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sábado, 22 de agosto de 2020

Nota de repúdio: Globo exibe música ‘Verdinha’, de Ludmilla, com apologia à maconha

Nota de repúdio

O Movimento #MaconhaNão vem a público manifestar repúdio à tentativa da Rede Globo em fazer apologia descarada ao plantio, tráfico e consumo de drogas, durante programa intitulado “Encontro com Fátima Bernardes”, programa diário, que é exibido no horário da manhã (11h).
A apresentadora Fátima Bernardes trouxe ao palco de seu programa a cantora de funk Ludmilla, que lançou a música Verdinha com letra sobre maconha, claramente uma apologia declarada e abusiva sobre a droga, não somente o uso, mas os crimes de tráfico e plantio, que são previstos no artigo 28 da lei 11.343 de 23 de agosto de 2006.
A cantora aparece como fazendeira em plantação de alface e canta ‘eu fiz um pé lá no meu quintal, tô vendendo a grama da verdinha a um real’.
Apesar da plantação ser de alface, a alusão à maconha é direta, inclusive a cantora e o elenco fumam. A referência é o clipe de Pour It Up, da cantora americana Rihanna.
É abusivo um programa de TV em horário que crianças estão assistindo, um programa que diz ter a função de esclarecer a sociedade sobre diversos assuntos, fazer campanha declarada ao crime, em um momento que a ciência afirma os prejuízos cognitivos que a maconha causa no cérebro do adolescente como é o caso da PESQUISA que foi publicada na REVISTA CIENTÍFICA THE LANCET, que afirma que menores de 17 anos tem risco 60% maior de não terminar o Ensino Médio devido ao uso precoce da maconha.
Outros estudos afirmam prejuízos cerebrais, cognitivos, devido ao fato de crianças e adolescentes ainda estarem em formação. Um estudo recente que avaliou os danos do uso de drogas por adolescentes revelou que a cannabis é mais prejudicial do que o álcool. O motivo para isso está no fato de que a maconha tem efeitos sobre o raciocínio, o comportamento e a memória, mesmo depois que as pessoas param de consumir a droga.
O estudo foi publicado no American Journal of Psychiatry e trouxe dados resultantes do acompanhamento de 3.826 estudantes a partir dos 13 anos de idade, que participaram de avaliações ao longo de quatro anos.
Outro fator a ser pontuado é que neste horário, famílias, crianças e adolescentes estão assistindo essa programação, pais permitem que seus filhos menores assistam TV, pois é um horário “inocente” na concepção das pessoas. Crianças estão sendo alienadas pela programação que tem em muitos programas conteúdos inapropriados, como esse dessa apresentação, que deve ser responsabilizada, por expor crianças a apologia ao crime.
Não podemos aceitar que passe impune mais esse descaso dessa emissora, que vem insistentemente provocando por meio de apologia às drogas toda a sociedade, colocando neste caso crianças expostas ao abuso infantil, já que claramente a musica e as falas da apresentadora e cantora claramente induzem ao uso, plantio, tráfico já que concordam e elogiam a referida musica Verdinha.
Abaixo, veja partes da música:
"Fiz um pé lá no meu quintal / Tô vendendo a grama da verdinha a um real / Eu fiz um pé lá no meu quintal / Tô vendendo a grama da verdinha a um real".
"Sou porra louca / Mas também sou dedicada / Em casa não falta nada / Trabalho pra estudar / Eu tenho alma de pipa avoada / Minha vizinha fala, fala, e não consegue acompanhar / Um dia eu vou poder falar toda verdade / A máscara que vai cair diante da sociedade / Bang, bang / Não me perturba / Vou tacar fogo em mais um / Só pra não ficar maluca"
"Fiquei loucona / Chapadona / Só com a marola / da ruama".
*Marisa Lobo é coordenadora nacional do movimento #MaconhaNão

Fonte: Gospel+

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Mourão está certo: a figura paterna é crucial para a educação moral dos filhos, segundo a ciência, diz Marisa Lobo

Não adianta dar crédito para a grande imprensa quando a matéria está mais concentrada em promover polêmicas do que verdades. O que fizeram com a declaração do general Hamilton Mourão sobre a falta da figura paterna e suas consequências na vida dos filhos é um exemplo disso, quando a ênfase deixou de ser a realidade social e psicológica para se tornar um discurso politicamente correto em favor do feminismo.
A declaração de Mourão na última segunda-feira, no Sindicato da Habitação, em São Paulo, merece ser analisada porque o conteúdo é muito relevante para todos nós, pois ele trás uma realidade que demonstra o quanto o papel da família na sociedade é importante na formação de caráter dos nossos filhos, algo que afeta, sim, os índices de criminalidade no país.
Mourão disse: "Família sempre foi o núcleo central. A partir do momento que a família é dissociada, surgem os problemas sociais que estamos vivendo e atacam eminentemente nas áreas carentes, onde não há pai nem avô, é mãe e avó. E por isso torna-se realmente uma fábrica de elementos desajustados e que tendem a ingressar em narco-quadrilhas que afetam nosso país".
Em primeiro lugar é possível observar que a ênfase dada por Mourão não foi sobre a capacidade de uma mãe ou avó educar, mas sim sobre a dissociação familiar. Ou seja, separação e consequente ausência dos membros da família, o que para nós cristãos é visto como uma desestruturação. É o que também chamamos na psicologia de "famílias disfuncionais". Esse é o ponto central na fala do general, a disfuncionalidade dos papéis gerados pela ausência paterna.
Em segundo, a crítica não é sobre a criação dos filhos apenas com avós ou mães, mas sobre a desestruturação familiar. Quando ele disse, "é por isso…", se referiu à dissociação na família e não a educação da mãe ou da avó, como a grande imprensa e suas matérias tendenciosas fizeram parecer. Mas, apesar de tudo, até que ponto a declaração de Mourão está correta do ponto de vista científico, e até onde isso importa para todos nós, principalmente os cristãos?

Coerência

A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar em 2009, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fez um levantamento de informações sobre o perfil dos alunos do país e citou algumas características familiares, citando que "o conhecimento dos pais ou responsáveis sobre os diversos fatos da vida dos filhos (saber o que fazem no tempo livre, onde vão quando saem, quais são as suas amizades) é um importante fator de prevenção de condutas de risco, os quais são minorados na medida em que os pais, ou responsáveis, se envolvem na supervisão das atividades dos adolescentes".
Ou seja, a presença dos pais é algo indispensável para diminuir o risco dos filhos desenvolverem comportamentos de risco, como o ingresso no mundo da criminalidade e o abuso de drogas. Isso já foi confirmado também por Edward J. Murray décadas atrás, na obra "Motivação e Emoção", quando o autor falou sobre os efeitos psicológicos sobre crianças criadas em orfanatos, ou seja, sem a presença das figuras paterna e materna. Segundo ele:
"As crianças mais velhas, criadas nesse tipo impessoal de instituição, possuem uma personalidade perturbada e socialmente hostil. Tem pequeno controle sobre os impulsos agressivos e exibem várias formas de comportamento imaturo, delinquente e anti-social".
O que está em questão é como a presença ou ausência dos pais afetam psicologicamente e socialmente a perspectiva de vida das crianças e adolescentes. Porém, qualquer cidadão minimamente informado sabe que boa parte das famílias disfuncionais sofrem com o abandono paterno. É o homem quem possui maior facilidade de se "desapegar" e largar seus filhos, não a mãe. Consequentemente, quando esses autores falam de filhos que sofrem em consequência dos pais, esse contexto aponta muito mais para a figura paterna e os problemas gerados por ela, de modo que "embora não se possa pensar de maneira linear, comportamentos antissociais em pais podem servir de preditores para condutas antissociais, nos filhos", é o que defende um estudo chamado "Delinquência Juvenil e Família", publicado em 2013 por Maria de Lourdes Bersogli PaulaI e Francisco B. Assumpção Jr.
Nessa pesquisa, os autores explicam que "comportamentos delitivos" estão "muitas vezes associados a abuso ou negligência parental, bem como a ambientes desorganizados e instáveis ou a pais com psicopatologia associada", destacando que existe um "número elevado de famílias desorganizadas na população delinquencial, o que pode ser considerado um fator permanente de estresse para a população infantil, uma vez que não pode recorrer a um familiar quando se sente ameaçado ou em dificuldades".

Mourão tem razão

Há inúmeros estudos que confirmam a declaração do general Mourão. Os que citei são exemplos, e em diferentes épocas, exatamente para ilustrar o quanto essa é uma realidade já bastante conhecida. Além das pesquisas específicas sobre o tema, vários teóricos da personalidade humana, especialmente da corrente estruturalista, também ajudam a compreender esse fenômeno.
Em todo caso, o mais importante para nós é compreender que essa verdade da ausência paterna e famílias disfuncionais precisa ser debatida e combatida por todos nós, especialmente os cristãos. O que justifica o aumento no número de divórcios, por exemplo? A gravidez precoce, uso também precoce de drogas, a banalização da sexualidade e dos relacionamentos amorosos em geral, tudo isso diz respeito ao ambiente familiar e os homens possuem um papel crucial para a saúde da família.
É perfeitamente possível que mulheres guerreiras, corajosas e inteligentes dêem conta da vida sozinhas, com filhos, trabalho e outros compromissos. Sim, nos somos capazes! Mas esse não é o contexto psicológico e afetivo ideal para a formação de personalidade de uma criança. Em nossa perspectiva cristã, Deus criou homem e mulher para caminharem juntos, sendo referências para os filhos, de modo que eles possam se inspirar na figura masculina do pai e feminina da mãe, cada qual ao seu modo e tempo de amadurecimento. Isso é bom para as crianças, bom para os pais e também para a sociedade, porque certamente terá jovens emocionalmente mais estáveis e moralmente equilibrados, como sugere o general.
Fonte: Gospel+
Marisa Lobo
Marisa Lobo é psicóloga clínica, escritora, pós-graduada em saúde mental, conferencista realiza palestras pelo Brasil sobre prevenção e enfrentamento ás drogas, e toda forma de bullying, transtornos psicológicos, sexualidade da familia, entre outros assuntos. Teóloga, ela é promoter e organizadora da ExpoCristo realizada no Paraná. Marisa é casada, tem dois filhos e congrega na IBB em Curitiba.

domingo, 19 de agosto de 2018

O Evangelho e a justiça social: Jesus não é contra a política, mas é superior a ela

"A injustiça social destaca-se como o inimigo principal tanto dos homens como de Deus. Deve ser combatida ferozmente, com todas as armas que dispomos. Entre as mais poderosas, encontra-se a religião":  (Russell P. Shedd).
Com esta citação do saudoso e brilhante pastor Russell Shedd, inicio essa pequena reflexão que tem como objetivo demonstrar a perfeita compatibilidade entre a política e o Evangelho de Cristo, porém, desde que não exista confusão entre uma coisa e outra, mas que no lugar disso às Escrituras Sagradas sejam postas no seu devido lugar de verdade absoluta diante da humanidade, sendo a luta por uma sociedade mais justa uma consequência natural de pessoas que tiveram seu caráter transformado pela ação do Espírito Santo de Deus.
O papel social das igrejas evangélicas
As igrejas evangélicas possuem um papel fundamental na luta por uma sociedade mais justa, apesar de muitos enxergarem apenas o lado espiritual dessas instituições. Mas a verdade é que isso vai muito além da questão religiosa, atingindo também a qualidade de vida das pessoas e até a economia de um bairro, cidade ou mesmo de um país inteiro.
Aqui mesmo no foi publicada uma matéria que traz o relato de alguns pesquisadores, destacando o quanto igrejas pentecostais são mais produtivas do que ONGs humanitárias, por exemplo, na África.
Essa constatação não é fruto de líderes religiosos, mas de uma cientista social, a escritora Dena Freeman, da London School of Economics. Ela publicou um livro onde afirma que as igrejas "são excepcionalmente eficazes em promover a transformação pessoal e o empoderamento, fornecem a legitimidade moral para um conjunto de mudanças de comportamento e reconstroem radicalmente as famílias e comunidades para apoiar novos valores e novos comportamentos".
Esse relato pode ser facilmente verificado em qualquer comunidade carente dos estados brasileiros, onde a realidade não é muito diferente de alguns contextos africanos e onde o papel das igrejas na luta contra a dependência química, o tráfico de drogas e o mundo do crime em geral, por exemplo, é fundamental na libertação dos jovens que não encontram no Estado apoio suficiente para conseguir ter um futuro mais digno. São igrejas que oferecem cursos de artesanato, oficinas de arte, aulas de música, costura, artes marciais e outras atividades que dão esperança para muitas famílias, servindo de referência positiva para elas.
Existem grandes projetos de alcance nacional, como a Cristolândia, mantida pela Convenção Batista Brasileira, e também pequenos projetos locais que atuam nos bairros, como através da simples distribuição de sopa, banho para os moradores de rua e oferta de alguns serviços como corte de cabelo e exames médicos em dias específicos. Em todos esses casos a igreja cumpre o seu papel na luta por uma sociedade mais justa, realizando o ide de Cristo, também, através da ação social de forma mais prática e interventiva.
Jesus não é contra a política, mas é superior a ela
A igreja quando se engaja em ações sociais está realizando um trabalho que também é de natureza política. Sempre que uma ação afeta o estilo de vida das pessoas, ela diz respeito à política, porém, não no sentido partidário, mas sim administrativo. Por exemplo, quando retiramos um usuário de drogas das ruas, impactamos a saúde e a segurança pública no hospital e na delegacia. Quando oferecemos oficinas de conscientização contra o aborto, estamos impactando a vida emocional de uma mulher que futuramente precisaria de terapia para lidar com o trauma de tirar a vida do próprio filho. Ou seja, é inevitável que a igreja não tenha alguma participação política na sociedade, pois ela faz parte da sociedade, sendo também responsável pela forma como essa sociedade vive. Porém, há uma diferença significativa, entre o Evangelho de Cristo e a política, que precisamos falar.
Aqui eu retorno às palavras do pastor Shedd em seu livro A Justiça Social e a Interpretação da Bíblia, publicado pela primeira vez em 1984. Ele faz uma distinção riquíssima entre a luta por uma justiça social como fruto do Evangelho de Cristo, e a mesma luta como resultado das ideologias humanas, deixando claro que nenhuma filosofia política foi capaz de resolver o problema da desigualdade social. O pastor escreveu o seguinte:
"Apesar do ativismo e das vozes agudas da esquerda política, a justiça social parece ser hoje tanto uma miragem como o era há duzentos anos atrás, quando o humanismo radical fez sentir sua presença na revolução francesa. Mais tarde, Marx e Nietzsche desenvolveram e disseminaram os germes das ideologias comunista e fascista. As conflagrações subseqüentes das guerras e massacres do século vinte são suficientemente familiares. O impacto das teorias humanista e evolutiva deixou graves cicatrizes e uma perigosa divisão na opinião mundial".
O que o pastor Shedd escreveu há 34 anos foi um alerta contra a idolatria política que hoje vemos em muitas denominações e líderes cristãos, que em nome de algumas paixões partidárias abandonaram o ensino puro e simples do Evangelho para lutar nas trincheiras de uma teologia segundo Karl Marx. O pastor deixa claro que muito antes de qualquer leitura política da desigualdade humana, o Evangelho de Cristo já havia proposto a solução. Porém, uma solução que obrigatoriamente deve passar por Cristo, e somente Ele. Assim, encerro essa reflexão novamente com as palavras do pastor, ao concluir que uma mensagem de justiça que não carrega em si a necessidade de arrependimento e reconhecimento do sacrifício vicário de Cristo, tende a ser vazia, infrutífera e falida:
"A única esperança da humanidade é o arrependimento, a regeneração e a restauração à sua responsabilidade bíblica diante de Deus e amor pelo próximo. Os interesses da justiça social devem, portanto, ser sempre mantidos numa relação subordinada ao evangelismo, que é o meio utilizado por Deus para restaurar a imagem divina através da habitação interior de Cristo" (Cl 3:10).
Fonte: Gospel+
Por Marisa Lobo é psicóloga clínica, escritora, pós-graduada em saúde mental, conferencista realiza palestras pelo Brasil sobre prevenção e enfrentamento ás drogas, e toda forma de bullying, transtornos psicológicos, sexualidade da familia, entre outros assuntos. Teóloga, ela é promoter e organizadora da ExpoCristo realizada no Paraná. Marisa é casada, tem dois filhos e congrega na IBB em Curitiba.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

E se fosse o contrário? Eles querem respeito ofendendo 178 milhões de cristãos - Por Marisa Lobo



O transformista pernambucano Johhny Hooker causou indignação popular ao dizer que 'Jesus é travesti'.


Não sei o que mais é preciso para a sociedade e principalmente as igrejas cristãs entenderem o que realmente estamos enfrentando. Ouvir de pessoas ignorantes e alheias a fé alguns absurdos no meio da rua, dentro de algum estabelecimento ou mesmo dentro de casa, não é o mesmo que assistir famosos, gente com acesso à informação, utilizando o dinheiro público para ofender abertamente a fé de 178 milhões de cristãos no Brasil.

O vídeo que circulou nas redes sociais e causou indignação na população, onde o transformista pernambucano Johnny Hooker chamou Jesus Cristo de "travesti" e de "bicha", puxando o coro de alguns ousados na platéia, demonstra claramente o quanto nós, cristãos, sofremos perseguição ideológica, sendo ofendidos publicamente por conta da nossa fé, enquanto eles, os que se consideram paladinos da "verdade", da "tolerância" e da "diversidade", se sentem livres para nos agredir moralmente, vilipendiar nossos símbolos religiosos e ainda achar que estão no direito de fazer essas coisas.


Tudo isso simplesmente porque não aceitaram o impedimento de uma peça que também tem como propósito ofender a fé cristã, onde Jesus é retratado como um travesti. Qualquer pessoa em sã consciência e com um mínimo de conhecimento da Bíblia sabe quem é Jesus Cristo para os cristãos. A nossa fé em Cristo é fruto do que a Bíblia declara sobre Ele, que é o Filho de Deus, o Messias prometido, o Salvador, o Ungido de Deus que veio entregar sua vida por amor de todos nós, pecadores.

Esse Jesus que a Bíblia fala a respeito possui uma identidade própria, sendo ele mesmo Deus, como crêem os cristãos. E como Deus, Ele rejeita o pecado e abomina o mal. Chamar Cristo de travesti e bicha são ofensas a fé dos cristãos porque a Bíblia não atribui esses comportamentos a pessoa de Jesus. Pelo contrário, ela considera pecado a prática sexual entre duas pessoas do mesmo sexo. Assim, dizer que Jesus Cristo é "bicha" é ir de encontro à santidade do Senhor e cometer a violação do artigo 280 do Código Penal, que tipifica como crime o escárnio de alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa.

Mas, e se fosse o contrário? Se algum de nós, líderes e personalidades cristãs, falássemos algum xingamento contra essas pessoas que usam o discurso dos "direitos humanos" para se protegerem atrás de ONGs e movimentos? Eu, Marisa Lobo, já sofri ameaças, perseguição e processos judiciais por muito menos. Por simplesmente dizer uma opinião sobre sexualidade baseada em meu conhecimento científico, algo muito diferente de uma ofensa gratuita com a clara pretensão de provocar.

Quando ativistas da "Marcha das Vadias" quebraram imagens católicas na Jornada Mundial da Juventude, organizada pela Igreja Católica em julho de 2013, profanando os símbolos religiosos com seus órgãos genitais ao ar livre, diante de homens, mulheres e crianças, a maior parte da mídia ficou calada. Silêncio total! O movimento LGBT e partidos de esquerda não se manifestaram. Eles fingiram que nenhum absurdo havia acontecido. Não está sendo diferente agora. Onde está a indignação dos cristãos de esquerda? Ou será que o Cristo deles é outro e não o que a Bíblia descreve? Onde estão às manifestações de repúdio desses que dizem lutar pelo respeito às religiões? Onde estão os protestos nas ruas e manchetes de jornais acusando o tal "cantor" de intolerância religiosa?

São dois pesos e duas medidas, mas para quem já vem há anos na luta contra esse ativismo ideológico nada disso é surpresa. Sabemos como eles são alienados, pobres de espírito e carentes de atenção, como crianças mimadas, necessitando principalmente de salvação espiritual, algo que só Deus pode dar através da sua misericórdia e graça imerecida. O que nós podemos fazer é continuar testemunhando quem somos, trazendo a memória que "em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos". (2 Coríntios 4:8-10).

Por Marisa Lobo - Psicóloga, especialista em Direitos Humanos e autora de livros, como "Por que as pessoas Mentem?", "A Ideologia de Gênero na Educação" e "Famílias em Perigo".

Fonte: Guiame

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Marisa Lobo assume presidência do Avante e anuncia pré-candidatura à deputada federal no PR


A psicóloga Marisa Lobo foi empossada nesta quarta-feira (9) como presidente estadual do Avante no Paraná, estado por onde ela disputará ao cargo de deputada federal nas eleições deste ano.

Para assumir o posto, Marisa embarcou para Minas Gerais, sede da sigla, para tomar posse do cargo de presidente da legenda, cargo até hoje nunca ocupado por uma mulher evangélica, ainda mais uma mulher que ainda não tem cargo político.
O Avante é um partido de centro, mas no Paraná é formado por políticos de direita, mesma direção política da psicóloga, conhecida pela defesa dos valores cristãos, enfrentando diretamente os grupos que tentam sexualizar precocemente crianças e impor o ensino da ideologia de gênero nas escolas.
Essa defesa conservadora, inclusive, fez Marisa Lobo ser criticada recentemente pelo jornal Estado de Minas por defender essas pautas em um partido com o nome de Avante.
Marisa Lobo declarou ao que uma das condições impostas por ela ao presidente do partido, Luis Tibé, é de poder abraçar as pautas conservadoras. "Isso é, contra o aborto, contra drogas, ideologia de gênero, contra o comunismo, a favor do Escola Sem Partido e etc.. Ele também foi criticado pelo jornal, mas ele entende que todos têm o direito de defender as suas ideias".
Antes de aceitar o convite do partido, Marisa Lobo orou e pediu direção de Deus, pois por alguns momentos ela pensou em desistir de disputar uma vaga no Congresso, pois não tinha certeza de qual partido entrar. Agora ela já planeja organizar no Estado do Paraná os políticos que abracem a visão conservadora e desenvolverão trabalhos nesse sentido. "Eu vejo como uma direção de Deus mesmo", declarou.
Marisa fará alianças apenas com políticos comprometidos com a defesa de pautas conservadoras e os presidentes de diretórios e provisórias também serão selecionados dentro desses princípios.
Durante o evento o Avante se posicionou à favor da candidatura de Ratinho Jr. ao cargo de governador do Estado do Paraná.
"O Ratinho representa o novo. Um homem competente, preparado e capaz de realizar as transformações que o Paraná precisa para avançar", declarou Lobo.
Fonte: JM Noticia

quinta-feira, 1 de março de 2018

Justiça condena Marisa Lobo a pagar R$ 30 mil após denunciar aceitação da pedofilia


Marisa Lobo foi condenada a pagar uma indenização de R$ 30 mil após publicar um vídeo em suas redes sociais.

A Cristã, psicóloga, palestrante e especialista em Direitos Humanos, Marisa Lobo foi condenada a pagar uma indenização de R$ 30 mil – R$ 15 mil mais juros de publicação – após publicar um vídeo em suas redes sociais, com uma denúncia contra a aceitação social da pedofilia. Segundo ela, o material continha um discurso que defende os pedófilos.

Segundo a decisão judicial, Marisa "teceu comentários ofensivos à reputação" da pessoa que aparecia no "contexto do vídeo
sobre pedofilia".

A notícia de sua condenação foi confirmada pela própria psicóloga em seu perfil oficial do Facebook, com um post no qual ela explicou que não pode entrar em detalhes sobre o processo, porque este ainda está em segredo de justiça.
“Fui condenada por denunciar discursos que, em minha opinião, favorecem a aceitação social da pedofilia. O Juiz entendeu que que defender o pedofilo não é apologia à pedofilia. Respeito a justiça, embora não concorde e precise pagar essa condenação”, declarou.
“Não podemos aceitar sermos amordaçados dessa maneira. Percebam que os valores estão destorcidos. Eu não o ofendi, apenas me indignei com discursos que não ajudam em nada o combate à violência contra a criança, muito pelo contrário. Mas se o entendimento do Juiz foi esse, vou cumprir. Porém jamais vou aceitar, nem ficar calada quanto a esse assunto. Que Deus nos proteja”, acrescentou.
Procurada pela equipe do Portal Guiame, Marisa falou com exclusividade e reforçou que sua crítica não era um ataque particular à pessoa que falava no vídeo, mas sim ao tipo de discurso que a fala dele representava naquelas imagens.
“Era um vídeo que apresentava um discurso no qual argumenta que o pedófilo não é um abusador sexual, dizendo que o pedófilo é uma pessoa que ‘ama crianças’ e que ‘se houver consentimento da criança para esse relacionamento, o ato não configura crime’. Então o problema é com os desdobramentos desse tipo de discurso que ‘pedofilia não é crime”, explicou.
Marisa explicou que sua denúncia foi feita em um contexto alarmante, no qual os índices de abuso sexual infantil são altos no Brasil.
“Em um momento no qual o Brasil está quarto lugar no ranking mundial de consumo de pedofilia pela internet, consumo de fotos, em que as fotos são vendidas a R$ 100 cada foto e R$ 1.000 cada vídeo… em que quanto mais nova for a criança, mais caro é o vídeo, esse consumo vergonhoso existe, porque existem pessoas assistindo a isso pela internet, comprando essas fotos e essas pessoas podem não estar literalmente tendo relações sexuais com as crianças, mas estão estimulando esse tráfico que leva ao abuso de crianças”, alertou.
“Eu critiquei esse discurso de que pedofilia não é crime, porque agora a Organização Mundial de Saúde colocou a pedofilia como uma ‘orientação sexual’ e com isso nós estamos vendo uma confusão gigante e assim, essa prática deixa de ser crime, igualada a todas as outras orientações sexuais”, continuou.
Ajuda
Marisa Lobo não tem mais como recorrer da decisão judicial e realmente terá que pagar o valor total de R$ 30 mil. Por isso lançou uma campanha em um site de ‘vaquinhas online’, no qual pede a colaboração daqueles que queiram apoiá-la, doando qualquer quantia para ajudá-la a pagar este alto valor.
Para saber mais sobre como contribuir, basta acessar: vakinha.com.br/vaquinha/marisa-lobo.
Com informações : Guia-me via Gospel Geral

domingo, 26 de novembro de 2017

Psicóloga cristã é ameaçada de morte por falar contra ideologia de gênero

Marisa Lobo diz que enfrentar a ideologia de gênero com ciência requer coragem

A psicóloga Marisa Lobo, conhecida por ser uma das maiores defensoras da “terapia de reversão da orientação sexual” de gays e lésbicas, foi convidada para fazer uma palestra na Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Parte da programação do "I Ciclo de Estudos sobre Corpo Humano, Filosofia e Sociedade: Reflexões sobre aborto, drogas e gênero", a presença de Marisa acabou provocando a ira de ativistas LGBT. Pelas redes sociais, ela vem recebendo muitas ameaças, inclusive de morte. O caso, segundo a coordenação do evento, é levado à sério e já foram tomadas as medidas legais.

Programado para acontecer dia 7 de dezembro no Auditório das Aves no Centro de Biociências (CB), a palestra da psicóloga foi transferida para outro local. A Divisão de Segurança Patrimonial da Universidade afirmou em memorando que "poderá ter dificuldades para garantir a segurança na referida manifestação após vistoria técnica, que constatou a grande diversidade de acessos, que poderá gerar dificuldade em necessidade suplementar de controle".
A palestra da psicóloga cristã também gerou uma série de desistências por parte dos palestrantes. O organizador do evento, Bento Abreu, anunciou que o Conselho do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) emitiu uma nota de repúdio à discussão sobre uma terapia conhecida como "cura gay" na Universidade. O documento segue com as assinaturas do Consec e de outros órgãos signatários.
Abreu lamentou a reação. "O que deveria ser um ciclo de palestras com proposta de debate pacifico se tornou uma situação extremamente delicada. As pessoas tentaram de toda forma fazer que o evento fosse cancelado. Estamos lutando contra centros, estudantes e professores que fogem do debate acadêmico".
Procurada pelo Gospel Prime, Marisa Lobo afirmou que "É lamentável que os que mais dizem defender a democracia, que dizem lutar contra a opressão e a ditadura de opinião, sejam os que mais perseguem o contraditório e, portanto, a democracia. É exatamente assim que o marxismo e a esquerda trabalha, ameaçando, desfilando ódio com ameaças de morte".
Mesmo assim, ela não irá cancelar sua palestra: "Não tenho medo, não vou desistir de ocupar este espaço que me foi dado por alunos e professores conservadores que estão lutando pela ciência, que estão cansados da esquizofrenia coletiva que está gerando está ditadura ideológica de gênero. Eles estão com medo do meu discurso? Sabe por quê? Porque é científico e não impositivo nem proselitismo".
A psicóloga diz que as ameaças são causadas por uma questão ideológica, não científica: "A ciência está ao meu lado, não podemos mais aceitar sermos pautados pelo que uma minoria de acadêmicos querem como sociedade. Direitos humanos é para todos, não uma bandeira ideológica das minorias contra as maiorias. Enfrentar a ideologia de gênero com ciência requer coragem e bom senso. Eu tenho os dois".
Recentemente, na Universidade Federal da Bahia, militantes de esquerda fizeram protestos agressivos contra um evento de conservadores. Além de agressões, havia cartazes pedindo "morte aos cristãos".
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Marisa Lobo tem vitória definitiva contra Conselho de Psicologia: "Liberdade de expressão"



Após decisão da 4ª Vara Federal de Curitiba em favor da psicóloga Marisa Lobo, o Conselho de Psicologia não tem mais como recorrer para outra instância.

Após uma longa batalha judicial, a Justiça de um resultado definitivo à ação movida pelo Conselho Regional de Psicologia (CRP/PR) contra a psicóloga paranaense Marisa Lobo, dando vitória à então "" no caso. O processo vem se arrastando desde 2011, quando a psicóloga denunciou a doutrinação ideológica flagrante do órgão.

As denúncias do Conselho contra Marisa constavam que a profissional estaria difamando e caluniando o órgão "injustamente". Porém durante todos estes anos, a psicóloga vem conquistando vitórias nos tribunais com relação a este caso.

A vitória de Marisa veio após o julgamento (em agosto) da apelação judicial feita pelo Conselho, que inconfomando com uma vitória anterior da psicóloga, recorreu à última instância. Na ocasião anterior, a juíza Soraia Tullio, da 4ª Vara Federal de Curitiba, considerou que Marisa não havia cometido qualquer ato ilegal quando se manifestou em seus perfis das redes sociais contra o CRP/PR e denunciou a parcialidade do órgão, ao persegui-la.

"... liberdade de opinião, em uma sociedade democrática, abrange o direito à crítica às instituições, ainda que severas. Tais críticas à atuação pública do Conselho Profissional são decorrência natural da atividade que desenvolve." (...)

Portanto, as críticas devem ser toleradas como exercício do direito de expressão e não podem ser consideradas ato ilícito", destacou a juíza anteriormente.

Após o julgamento do mês de agosto, o Conselho de Psicologia já havia sido condenado a pagar os custos e parte dos honorários advocatícios que Marisa Lobo teve que desembolsar devido a este processo.

Porém após recorrer à última instância, o Tribunal Regional Federal da 4º Região mais uma vez considerou as acusações do Conselho de Psicologia infundadas e decidiu preservar a liberdade de expressão da Marisa Lobo.

"...inexiste comprovação de que tenha havido abalo profundo da imagem, no plano social, objetivo, externo, de modo a que se configurem situações de constrangimento, humilhação ou degradação passíveis de macular a reputação do Conselho perante a sociedade. A demonstração disso deve ser feita de forma inequívoca nos autos, o que não ocorreu, não gerando o direito à indenização pleiteada", diz parte da sentença assinada pelo desembargador federal Luis Alberdo D Azevedo Aurvalle.

O desembargador também rejeitou à apelação e deu por encerrado o processo, conferindo a vitória definitiva para a psicóloga e cristã Marisa Lobo neste caso.

Ao comentar esta recente conquista, Marisa Lobo destacou que esta vitória é um marco a favor da liberdade de expressão e contra a intolerância.

"Isso significa um ganho para a liberdade dos psicólogos e outros profissionais, para que eles possam questionar a ditadura das suas autarquias", destacou.

Fonte: Guiame

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Marco Feliciano e Marisa Lobo participam de debate sobre "cura gay" no Superpop


O termo 'cura gay' voltou a ficar em evidência, após um juiz federal decidir que psicólogos podem atender homossexuais egodistônicos.


Nesta segunda-feira (25), irá ao ar a edição do programa Superpop com a participação do deputado federal Pastor Marco Feliciano e da psicóloga parananense Marisa Lobo em um debate sobre a "cura gay".

Ambos se tornaram conhecidos por apoirem o direito que os psicólogos têm de atender homossexuais egodistônicos (insatisfeitos com sua atual orientação sexual).

Marisa Lobo chegou a ser denunciada anteriormente, sob acusações de "promover a cura gay" e foi julgada pelo Conselho Regional de Psicologia, porém absolvida, após seus próprios pacientes (homossexuais) relatarem que ela não tentou aplicar qualquer técnica que implicasse em "cura gay".


Contexto

O assunto voltou a ficar em evidência após a decisão liminar de um juiz federal de Brasília, que autorizou psicólogos a atenderem homossexuais egodistônicos.

Em sua decisão, o juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho explicou que não desconsidera que a homossexualidade seja uma doença, mas também reconheceu que os psicólogos têm a liberdade de atender homossexuais que queiram mudar de orientação sexual, bem como estes têm o direito de buscar ajuda profissional para isso.

"Sendo assim, defiro, em parte, a liminar requerida para, sem suspender os efeitos da Resolução nº 001/1990, determinar ao Conselho Federal de Psicologia que não a interprete de modo e impedir os psicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re) orientação sexual, garantindo-lhes, assim, a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia por parte do C.F.P., em razão do disposto no art. 5º, inciso IX, da Constituição de 1988", disse o juiz em sua decisão.

Como resposta à decisão do juiz, a militância LGBT começou a acusá-lo de "autorizar a cura gay", pois passou a dar aos psicólogos o direito de avaliarem a homossexualidade como doença.

O programa Superpop desta segunda (25) irá ao ar a partir das 22h45, pela RedeTV!

Fonte: Guiame

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Após polêmica, Facebook desbloqueia perfil da psicóloga Marisa Lobo



Marisa Lobo teve seu perfil bloqueado por denunciar a exposição 'Queermuseu', realizada pelo Santander Cultural. A decisão do Facebook gerou revolta popular.


Na tarde desta quarta-feira (13), o bloqueio do perfil da psicóloga paranaense Marisa Lobo no Facebook gerou grande indignação nas mídias sociais. A decisão da rede social em bloquear se deu em razão de uma denúncia que Marisa fez sobre a exposição "Queermuseu — Cartografias da diferença na arte brasileira", realizada pelo Santander Cultural.

Além de remover a publicação na qual Marisa fazia sua denúncia, por não seguir "os padrões da comunidade do Facebook", a rede social também comunicou a ela que seu perfil permaneceria bloqueado por 30 dias.

A denúncia de Marisa Lobo sobre a exposição ocorreu pelo fato do evento promover a pedofilia, zoofilia e o vilipêndio a elementos religiosos como a imagem de Jesus Cristo. A exposição foi inaugurada em 14 de agosto e cancelada no último domingo (10), após fortes protestos contra o evento.

Após saber do bloqueio, o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) fez contato com a diretoria do Facebook no Brasil.

"Soube que a página da doutora Marisa lobo havia sido bloqueada por conta de uma postagem sobre a exposição 'Queermuseu' no Santander. Acionei o facebook e questionei o motivo. Me disseram que devido as muitas denúncias, que com certeza forma feitas por ativistas de esquerda que a perseguem, pedi para averiguarem e que desfizessem a injustiça. Me atenderam. Parabéns, Marisa", declarou o parlamentar em depoimento ao qual o portal Guiame teve acesso.

Em contato com a diretoria do Facebook no Brasil, Marco Feliciano também alertou que além da forte repercussão popular negativa que o bloqueio do perfil da psicóloga estava gerando, ele poderia mobilizar cerca de 100 deputados para se manifestarem contra o bloqueio do perfil de Marisa Lobo - decisão da rede social que foi vista como censura por parte do público.




Marco Feliciano fez contato com a diretoria do Facebook para pedir o desbloqueio do perfil de Marisa Lobo. (Imagem: Arquivo Pessoal)


O prazo máximo é que o perfil de Marisa Lobo estivesse desbloqueada até esta quinta-feira, porém segundo a psicóloga informou em primeira mão ao Guiame, que seu perfil já estava ativo novamente.


Reação popular


A reação popular foi notável. Somente nas redes sociais do portal Guiame, centenas de pessoas manifestaram seu repúdio à decisão do Facebook.

"Chega! Vamos dar um basta nesta tentativa absurda de amordaçar a nós cristãos! [...] Não iremos mais abaixar a cabeça e permitir que violações de nossas crenças sejam diuturnamente infringidas! Que Deus abençoe esta irmã por ter se posicionado. Vamos seguir o exemplo dela irmãos e nos posicionar também! Maranata, oh vem Senhor Jesus!", comentou um usuário da rede social.

"Estou com ela... Ridiculo... acho uma desmoralização... falta de tudo.... Quando nós cristãos postamos alguma coisa querem nos crucificar", comentou outra usuária.

Fonte: Guiame

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Marisa Lobo é bloqueada pelo Facebook por criticar o Santander


Marisa Lobo terá que ficar 30 dias com seu perfil bloqueado por ter feito uma denúncia contra a exposição 'Queermuseu', do Santander Cultural.

Nesta quarta-feira, a psicóloga Marisa Lobo comunicou que seu perfil no Facebook foi bloqueado pela rede social. O motivo? Uma publicação de dias atrás, na qual ela denunciou a exposição "Queermuseu — Cartografias da diferença na arte brasileira", realizada pelo Santander Cultural em Porto Alegre.
"Bom dia amigos, o Foicebook bloqueou o meu perfil Marisa Lobo por 30 dias, por causa dessa postagem sobre o Santander. Uma ditadura sem precedentes me digam o que tem de errado nesta postagem que viola as política do Facebook? Me sigam neste perfil. É um absurdo não podermos protestar”, publicou Marisa Lobo em outra página que mantém na rede social.

A exposição, que foi acusada de promover a pedofilia, zoofilia e o vilipêndio a elementos religiosos como a imagem de Jesus Cristo, foi inaugurada lançada no dia 14 de agosto e cancelada no último domingo (10), após a forte repercussão negativa que gerou nas redes sociais. A exposição também recebia a visita de crianças, levadas por suas escolas, o que gerou ainda mais indignação.

Procurada pela equipe do Guiame, Marisa Lobo destacou que se sentiu "amordaçada" e com sua liberdade de expressão ferida, após seu perfil ter sido bloqueado em razão de uma denúncia tão séria.
"Amordaçada, estou me sentindo na Venezuela. Falamos que vivemos em um país democrático por direito, quando a verdade é que vivemos monitorados, vigiados o tempo todo", disse Marisa.
A psicóloga chegou a usar novamente o 'apelido' que deu à rede social, em razão da aparente inclinação do rede às ideologias de esquerda.
"O Facebook tem sido a maior ditadura dos últimos tempos. Falam em ditadura de opiniões no regime militar, mas se notarmos só podemos contestar até onde o Facebook deixar. Me digam onde eu ofendi as políticas do 'FOICEBOOK'. Acontece que minhas postagens estavam alcançando muitas curtidas e compartilhamentos e sempre que surge um assunto polêmico – por 'coincidência', está sempre relacionado à esquerda ou à tentativa de desconstruir a fé ou a infância – e nos voltamos contra ele, o Facebook me bloqueia", contou Marisa, que também é evangélica.


Citando outro episódio no qual ela também foi censurada outra vez pela rede social, Marisa destacou que o simples fato de publicar fotos com pessoas consideradas "intolerantes" pela grande mídia também gerou o bloqueio de suas publicações.
"Já pagaram o mico de me censurar por causa de uma foto que tirei com o Pr. Silas Malafaia, dizendo ser uma foto imprópria, já me censuraram por postar uma Selfie com Eduardo Bolsonaro e O Jair Bolsonaro. A perseguição é vergonhosa", disse.
Marisa acrescentou que o absurdo ainda maior nesta decisão mais recente do Facebook sobre o seu perfil pessoal foi que ela não dirigiu qualquer ofensa a uma pessoa ou organização, mas sim estava buscando provar a inconstitucionalidade da exposição realizada pelo Santander Cultural.
"Eu estava ensinando ao nosso povo sobre como eles podem, respaldados pela lei, defender seus direitos e processar uma exposição desastrosa e pornográfica, que faz alusão à pedofilia, zoofilia, além de escarnecer de símbolos religiosos", explicou.
"Como podemos nos calar diante dessa revolução perversa que estão promovendo com essa onda Queer que visa reorientar a moral, os princípios as leis, tornando aceitável o inaceitável? Querem transformar nossa sociedade em uma sociedade com sua sexualidade poliformicamente perversa e fazem isso a partir de crianças?", desabafou.
Marisa também argumentou que os ataques ao cristianismo são frequentes no Brasil – como em alguns outros lugares do mundo – porém isso comprova uma desigualdade na tolerância religiosa do país.
"E se fosse uma exposição da religião islâmica? O Santander teria aceitado expor este escárnio? De certo que não. Mas com o cristianismo e como as crianças brasileiras pode tudo? […] Foi isso que o Facebook fez, me puniu por protestar em favor das nossas crianças e por tentar defender a fé cristã".



"Retratação"
Após o grande número de protestos contra a exposição e seu posterior cancelamento, o Santander Cultural informou que irá devolver à Receita Federal os R$ 800 mil captados via Lei Rouanet para sua realização.
Em um comunicado oficial, a organização ligada ao banco também pediu "sinceras desculpas a todos aqueles que enxergaram o desrespeito a símbolos e crenças na exposição 'Queermuseu'".
(Guiame) via Gospel Geral
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