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quarta-feira, 29 de outubro de 2025

Igreja se reúne em uma ponte para orar





Cerca de 60 cristãos participaram do ato profético da Assembleia de Deus em São Bento na Paraíba


Cerca de 60 cristãos da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em São Bento, na Paraíba, sob a direção do pastor local Edjanio Caitano e a esposa Rosália Lima, participaram de um ato profético na ponte João Agripino, na noite de terça-feira, 21 de outubro.

Devido o aumento da violência e do número de pessoas que tentam contra a própria vida, a Igreja realizou um forte clamor na ponte, onde todos os que estavam no local entenderam a necessidade de interceder pela cidade e pedir ao Senhor pela paz.

A presença dos cristãos chamou atenção de quem passava nos carros ou como pedestre. A oração repercutiu por toda cidade e foi até noticiado na TV local. Segundo o pastor Edjanio, o momento foi marcado pela presença de Deus.

Foi marcante ver a unidade do povo e a fé que move montanhas. Erguemos nossas vozes ao céu, repreendendo toda ação maligna, todo espírito de morte e de suicídio que tem assolado vidas, tanto na ponte quanto em outros lugares de nossa cidade. Declaramos que São Bento pertence ao Senhor Jesus Cristo e que onde abundou a dor, superabundará a graça de Deus!”, afirmou o pastor.

No vídeo compartilhado no Instagram da conta da igreja e do pastor, os seguidores celebraram a iniciativa da igreja.

E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face… então eu ouvirei dos céus, e sararei a sua terra.” 2 Crônicas 7:14

Por Luciene Saviolli / Com informações e fotos cedidas pela mídia da igreja

Fonte: CPAD  News

sábado, 9 de setembro de 2023

Desenho da Netflix mostra um Jesus com armas e promíscuo



"Esse vídeo é um acinte e a Netflix deveria ser responsabilizada por cenas tão hediondas”, disse o pastor Renato Vargens.


A nova temporada da série animada Paradise PD, da Netflix, tem sido criticada por mostrar Jesus matando seus adversários e mantendo relações sexuais com duas discípulas.

O quarto episódio da terceira temporada foi chamado de "terrivelmente ofensivo" pelo site News Busters, por zombar da fé cristã para tentar atacar o direito a armas.

Os personagens da série debatem o assunto e, para provar que as armas não são um problema – dentro do um episódio que visa ironizar a defesa das armas – o filme da crucificação de Jesus é exibido.

Nesse vídeo, Jesus está na cruz, pronto para morrer, mas desce para matar seus perseguidores com duas metralhadoras em suas mãos. Depois, duas discípulas seminuas se aproximam, beijam Jesus e se deitam com ele aos pés da cruz. Sem mostrar a cena, os sons simulam que eles tiveram relações sexuais.

Apesar de ser um desenho, Paradise PD não é indicado para crianças. A classificação da série é de 16 anos por conter "violência extrema, conteúdo sexual e drogas ilícitas".

A discussão é antiga nos Estados Unidos, pois o episódio estreou em 2021. No Brasil, o debate é recente e foi levantado pelo pastor Renato Vargens em suas redes sociais.

"Netflix, numa atitude de desrespeito e ataque à fé cristã, blasfema contra Cristo ofendendo milhões de cristãos no Brasil e no mundo", declarou o pastor ao publicar uma nota de repúdio.

"Agora, esquerdistas pregam tolerância, mas são intolerantes e desrespeitam a fé cristã. Ora, esse vídeo é um acinte e a Netflix deveria ser responsabilizada por cenas tão hediondas", completou ele.


Fonte: Pleno News via Folha Gospel

domingo, 16 de outubro de 2022

Militante acusa igrejas evangélicas de violência e Cláudio Duarte rebate


Um militante petista foi filmado em um evento da campanha do ex-presidente Lula afirmando que as igrejas evangélicas promovem violência, e que esse segmento da sociedade estaria promovendo a “morte” do cristianismo.

"Há mais de 30 anos nós estávamos trabalhando em Brasília e foi feita uma pesquisa na sociedade do Distrito Federal sobre as instituições. Este é outro problema: o institucionalismo no cristianismo mata, mata o cristianismo", acusou.

Sem citar maiores referências, o militante afirmou que estudos haviam descoberto que os brasileiros consideram as igrejas evangélicas como redutos de violência:

Foi feita uma pesquisa [sobre] quais instituições são menos empáticas, mais violentas, mais agressivas contra a sociedade. A pesquisa determinou que a Polícia Militar do Distrito Federal estava em primeiro lugar, e logo em seguida as igrejas evangélicas. Isso é a pesquisa de mais de 30 anos atrás”.

É difícil pesquisa no Brasil, mas vá lá. Isso foi feito por um grupo de pastores que participavam lá em Brasília. Daí você entende como é que se construiu esse pensamento totalmente adverso do cristianismo no apoio ao bolsonarismo. São jogos de interesses”, acrescentou o militante.

Ao final do vídeo, ele externa o desejo de silenciar os cristãos, sugerindo que as autoridades rompam seus relacionamentos com os evangélicos: "Eu tenho um apelo para fazer aos políticos quando tiverem a caneta na mão, o controle do dinheiro: parem, definitivamente, de doar qualquer coisa para qualquer igreja. Eu sei que vai ser muito difícil na guerra dos votos".

Em resposta, o pastor Claudio Duarte publicou o vídeo em sua conta no Instagram e rebateu as acusações do militante: "É lamentável ter que ouvir isso. Mas pior que ouvir isso de um homem é ver uma multidão apoiar. Visite a nossa igreja e procure a violência!".

Fonte Gospel+

MEU COMENTÁRIO:

Tenho 62 anos de idade e, pela graça Deus, nascido num lar cristão evangélico, portanto, sempre congreguei numa Assembleia de Deus, desde os primeiros dias de vida. Sendo meu saudoso pai um pastor, passei por diversas delas, por onde foi Dirigente local, até que 1976 assumiu a liderança da AD Cubatão SP.

Hoje estou como líder principal dessa Igreja, presido também uma convenção de pastores (COMADESPE) com mais de 1.500 líderes das mais diversas regiões do Estado de São Paulo e até do Brasil, sendo que pela primeira vez ouço de uma pesquisa que aponta a Igreja Evangélica, entre as instituições mais violentas.

Tudo isso é no mínimo muito estranho e questionável, porém, fica também muito fácil de se verificar, quem tiver dúvida faça uma visita a uma igreja evangélica e veja se isso confere.

Por outro lado, o conselho do militante em tela, para que os governantes de plantão não façam doações para as Igrejas, já se torna vazio e inócuo, uma vez que isso já é proibido pela constituição, pois o estado brasileiro é laico, portanto não deve e nem pode financiar instituições religiosas.

Agora, se algum pastor ou politico, de forma ilegal, se locupletam por avareza ou interesse eleitoreiro, ambos são corruptos e cúmplices, afinal de contas, uma Igreja verdadeira confia completamente, única e exclusivamente na providência divina, jamais em atitudes desonestas e anti republicanas.

Tais pastores deveriam se envergonhar de suas atitudes e abrirem mão de suas funções eclesiásticas.

Quando a Igreja se locupleta, perde a sua voz profética, e é isso que o militante em tela está cobrando, em outras palavras, quem recebe benesses não pode nos contestar, nesse caso, os valores e princípios morais, éticos e espirituais...

Fica a lição para os que pensam serem espertos.

É o que penso.

Pr. Carlos Roberto Silva

terça-feira, 2 de junho de 2020

Irmão de George Floyd vai às ruas para orar e condenar protestos violentos


Terrence Floyd afirmou que os protestos contra o racismo são válidos, mas de forma pacífica.


Enquanto tumultos violentos e agitação desenfreada continuam a varrer os Estados Unidos, o irmão mais novo de George Floyd está implorando para que a violência pare e que os protestos sejam pacíficos.

"Façam isso de forma pacífica, por favor", pediu Terrence Floyd na segunda-feira, quando uma multidão de manifestantes em luto se reuniu no local onde seu irmão morreu depois de ter sido sufocado sob o joelho de um policial durante vários minutos.

Cercado por ativistas dos direitos civis, Terrence pediu às pessoas que protestassem, mas sem destruir suas comunidades.

"Meu irmão se mudou de Houston para cá", disse Terrence. "Eu sei que ele não gostaria que todos vocês estivessem fazendo isso ... Isso não trará meu irmão de volta."

A multidão gritava: "Qual é o nome dele? George Floyd!" e "Paz à esquerda, justiça à direita", como se dissesse que andam de mãos dadas.

Terrence Floyd, às vezes cheio de emoção, orou e chorou enquanto usava uma máscara com a imagem de George.

"Minha família é pacífica. Minha família é temente a Deus. E sim, estamos muito tristes", ele disse.

Dois homens estavam ao lado de Terrence para apoiá-lo, enquanto ele chorava pela dor da perda de seu irmão.

Cercado por flores, velas e placas de protesto, ele pediu aos manifestantes que levassem sua voz às urnas.

"Se eu não estou aqui destruindo minha comunidade, então o que vocês estão fazendo?" ele perguntou. "Vamos parar de pensar que nossa voz não importa e votar. Não basta votar no presidente, mas nas preliminares".

A multidão exigiu que todos os policiais que viram Floyd morrer sob sua custódia fossem processados.

O policial Derek Chauvin, que é visto em vídeo pressionando o pescoço de George com o joelho, apesar dos gritos de que ele não conseguia respirar, foi acusado de assassinato. Os outros três policiais envolvidos não foram acusados.

Fonte: Guiame

domingo, 14 de julho de 2019

MPF reúne pastores e babalaô para debater combate à intolerância religiosa

O combate à intolerância religiosa na Baixada Fluminense proporcionou uma reunião entre o babalaô Ivanir dos Santos e um grupo de pastores evangélicos das igrejas batistas, luteranas e anglicanas, além de representantes de igrejas pentecostais.
O Ministério Público Federal (MPF) foi o anfitrião do encontro entre os pastores e o presidente da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), babalaô Ivair dos Santos. A reunião foi realizada na sede do órgão, no centro do Rio de Janeiro (RJ).
De acordo com informações do jornal O Globo, o procurador Julio José Araújo Jr. mediou o diálogo entre os líderes religiosos. O centro da reunião foi a preocupação com casos de violência envolvendo traficantes da Baixada Fluminense, que tem destruído terreiros na região em nome de sua crença. Eles se identificam como evangélicos.
Ao todo, a CCIR já contabilizou 20 denúncias em São Gonçalo desde o início do ano. Em Duque de Caxias, foram 15 templos fechados à força. Em São João de Meriti e Belford Roxo, foram dez em cada.
Para Ivanir dos Santos, os casos podem ser ainda mais numerosos, já que muitos adeptos das religiões afro-brasileiras temem fazer queixas e terminarem sofrendo retaliações dos criminosos.
"Uma parcela está nessa conversa desde 2008, quando fizemos a primeira caminhada contra a intolerância religiosa. A novidade é chamarmos para discutir uma estratégia de combate à intolerância a partir da perspectiva deles. Fico muito feliz que aceitaram", declarou o babalaô. "A gravidade dos ataques que estão acontecendo macula a imagem dos evangélicos. A grande maioria não é assim, essa reunião quer mostrar isso", acrescentou.
No dia 14 de julho, domingo próximo, a CCIR organizará a primeira caminhada contra a intolerância na Baixada Fluminense, em Nova Iguaçu. "É importante que ocorra na Baixada. Queremos apenas respeito e chamar as pessoas que querem dialogar. Isso é fundamental para a sociedade brasileira em um momento que há muito ódio".
O procurador Araújo Jr apoia a iniciativa:
"A intenção é abrir as portas da instituição para garantir que esse diálogo inter-religioso contribua para esse combate à intolerância religiosa. Da mesma forma que há papel importante das instituições em combater práticas ilícitas e cobrar políticas públicas, é importante interagir com os diversos segmentos da sociedade para que eles se manifestem e se unam e se articulam em torno de um pacto contra a intolerância religiosa".
Fonte: Gospel+

quinta-feira, 11 de julho de 2019

Bispa Sonia alerta sobre evangélicas vítimas de violência doméstica: “chegam ao altar com olho roxo”

"Igrejas que dizem para não denunciar estão assinando o atestado de óbito da vítima"

As igrejas desenvolvem ações voltadas para ajudar famílias enfrentarem os mais diversos problemas na sociedade e a luta contra a violência doméstica contra as mulheres é um exemplo disso. No caso abaixo, Sonia Hernandes, líder evangélica do país, fala sobre seu trabalho a frente de um grupo que ajuda essas vítimas.
Sonia é uma das fundadoras da igreja evangélica Renascer em Cristo e atende por mês cerca de 100 mulheres pedindo ajuda para sair de uma situação de violência doméstica. "Elas nos procuram no altar com os olhos roxos, hematomas nos braços e nas pernas e relatando ameaças de morte por parte dos maridos", diz a Bispa.
Ela informa ter criado um grupo de advogados voluntários para orientar essas mulheres.
A evangélica também pretende implementar em suas igrejas o projeto Tempo de Despertar, aplicado na ressocialização de homens agressores. O programa, que hoje funciona em fóruns de Justiça de São Paulo, promove tratamento psicológico e grupos de conversa para homens, na tentativa de diminuir a reincidência das agressões.
O Tempo de Despertar deve ser expandido para outras duas igrejas evangélicas e em uma congregação católica.
Sem saber como fazer uma denúncia, com medo do marido ou de serem, injustamente, culpadas por destruir a família ao fazer uma queixa, muitas vítimas encontram na igreja a tábua de salvação, e nos líderes religiosos aqueles que vão lhes dizer o que devem fazer.
Para Sonia, muitas denominações falham nesse trabalho. "Sei que há instituições religiosas, e não só evangélicas, que fazem a mulher aceitar se calar. Isso arrebenta a vida delas", diz.
"Igrejas que dizem para não denunciar estão assinando o atestado de óbito da vítima".
A negligência em casos de violência é tão recorrente, que lideranças religiosas e associações têm instruído, de maneira prática, seus integrantes a ouvir e ajudar as vítimas. O Conic (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil), que reúne as igrejas Católica, Luterana, Anglicana, Batista, Presbiteriana e Ortodoxa, divulgou um comunicado no dia 22 de junho direcionado a pastores, padres e reverendos: "Parem de aconselhar a mulher que é agredida fisicamente pelo marido a orar e esperar em Deus; mandem ela ir até uma delegacia denunciar o covarde. Do contrário, vocês são cúmplices do crime".

Atitudes erradas

"Pastora me dizia que eu não deveria me separar mesmo que ele me batesse"
Foi com uma referência à Bíblia que a pastora de uma igreja evangélica respondeu ao pedido de ajuda da dona de casa M. D., 27 anos, quando ela contou que era espancada pelo marido.
"Os humilhados serão exaltados", disse a religiosa, que ainda orientou M. a jejuar, passar sete madrugadas orando e "aguentar as humilhações" do agressor. "Ele me dava tapas no rosto, me chamava de vagabunda, já me empurrou da cama e disse que ia passar a faca em mim. Pedi ajuda para essa líder e fiz o que ela disse, mas não resolvia. Estava morrendo por dentro", conta M.
Ela ouvia que não deveria se separar e que tinha que ser forte e aguentar as explosões de raiva do marido, mesmo que ele a agredisse fisicamente. "Um dia, ele me segurou pelo pescoço dizendo que ia me matar. Em seguida, contei para a minha irmã, que chamou a polícia. Fui então levada a um abrigo para mulheres vítimas de violência doméstica”, diz M., que hoje que mora em Rondônia, em uma casa de acolhimento para mulheres agredida. “Depois que me separei, ninguém da igreja me procurou para saber como eu estava, pois eles são contra o divórcio.
(Com UOL) via JM Notícia

domingo, 13 de janeiro de 2019

Ceará: Bandidos atacam ponte e colocam fogo em carros

Onda de violência no estado do Ceará já chegou ao 12º dia

No dia 12º dia da onda de violência que acontece no Ceará, criminosos atacaram uma ponte no município de Chorozinho, incendiaram carros na cidade de Umirim e detonaram explosivos em frente ao Juizado Especial Criminal de Fortaleza.
Na madrugada deste domingo (13), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) precisou interditar a ponte de Chorozinho após a detonação e os motoristas tiveram que alterar o trajeto.
Até o momento, 336 pessoas já foram detidas por terem algum envolvimento nos crimes.
Para tentar combater os ataques, a Assembleia Legislativa do Ceará aprovou, neste sábado (12), um pacote de medidas. 
Entre elas estão:
  • Lei da Recompensa, que premia em dinheiro quem denunciar autores de ataques ou fornecer informações;
  • Retirada de tomadas elétricas das celas dos presídios para evitar o uso de carregadores de celular;
  • Aumento no número de horas extras que policiais e bombeiros podem fazer por mês;
  • Convocação de policias da reserva para aumentar o efetivo;
  • Criação do Fundo de Segurança Pública.
ENTENDA

Os ataques violentos começaram no dia 2 de janeiro. Criminosos atearam fogo em ônibus, carros e empresas de telefonia e invadiram prédios públicos. Nesta quinta-feira, eles chegaram a explodir bombas embaixo de dois viadutos da capital. As detonações danificaram a estrutura da base do metrô, mas não provocaram desmoronamentos.

Os crimes aconteceram em 43 municípios cearenses. Facções tiveram envolvimento confirmado nos 194 ataques registrados até agora. Dos 287 presos, 35 são integrantes de organizações criminosas. Eles foram transferidos para presídios federais.
O Conselho Penitenciário do Estado do Ceará afirmou que essa é uma represália contra o secretário Mauro Albuquerque, mas vídeos divulgados pelos próprios bandidos citam diretamente o presidente Jair Bolsonaro.
Fonte: Pleno News

sábado, 12 de janeiro de 2019

Crime organizado derruba torre de energia no Ceará no 11º dia de violência

No 11º dia da onda de violência no Ceará, um grupo de criminosos derrubou uma torre de transmissão de energia em Maracanaú.
Bandidos também explodiram, na madrugada deste sábado (12), uma bomba em uma concessionária de veículos em Fortaleza, capital do estado. Até o momento já foram 194 ataques confirmados em 93 municípios.
A Polícia Militar informou que parte da torre de transmissão foi explodida, fazendo com que o equipamento caísse. Por causa do ataque, alguns bairros de Fortaleza e cidades da Região Metropolitana, entre elas Cascavel, Eusébio, Maranguape, Itaitinga e Maracanaú, tiveram queda de energia.
Ao portal G1, no entanto, a Enel Distribuição Ceará informou que a queda da torre de transmissão não interrompeu ou fornecimento de energia aos clientes.
Já o ataque à concessionária ocorreu por volta de 5h da manhã. Ninguém ficou ferido com a explosão. Os suspeitos ainda estão sendo procurados.
ENTENDA

Os ataques violentos começaram no dia 2 de janeiro. Criminosos atearam fogo em ônibus, carros e empresas de telefonia e invadiram prédios públicos. Nesta quinta-feira, eles chegaram a explodir bombas embaixo de dois viadutos da capital. As detonações danificaram a estrutura da base do metrô, mas não provocaram desmoronamentos.

Os crimes aconteceram em 43 municípios cearenses. Facções tiveram envolvimento confirmado nos 194 ataques registrados até agora. Dos 287 presos, 35 são integrantes de organizações criminosas. Eles foram transferidos para presídios federais.
O Conselho Penitenciário do Estado do Ceará afirmou que essa é uma represália contra o secretário Mauro Albuquerque, mas vídeos divulgados pelos próprios bandidos citam diretamente o presidente Jair Bolsonaro.
Fonte: Pleno News

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Cantora Sarah Farias faz pedido de oração pelo Ceará

"Vendo com preocupação tudo que está acontecendo", avaliou

Neste sábado (5), a cantora Sarah Farias fez um pedido aos seus seguidores das redes sociais. Ela conclamou uma mobilização de oração e jejum pelo fim da onda de violência no estado do Ceará.
Vendo com preocupação tudo que está acontecendo no lindo estado do Ceará – declarou.
A artista ressaltou ainda uma espécie de presságio que teve antes dos ataques acontecerem.
Na última vez que cantei no Ceará , ano passado, eu comentei com os pastores e esposas que estava sentindo um peso espiritual no estado. E fico triste com os últimos acontecimentos – escreveu ela.
Sarah deixou uma mensagem de consolo e encorajamento para a Igreja do estado. Ela também compartilhou seu pedido a Deus em prol da melhora da situação.
Quero dizer a Igreja no Ceará que estou com vocês em oração. Senhor, leva teu povo para o jejum, para o arrependimento e para a oração e sara a terra ferida pelo derramamento de sangue. Levanta teus atalaias novamente e que eles subam nos seus postos de vigia! Orem pelo Ceará – concluiu.
Fonte: Pleno News

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Onda de violência: Minas Gerais registra terceira depredação de igrejas em quatro dias

Uma onda de violência contra templos cristãos no país tem chamado a atenção dos líderes e assustado fieis

Uma onda de violência contra templos cristãos no país tem chamado a atenção dos líderes e assustado fieis. Templo pichados, depredados e bens destruídos são o retrato do início de uma perseguição mais acirrada as cristãos no Brasil por causa de sua posição conservadora bem definida no processo eleitora que culminou na vitória de Jair Bolsonaro.
Onda em Minas
Mais uma depredação ao patrimônio cultural e religioso de Minas foi registrada em Minas Gerais. Desta vez, o crime aconteceu em outro templo católico, na Igreja São José, em Ituí, na zona rural de São João Nepomuceno, na Região da Zona da Mata. O templo religioso foi invadido e a imagem de Nossa Senhora Aparecida foi quebrada. A Arquidiocese de Juiz de Fora acredita que o ato tenha sido cometido por intolerância religiosa. O registro do boletim de ocorrência será feito ainda nesta terça-feira. Este foi o terceiro caso de vandalismo somente nos últimos quatro dias.
O crime aconteceu no último fim de semana, mas só foi descoberto nessa segunda-feira. De acordo com a assessoria de imprensa da arquidiocese de Juiz de Fora, duas pessoas chegaram na igreja e notaram uma das portas arrombadas. Eles fizeram uma varredura no local e verificaram que nenhum objeto foi furtado.
Imagem foi encontrada caída no chão e danificada
(foto: Arquidiocese de Juiz de Fora / Divulgação)
Porém, encontraram a imagem de Nossa Senhora de Aparecida, que ficavam em um andor, jogada no chão. A peça ainda estava enrolada em um pano amarela e com um terço preso. A parte debaixo se desprendeu, e com o impacto. Os danos deixaram vários cacos da imagem espalhados pelo chão da igreja.
A arquidiocese de Juiz de Fora informou que vai registrado o boletim de ocorrência ainda nesta terça-feira sobre o caso. A hipótese levantada é de um ato por intolerância religiosa. O invasor ainda não foi identificado.
Onda de violência
Esse foi o terceiro ato de vandalismo ao patrimônio cultural e religioso em Minas Gerais. Na madrugada de domingo, em São João del-Rei, um estudante de psicologia, de 21 anos, natural de Jundiaí (SP), se tornou suspeito de ter subido na porta da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, de 1732, e quebrar um anjo barroco em pedra-sabão e outros adornos que compõem a entrada do templo. O imóvel está localizado na Praça Deputado Augusto das Chagas Viegas, no Centro Histórico.
No sábado, em Conselheiro Lafaiete, na Região Central de Minas, a imagem centenária de Nossa Senhora das Graças, de origem francesa e feita em gesso, se transformou em cacos quando um jovem de 18, aproveitando que o templo estava vazio, entrou na Igreja de São Sebastião e puxou do altar lateral a peça de 1,20 metro de altura. Na noite anterior, a mesma pessoa foi acusada de quebrar vidros do Posto de Saúde da Família (PSF) do Bairro Alto do Guarani, na mesma cidade.
Templos evangélicos na mira
A Igreja Assembleia de Deus da cidade de Moreno, na Grande Recife (PE), amanheceu pichada nesta segunda-feira (29) com frases contra o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).
Palavras ofensivas, palavrões e frases de apoio ao PT mostravam o descontentamento do grupo com o resultado das urnas. Na lateral da igreja, o grupo ainda escreveu: "Lula livre".
A igreja preferiu não emitir nota a respeito do ocorrido.
Ao longo da campanha eleitoral, várias igrejas evangélicas foram alvos de depredação, pois muitos líderes religiosos resolveram apoiar Bolsonaro como candidato. Os grupos contrários a ele, não satisfeitos, resolveram atacar as igrejas.
A destruição de bem cultural protegido é crime previsto no art. 62 da Lei 9605/98. Os autores da infração estão sujeitos a pena de reclusão de um a três anos de prisão, e terão que pagar multa. Além disso, têm a obrigação de restaurar o bem danificado.
Com informações EM via JM Notícia

“Espírito de violência foi liberado sobre nossa nação e haverá derramento de sangue”, alerta Helena Tannure


Segundo a profecia, jovens opositores ao presidente eleito realizarão ataques violentos e haverá confronto com a polícia

Um áudio da pastor Helena Tannure tem sido compartilhada nos grupos de intercessores de todo o Brasil fazendo um alerta para todos os brasileiros de fé, para que orem e intercedam pela batalha que virá após a eleição de Jair Bolsonaro.

Segundo a pastora, os opositores do presidente eleito com mais de 57 milhões de votos realizarão uma série de atos e muito sangue será derramado no solo brasileiro.
"Queria despertar vocês, minhas irmãs queridas, para necessidade que nós temos agora, mais do que nunca, de nos unirmos em intercessão fervorosa pelo tempo que o Brasil tem pela frente. Deus tem nos entregado palavras sobre um espírito de violência que foi liberado sobre a nossa Nação e inclusive sangue de jovens será derramado sobre o solo brasileiro", declarou.
Tannure pede a todas as intercessoras daquele grupo de mulheres para que elas dobrem seus joelhos e façam jejum pelo país. Falando sobre a eleição, a pastora ensina que a vitória de Bolsonaro, que foi apoiado por muitas igrejas evangélicas, não é o fim de uma batalha, mas sim o início de uma grande luta espiritual.
"Não considerarmos a vitória do Jair Bolsonaro como fim de uma batalha muito pelo é o início de uma ele vai precisar de todas as nossas orações jejuns e súplicas", ensina.
A pastora pede duas frentes de oração:

A primeira delas para que Bolsonaro possa governar tendo o coração inclinado para ouvir a voz de Deus, ainda que não haja um "salvador da Pátria", como ela mesma diz no áudio que você ouvirá a seguir.
A segunda frente de oração deve ser feita contra a violência. "Muitos jovens doutrinados no espírito de violência tão incoerente que, com medo da violência e do discurso de ódio, é exatamente o discurso de ódio que tem sido propagado após o resultado dessas eleições e a promessa de retaliação e de resistência. A gente sabe que uma resistência pode ser violenta e pode gerar violência", completou.
Fonte: JM Notícia
OUÇA O ÁUDIO AQUI

sábado, 19 de maio de 2018

Tiroteio interrompe culto em cena de perseguição policial, no interior do RN


A prática comum de realizar cultos evangelísticos nas ruas nem sempre acontece ou termina em calmaria. Em uma sociedade marcada por altos índices de violência, até mesmo atividades religiosas estão ameaçadas pelo dia-a-dia da criminalidade em algumas regiões, como aconteceu em Mossoró, um município localizado no interior do Rio Grande do Norte.
Na última quarta-feira (16), no bairro Ilha de Santa Luzia, um grupo de fiéis de uma igreja evangélica estavam reunidos na calçada, ocupando também parte da rua, para realização de um culto no local. Um vídeo gravado por um dos presentes mostra o momento em que uma mulher fala ao microfone, enquanto outros assistem.
Em outra região, ao que tudo indica nas proximidades, ocorria um bloqueio policial. Foi quando dois homens em uma moto furou o bloqueio, iniciando uma perseguição da Polícia aos dois suspeitos sobre a moto, segundo informações que foram dadas pela PM ao jornalismo do Bom dia RN
No vídeo é possível observar o momento em que os fiéis escutam o primeiro tiro. O culto continuou, mas em seguida uma nova sequência de tiros e a presença dos suspeitos com a Polícia no encalço obrigou os fiéis a largar os equipamentos para se protegerem.
O culto estava sendo realizado entre as ruas Padre Florêncio e Jeová Rodrigues. Um dos suspeitos foi preso pela PM, mas o outro conseguiu fugir. Levado para a delegacia, o homem detido foi reconhecido por duas vítimas de assalto. Eles teriam levado os celulares delas.

Pastor é assassinado por incomodar traficantes, em Mossoró

O caso acima não foi o único de violência que indignou os evangélicos de Mossoró nesta semana. A Polícia também revelou, através da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que o sargento aposentado Luiz Valdécio Faustino, de 57 anos, que também exercia a função de Pastor evangélico, foi assassinado por traficantes em 23 de março.
O motivo do crime, segundo a Polícia, foi porque o Pastor Valdécio estava atuando no bairro de Ouro Negro, onde foi morto pelos meliantes. Ele evangelizava os jovens e usuários de drogas já fazia algum tempo, o que teria incomodado os traficantes. Ele fazia o mesmo em Tibau e Boa Vista.
O pastor foi morto por dois homens, um adolescente e outro maior de idade. O menor já foi preso com uma pistola 380 e recolhido para o CEDUC. O maior está foragido. O Delegado Rafael Arrais pediu a colaboração da comunidade para dar informações sobre o paradeiro do foragido, garantindo o sigilo da informação, através do número: 084 3321 5172
Fonte: Gospel+

Veja a entrevista com o Delegado responsável pelo caso:
ASSISTA AQUI
Para uma boa audição desligue o áudio do Stúdio Rhema
no canto superior esquerdo do blog
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