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segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Morre mãe de Marcelo Crivella aos 85 anos no Rio de Janeiro

Mãe do ex-prefeito carioca Marcelo Crivella, Eris Bezerra, faleceu aos 85 anos na madrugada desta segunda-feira (28), em seu apartamento em Copacabana. A causa da morte ainda não foi divulgada.

De acordo com Alberto Sampaio, advogado de Crivella, o enterro está marcado para a próxima quarta-feira (30), no Cemitério do Caju, na zona portuária da cidade.

Por estar cumprindo prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, Marcelo Crivella vai precisar de uma liminar da Justiça para acompanhar o sepultamento da mãe.

O prefeito afastado foi preso na semana passada, na última terça-feira (22), em um desdobramento da Operação Hades, que investiga um suposto “QG da Propina” na Prefeitura do Rio. Segundo o Ministério Público, Crivella seria o líder da organização criminosa.

O prefeito afastado chegou a ser levado para a Penitenciária de Benfica, na zona norte, mas conseguiu que a prisão preventiva fosse convertida para domiciliar.

Após a prisão de Marcelo Crivella, Eris não teve mais contato com o filho único. A mãe de Crivella era irmã do bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal.

Fonte: Pleno News e UOL via Folha Gospel

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Câmara do Rio rejeita abrir processo de impeachment contra Crivella

Gabriel Sabóia
Do UOL, no Rio
A Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro rejeitou por maioria simples a abertura de um processo de impeachment contra o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) por um placar apertado de 25 votos a 23, na tarde desta quinta-feira, 3 de setembro.
Com isso, a denúncia foi arquivada após cerca de 4 horas de discussões com participações presenciais e remotas por conta da pandemia de covid-19.
O pedido de impeachment contra o prefeito foi motivado pela denúncia de que servidores comissionados atuavam para impedir o trabalho de jornalistas e demandas da população em unidades de saúde do Rio, segundo revelou reportagem da TV Globo.
Investigada em diferentes frentes, a ação seria coordenada por meio de grupos em aplicativos de mensagens —o maior deles batizado de "Guardiões do Crivella".
Apesar da rejeição, Crivella ainda pode ser investigado por uma CPI na Câmara dos Vereadores por esse esquema. Em sua maioria, os vereadores da base do prefeito argumentaram que o mandato encontra-se em sua reta final e que admitir a abertura de um processo de impeachment poderia "tumultuar" a disputa à Prefeitura do Rio, na qual ele é candidato à reeleição.
O vereador Marcelo Siciliano (PP) foi um dos poucos que disse acreditar que Crivella não tinha responsabilidade sobre as atitudes dos seus "guardiões". "Não podemos culpar uma pessoa pelos atos de terceiros, nós nem sequer temos a certeza da ingerência do prefeito nesse esquema. Não podemos ser levianos", afirmou.
De acordo com a reportagem da TV Globo, contudo, o próprio prefeito participava das trocas de mensagens e parabenizava os integrantes do grupo por intimidações aos jornalistas que faziam reportagens sobre a crise na saúde municipal.
A fala dele foi contestada pelo vereador Brizola Neto (PSOL): "[Os guardiões] São jagunços do prefeito pagos com dinheiro público. Em nome da democracia, precisamos afastar o bispo Crivella da Prefeitura já, agora".
Apesar de não responder a um processo de impeachment, Crivella enfrenta investigações em outras frentes. Na última segunda (31), o MP-RJ (Ministério Público do Rio) decidiu abrir investigação no âmbito criminal para apurar a possível prática de uma série de crimes.
Após uma decisão favorável do plantão judiciário, a Polícia Civil também iniciou uma apuração sobre o caso e realizou uma operação na terça.
Homens da Draco (Delegacia de Repressão a Crimes Organizados) cumpriram mandados de busca e apreensão contra integrantes do Guardiões de Crivella. Um dos alvos foi Marcos Luciano. Os policiais apreenderam celulares, anotações, documentos e R$ 10 mil em espécie em seu apartamento, em Olaria, na zona norte do Rio.
A Procuradoria Regional Eleitoral pediu que promotores eleitorais do MP-RJ avaliem se Crivella cometeu ilícitos eleitorais como abuso de poder político e conduta vedada.
Outro lado
Em nota divulgada após o encerramento da votação, a Prefeitura do Rio negou que o grupo "Guardiões do Crivella" seja institucional ou que se preste a "organizar servidores para coibir a imprensa" e diz que reforçou o atendimento em unidades de saúde municipais para "melhor informar a população e evitar riscos à saúde pública".
Leia a íntegra do texto:
"A Prefeitura do Rio segue trabalhando, tendo o interesse público como foco — e, por isso mesmo, debatendo as iniciativas com transparência junto à Câmara Municipal e seus vereadores, representantes diretos da população. A Prefeitura reitera que é necessário levar ao público a informação correta de que o grupo de WhatsApp "Guardiões do Crivella" NÃO é institucional, NÃO se presta a organizar servidores para coibir a imprensa — e, para uma simples confirmação, basta a imprensa interessada verificar o conteúdo do grupo.

A Prefeitura do Rio reforçou o atendimento em unidades de saúde municipais para melhor informar à população e evitar riscos à saúde pública, como quando a TV Globo veiculou que o Hospital Albert Schweitzer estava fechado, mas ele estava aberto para atendimento. A Prefeitura do Rio é contra todo tipo de violência."
Crivella já foi alvo de um processo de impeachment
No ano passado, Crivella acabou absolvido após ter sido alvo de um processo de impeachment. Na ocasião, era a primeira vez, desde a redemocratização, que um chefe do Executivo municipal do Rio passava por um processo de cassação.
De acordo com a denúncia apresentada por um servidor municipal à época, Crivella teria infringido três incisos do artigo 4º do decreto-lei 201 — legislação federal que trata das responsabilidades dos prefeitos — ao renovar contratos de publicidade no mobiliário da cidade.
Por um placar de 35 a 13 com uma abstenção, o prefeito foi inocentado. A votação ocorreu após a conversão de votos de vereadores que haviam votado inicialmente pela abertura do processo de impeachment.
Na ocasião, chegou a ser ventilada a possibilidade de "compra" de apoios em troca de cargos no governo municipal. Crivella sempre negou a possibilidade. No entanto, na data em que foi absolvido, postou um vídeo em suas redes sociais agradecendo pela absolvição antes mesmo do fim da sessão que o manteve no cargo.
Fonte: UOL via Folha Gospel

sábado, 30 de maio de 2020

Justiça suspende decreto de Crivella para liberar cultos presenciais no Rio

A Justiça do Rio de Janeiro decidiu, nesta sexta-feira (29), suspender o decreto do prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) que dava autorização para cultos religiosos presenciais no Rio de Janeiro em meio à pandemia do novo coronavírus.
A justiça ainda estabeleceu uma multa de R$ 50 mil ao próprio prefeito em caso de descumprimento.
A decisão foi do juiz Bruno Bodart em atendimento a uma ação do MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) ajuizada ontem (28). O magistrado apontou que "é absolutamente pertinente a preocupação da Defensoria Pública quanto à falta de apresentação das diretrizes técnicas e científicas que têm embasado as decisões do Executivo Municipal para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente da covid-19."

Bodart ainda afirmou que "não se tem notícia da elaboração de qualquer análise de impacto regulatório" por parte da cidade do Rio de Janeiro para embasar o decreto assinado por Crivella.
A Justiça exigiu que a prefeitura apresente em até dez dias uma análise de impacto regulatório sobre as medidas adotadas na cidade para enfrentamento da pandemia da covid-19. E proibiu a edição de novos atos administrativos relacionados a ela que estejam de acordo com a legislação federal e estadual quanto ao funcionamento de cultos religiosos presenciais.
Fonte: UOL via Folha Gospel

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Crivella reabre igrejas no Rio com regras de distanciamento

Prefeito Crivella estabeleceu normas para funcionamento de templos religiosos

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), anunciou nesta segunda-feira (25) que será publicado um decreto estabelecendo medidas de funcionamento para templos e igrejas.
Crivella disse em entrevista que em nenhum momento a prefeitura havia proibido ou restringido o funcionamento dessas atividades, mas que agentes públicos estavam causando “interferências” nesses locais.
O decreto deve exigir uma distância mínima de dois metros entre os fiéis, além de oferta de álcool em gel e obrigatoriedade do uso de máscaras.
O prefeito disse ainda não ser recomendável que idosos e pessoas do grupo de risco compareçam aos cultos e missas presencialmente, e que devem acompanhar as celebrações preferencialmente pela internet, TV ou rádio.
*Folhapress via Pleno News

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Crivella coloca Igreja Universal à disposição para Bolsonaro coletar assinaturas para novo partido

O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) denunciou pelas redes sociais que o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), se reuniu com Jair Bolsonaro (PSL) e colocou a Igreja Universal à disposição para que o chefe do Planalto colete assinaturas para a criação de seu novo partido.
"Mais uma vez Crivella está usando a fé das pessoas como moeda de troca para as suas ambições políticas", postou Freixo no Twitter. "Lamentável", comentou.
A estratégia de Crivella é ter os Bolsonaro em seu palanque para ir ao segundo turno provavelmente com um candidato de esquerda apoiado por Lula, seu então aliado em eleições passadas.
Bolsonaro anunciou nesta terça-feira 12 sua saída oficial do PSL e a criação de um novo partido, que se chamará Aliança pelo Brasil.
Para que ele seja criado a tempo de lançar candidatos nas eleições de 2020, Bolsonaro precisa coletar ao menos 490 mil assinaturas, distribuídas em 9 Estados, até seis meses antes do pleito, e ter o processo de criação aprovado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Mais uma vez @Crivella está usando a fé das pessoas como moeda de troca para as suas ambições políticas. Ele se reuniu com Bolsonaro e colocou a Igreja Universal à disposição do presidente para conseguir as assinaturas necessárias para criar seu novo partido. Lamentável.
552 pessoas estão falando sobre isso

Fonte: Brasil 247 e Jornal O Dia via Folha Gospel

sábado, 7 de setembro de 2019

Livro para crianças com beijo gay vira alvo de polêmica após oposição de Crivella


O romance gráfico 'Vingadores, a cruzada das crianças' mostra beijo entre dois personagens masculinos.


O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, anunciou nesta quinta-feira (05) que determinou o recolhimento de uma HQ dos Vingadores da Bienal do Livro por seu "conteúdo impróprio para menores".

Trata-se da história em quadrinhos Vingadores - A Cruzada das Crianças, da Marvel Comics. Na obra, que foi lançada em 2010 e não é destinada ao público infantil, os personagens Wiccano e Hulkling são namorados.

Em seu Twitter, o prefeito carioca anunciou que a obra já havia sido "denunciada na Internet e que traz conteúdo sexual para menores". Ainda de acordo com Crivella, "livros assim precisam estar embalados com plástico preto e lacrados".

"Pessoal, precisamos proteger as nossas crianças. Por isso, determinamos que os organizadores da Bienal recolhessem os livros com conteúdos impróprios para menores", escreveu Crivella em seu Twitter.

"Não é correto que elas tenham acesso precoce a assuntos que não estão de acordo com suas idades", concluiu.

Antes de Crivella, o livro já havia sido criticado nas redes sociais pelo vereador do Rio de Janeiro Alexandre Isquierdo, que classificou sua venda como "um crime absurdo" e disse que a HQ é "divulgação homossexual para as crianças".

Na postagem o prefeito não esclarece com base em qual norma legal emitiu a determinação, se o livro foi efetivamente recolhido nem se a prefeitura vai aplicar alguma punição caso a determinação não seja cumprida.

Fonte: Guiame

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Crivella ironiza Witzel: “Vou procurar filtro em Harvard”

Prefeito fez referência a falso intercâmbio que Witzel disse ter feito na universidade

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, não perdeu tempo ao rebater as críticas do governador Wilson Witzel. Após ser criticado por Witzel, que disse que Crivella devia ter “filtro” para dar declarações, Crivella ironizou o “conselho”.
Agradeço o conselho do Witzel. Vou procurar o filtro em Harvard. Respeito profundamente a Justiça e em nenhum momento faltei com respeito a ela. Apenas avalio que a opinião de técnicos do município deveriam ter sido levadas em consideração na questão envolvendo a interdição da Avenida Niemeyer – disse o prefeito.
Na quarta-feira (29), Crivella ficou contrariado com a decisão da Justiça que manteve fechada a avenida Niemeyer. Ele afirmou que "a Justiça quer estar no palco". Por causa disso, Witzel afirmou que o prefeito deveria “ter um filtro entre o cérebro e a boca”.
Já nesta sexta-feira (31), ao citar Harvard em sua resposta a Witzel, Crivella fez referência à recente polêmica envolvendo o governador e a renomada universidade norte-americana. Doutorando na Universidade Federal Fluminense (UFF), Witzel adicionou em seu currículo Lattes um suposto intercâmbio em Harvard que, na verdade, nunca aconteceu.
Fonte: Pleno News

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Grupo afro acusa prefeito Marcelo Crivella de recusar encontro com lideranças da comunidade

O prefeito Marcelo Crivella (PRB) vem sendo duramente criticado pelos adversários políticos, acusado de privilegiar evangélicos ou membros da Igreja Universal do Reino de Deus ao longo de seu mandato à frente da Prefeitura do Rio de Janeiro. Agora, um novo capítulo da polêmica surgiu, envolvendo um grupo afro-brasileiro.
Segundo o jornalista Ancelmo Góis, colunista de O Globo, Crivella teria recusado um convite para se reunir com filiados ao Centro de Tradições Afro-Brasileiras, e diante da negativa, os responsáveis pela entidade divulgaram uma nota de repúdio ao prefeito.
"O Centro de Tradições Afro-Brasileiras convidou o prefeito Crivella para uma reunião, no último dia 18. Segundo a entidade, o político negou o convite (Se fosse um grupo da Universal…. deixa para lá). Diante disso, o Cetrab emitiu nota de repúdio, na qual diz que o objetivo da 'gestão Crivella é o aparelhamento da máquina pública em função dos seus interesses religiosos'", escreveu Góis no portal do jornal do Grupo Globo.
Na nota, o Centro de Tradições Afro-Brasileiras (CETRAB) diz que "a laicidade do estado, em especial na Cidade do Rio de Janeiro, vem sendo destruída a partir do mandato do Prefeito Crivella – Bispo licenciado da IURD – Igreja Universal do Reino de Deus".
"Desde o princípio do seu mandato Crivella vem agindo de acordo com seus princípios religiosos, destruindo com as tradições culturais, sobretudo aquelas que são consideradas como de origem africana", diz o documento, acusando o prefeito de perseguição.
"Está claro, e sempre esteve, que a gestão do Crivella atende, especificamente ao Projeto de Poder da Igreja Universal do Reino de Deus. O descaso à diversidade cultural e a intolerância religiosa são atributos de uma gestão voltada aos interesses do seu grupo religioso", acrescenta a nota, datada de 17 de julho de 2018 e assinada por Rayanne da Silva Monteiro, presidente nacional do CETRAB.
Fonte: Gospel+

terça-feira, 17 de julho de 2018

Universal responde Rede Globo sobre eventos em escolas


Na última semana, a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) enviou uma resposta à Rede Globo sobre uma matéria que tratava de eventos da congregação em escolas públicas do Rio de Janeiro.
A emissora, no entanto, publicou apenas um pequeno trecho. Por causa disso, a igreja publicar a resposta completa. Na publicação, a Globo afirma que o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, teria utilizado as instituições de ensino municipais para promover a IURD. O veículo aponta que os locais receberam ações sociais e que receberam também banners da congregação.
De acordo com a Universal, porém, os fatos citados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro sobre os eventos "apenas mencionam" a congregação, já que não há "qualquer acusação contra a instituição".
A IURD também aponta que "eventos comunitários são frequentemente realizados em espaços públicos, como praças e escolas, por diferentes entidades, inclusive pela Rede Globo de Televisão" e que "mantém 13 programas sociais que atenderam 9 milhões de brasileiros apenas em 2017: pessoas necessitadas, abandonadas e invisíveis da sociedade. São centenas de eventos realizados mensalmente pela Universal em escolas públicas de todo o Brasil".
A Universal também lembrou que, somente em 2017, "as escolas municipais cariocas receberam 112 campanhas de vacinação para animais." Entre as instituições religiosas, "a Igreja Católica foi a que mais utilizou unidades da rede".
Veja a resposta completa da Universal:
Nesta quinta-feira (12), a Rede Globo de televisão enviou um e-mail pedindo a posição da Igreja Universal do Reino de Deus sobre a realização de "eventos em escolas públicas" no Rio de Janeiro.
Da resposta enviada pelo UNIcom – Departamento de Comunicação Social e de Relações Institucionais da Universal, que desmontava a reportagem, a emissora divulgou apenas um minúsculo trecho, praticando uma vergonhosa censura contra a Igreja.
Leia, a seguir, a explicação completa da Universal:
Com referência aos fatos citados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro – que apenas mencionam a Igreja Universal do Reino de Deus, pois não se tem notícia de que exista qualquer acusação contra a instituição – esclarecemos o seguinte:
– Eventos comunitários são frequentemente realizados em espaços públicos, como praças e escolas, por diferentes entidades, inclusive pela Rede Globo de Televisão – empresa que todos os anos desenvolve a chamada “Ação Global”. Segundo informa o site da emissora, dia 26 de maio de 2018, o projeto foi realizado em pelo menos 5 escolas públicas e em um sambódromo:https://redeglobo.globo.com/acao-global/noticia/acao-global-nacional-sera-realizada-em-28-cidades-do-pais-no-dia-26-de-maio.ghtml.
Não se tem notícia de que os governos locais tenham promovido qualquer licitação para o empréstimo dos colégios estatais a uma empresa com fins lucrativos.
– Se a Rede Globo utiliza escolas públicas para “oferecer serviços gratuitos à população” uma vez por ano, a Universal mantém 13 programas sociais que atenderam 9 milhões de brasileiros apenas em 2017: pessoas necessitadas, abandonadas e invisíveis da sociedade. São centenas de eventos realizados mensalmente pela Universal em escolas públicas de todo o Brasil, onde a ajuda social que a Igreja oferece é muito bem-vinda pela comunidade, mobilizando voluntários como médicos, enfermeiros, cabeleireiros, psicólogos, advogados e dentistas para atender, gratuitamente, quem necessita.
– Ainda sobre o uso de espaços públicos para a realização de ações voltadas à comunidade, segundo reportagem do jornal Extra de 12/11/2017, a escolas municipais cariocas receberam, naquele ano, 112 campanhas de vacinação para animais. Entre as instituições religiosas, “a Igreja Católica foi a que mais utilizou unidades da rede: foram 24 ocasiões (…) Já igrejas evangélicas utilizaram os espaços 16 vezes — sendo cinco para a Universal” https://extra.globo.com/noticias/educacao/escolas-do-municipio-recebem-de-missa-samba-em-horarios-ociosos-22057907.html
Estamos convictos de que a sociedade brasileira e a Justiça não aceitarão a perseguição religiosa que o Grupo Globo e alguns oportunistas ensaiam no Rio de Janeiro. Com a Constituição Federal nas mãos, combateremos o preconceito contra os evangélicos.
Solicitamos que estes esclarecimentos sejam levados na íntegra aos telespectadores dos telejornais da emissora e aos leitores dos demais meios digitais do Grupo Globo.
UNIcom – Departamento de Comunicação Social e de Relações Institucionais da Universal
Fonte: Pleno News

segunda-feira, 16 de julho de 2018

MP investiga Crivella por ceder espaços municipais para ações sociais da Igreja Universal

A administração de Marcelo Crivella (PRB) à frente da prefeitura do Rio de Janeiro continua sob fogo intenso, e agora o prefeito está sendo acusado de facilitar o uso de instalações da prefeitura por parte da Igreja Universal do Reino de Deus, onde é bispo licenciado. Além disso, há um questionamento sobre demissões em massa de funcionários comissionados.
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) moveu uma ação civil pública contra Crivella e apontou o uso de escolas públicas municipais para promover a Igreja Universal do Reino de Deus, segundo informações do jornal O Globo.
O MP agiu a partir do relato de diretoras das escolas CIEP Ministro Gustavo Capanema, no Complexo da Maré, e Escola Municipal Joaquim Abílio Borges, no bairro Humaitá, ambas da rede pública municipal. Elas afirmaram, em depoimento prestado à promotora Gláucia Santana, da 5ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Cidadania, que pastores da Universal pediram para usar o espaço escolar para 'ações sociais' da igreja.
Nas ações sociais que a Universal promoveu nos espaços eram realizados exames de audiometria, corte de cabelo, dentista, massagens de shiatsu, elaboração de documentos e assistência espiritual, entre outros serviços, com os voluntários usando uniformes da igreja e distribuindo panfletos.
"Há uma afronta nítida à laicidade do Estado e à liberdade religiosa, na medida em que o demandado (Marcelo Crivella), aproveitando do cargo que ocupa, vem promovendo influências religiosas no âmbito da administração pública municipal, com intuito evidente de buscar favorecimento à sua crença, bem como aos seus simpatizantes, em detrimento dos demais seguimentos religiosos e culturais", diz um trecho da ação movida pelo MPRJ.

Cargos comissionados

O Ministério Público também está investigado a acusação de que Crivella teria exonerado servidores da prefeitura em cargos comissionados para contratação de pessoas ligadas à Igreja Universal do Reino de Deus.
Os casos teriam ocorrido nas secretarias da Casa Civil, Assistência Social, Educação e Cultura, além da Fundação de Parques e Jardins, de acordo com informações do G1.
"Chegaram representações no sentido de que houve demissão em massa de pessoas ocupantes de cargos comissionados em algumas pastas e a readmissão de pessoas de confiança do prefeito. Essas representações apontavam que esses novos comissionados seriam da igreja evangélica a qual pertence o prefeito", afirmou a promotora Gláucia Santana na última quinta-feira, 12 de julho.
"Parece que ele [o prefeito] quis fazer uma reordenação. A notícia que vem é que poderia estar havendo também um alinhamento religioso na ocupação, um empoderamento da igreja dentro dos órgãos da prefeitura", acrescentou a promotora, que admitiu que cargos comissionados são de livre nomeação do prefeito.

Convenção Batista

O episódio da reunião do prefeito com pastores em seu gabinete, em que levantou-se suspeitas de favorecimento aos evangélicos, motivou uma nota da Convenção Batista Carioca, juntamente com a Convenção Batista Brasileira.
No documento, a Convenção se opôs a qualquer tipo de favorecimento: "Entendemos que o Estado não deve interferir em questões religiosas ou eclesiásticas, muito menos adotar esta ou aquela fé como confissão oficial", diz a nota.
A nota enfatiza ainda que os cristãos devem cumprir seus deveres enquanto cidadãos sem utilizar-se de vantagens indevidas nas instituições do Estado: "Não aceitamos, nem apoiamos práticas que contrariem os princípios mencionados".
Confira a íntegra da nota:
Fonte: Gospel+

sábado, 14 de julho de 2018

Câmara do Rio rejeita abertura de impeachment contra prefeito Crivella


A Câmara Municipal do Rio de Janeiro rejeitou, por 29 votos a 16, o pedido de abertura de impeachment do prefeito, Marcelo Crivella, por crime de responsabilidade e improbidade administrativa. Foram protocolados dois pedidos, pelo vereador Átila Nunes (MDB) e pelo diretório municipal do PSOL.
Em ambos foi citada uma reunião promovida pelo prefeito no Palácio da Cidade, sede oficial da prefeitura, no último dia 4, a um grupo de fiéis evangélicos, quando foram feitas promessas de atendimentos de saúde e isenção de IPTU para igrejas.
Desde antes do início da sessão, marcada para as 14h, grupos de manifestantes de ambos os lados já se colocavam nos arredores da Câmara do Rio, na Cinelândia. A troca de provocações seguiu nas galerias.
No plenário, Átila Nunes ressaltou, em seu discurso da tribuna, que Crivella não poderia governar apenas para uma parcela da população. "Não podemos ser omissos neste momento. Diversas denúncias aconteceram neste ano e meio de mandato. Ele não pode governar para uma parcela da sociedade. Os áudios gravados são do próprio Crivella, fazendo promessas indevidas. O que decidirmos aqui vai sinalizar para as futuras administrações que se deve governar para todos", disse o vereador.
Já o líder do governo na Câmara, vereador Doutor Jairinho (MDB), considerou que o país passa por problemas muito mais graves para serem resolvidos e que a reunião de Crivella não é motivo para impeachment. "O país passa por tantos problemas e vai se falar em reunião secreta? Quem vai dizer se ele deve governar a cidade é lá em 2020 [nas próximas eleições] e não através de golpe", disse Jairinho.
Com a rejeição do pedido de impeachment, Crivella ainda poderá enfrentar denúncia por violar o princípio do estado laico na administração municipal e privilegiar apenas um segmento religioso em diversos atos. A ação Civil Pública foi ajuizada ontem (11) pelo Ministério Público Estadual. Se condenado, o prefeito pode perder o cargo e pagar multa equivalente a R$ 500 mil.
Nas redes sociais, o prefeito Marcelo Crivella agradeceu a Deus e aos políticos da base aliada pelo resultado, em post no Twitter.
"Quero agradecer a Deus por mais uma vitória e aos vereadores da base pela determinação ao rejeitarem um pedido de impeachment sem base jurídica. A verdade e a justiça sempre prevalecerão. Não esmoreceremos, seguiremos firmes no propósito de governar para todos", escreveu.
Fonte: Agência Brasil via Verdade Gospel

Crivella se defende e diz que Globo é “Inimiga dos evangélicos”


Nesta quarta-feira (11), o Ministério Público do Rio de Janeiro ajuizou uma ação civil pública contra o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB). A acusação é de "improbidade administrativa", pois ele teria utilizado a máquina pública para atender a interesses de igrejas evangélicas.
A 5ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidade está conduzindo as investigações desde agosto do ano passado. Crivella, que é bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, poderá responder por ter permitido a realização de eventos da igreja em escolas públicas e pelo encontro com pastores no Palácio da Cidade, sede do governo municipal do Rio.
    Desde a semana passada, o jornal "O Globo", vem fazendo denúncias sobre o prefeito, acusando-o de oferecer facilidades para os pastores, como ajuda para solucionar problemas com IPTU e auxílio aos fiéis que precisem de cirurgias de catarata, vasectomia e varizes.
    Áudios vazados por alguém que estava na reunião mostram Crivella dizendo que existem vários projetos da prefeitura dos quais os evangélicos poderiam se beneficiar. Após a publicação do material, vereadores da oposição rapidamente conseguiram reunir assinaturas para a realização de uma sessão extraordinária da Câmara de Vereadores nesta quinta (12) que discutirá os pedidos de impeachment do prefeito.
    Paralelamente, a ação do MP reclama da realização de censos religiosos na Guarda Municipal, a realização de um festival de cinema cristão na Cidade das Artes, o corte de patrocínio de eventos religiosos de matrizes afro-brasileiras, entre outras ações da prefeitura consideradas discriminatórias.
    Na peça jurídica, a Promotoria solicita que Crivella se abstenha "de conceder privilégios para utilização de serviços e espaços públicos por pessoas ligadas ao seu grupo religioso". Se essas determinações forem desrespeitadas, o MP recomenda que o prefeito seja afastado do cargo.
    Caso seja condenado, ele pode ser obrigado a pagar uma multa de R$ 500 mil, além de perder o mandato e ter os direitos políticos suspensos.

    Perseguição religiosa
    Em entrevista ao SBT, o prefeito disse ser "tudo mentira", e que a Globo teria "infiltrado" um repórter na reunião. "Todo mundo sabe que a Globo é inimiga jurada dos evangélicos, contra a família e a favor do aborto".
    Crivella reclamou de perseguição religiosa e afirmou que reuniões na prefeitura são uma "coisa normal". "Já recebi lá moradores de comunidade, garçons, taxistas”, destacou, lembrando que em relação à cobrança do IPTU, “toda igreja no Brasil inteiro tem imunidade constitucional".
    Para ele, "o prefeito tem o dever de ajudar", observando que o benefício também vale para centros espíritas e para a Igreja Católica. Sobre o tratamento de catarata, o prefeito explica que foram contratadas 15 mil cirurgias, sendo que 9.000 pacientes foram convocados, 3.000 já foram operados e 30% não compareceram. Portanto, haveria muitas disponíveis ainda.

    Com informações Gospel prime
    Assista reportagem do SBT!


    quinta-feira, 12 de julho de 2018

    Câmara do Rio discute hoje impeachment do prefeito Marcelo Crivella

    A Câmara do Rio discute, a partir de 14h desta quinta-feira (12), os dois pedidos de impeachment protocolados na Casa contra o prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB).
    A sessão extraordinária interrompe o recesso parlamentar, que só acabaria no fim do mês. A reunião em plenário só foi possível porque 17 parlamentares da oposição assinaram requerimento para que a Casa discutisse o impedimento de Crivella.
    Horas depois do pedido oposicionista ser protocolado, mais 17 parlamentares – dessa vez da base governista do prefeito – assinaram documento semelhante, para demonstrar "união" e o desejo de derrubar o impedimento.
    Detalhes de como se dará o trâmite da sessão desta quinta ainda dependem de parecer da Procuradoria da Câmara. Não foi esclarecido se os vereadores vão se pronunciar em plenário.
    Há discussões, por exemplo, sobre a quantidade de votos necessários para a admissibilidade do impeachment. Isto é, se a denúncia deve ser aceita, antes mesmo de entrar no mérito das acusações.
    A oposição diz que são necessários 17 votos, enquanto a Casa entende que são necessários 34.
    No Diário Oficial da Câmara, o presidente da Casa, vereador Jorge Felippe (MDB), detalhou que a sessão será para "deliberar sobre recebimento das denúncias de infração político-administrativa contra o Excelentíssimo Senhor Prefeito".
    Os pedidos de impeachment contra o prefeito foram feitos após publicação do jornal "O Globo" revelar ter havido reunião secreta com pastores no Palácio da Cidade, sede do governo, em que o prefeito garantiu soluções para problemas com IPTU e agilidade para cirurgias de catarata.
    Em áudio obtido pelo jornal, Crivella diz: "Nós temos que aproveitar que Deus nos deu a oportunidade de estar na prefeitura para esses processos andarem. Temos que dar um fim nisso".
    Estratégias da oposição e da base
    O 'G1' ouviu membros da oposição que reconhecem a tarefa "muito difícil', e da base do governo, que desejam uma "vitória sólida" para fortalecer a prefeitura, apesar do momento de "fragilidade", nas palavras dos próprios aliados. Estes consideram o impeachment irrealizável.
    "Não só porque faltam 48 horas. Mesmo que fosse até o fim do governo, não conseguiriam", ironizou um importante membro do governo Crivella, na condição de anonimato, ainda na terça-feira (10).
    A ideia, diz ele, é lotar o plenário com vereadores favoráveis a Crivella para mostrar a força do governo. Mas o aliado reconhece que nem todos os 51 parlamentares devem aparecer em meio às férias.
    Já Tarcísio Motta, do PSOL, não acredita que o governo tenha facilidade.
    Para correligionários do psolista, a votação vai depender também do "calor das ruas".
    Em entrevista coletiva na terça-feira, eles pediram várias vezes para que a sociedade civil participe da sessão na quinta e prometeram marcar atos em redes sociais.
    David Miranda, também do PSOL, disse que vai pedir para que todos os vereadores – e não somente os que votarem pelo impeachment – defendam seu voto no púlpito.
    Outro parlamentar diz que a intenção é deixar "constrangidos" aqueles que defendam as atitudes do Executivo vistas como impopulares.

    Fonte: Verdade Gospel
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