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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

Mortes no terremoto na Turquia e na Síria passam dos 35 mil


Turquia e Síria: Ainda são resgatados sobreviventes, após uma semana do tremor


Nesta segunda-feira (13), dados oficiais do terremoto ocorrido na Turquia e na Síria, no último dia 6 de fevereiro, atualizaram o número de vítimas fatais para 35.225.


De acordo com as informações da Autoridade de Gestão de Desastres e Emergências (AFAD), o tremor de 7,8 graus de magnitude resultou na morte de 31.643 pessoas no sul da Turquia, e na Síria, foram registradas 3.581 mortes, pelas autoridades sírias.


Após uma semana, a equipe de buscas ainda tem resgatado sobreviventes. Nesta madrugada, uma menina de quatro anos e uma mulher foram retiradas com vida debaixo dos escombros. No entanto, a Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que a partir deste momento, a tendência é que esse tipo de resgate chegue ao fim.


A ONU informa que o foco dos próximos dias deverá ser garantir abrigo e condições básicas aos sobreviventes e desabrigados.


Com informações G1 via CPAD News

terça-feira, 7 de fevereiro de 2023

Visão Mundial mobiliza equipes após terremoto que matou mais de 4.800 na Turquia e na Síria



Centenas de prédios desabaram, prendendo pessoas nos escombros, e o número de mortos deve aumentar.



A Visão Mundial está na Turquia e na Síria após terremoto de magnitude 7,8 que matou mais de 4.800 pessoas.

O terremoto ocorreu nas primeiras horas da manhã de segunda-feira em uma grande área do sudeste da Turquia e norte da Síria.

Um membro da equipe da Visão Mundial que foi atingido pelo terremoto no norte da Síria descreveu o caos e o medo.

"Enquanto dormíamos, a casa começou a tremer; corri imediatamente para os meus filhos; não sabia qual deles carregar; não conseguia alcançar a porta, a distância era muito longa, e um minuto era como anos de desamparo e medo, e o medo continua com os tremores secundários", disseram.

"A maioria das pessoas está nas ruas na neve e na chuva, com muitos prédios destruídos, muitas vítimas e muitos ainda presos sob os escombros."

A área afetada se estende por mais de 330 km, de Aleppo e Hama, na Síria, a Diyarbakir, na Turquia.

Centenas de prédios desabaram, prendendo pessoas nos escombros, e o número de mortos deve aumentar.

Johan Mooij, Diretor de Resposta à Crise na Síria da Visão Mundial, disse que ficou arrasado com a notícia do terremoto.

"No meio de um inverno rigoroso, crianças e famílias já incrivelmente vulneráveis ​​foram abaladas por este terremoto devastador, que provavelmente afetará milhares no norte da Síria e no sul de Turquia", disse ele.

"Estou arrasado com esta triste notícia e faremos tudo o que pudermos para ajudar aqueles que foram afetados. Além de avaliar rapidamente como podemos apoiar o esforço de socorro, também estamos confirmando o bem-estar de nossa equipe na Turquia e na Síria – todos estão seguros. É um lembrete de como essas situações podem ser desafiadoras para todos os envolvidos."

Andrew Morley, presidente e CEO da Visão Mundial Internacional, twittou: "Meus pensamentos e orações estão com todos os afetados pelo terremoto na Turquia/Síria".

"As crianças que estamos ajudando nesta área, que já enfrentam um inverno rigoroso, agora enfrentam mais sofrimento. Nossa equipe está lá agora avaliando os danos e nossa resposta de emergência."

Folha Gospel com informações de The Christian Today

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

Terremoto provoca mais de 1.900 mortes na Turquia e na Síria


Número de vítimas está sendo constantemente atualizado pelas autoridades locais


Na madrugada desta segunda-feira (06), um terremoto de magnitude 7,8 na escala Richter, atingiu o sudeste da Turquia e o noroeste da Síria, deixando mais de 1.900 mortos e milhares de feridos.


O último balanço do presidente turco, Recep Erdogan, informou que o número de vítimas no país já atingiu 1.121 mortos e 7.634 feridos. Também foi divulgado, que ao menos 2.834 prédios ficaram destruídos. Equipes de regaste trabalham na busca por sobreviventes em escombros.


A agência oficial Sana e socorristas na Síria, relataram que o país já conta com pelo menos 783 mortos, sendo a maioria nas cidades de Aleppo, Hama, Latakia e Tartus. Regiões muito atingidas pela guerra no país, que começou em 2011.


O número de mortos está sendo constantemente atualizado pelas autoridades, e de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), é esperado que o número de mortos suba significativamente, devido à grande quantidade de prédios danificados.


Segundo a Reuters, o abalo aconteceu às 04h17, no horário local, e seu epicentro foi próximo à capital da província de Gaziantep. O local é um importante centro industrial no sudeste da Turquia, com a origem a uma profundidade de 17,9 quilômetros.


Serviço Geológico dos Estados Unidos informou que, minutos após o primeiro sismo, outro tremor de 6,7 graus na escala de Richter foi registrado a 9,9 quilômetros de profundidade.

 

Com informações Uol via CPAD News

terça-feira, 5 de abril de 2022

Evangelismo crescente preocupa governo da Turquia


Preocupadas com atuação de missionários, autoridades turcas já expulsaram cerca de 200 protestantes do país.

Atividades de evangelismo têm preocupado as autoridades turcas, segundo informa o Mission Network News.

O compartilhamento da fé cristã e sobre Jesus, feito pela Igreja na Turquia, tem levado muitos muçulmanos à conversão ao cristianismo, diz o MNN.

Isso é uma má notícia para as autoridades em um país predominantemente muçulmano, diz Floyd Brobbel, do The Voice of the Martyrs Canada.

Você está vendo uma taxa de cerca de 1,2% de muçulmanos se tornando cristãos. E provavelmente é isso que estamos começando a ver agora: um pouco de reação à medida que as pessoas estão se voltando para Cristo.

Deportações

A Turquia já deportou quase 200 missionários protestantes e suas famílias desde 2018. Segundo as autoridades de inteligência turcas, eles representam um risco de segurança ao país, mas elas não explicam o motivo.

As expulsões começaram depois que os EUA sancionaram a Turquia por prender um pastor americano. “Se víssemos que apenas os missionários dos EUA foram expulsos, poderíamos dizer: 'Ok, há algo mais político nisso'”, diz Floyd Brobbel, do The Voice of the Martyrs Canada.

No entanto, a Turquia também expulsou missionários do Reino Unido, Coreia do Sul e muitos outros países.

Brobbel diz ainda que “O fato de [os missionários] serem expulsos em geral parece indicar que há uma sensação de que talvez o trabalho deles seja muito eficaz”.

Liberdade religiosa

Ao longo da história, os líderes usaram uma religião comum para manter a sociedade estável.

Mas Brobbel diz que esse tipo de pensamento não beneficiará a Turquia ou qualquer outro país. “Uma vez que as pessoas se tornam cristãs, elas realmente se tornam melhores cidadãos. Eles cuidam de seus vizinhos. Muitas vezes, eles são as primeiras pessoas a responder em tempos de crise.

Então eles veriam isso como uma ameaça à segurança. Nós, é claro, veríamos isso como a melhoria do país.

A própria Turquia tem uma rica história cristã, diz Brobbel. “O cristianismo era uma grande parte do país antes mesmo de chegar ao Ocidente. E não acredito que a população em geral conheça essa parte de sua história.

Brobbel pede que os cristãos orem para que Deus proteja os obreiros do Reino ainda na Turquia e para que o evangelismo continue levando muitos à fé em Jesus.

 “Ore pelas agências que foram expulsas. Ore para que o Senhor lhes dê sabedoria e que eles não vejam a Turquia como uma porta fechada só porque eles não conseguem colocar pessoal lá. Isso pode significar que precisamos de maneiras novas e criativas de entrar”, pede.

Fonte: Guiame

domingo, 27 de março de 2022

Quase 200 missionários foram expulsos da Turquia desde 2018

Considerados um risco à segurança nacional pela Inteligência, missionários foram forçados a deixar a Turquia.

Quase 200 líderes evangélicos e suas famílias foram expulsos na Turquia desde 2018, numa ação de repressão à pequena comunidade cristã no país.

De acordo com o A-Monitor, as deportações em massa aconteceram baseadas em relatórios secretos da Inteligência turca, a National Intelligence Organization (MIT), sob falsas acusações de risco à segurança nacional.

Trinta e cinco missionários estrangeiros foram deportados em 2019, 20 em 2020 e outros 13 em 2021, conforme um relatório da Associação de Igrejas Protestantes da Turquia, divulgado na semana passada. Junto com os cônjuges e os filhos, o total de evangélicos expulsos alcançou o total de 185.

Segundo Soner Tufan, porta-voz da associação, entre os líderes deportados, 28 eram americanos, oito do Reino Unido, outros oito da Coreia do Sul, cinco eram cidadãos de países da América Latina e o restante de outras nações.

O esforço sistemático da Turquia em expulsar missionários protestantes e impedir que outros cheguem ao país teve início após o então presidente dos EUA, Donald Trump, impor sanções à nação para libertar o pastor americano Andrew Brunson, em agosto de 2018.

Andrew serviu a uma pequena congregação na cidade de Izmir por mais de 20 anos até ser acusado falsamente de envolvimento com terrorismo e com a tentativa de golpe ao governo, em 2016. Com as sanções dos EUA, a Turquia enfim libertou o pastor em outubro de 2018, após passar 2 anos na prisão.

A Associação de Igrejas Protestantes da Turquia afirma que o governo não explica quais as razões para os missionários serem considerados uma ameaça à segurança nacional, sob o escudo de sigilo da Inteligência.

Repressão à comunidade cristã

O missionário americano Ken Wiest, que viveu na Turquia por 33 anos, está lutando uma batalha judicial contra o seu banimento do país. Em 2019, ele e a família viajaram aos EUA para visitar os parentes, como sempre faziam todos os anos. Um pouco antes deles embarcarem de volta para a Turquia, souberam que haviam sido proibidos de retornar ao país.

"Minha vida inteira mudou naquele dia no aeroporto. Eu não pude nem dizer adeus aos meus amigos", disse Wiest ao Al-Monitor. A esposa do missionário teve permissão apenas de entrar na Turquia para recolher alguns pertences da família e vender outros.

"Começamos uma nova vida do zero aqui. Sinto uma grande dor, uma tristeza muito profunda e um pouco de raiva", relatou Ken. Após ter seu recurso negado pelos tribunais turcos, Ken Wiest levou o caso ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos.

"Não somos de forma alguma uma ameaça à segurança da Turquia. Somos submetidos a esse tratamento apenas porque somos cristãos. Argumentamos no Tribunal Constitucional que isso é uma violação da liberdade de religião", declarou o líder.

A onda de deportações de missionários está impactando as igrejas na Turquia, que dependem de cristãos estrangeiros para formação e treinamento teológico de líderes locais. A legislação turca não permite que igrejas ofereçam educação religiosa aos membros.

A Turquia é listada como o 42º país onde é mais difícil para um cristão viver, segundo a lista mundial da perseguição da organização Portas Abertas.

Fonte: Guia-me com informações de Al-Monitor via Folha Gospel

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Avião com 183 passageiros se parte em três ao aterrissar em Istambul


De acordo com o ministro dos Transportes do país, Cahit Turhan, ninguém morreu no acidente

Um avião da companhia aérea Pegasus Airlines, com 183 passageiros a bordo, partiu-se em três depois de pousar no aeroporto de Sabiha Gokcen, em Istambul. 
O Boeing e saiu da pista, batendo em seguida no chão. Após o choque, seguiu-se uma explosão. 
De acordo com o ministro dos Transportes do país, Cahit Turhan, ninguém morreu no acidente.
Ele afirmou que o desastre foi resultado de um “pouso forçado” (veja imagens do resgate das vítimas transmitido pela TV turca, no link abaixo).
BREAKING: Plane skids off runway in Sabiha Gokcen International airport in Istanbul; unknown if there are victims pic.twitter.com/UuIXVDlFa7
— BNO News (@BNONews) February 5, 2020

As autoridades turcas afirmaram que ao menos 21 pessoas ficaram feridas. Elas estão sendo retiradas da aeronave em macas.
Segundo a emissora turca NTV, o vôo acabara de chegar da cidade de Izmir, acrescentando que a fuselagem pegou fogo, mas foi extinta.
Imagens imediatamente após o acidente mostram passageiros saindo da aeronave através de rombos na fuselagem.
A Pegasus confirmou que ocorreu um acidente, mas não forneceu mais detalhes.
O aeroporto de Istambul segue fechado.
Fonte: CPAD News

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Turquia proíbe a entrada de pastor e deporta missionários estrangeiros


País acusou e prendeu Andrew Brunson que servia como pastor na igreja em Izmir; Brunson foi libertado recentemente e voltou aos EUA.


Desde fevereiro, pelo menos quatro residentes estrangeiros que trabalhavam com projetos cristãos foram expulsos da Turquia. Alguns nem conseguiram retornar ao país ao ter saído para.

Segundo Middle East Concern, no dia 2 de abril, Mike Platt, que vive no país há 21 anos como pastor voluntário da Igreja Internacional Kadikoy, teve sua entrada recusada ao tentar entrar na Turquia depois de uma curta viagem.

Platt tentou entrar no país novamente no dia 8 de maio, e depois de ser parado novamente no controle de passaporte, eu fui segurado no aeroporto e deportou na manhã que vem.

Nenhuma explicação foi dada para a proibição de sua entrada.

Em fevereiro, outro voluntário da Igreja Internacional Kadikoy também foi impedido de entrar, "apesar das garantias da imigração para ele e seu advogado de que ele seria readmitido no país", disse a Middle East Concern.

No mesmo mês, David e Pamela Wilson, que serviram na Associação de Informações da Bíblia Sagrada - uma entidade legal que informa e instrui os cidadãos turcos sobre a Bíblia - foram impedidos de entrar e foram detidos no aeroporto antes de serem deportados.

Restrição dos direitos humanos

Grupos de direitos humanos, incluindo as Nações Unidas, dizem que a Turquia restringiu fortemente a liberdade sob o governo do presidente Recep Tayyip Erdogan. Um golpe fracassado em 2015 foi usado para pressionar as minorias sociais, incluindo os cristãos protestantes.

Diversos outros obreiros cristãos foram deportados nos últimos anos.

A Turquia anunciou que a eleição local de março em Istambul seria anulada e reexecutada em junho. O partido governista de Erdogan, o AKP, sofreu uma perda histórica quando os eleitores deram a vitória ao candidato do Partido Republicano do Povo.

Andrew Brunson obrigado por orações

Depois de viver e servir no país por mais de 20 anos, o pastor americano Andrew Brunson foi preso e acusado de colaborar com o terrorismo. Ele foi libertado em outubro de 2018, após dois anos de confinamento, foi permitido retornar aos Estados Unidos.

"Eu gosto de dizer que viajei para uma onda de oração fora da Turquia na hora certa, quando eu queria o que queria realizar através da minha prisão", disse recentemente Brunson no jantar do Dia Nacional de Oração.

"Toda semana, Norine [a esposa de Andrew Brunson] me dizia que as pessoas ainda estão orando por você e, na verdade, está crescendo", disse ele. "Saber que você estava orando por mim é realmente o que me fez passar de semana a semana".

Fonte: Guiame

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Turquia força cristãos a assinarem termo, dizendo que `não sofrem perseguição´


Um proeminente líder cristão turco está acusando o presidente Erdogan de 'mascarar´a perseguição religiosa no país

Cristãos na Turquia foram pressionados pelo governo a assinar uma declaração de que eles não sofrem perseguição religiosa, disse o líder de uma igreja local.
"A Ordem de Santo André, Arcontes do Patriarcado, lamenta a pressão que o governo turco colocou claramente sobre as minorias religiosas da nação na obtenção de uma declaração sobre a liberdade religiosa deles", disse Anthony J. Limberakis, o Comandante Nacional do Leste Ordem da Igreja Ortodoxa, em um comunicado na semana passada.
"Não é preciso ser um 'evangelista dos EUA' ou ter uma 'mentalidade sionista' para ver que a declaração de representantes das igrejas greco-ortodoxas e armênias e outras comunidades minoritárias religiosas foi obtida sob coação", acrescentou ele, referindo-se aos comentários que o presidente Recep Tayyip Erdogan fez.
A declaração do presidente turco afirma que pessoas de diferentes religiões vivem "livremente" na nação de maioria muçulmana, de acordo com a agência local de notícias, Anadolu.
"Nós, como representantes religiosos e diretores de fundação de sociedades de diferentes religiões e crenças, que foram estabelecidos neste país por séculos, estamos livres para seguir nossas crenças e práticas", afirma a declaração.
Erdogan usou a declaração para afirmar que "a Turquia não tem problemas relacionados a minorias [religiosas]".
As declarações do presidente vieram em meio a uma grande disputa com os Estados Unidos sobre a prisão do pastor americano Andrew Brunson.
O presidente dos EUA, Donald Trump, juntamente com numerosos congressistas e grupos de vigilância de perseguição, acusaram a Turquia de manter Brunson como refém e puni-lo por sua fé cristã.
O tribunal turco colocou Brunson em julgamento sob falsas acusações de que ele se comunicou com grupos curdos acusados ??de realizar um golpe fracassado no país em 2016.
Contexto
Enquanto Brunson foi recentemente autorizado a sair do regime fechado e esperar o fim do julgamento (previsto para outubro) em prisão domiciliar na Turquia, isso não diminuiu as tensões.
Na semana passada, o Departamento do Tesouro dos EUA atingiu a Turquia com sanções econômicas pelo tratamento o país de maioria islâmica está dando a Brunson. Erdogan respondeu ao bloqueio econômico, anunciando que seu governo "congelará os ativos dos ministros americanos da Justiça e do Interior que vivem na Turquia".
A Ordem de Santo André, que tem sede nos EUA, disse em seu comunicado que as comunidades greco-ortodoxas e armênias na Turquia estão "bem conscientes" das principais preocupações religiosas para os crentes minoritários no país.
Limberakis acusou o governo de continuar interferindo nas atividades do Patriarcado no país.
Ele argumentou que Erdogan está "agindo como um ditador contra minorias religiosas, pedindo-lhes para assinar um documento que 'desmente a realidade', quando eles não estão em condições de recusar, por medo de que sua situação se deteriore ainda mais".
Limberakis também apontou que a Turquia continua a aprisionar um grande número de jornalistas.
"Assim, esperamos que esta afirmação notória, claramente obtida sob coação, inspire os jornalistas de todo o mundo a investigarem e lançarem luz sobre a situação do Patriarcado e de todos os cristãos e outras minorias religiosas na Turquia", escreveu ele.
Fonte: CPAD News

sábado, 16 de junho de 2018

Pastor preso na Turquia manda recado à Igreja Brasileira


Através de um áudio gravado durante um telefonema com sua esposa, Norene Brunson, o Pastor Norte Americano, Andrew Brunson, 50, enviou um singelo recado a Igreja Brasileira. Com voz emocionada e perceptivelmente mais fraco, Andrew Brunson agradeceu à oração constante e perseverante daquela que ele chamou de “Igreja Poderosa”. Ele disse que espera que Deus ouça a oração por sua libertação e que quando sair, deseja visitar o Brasil e adorar junto com a Igreja. No recado, destacou que há algum tempo tem o Brasil em seu coração.
Brunson que aguarda o terceiro dia do seu julgamento, que ocorrerá dia 18 de Julho, enfrenta uma depressão. Preso injustamente e acusado “sem evidências” de liderar um grupo terrorista armado e de espionagem, encontra-se no meio de uma delicada batalha política onde o relacionamento entre a Turquia e os Estados Unidos deteriora-se.
A pequena Igreja Evangélica da Ressurreição, na cidade de Izmir, igreja á qual eu faço parte, abalou-se profundamente com a prisão de seu pastor, que alguns membros conhecem há quase 20 anos. Testemunhas vivas da integridade de Andrew, a igreja prossegue e persevera em oração pela nação e pela libertação de seu pastor.
Participe deste mover de oração também. Nós cremos no milagre e cremos que o Senhor que ama a Turquia, irá agir.
A seguir leia algumas das palavras do recado do Pastor:
"Meus queridos irmãos e irmãs no BrasilMinha esposa me disse várias vezes que há muitos de vocês orando por mim e estou muito agradecido por isso. É especialmente significativo para mim por dois motivos:Primeiro, eu não me sinto digno dessa atenção, por isso sou profundamente grato e sei que a igreja brasileira é muito poderosa, por isso peço que Deus responda às suas orações.Eu agradeço muito por suas orações. Espero que o Senhor me liberte e, quando o fizer, eu gostaria muito de visitar meus irmãos e irmãs no Brasil e adorar junto com vocês. Obrigado por orar comigo e permanecer comigo enquanto estou na prisão.Seu irmão,Andrew"
Raquel, por favor, agradeça a eles também. "Enviei a Andrew muitas fotos de igrejas brasileiras enquanto oravam por ele. Espero que ele os receba logo. Fui abençoada por ver que os irmãos estendendo as mãos em direção a foto de Andrew, ajoelhando-se, crianças orando, mães com bebês. Isso é muito precioso para nós. Nós os abençoamos em nome do Senhor."
 

Fonte: Gospel+

terça-feira, 15 de maio de 2018

Turquia expulsa embaixador de Israel, e Israel responde pedindo para embaixador turco deixar o país

Mudança da Embaixada americana para Jerusalém aumenta a crise entre Israel e seus vizinhos muçulmanos

Em protestos contra as mortes de palestinos que protestaram contra Israel nesta segunda-feira (14), a Turquia resolveu expulsar o embaixador israelense em Ancara, Eitan Naeh, do país.
O ministério das Relações Exteriores turco convocou Naeh para uma reunião e solicitou que ele regressasse ao seu país durante um tempo, dando a entender que ele poderá reassumir a embaixada israelense posteriormente.
Fora isso, o porta-voz do governo turco, Bekir Bozdag, anunciou a convocação de uma reunião de emergência da Organização da Conferência Islâmica (OCI), que reúne cerca de 50 países muçulmanos.
Ao saber da decisão, Israel reagiu convidando o cônsul-geral da Turquia a se retirar. "O cônsul turco em Jerusalém foi convocado hoje à tarde pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros e foi convidado a regressar ao seu país por um certo tempo", indicou a diplomacia israelita numa nota informativa publicada nas redes sociais.
Número de mortos chega a 60
O número de mortos durante a chamada "Marcha do Retorno" chegou a 60 pessoas, além de 2.771 feridos, incluindo 225 menores. Os participantes do protesto que tentava invadir Israel para "recuperar as terras dos palestinos" foram recebidos com ataques por parte das Forças de Defesa de Israel.
O protesto foi marcado pelo Hamas que atraiu ao menos 40 mil pessoas até Gaza, área de confronto entre palestinos e israelenses. Além de protestarem contra os 70 anos de Israel, os manifestantes também estavam contra a mudança da Embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém.
A ação, imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconhece Jerusalém como território israelense, contrariando assim os defensores do Estado da Palestina que querem tornar a Cidade Santa na capital palestina.
Fonte: JM Notícia

domingo, 18 de março de 2018

Pr. Andrew Brunson está preso na Turquia e pode ser condenado a prisão perpétua


O governo turco está buscando formas de condenar o pastor americano Andrew Brunson a uma sentença de prisão perpétua. Porém os defensores dos direitos humanos afirmam que a prisão do missionário - desde dezembro de 2016 - é injusta e que as acusações de espionagem e terrorismo que recaem sobre ele são falsas.

De acordo com a agência de notícias Turkish Dogan, na última terça-feira (15), um promotor acusou formalmente o pastor Brunson de ser um "executivo" de um grupo que o governo do presidente Recep Tayyip Erdoğan responsabiliza pela tentativa de golpe de Estado em julho de 2016.

Andrew C. Brunson é um prisioneiro americano na Turquia, preso nas purgas que ocorreram após a tentativa de golpe de Estado turco de 2016, aprisionando dezenas de milhares de militares da turca, funcionários públicos, educadores, acadêmicos, dissidentes e jornalistas. Brunson é um pastor evangélico da Igreja da Ressurreição de Izmir, uma pequena igreja protestante com cerca de 25 congregados. pequena igreja protestante com cerca de 25 congregados.

A vitória do pastor Andrew Brunson é a vitória da Igreja, portanto oremos por ele.


Com informações: Guiame

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Turquia poderá legalizar casamento com meninas a partir dos 9 anos

Direção de assuntos religiosos é acusada de “legitimar agressões sexuais” contra as crianças

No poder desde 2003, o presidente Recep Tayip Erdogan tem sido acusado de transformar a Turquia em um país regido pelas leis religiosas islâmicas (sharia), opondo-se ao sistema secular adotado pelo país desde sua formação, em 1923, após o fim do Império Turco Otomano.
Embora ele negue, seu governo dá sinais que pretende realizar mudanças profundas na sociedade turca. A direção turca de assuntos religiosos (Diyanet), uma poderosa instituição pública, passou a receber fortes críticas após ter afirmado que as meninas poderiam se casar a partir dos nove anos.
O diário turco Hürriyet publicou uma declaração oficial da Diyanet sobre planos para, seguindo a lei islâmica, estabelecer a idade mínima para casamento de 12 anos para os meninos e 9 para as meninas.
A declaração, que é uma nota explicativa relativa à lei islâmica, acabou sendo retirada da página do jornal, por causa da grande polêmica. Muitos setores da sociedade turca insistem que questões religiosas não poderiam se sobrepor às leis em vigor no país. Grupos de defesa dos direitos das mulheres também se manifestaram fortemente contra a Diyanet, acusando-a de “legitimar as agressões sexuais contra as crianças”.
A idade legal para contrair matrimônio na Turquia é 18 anos, podendo os país autorizarem o casamento a partir dos 16 anos, em regime de excepcionalidade.
Ekrem Keles, um dos responsáveis pela Diyanet, afirmou nesta quinta-feira (4) ao Hürriyet que poderia haver mudanças, mas não rebaixando tanto a idade mínima de casamento. O órgão de assuntos religiosos publicou um comunicado afirmando que “nunca aprovou nem aprovará os casamentos de crianças”, e que apenas se limitou a descrever a lei islâmica.
Apesar de ser contra a lei, o casamento de crianças é uma realidade, como na maioria dos países islâmicos. Segundo os clérigos, isso foi autorizado pelo profeta Maomé que, conforme os hádices (tradição islâmica) casou-se com sua terceira esposa, Aisha, quando ela tinha seis anos de idade, embora só teria consumado a relação quando ela tinha 9 anos.
Gaye Usluer, deputado do Partido Republicano do Povo (social-democrata), principal sigla da oposição a Erdogan no Parlamento, acusou o governo de estar “mais interessado em quando casar as menores de idade enquanto são necessárias discussões sobre a educação e saúde das crianças”.
Trinta deputados de seu partido pediram uma “investigação” sobre o casamento infantil no país. Murat Bakan, deputado da mesma agremiação política, disse que isso violaria os direitos humanos, uma discussão em alta no país desde que Erdogan mudou as leis para facilitar as prisões de pessoas que ele diz terem conspirado contra ele no pretenso golpe fracassado, em julho de 2016.
Com informações BBC via Gospel Prime
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