficial de que, somente hoje, o exército russo perdeu mil soldados. Por um lado, eu devo confessar que até fico contente, mas eu sei que mil famílias perderam seus filhos, mil mães terão sofrimento dentro de sua casa”, ponderou. 

Há mortes também aqui na Ucrânia. Pela manhã, um míssil caiu num orfanato perto de Kiev, onde havia 50 crianças. Aí, eu acho que já passou de todos os limites”, disse ao se referir ao absurdo de colocar crianças em risco em meio à guerra.

O nosso presidente Zelensky está pedindo à OTAN que nos dê cobertura contra os mísseis e eles estão decidindo ainda se vão ou não dar. Porque, se for uma batalha somente por terra, sem mísseis, a Ucrânia vai ganhar”, ele acredita.

“Nunca vi tantos ucranianos orando como agora”

Às vezes, não entendemos por que Deus nos permite passar por esses momentos, mas, eu nunca vi tantos ucranianos orando como estão orando agora. Nunca vi na minha vida”, compartilhou.

Depois citou o apoio recebido do Brasil, Estados Unidos, Europa, Polônia, Alemanha, Chile, e muitos outros lugares. O missionário agradeceu e pediu para que todos continuem orando

Nós não queríamos falar de guerra e batalha, pois nosso papel é propagar o Reino de Deus”, lamentou, mas mostrou que esse é o contexto que a Igreja na Ucrânia está vivendo. 

No momento em que gravou o vídeo, ele disse que estava num lugar seguro, no interior, após conseguir fugir da cidade de Lviv, uma das primeiras a ser atacada por soldados russos. 

A gente não quer mortes e não quer que o exército russo também sofra. A gente quer paz. Por favor, irmãos, orem por nós. Estamos vendo que quando a Igreja se mobiliza faz a diferença”, concluiu.

Assista aqui:

Fonte:
Guiame

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Pessoas que vão à igreja são mais felizes e têm menos depressão, aponta pesquisa

Uma pesquisa recente divulgada pelo Instituto Gallup, dos Estados Unidos, apontou que quanto mais vezes uma pessoa vai à igreja, mais feliz ela é, diferentemente de quem vai menos, ou, mais ainda, de quem nunca vai.

Os dados refletem a concepção de que a fé produz impactos diretos não apenas na vida espiritual, mas também na saúde mental do ser humano, o que reforça a importância da prática religiosa no contexto social.

Os dados da pesquisa foram comentados pelo diretor do Instituto, Dr. Frank Newport, que também é um cientista pesquisador na área da sociologia.

"Os dados do Gallup, em janeiro, indicam que 92% daqueles que frequentam os cultos semanalmente estão mais satisfeitos, em comparação com 82% daqueles que frequentam menos do que mensalmente", disse ele.

"A diferença é ainda mais evidente em termos do percentual entre pessoas que relatam estar muito satisfeitas (67%), que frequentam semanalmente a igreja, em comparação com 48% das que dizem frequentar pouco", destaca o pesquisador.

Newport afirmou que a pesquisa foi ampla e detalhada, de modo que ela serve para confirmar a correlação entre bem-estar social e religião. No caso, a maior incidência do público cristão nos Estados Unidos terminou sendo um fator preponderante no levantamento dos dados em relação a esse segmento religioso.

"Essas descobertas atualizam uma longa linha de estudos que confirmam a conexão entre religião e bem-estar, tornando-se uma das descobertas mais pesquisadas e robustas em toda a sociologia da religião", disse Newport.

O pesquisador destacou ainda a importância da experiência religiosa no combate a problemas emocionais/psicológicos, como a depressão. Pensamentos negativos e outros contextos potencialmente psicopatológicos também foram observados em menor número entre as pessoas que frequentam a igreja.

"Os muito religiosos avaliam suas vidas de forma mais positiva, são menos propensos a ter sido diagnosticados com depressão e experimentam menos emoções negativas diariamente", disse Newport. "Os muito religiosos também fazem escolhas de saúde muito melhores do que aqueles que não são tão ou nada religioso."

Fonte: Gospel+

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Sarah Sheeva alerta cristãos sobre perigo de ter amizade com pessoas mundanas

 

Sarah Sheeva, é escritora e cantora brasileira. que ficou famosa por sua pregação a respeito de abstinência sexual antes do casamento, tendo aumentado muito sua visibilidade após a profecia sobre a morte da cantora Marilia Mendonça 1 mês antes do ocorrido.

Sarah Sheeva que se apresenta como pastora, é  um caso diferenciado de artista que se converteu, não nascida em um lar cristão, também filha dos conhecidos cantores brasileiros, Reta Lee e Pepeu Goes, mas que tem dado um excelente testemunho cristão no dias atuais.

Veja  que ela diz sôbre a amizade dos cristãos com pessoas mundanas, publicada no Canal "Cristão também pensa"

ASSISTA AQUI

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Mais de 155 mil pessoas morrem todos os dias sem Cristo, diz relatório


Pelo menos 2 pessoas morrem sem a salvação em Jesus a cada segundo, de acordo com um levantamento divulgado pela International Mission Board (IMB), uma organização missionária filiada à Convenção Batista do Sul, dos EUA.

O Relatório Estatístico Anual de 2020 da IMB mostra que cerca de 155.473 morrem diariamente sem Cristo, em meio a uma população global de mais de 7,8 bilhões de pessoas.

Segundo a IMB, os números são calculados com base nas Perspectivas da População Mundial para 2020 do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas e estimativas evangélicas.

O relatório também observa que o crescimento da população no mundo também aumenta de forma “incomparável” a necessidade de se investir no campo missionário.

De 1700 a 2000 d.C., 15,9 bilhões de pessoas viveram na Terra. No entanto, estimamos que mais de 24,9 bilhões viverão entre 2000 e 2100 d.C. Isso significa que mais 9 bilhões de pessoas estarão vivas nos próximos cem anos do que estavam vivas durante os 300 anos anteriores”, diz o relatório.

Neste século, a necessidade de semear o Evangelho abundantemente, fazer discípulos obedientes e plantar igrejas saudáveis ​​é incomparável.

A IMB também classifica as pessoas deslocadas à força (entre elas, os refugiados), como maior parte do Grupo de Pessoas Não-Alcançadas (UUPG, na sigla em inglês). O UUPG é definido como um grupo de pessoas que vivem em locais onde menos de 2% da população é evangélica e não há estratégias ativas de plantação de igrejas.

Segundo o relatório, há 79,8 milhões de pessoas deslocadas à força em todo o mundo. Entre elas, 45,7 milhões são pessoas deslocadas internamente, 26,3 milhões são refugiados, 4,2 milhões são requerentes de asilo e 3,6 milhões são venezuelanos deslocados para o exterior.

Pessoas deslocadas à força tendem a se reassentar em países mais acessíveis aos missionários, potencialmente abrindo a porta para que esses UUPGs tenham acesso ao Evangelho pela primeira vez”, diz o relatório.

A IMB também avalia que o trabalho com pessoas deslocadas à força exige abordagens de ministério exclusivas, ainda que 60% dos refugiados e 80% dos deslocados internos se estabeleçam em áreas urbanas.

As estratégias de missão estão se ajustando para atingir esses grupos com o Evangelho onde eles se estabeleceram e para mobilizar os crentes existentes dentro dos grupos para engajar seu próprio povo”, diz o relatório.

O Relatório Estatístico Anual de 2020 revela o crescimento do trabalho missionário em comparação com as estatísticas de 2019, que também foi um ano de sucesso para alcançar os perdidos.

Através dos esforços da IMB, houve 18.380 novas igrejas plantadas, 144.322 novos convertidos, 86.587 batismos, 127.155 receberam treinamento de liderança, 3.552 foram enviados para o campo missionário e 769.494 ouviram o Evangelho.

Estamos orando para que o Senhor use as dificuldades atuais para abrir uma porta mais ampla para a verdade… Mas se a porta for aberta, quem poderá entrar nela?”, questionou Rosewell Hobart Graves, Missionário da FMB na China por 56 anos, em 19 de agosto de 1857. “Há uma colheita poderosa, madura para a eternidade, mas sem trabalhadores para colhê-la!


Parte do relatório da IMB de 2020, com dados em inglês. (Foto: IMB/Montage Guiame)

Fonte: Guia-me – Luana Novaes via Folha Gospel

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