Mostrando postagens com marcador Missionários. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Missionários. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 18 de setembro de 2025

Brasil é o segundo país no mundo que mais envia missionários, dizem pesquisadores




Com aproximadamente 38 mil enviados por ano, no ranking mundial, o país surge atrás apenas dos Estados Unidos, responsáveis por 127 mil obreiros.


O Brasil ocupa, atualmente, a segunda posição entre os países que mais enviam missionários cristãos ao exterior. Estima-se que aproximadamente 38 mil missionários brasileiros sejam enviados anualmente para diversos países, em um universo global de aproximadamente 400 mil missionários em atividade.

Os Estados Unidos lideram o ranking, com cerca de 127 mil enviados, anualmente. Os dados foram divulgados pela CBN News e citados por pesquisadores do Seminário Teológico Gordon-Conwell.

Os missionários brasileiros atuam em diferentes áreas, que vão da pregação do Evangelho à assistência humanitária em regiões da África, da Europa, da Ásia e do Oriente Médio. Para o pesquisador Todd Johnson, especialista em estudos religiosos, o impacto dessa atuação é expressivo, mas ainda pouco conhecido pelo público: "Os brasileiros realizaram uma grande variedade de ações, desde a plantação de igrejas até o trabalho em hospitais e assistência humanitária em alguns dos locais mais desafiadores do mundo."

Um dos exemplos é Rebeca Teixeira, missionária da Igreja Quadrangular, que atua na Europa. Em Portugal, ela serve com plantação de igrejas e a formação de jovens evangelistas em diferentes países europeus.

"O meu objetivo é capacitar e encorajar esses jovens líderes, independentemente do local — Portugal, Suécia, Dinamarca, Alemanha. Um lugar é apenas uma oportunidade para ver a ação de Deus", compartilhou Rebeca, destacando que as missões dependem de "quem dá, de quem ora e de quem vai".

Já Daniele Silva, de Belo Horizonte (MG), utiliza cafeterias em países do Oriente Médio e da Ásia como ponto de contato com a população local. Além de gerar empregos, a iniciativa facilita a construção de relacionamentos que abrem espaço para compartilhar a fé. "Cada pessoa que entra no café é uma oportunidade de fazer amigos, aprofundar relações e, gradualmente, partilhar o amor de Cristo", afirmou.

Segundo Zane Pratt, vice-presidente de Treinamento Global do International Mission Board, há uma transformação em curso no movimento missionário mundial: países da América Latina, África e Ásia Oriental, antes vistos como campos missionários, tornaram-se importantes centros de envio. "Locais que até recentemente eram considerados campos missionários estão agora a transformar-se em forças missionárias", avaliou.

Para Pratt, missionários vindos do Sul Global têm demonstrado maior facilidade de inserção em contextos islâmicos e poderão desempenhar papel decisivo na reevangelização do Ocidente, diante do declínio religioso em países historicamente cristãos.

Fonte: Comunhão via Folha Gospel

domingo, 27 de julho de 2025

Tragédia: Família missionária se envolve em acidente fatal


Caso aconteceu nesta sexta-feira

Uma família missionária se envolveu em um acidente fatal, nesta sexta-feira (25). O caso aconteceu no quilômetro 194 da Rodovia Castelo Branco (SP-280), em Pardinho (SP).

As vítimas são o pastor Davi Samuel Nienov; a esposa dele, Roselandia Torquato Nienov; e a filha mais nova do casal, Daniela Ayelenn Nienov Torquato.

O pastor era missionário em San Lorenzo, no Paraguai. Ele e a família estavam em uma viagem particular ao Brasil, segundo informou a nota de pesar da Assembleia de Deus Ministério do Belém Americana, de São Paulo.

Aprouve o Senhor recolher os seus filhos nesta manhã de sexta. Desejamos que o Espírito Santo console a todos os familiares, irmãos e amigos – diz o texto da igreja, assinado pelo pastor presidente, José Claudio Munhos, e esposa, Vanda Munhoz.

De acordo com o portal Correio do Lago, informações preliminares apontam que uma caminhonete, que transportava cinco pessoas, bateu na traseira da carreta, e um dos veículos pegou fogo. Duas vítimas ficaram presas nas ferragens e foram resgatadas por equipes do Corpo de Bombeiros de Botucatu, com apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). 

A caminhonete tinha saído de San Lorenzo, no Paraguai. Testemunhas relataram neblina no trecho no momento do acidente. A Polícia Científica foi acionada para realizar a perícia e a Polícia Civil vai apurar as causas do acidente.

Fonte: Pleno News

quinta-feira, 1 de junho de 2023

Palestina é um dos países que mais envia missionários para o mundo



De acordo com a MNN, a Igreja palestina envia cerca de 3.400 missionários para cada 1 milhão de pessoas.


Na Palestina, apesar de haver apenas 2% da população seguindo o cristianismo, o país foi considerado um dos principais que enviam missionários pelo mundo. 

Conforme a Mission Network News (MNN), a Igreja palestina envia cerca de 3.400 missionários para cada 1 milhão de pessoas.

Uma das coisas legais sobre os cristãos palestinos é que eles têm muito orgulho de sua fé e estão dispostos a compartilhá-la onde quer que estejam”, disse Jack Sara, presidente do Bethlehem Bible College — organização que prepara líderes cristãos para fortalecer a Igreja em países com prevalência muçulmana. 

Jack conta que as dificuldades vividas pelos palestinos certamente fez deles um povo resiliente, principalmente os cristãos. 

'Conectados pelas mesmas dificuldades’

Ainda de acordo com a MNN, este compromisso com missões revela o coração do Evangelho cultivado na Igreja palestina e serve como um desafio e encorajamento para outros crentes.

A Igreja global faria bem em fornecer uma plataforma para os cristãos palestinos compartilharem suas experiências e algumas das lições aprendidas ao viver o Evangelho em circunstâncias tão difíceis”, disse Jack. 

Para ele, são essas circunstâncias que, muitas vezes, qualificam os missionários palestinos a se conectar com pessoas em outros países onde a vida também é difícil.

Pedidos de oração

Estamos vivendo num clima que, em todas as circunstâncias, nos vemos entre a cruz e a espada. Então você aprende a aumentar sua fé, aprende a depender do Senhor. Sua fé cresce à medida que você se aprofunda na Palavra de Deus”, disse Jack. 

Ao mencionar os cristãos palestinos em campos missionários, Jack pede orações da Igreja em todo o mundo: “Orem pela unidade dos cristãos na Palestina e para que Deus permita que haja igrejas em lugares onde o Evangelho ainda não chegou”, continuou.

Ore também para que o envio de missionários para fora do país continue acontecendo. Mesmo quando eles se tornam imigrantes, eles são missionários, onde quer que estejam”, concluiu.

Fonte: Guiame

sábado, 6 de maio de 2023

“A maioria dos indianos não tem ideia de quem é Jesus”, diz missionário



Erik revela que 98% dos 1,4 bilhão de pessoas não seguem Jesus Cristo na Índia.


A Índia é uma sociedade pluralista com uma história complexa de relações inter-religiosas, e há quem veja a expansão do cristianismo como uma ameaça às suas próprias tradições e crenças.

De acordo com a Mission Network News, esse cenário levou à perseguição e violência contra os cristãos, principalmente nas áreas rurais. Além disso, existem restrições legais à conversão e ao financiamento estrangeiro para organizações religiosas, o que pode dificultar o estabelecimento de novas igrejas.

Sendo assim, 98% dos 1,4 bilhão de pessoas não seguem Jesus Cristo na Índia. “Não é porque ouviram o Evangelho e o rejeitaram. A maioria dos indianos não tem ideia de quem é Jesus”, disse Erik (nome fictício por motivos de segurança). 

Cristãos são treinados para plantar igrejas

O missionário Erik, que trabalha na “Mission India”, explica que o trabalho de missões tem passado por um processo muito complexo, pois há necessidade de identificação de cristãos no país para saber quais estão dispostos a ser plantadores de igrejas.

Depois disso, os voluntários passam por um treinamento: “Existe o treinamento em sala de aula e depois o treinamento de campo. Ao longo de 1 ano, eles passarão pelo processo de treinamento com o objetivo final de alcançar centenas de famílias e plantar duas igrejas”.

No entanto, a plantação de igrejas na Índia tem seus desafios por conta da religião predominante que é o hinduísmo. Além disso, nos Estados onde existe a Lei Anticonversão, movimentos extremistas anticristãos e ultranacionalistas organizam ataques contra as igrejas, podendo ferir e até matar cristãos.

Necessidade de oração

A perseguição é uma grande necessidade de oração. Diariamente, recebemos relatos e histórias de parceiros e outras igrejas sendo perseguidos. Portanto, não apenas oramos por força e coragem para aqueles plantadores de igrejas e pessoas que estão ministrando, mas também oramos pelos perseguidores”, diz Erik.

Apesar desses desafios, a plantação de igrejas na Índia continua a crescer e o Espírito Santo está movendo os corações com o Evangelho. A cada ano, ouvimos uma quantidade insana de histórias sobre o que Deus está fazendo por meio dos plantadores de igrejas”, continuou.

Conforme explica o missionário, isso repercute nas famílias e comunidades. “É muito gratificante ver Deus trabalhar e assumir a paixão e alinhar isso para plantar igrejas para trazer mudanças às comunidades em toda a Índia”, concluiu. 

Fonte: Guiame

domingo, 27 de março de 2022

Missionários da JOCUM decidem ficar na Ucrânia: ‘Enquanto Deus permitir, vamos ajudar’


Mesmo correndo risco de morrer, missionários evangelizam, preparam alimentos e distribuem suprimentos pela cidade.


Quando a guerra começou e as bombas russas começaram a cair em Kiev, os missionários, Marie e Japhin John, tiveram que tomar uma decisão difícil — partir ou permanecer na capital. 

Nós fizemos as malas com pressa porque a situação era incerta. Mas, de repente, acordamos pela manhã com o som das bombas. Ficamos, tipo: Uau, o que está acontecendo aqui?”, relatou Marie.Não era uma decisão fácil de ser tomada, então oramos. E, depois de orar, foi fácil decidir ficar”, acrescentou Japhin.

Japhin John e Marie. (Foto: Captura de tela/YouTube/CBN News)

Sobre o casal de missionários

Marie é alemã e Jaffin é indiano. Ambos são missionários na Ucrânia e representam o JOCUM — Jovens Com Uma Missão. O movimento internacional que envolve várias denominações está espalhado por todo o mundo, com o objetivo de levar Cristo às pessoas. 

Eu cresci na Índia e exerci o ministério em meu país. Esta não é a primeira vez que vivo uma situação perigosa, na verdade, é a terceira”, disse Japhin.

O casal decidiu ficar em Kiev por causa do compromisso de servir ao povo ucraniano, apesar do perigo real para suas vidas.

É como o compromisso que temos de permanecer unidos em nosso casamento — nos bons e nos maus momentos. Não estamos aqui apenas tentando causar impacto quando os tempos são favoráveis. Quando todos estão indo embora, é o momento em que realmente precisamos ficar”, compartilhou Marie à CBN News.

Situação em Kiev

Mais da metade da capital já foi evacuada e o cenário de guerra inclui sacos de areia empilhados, lajes de concreto e estruturas metálicas destinadas a parar os tanques russos.

Enquanto isso, os missionários da JOCUM estão focados em ministrar o Evangelho às pessoas que permaneceram na cidade. Além das ministrações, o grupo também oferece ajuda humanitária. 

Uma das missionárias, Natália, e seus dois filhos trabalham na cozinha fazendo refeições para as pessoas do bairro. “Depende do dia, às vezes, cozinhamos para cerca de mil pessoas”, contou.

Levando alimento físico e espiritual

Katarina, outra missionária da JOCUM, uma finlandesa que dirige para entregar suprimentos, disse: “O único pensamento que me dava paz era voltar para a Ucrânia, é por isso que estou aqui”. 

Não estou dizendo que Deus me obrigou a vir para zona de guerra ou que eu não tive escolha. Eu tive escolha e escolhi estar aqui, por isso Deus abriu essa porta”, explicou.

Katarina foi evacuada pouco antes do início da guerra, mas voltou dias depois. Agora ela sai às ruas de Kiev entregando comida e outros suprimentos para aqueles que não podem sair de seus apartamentos. Cada visita termina com um momento de oração. 

David, missionário da JOCUM. (Foto: Captura de tela/YouTube/CBN News)

Missões perigosas

Enquanto Katarina faz suas entregas diárias, um outro missionário chamado David, que normalmente cuida da manutenção no campus da JOCUM, está trabalhando numa missão perigosa de retirar as pessoas que ficaram presas em locais dominados pelos russos. 

Toda vez que vou para essas áreas, me preparo para a possibilidade de não voltar. Eu oro sempre. Não estou fazendo as contas, mas acho que já consegui retirar mais de 100 pessoas. Enquanto Deus permitir, eu vou ajudar”, garantiu. 

Yuliia, que está na JOCUM há cinco anos, recebe pedidos por telefone de um hospital neonatal que fica próximo. Ela conta que, quase todos os dias, os campi da JOCUM na Alemanha e em outros países europeus, enviam suprimentos médicos para Kiev para que sejam distribuídos. 

Yuliia, missionária da JOCUM. (Foto: Captura de tela/YouTube/CBN News)

“Cumprindo nosso dever de servir”

Japhin e Marie contaram também que, quando não estão lidando com a logística do dia a dia na guerra ou selecionando todos os suprimentos vindos de todo o mundo, eles visitam lares de idosos, levando comida e muitos abraços calorosos.

Uma senhora idosa disse: Estamos tão entediados, mas o tempo voa quando vocês estão aqui. Ouvir isso é tão gratificante para a alma, é tão agradável e maravilhoso”, diz Marie. 

Para o casal, trabalhar em meio à guerra na Ucrânia é, em última análise, cumprir o compromisso de servir ao próximo. “Acho que não se trata de distribuir pacotes de alimentos, cozinhar refeições ou oferecer ajuda humanitária. Isso é o básico do que Deus espera de nós”, ela continuou.

O mais difícil é fazer isso enquanto você ouve o bombardeio ou vê nos noticiários as pessoas mortas e cenas de como a cidade foi destruída, com os prédios em chamas”, disse ao garantir que fez a escolha certa ao ficar na Ucrânia para ajudar os sobreviventes. “Trata-se de um compromisso com Deus”, finalizou.

Fonte: Guiame

Assista aqui:

Quase 200 missionários foram expulsos da Turquia desde 2018

Considerados um risco à segurança nacional pela Inteligência, missionários foram forçados a deixar a Turquia.

Quase 200 líderes evangélicos e suas famílias foram expulsos na Turquia desde 2018, numa ação de repressão à pequena comunidade cristã no país.

De acordo com o A-Monitor, as deportações em massa aconteceram baseadas em relatórios secretos da Inteligência turca, a National Intelligence Organization (MIT), sob falsas acusações de risco à segurança nacional.

Trinta e cinco missionários estrangeiros foram deportados em 2019, 20 em 2020 e outros 13 em 2021, conforme um relatório da Associação de Igrejas Protestantes da Turquia, divulgado na semana passada. Junto com os cônjuges e os filhos, o total de evangélicos expulsos alcançou o total de 185.

Segundo Soner Tufan, porta-voz da associação, entre os líderes deportados, 28 eram americanos, oito do Reino Unido, outros oito da Coreia do Sul, cinco eram cidadãos de países da América Latina e o restante de outras nações.

O esforço sistemático da Turquia em expulsar missionários protestantes e impedir que outros cheguem ao país teve início após o então presidente dos EUA, Donald Trump, impor sanções à nação para libertar o pastor americano Andrew Brunson, em agosto de 2018.

Andrew serviu a uma pequena congregação na cidade de Izmir por mais de 20 anos até ser acusado falsamente de envolvimento com terrorismo e com a tentativa de golpe ao governo, em 2016. Com as sanções dos EUA, a Turquia enfim libertou o pastor em outubro de 2018, após passar 2 anos na prisão.

A Associação de Igrejas Protestantes da Turquia afirma que o governo não explica quais as razões para os missionários serem considerados uma ameaça à segurança nacional, sob o escudo de sigilo da Inteligência.

Repressão à comunidade cristã

O missionário americano Ken Wiest, que viveu na Turquia por 33 anos, está lutando uma batalha judicial contra o seu banimento do país. Em 2019, ele e a família viajaram aos EUA para visitar os parentes, como sempre faziam todos os anos. Um pouco antes deles embarcarem de volta para a Turquia, souberam que haviam sido proibidos de retornar ao país.

"Minha vida inteira mudou naquele dia no aeroporto. Eu não pude nem dizer adeus aos meus amigos", disse Wiest ao Al-Monitor. A esposa do missionário teve permissão apenas de entrar na Turquia para recolher alguns pertences da família e vender outros.

"Começamos uma nova vida do zero aqui. Sinto uma grande dor, uma tristeza muito profunda e um pouco de raiva", relatou Ken. Após ter seu recurso negado pelos tribunais turcos, Ken Wiest levou o caso ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos.

"Não somos de forma alguma uma ameaça à segurança da Turquia. Somos submetidos a esse tratamento apenas porque somos cristãos. Argumentamos no Tribunal Constitucional que isso é uma violação da liberdade de religião", declarou o líder.

A onda de deportações de missionários está impactando as igrejas na Turquia, que dependem de cristãos estrangeiros para formação e treinamento teológico de líderes locais. A legislação turca não permite que igrejas ofereçam educação religiosa aos membros.

A Turquia é listada como o 42º país onde é mais difícil para um cristão viver, segundo a lista mundial da perseguição da organização Portas Abertas.

Fonte: Guia-me com informações de Al-Monitor via Folha Gospel

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

“Putin é cercado por pessoas demoníacas”, diz missionário que vive na Ucrânia


Após fugir para o interior e encontrar um local seguro, o missionário brasileiro fez uma transmissão ao vivo para dar detalhes sobre a invasão russa.


O missionário e pastor batista brasileiro que vive na Ucrânia, Anatoliy Shmilikhovskyy, continua dando notícias sobre a guerra que acontece por lá e disse, no sábado (26), numa transmissão ao vivo em seu Facebook, que “as orações da Igreja fazem a diferença”. 

Eu trago notícias boas e ruins. A notícia boa é que estamos vivos e estamos bem”, disse e logo após começou a relatar sobre tudo o que os ucranianos estão enfrentando desde o início da invasão russa.

Putin é cercado por pessoas demoníacas. Ao redor dele há shamãs, como costumamos chamar essas pessoas por aqui. Eles gostam muito de números”, disse. 

A guerra na Geórgia começou em 08.08.08 e na Ucrânia em 22.02.22. Para eles, isso significa muita coisa. Então, entendemos que para Mr. Putin é uma coisa espiritual. O que está no coração dele é algo espiritual”, revelou.

“Devemos batalhar com armas espirituais”

Mas, nós crentes sabemos que, contra as armas espirituais do maligno, também devemos batalhar com armas espirituais. Por isso, a oração é um dos momentos mais poderosos”, explicou.

Ele contou que sua filha mais nova está orando pelo Putin. “Ela está pedindo para que o coração dele seja bom. Nós entendemos a oração da criança. Para nós, isso parece impossível, mas o que é impossível para Deus?”, questionou.

Sobre a guerra, Anatoliy disse que ninguém é preparado para isso no seminário. “Guerra é guerra e nós estamos numa guerra aqui, bem no meio da Europa. O exército ucraniano está batalhando e defendendo o seu país. A Ucrânia não ataca, a Ucrânia se defende”, disse ainda.

Sobre as mortes de soldados e civis

Ouvimos uma informação oficial de que, somente hoje, o exército russo perdeu mil soldados. Por um lado, eu devo confessar que até fico contente, mas eu sei que mil famílias perderam seus filhos, mil mães terão sofrimento dentro de sua casa”, ponderou. 

Há mortes também aqui na Ucrânia. Pela manhã, um míssil caiu num orfanato perto de Kiev, onde havia 50 crianças. Aí, eu acho que já passou de todos os limites”, disse ao se referir ao absurdo de colocar crianças em risco em meio à guerra.

O nosso presidente Zelensky está pedindo à OTAN que nos dê cobertura contra os mísseis e eles estão decidindo ainda se vão ou não dar. Porque, se for uma batalha somente por terra, sem mísseis, a Ucrânia vai ganhar”, ele acredita.

“Nunca vi tantos ucranianos orando como agora”

Às vezes, não entendemos por que Deus nos permite passar por esses momentos, mas, eu nunca vi tantos ucranianos orando como estão orando agora. Nunca vi na minha vida”, compartilhou.

Depois citou o apoio recebido do Brasil, Estados Unidos, Europa, Polônia, Alemanha, Chile, e muitos outros lugares. O missionário agradeceu e pediu para que todos continuem orando

Nós não queríamos falar de guerra e batalha, pois nosso papel é propagar o Reino de Deus”, lamentou, mas mostrou que esse é o contexto que a Igreja na Ucrânia está vivendo. 

No momento em que gravou o vídeo, ele disse que estava num lugar seguro, no interior, após conseguir fugir da cidade de Lviv, uma das primeiras a ser atacada por soldados russos. 

A gente não quer mortes e não quer que o exército russo também sofra. A gente quer paz. Por favor, irmãos, orem por nós. Estamos vendo que quando a Igreja se mobiliza faz a diferença”, concluiu.

Assista aqui:

Fonte:
Guiame

sábado, 25 de setembro de 2021

STF proíbe entrada de missionários em terras indígenas isoladas

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (23) proibir a entrada de missões de cunho religioso em terras de povos indígenas isolados.

A decisão de Barroso atende uma ação do Partido dos Trabalhadores (PT) e da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), que fez o pedido à Corte em caráter liminar.

"Defiro parcialmente a cautelar para explicitar o impedimento de ingressos de missões religiosas em terras indígenas de povos isolados, com base em seu direito à vida e à saúde, conforme decisão já proferida na ADPF 709", escreveu o ministro em sua decisão.

Por meio de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 6622), o PT e Apib pediram no ano passado que o STF declarasse inconstitucional a Lei 14.021/2020, que impede a entrada de terceiros em áreas de povos indígenas isolados, para evitar a disseminação da Covid-19.

Isso porque o parágrafo 1º do artigo 13 apresenta uma exceção no caso de missionários religiosos: "As missões de cunho religioso que já estejam nas comunidades indígenas deverão ser avaliadas pela equipe de saúde responsável e poderão permanecer mediante aval do médico responsável", diz o texto.

A Apib argumentou que esse parágrafo abre uma brecha para a "atuação de missionários e religiosos fundamentalistas evangélicos" que buscam contato com índios isolados na tentativa de "convertê-los para sua religião".

Barroso atendeu às queixas da Apib e do PT de forma parcial, aplicando a decisão apenas para missões novas:

"A urgência manifestada pelos requerentes, em sede cautelar, tem estrita relação com o risco de contágio e, nesse sentido, parece se relacionar mais imediatamente com o ingresso de novas missões religiosas, e não com a sua permanência, uma vez que, se elas já se encontravam em tais áreas, já tiveram contato com indígenas e o dano que poderia ter ocorrido, ao que tudo indica, não se consumou".

Fonte: Guia-me com informações de Veja via Folha Gospel


quinta-feira, 19 de agosto de 2021

Afeganistão: Boris Johnson recebe pedido para retirada de 288 missionários britânicos


Um membro cristão do Parlamento do Reino Unido pediu ao Primeiro Ministro do Reino Unido, Boris Johnson, que evacue os 228 missionários britânicos do Afeganistão, após o grupo extremista Talibã retomar o poder do país.

Ian Paisley Jr, do Partido Democrata Unionista, levantou o problema nesta quarta-feira (18) durante o discurso do Primeiro Ministro a respeito do Afeganistão.

Ele [Boris Johnson] estará ciente de que há 228 missionários no Afeganistão atualmente sob sentença de morte. Esses missionários precisam ser retirados do país. Claro, há dezenas de milhares de outros que estão sob sentença de morte e temem por suas vidas”, apelou Paisley.

O parlamentar cristão questionou se Boris Johnson “garantirá à casa que todos os esforços serão feitos para trazer de volta a um porto seguro as pessoas cujas vidas estão ameaçadas como resultado da catástrofe e do episódio de política externa que ocorreu em aquele país”.

Johnson agradeceu a Paisley Jr. por trazer à tona o “caso muito carente” e assegurou que a Câmara do Parlamento está se esforçando para trazer os britânicos em segurança.

Tenho certeza de que colegas em toda a casa — literalmente cada membro, eu imagino — receberam mensagens de pessoas que conhecem alguém que precisa sair do Afeganistão, e posso dizer ao Meritíssimo Senhor que estamos fazendo tudo o que podemos para ajudar [a sair] desse país, aquelas pessoas com quem temos uma dívida de obrigação”, respondeu o Primeiro Ministro.

Boris Johnson acrescentou que o Parlamento já “garantiu o retorno seguro de 306 cidadãos do Reino Unido e 2.052 cidadãos afegãos como parte de nosso programa de reassentamento, com mais 2.000 pedidos afegãos concluídos e muitos mais em processamento”.

Segundo o jornal Axios, Johnson conversou com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sobre a situação do Afeganistão. Os líderes discutiram a “necessidade de uma coordenação próxima e contínua entre aliados e parceiros democráticos sobre a política do Afeganistão no futuro, incluindo maneiras de a comunidade global fornecer mais assistência humanitária e apoio para refugiados e outros afegãos vulneráveis”, conforme comunicado da Casa Branca.

De acordo com a Missão Portas Abertas, o retorno do Talibã ao poder “representa uma realidade devastadora para o pequeno número de crentes ali. O Afeganistão já é um lugar brutal para a Igreja. Os seguidores de Jesus estão sob risco constante, e o perigo que enfrentam é muito real”.

O Afeganistão ocupa o segundo lugar na lista de países mais perseguidos de 2021, do Portas Abertas.

Os cristãos afegãos vivem sob intensa pressão e sob ameaça de morte iminente.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Headline via Folha Gospel

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...