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quarta-feira, 23 de outubro de 2024

Líder e Advogados da Assembleia de Deus em visita ao Presidente da OAB Cubatão SP



Advogados da Assembleia de Deus acompanham o Pr. Carlos Roberto Silva em visita à Subseção da OAB Cubatão SP


  

Na manhã de hoje - 23.10.2024, o Pr. Carlos Roberto Silva - Pastor Presidente da AD Cubatão SP e da COMADESPE - Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo e Outros e Relator do Conselho de Doutrina da CGADB - Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, participou a convite, de reunião com o Dr. Antônio Sarraino - digno Presidente da OAB Subseção Cubatão SP, na nova sede da instituição, com amplas e modernas instalações, situada à Av. Joaquim Miguel Couto, 696 - Centro - Cubatão SP.


Além da visita cordial a título de apresentação da nova Casa do Advogado na cidade, e mútuo conhecimento entre os participantes, constou também da pauta, temas como: Liberdade religiosa e de expressão, direito e sistema eclesiástico, exercício da cidadania, contribuição do cristianismo na sociedade, desafios da sociedade cubatense, desafios da advocacia na atualidade, entre outros.


Na ocasião, como recordação do momento, o presidente da OAB -Dr. Antônio Sarraino foi presenteado com um exemplar da Bíblia Sagrada, momento em que os participantes elevaram oração a Deus pela sua vida e pela advocacia cubatense de maneira geral.



Acompanharam o Pr. Carlos Roberto Silva, as advogadas membros da Assembleia de Deus Ministério de Cubatão, Dra. Cristiane Gouveia Batista Teixeira, Dra. Rayane dos Santos Gomes, Dra. Solange Messias e ainda o Jornalista Pr. Almir Cardoso dos Santos Júnior.  


Participaram ainda de forma interativa da visita, a convite do Dr. Sarraino, a advogada Dra. Jane e o Pr. Pupo, ambos pertencentes à Igreja do Evangelho Quadrangular em Cubatão SP.



Para meditação:

"Não explore os pobres por serem pobres, nem oprima os necessitados no tribunal, pois o Senhor será o advogado deles, e despojará da vida os que os despojarem". – Provérbios 22:22-23 NVI


terça-feira, 27 de agosto de 2024

Pr. Carlos Roberto Silva e Dr. Paulo Quissi - Direito e Sistema Eclesiástico




Pastor Carlos Roberto Silva - Pastor da Assembleia de Deus de Cubatão, Presidente da COMADESPE (Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo e Outros) e Relator do Conselho de Doutrina da CGADB ( Convenção Geral das Assembleias de Deus dos Brasil) participou do PODCAST OAB de Carapicuíba SP - edição 181 com o Presidente daquela casa do advogado, Dr. Paulo Quissi em 26.08.2024, sob o tema "Direito e Sistema Eclesiástico".



ASSISTA AQUI

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

OAB Nacional cria Comissão de Juristas Evangélicos e Cristãos liderada pelo bispo Abner Ferreira



Na última terça-feira (30), o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Felipe Santa Cruz, criou a Comissão Especial de Juristas Evangélicos e Cristãos (Cejec) por meio das Portarias 718 e 719/2021.

Criada no Dia do Evangélico, a nova comissão será liderada pelo advogado Abner Ferreira, bispo evangélico e presidente nacional das Assembleias de Deus (ministério Madureira).

O ato é inédito no âmbito do Sistema OAB e muito representativo sobretudo para os evangélicos e cristãos, maioria da sociedade brasileira”, disse o bispo.

Aceitei com muita alegria o convite do presidente Felipe Santa Cruz, na certeza de que essa é uma missão que levarei com muita seriedade, pois além de bispo sou advogado e atuarei ao lado de grandes colegas para superar os desafios”, completou.

Abner Ferreira esteve recentemente ao lado de vários líderes cristãos, católicos e evangélicos do estado do Rio de Janeiro, onde assinaram uma Declaração Conjunta Ecumênica pela liberdade religiosa no Brasil, iniciativa conectada à missão “Somos Um” com o objetivo de incentivar atividades conjuntas “em prol do bem comum e da paz social”.

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Presidente da OAB critica André Mendonça: “Uma vergonha a exploração da religião”

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, criticou André Mendonça, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para o STF . “Tudo que o Brasil não precisa é de uma guerra religiosa”, afirma.

A crítica se dá pelo fato de que Mendonça, adjetivado por Bolsonaro sendo “terrivelmente evangélico”, em publicação nas redes sociais na noite de segunda (12) após a indicação, citou Deus e lideres evangélicos ao agradecer.

Com a submissão de meu nome ao Senado Federal, agradeço a Deus pela vida e por essa possibilidade de servir meu país; à minha família, pelo amor recíproco; ao presidente Jair Bolsonaro, pela confiança; aos líderes evangélicos, parlamentares, amigos e todos que têm me apoiado”, escreveu Mendonça em suas redes sociais nesta terça (13), após a publicação da indicação no Diário Oficial da União.

Quem agradece a líderes religiosos por sua indicação não merece ser nomeado”, declara Santa Cruz à Folha de S.Paulo.

Tudo que o Brasil não precisa é de uma guerra religiosa. (O ministro Luiz) Fux é o primeiro presidente judeu do STF sem que ninguém fale disso. Uma vergonha a exploração da religião para ser ministro do STF”, completa.

O AGU irá substituir o decano Marco Aurélio Mello, que se aposentou do Supremo nesta semana após 31 anos.

Pós-graduado em direito pela UnB (Universidade de Brasília) e pastor na Igreja Presbiteriana Esperança, na capital federal, Mendonça é doutor em estado de direito e governança global e mestre em estratégias anticorrupção e políticas de integridade pela Universidade de Salamanca, na Espanha.

Ele integra a AGU desde 2000, quando encerrou sua atividade como advogado concursado da Petrobras (1997-2000).

Chegou ao governo pelas mãos do hoje ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Jorge de Oliveira, amigo da família Bolsonaro, e do ministro da CGU (Controladoria-Geral da União), Wagner Rosário, com o apoio da bancada evangélica.

Fonte: Último Segundo e Folha de S. Paulo via Folha Gospel

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

OAB defende jornalistas que pediram suicídios de Trump e Bolsonaro


Felipe Santa Cruz disse que abertura de inquérito é uma tentativa de intimidação da imprensa e vai contra a liberdade de expressão

Após o ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, anunciar um pedido de inquérito contra jornalistas que “instigaram dois presidentes da República a suicidar-se”, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) reagiu em defesa dos profissionais da imprensa.

Em nota divulgada nesta segunda-feira (11), o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, e o advogado Pierpaolo Bottini, dirigente do Observatório Permanente da Liberdade de Imprensa da OAB Nacional, classificam a abertura de investigações policiais dos artigos jornalísticos como uma tentativa de intimidação da imprensa e algo contra a liberdade de expressão.

Criminalizar opiniões, parábolas ou críticas ao governante não é admissível dentro do Estado de Direito. Goste-se ou não dos artigos, é preciso maturidade democrática para conviver com críticas – apontou o documento.

Mendonça anunciou que pediria a abertura dos inquéritos em seu perfil no Twitter, no domingo (10). Embora não cite nomes, o ministro faz referência aos jornalistas Ruy Castro e Ricardo Noblat.

O primeiro publicou um artigo na Folha de S.Paulo sugerindo a Donald Trump o suicídio como saída política para a crise que atravessa nos Estados Unidos. No texto, ele disse que Jair Bolsonaro poderia imitar o presidente americano.

Já Noblat compartilhou um trecho desse texto nas redes sociais. Após a repercussão, ele disse que apenas divulgou o artigo como parte de um “clipping diário da mídia”, que costuma fazer. O jornalista desejou “vida longa” a Bolsonaro, “para que ele possa colher o que plantou”.

Na avaliação do ministro da Justiça, os dois jornalistas podem ser punidos com até dois anos de prisão com base no artigo 122 do Código Penal. O texto diz que é crime “induzir ou instigar alguém a suicidar-se ou a praticar automutilação ou prestar-lhe auxílio material para que o faça”.

Alguns jornalistas chegaram ao fundo do poço. Hoje dois deles instigaram dois Presidentes da República a suicidar-se. Apenas pessoas insensíveis com a dor das famílias de pessoas que tiraram a própria vida podem fazer isso. Apenas pessoas irresponsáveis cometem esse crime contra chefes de Estado de duas grandes nações – publicou Mendonça em seu Twitter.

Outros membros do governo criticaram as publicações dos jornalistas. O ministro das Comunicações, Fábio Faria, classificou o artigo como discurso de ódio e um “atentado contra a segurança do país”. A ministra Damares Alves, chefe da pasta da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, defendeu que a conta de Noblat no Twitter fosse encerrada.

Em julho, o jornalista já havia entrado na mira do Ministério da Justiça. Na ocasião, com aval do presidente Jair Bolsonaro, a pasta pediu que Noblat e o ilustrador Renato Aroeira fossem investigados pelo compartilhamento e pela criação, respectivamente, de uma charge sobre o presidente.

A ilustração mostra uma cruz vermelha, símbolo universal para serviços de saúde, com as pontas pintadas de preto, formando uma suástica nazista. Ao lado, uma caricatura de Bolsonaro segura uma lata de tinta preta e lê-se a frase “Bora invadir outro?”.

A charge foi produzida depois que o presidente sugeriu, em uma transmissão ao vivo, que seus seguidores entrassem em hospitais públicos para filmar os leitos de UTI e mostrar se eles estão realmente ocupados. Na sequência, foram registradas invasões a hospitais de campanha montados para tratar pacientes infectados pela Covid-19 e agressões a profissionais de saúde.

O jornalista Hélio Schwartsman foi outro alvo do governo federal. No início de julho, quando o presidente veio a público anunciar que havia testado positivo para a Covid-19, Schwartsman publicou uma coluna na Folha de São Paulo intitulada “Por que torço para que Bolsonaro morra?”. O texto recorre à ética consequencialista para embasar a retórica de que, se todas as vidas valem o mesmo, “a morte do presidente torna-se filosoficamente defensável se estivermos seguros de que acarretará um número maior de vidas preservadas” na pandemia.

Após a publicação, o Ministério da Justiça tentou enquadrar o jornalista na Lei da Segurança Nacional (LSN).

*Estadão via Pleno News

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Para OAB, isenção fiscal das igrejas deve ser monitorada pelo Fisco


Bernardo Mello
Revista Época on-line

O apoio do presidente Jair Bolsonaro ao pleito de parlamentares da bancada evangélica que querem afrouxar obrigações fiscais de igrejas e demais organizações religiosas foi recebido com ressalvas por especialistas do meio jurídico, segundo informa site da revista Época.
Embora a imunidade tributária de igrejas seja uma garantia constitucional, o especialista em Direito Tributário Alexandre Ogusuku, integrante do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), lembra que cabe ao Fisco vigiar os limites das isenções através de um "conjunto mínimo de obrigações acessórias".
Em proposta levada à Receita Federal, líderes evangélicos da Câmara recomendaram que as igrejas fiquem livres de obrigações acessórias como a Escrituração Contábil Digital (ECD) e a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), inclusive com anistia de multas no caso desta última.
A Receita, que já atendeu uma das solicitações da bancada evangélica — a de desobrigar inscrição no CNPJ no caso de igrejas menores —, informou que uma hipotética anistia tributária precisaria ser decidida pelo Congresso.
"É por meio destas obrigações acessórias que o Fisco pode verificar corretamente os limites das imunidades e isenções (de igrejas). As entidades imunes ou isentas devem se submeter a isso, sob risco de que o Fisco perca o controle dos limites da imunidade e das isenções", afirma Ogusuku.
O especialista defende a manutenção de prestações contábeis como a DCFT e a ECD. "São instrumentos hábeis e adequados aos registros de quaisquer atividades econômicas, inclusive aquelas praticadas pelas igrejas". Já os deputados da bancada evangélica argumentam, com base em um relatório apresentado pela empresa Kadoshi Contabilidade Eclesiástica, que tais controles se aplicam bem a empresas privadas, e não a igrejas — que são, por prerrogativa, associações não lucrativas.
O advogado Hugo Cysneiros, assessor jurídico da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e autor do livro "O Marco Jurídico das Organizações Religiosas", concorda que é necessário que igrejas se submetam a padrões contábeis semelhantes ao de empresas lucrativas. Ele argumenta, porém, que o Estado é "muitas vezes insensível a determinadas particularidades" das igrejas. Cysneiros frisa que o problema não se limita às denominações evangélicas.
Segundo ele, igrejas católicas compartilhavam a insatisfação evangélica quando vigorava a obrigação do CNPJ para todos os templos. "É digno de elogio o ato da Receita Federal de acabar com essa obrigação. Não representa nenhum privilégio. É simplesmente reconhecer que não faz o menor sentido tratar capela, por exemplo, como filial de empresa".
Cysneiros vai contra a maré evangélica ao defender, por exemplo, que a ECD poderia ser mantida, por dar condições para que o Fisco monitore o tratamento tributário diferenciado dado às organizações religiosas. A ECD contém movimentações financeiras diárias das entidades, incluindo pagamentos feitos a funcionários e doações a terceiros. O advogado, no entanto, afirma que os últimos governos impuseram "um cenário hostil" que sufoca as igrejas no campo tributário.
"A história mostra que todos os Estados que quiseram mitigar liberdades religiosas começaram a fazê-lo através da tributação", diz Cysneiros. "Hoje há limitações violentíssimas, por exemplo, para que as igrejas possam formalizar também arrecadações com outras atividades, como livraria, estacionamento e salão de eventos. O sistema da Receita parte do princípio de que a arrecadação da igreja se limita a doações de fiéis. Não é assim".
Cysneiros defende que o modelo tributário de empresas lucrativas seja replicado no caso de organizações religiosas, de modo que igrejas menores tenham prestações de contas simplificadas — como é feito, no mundo empresarial, em modalidades como o Simples nacional e o MEI (Microempreendedor Individual). A proposta levada pela bancada evangélica a Bolsonaro defende que adaptações desse tipo poderiam reduzir o número de multas e, consequentemente, de inadimplência das igrejas.
A imunidade blinda as igrejas de pagamento de impostos sobre o patrimônio, mas elas seguem obrigadas a recolher tributos que incidem na folha de pagamento de funcionários, por exemplo. Segundo a Receita Federal, as penalidades cobradas de igrejas que não cumpriram obrigações acessórias estão na casa de R$ 12,5 milhões atualmente. A dívida total das igrejas com o Fisco — que envolve também o não recolhimento de encargos trabalhistas e previdenciários — chega a R$ 453,3 milhões.
Para o advogado Alexandre Ogusuku, as obrigações tributárias criticadas pelas igrejas são apenas parte de um problema mais amplo no país. Ogusuku lembra que o aumento das obrigações acessórias, por exemplo, foi acompanhado pelo aumento da sonegação de impostos.
"Tudo isso há de ser reformado pelo bem do crescimento e desenvolvimento econômico do Brasil. Precisamos de uma reforma que reduza o valor dos tributos brasileiros e simplifique o modelo de obrigações acessórias (custo Brasil) para todos, e não só para as igrejas".
Fonte: Revista Época on-line via Folha Gospel

quarta-feira, 3 de abril de 2019

CNBB se junta a OAB e mais 159 entidades em manifesto em defesa do Supremo

“Com esse manifesto, exaltamos a sociedade brasileira a defender o Supremo Tribunal Federal", diz o documento que foi assinado também pela CUT

Um manifesto em defesa do Supremo Tribunal Federal (STF), assinado por 161 entidades representativas da sociedade civil, será entregue hoje (3) ao presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, durante sessão solene no tribunal.
"Representantes da sociedade civil que subscrevem este documento vêm a público reafirmar seu apoio ao Supremo Tribunal Federal, STF, e repudiar os ataques contra o guardião da Constituição da República", diz o texto em seu primeiro parágrafo.
O manifesto é assinado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical e entidades patronais, como a Confederação Nacional de Transportes (CNT) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), entre outras. "A discordância, a crítica civilizada e o diálogo são inerentes à democracia, tal qual o respeito e, em última instância, a solidariedade. Por isso, são inadmissíveis os discursos que pregam o ódio, a violência e a desarmonia na sociedade e contra o Supremo Tribunal Federal. Reafirmar a importância do STF é defender a Constituição e as garantias da cidadania nela contidas. A democracia e a convivência solidária não permitem um retrocesso institucional", acrescenta o texto.
Nesta quarta, Toffoli convocou, via ato publicado no Diário de Justiça, uma "sessão solene", na qual representantes de algumas das entidades que subscrevem o manifesto devem proferir discursos em defesa da Corte. O ato está marcado para o mesmo horário em que seria realizada a sessão plenária de julgamento.
A solenidade foi organizada como uma resposta ao que os ministros do STF chamam de ataques coordenados, promovidos sobretudo por milícias digitais nas redes sociais e alimentado por alguns parlamentares, contra a credibilidade do Poder Judiciário como um todo e do Supremo, em específico.
"Com esse manifesto, exaltamos a sociedade brasileira a defender o Supremo Tribunal Federal como instituição permanente, estável e indispensável para a construção de um país cada vez mais justo, solidário e responsável no presente dos brasileiros e brasileiras e as gerações futuras", conclui o manifesto que será entregue na ocasião.
Mais cedo, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que não assina o manifesto, divulgou nota em que defende o Supremo, que "por ser a mais alta instância do Poder Judiciário e, ao mesmo tempo, guardião último da Constituição Federal, suas decisões devem ser respeitadas e cumpridas", diz o texto.
Fonte: JM Notícia

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

OAB – Cubatão celebra dia do Advogado com Culto em Ação de Graças na AD Cubatão


Celebração reuniu operadores de direito e foi marcada por louvores, orações e ministração da Palavra na AD Cubatão

O Dia do Advogado comemorado oficialmente no dia 20 de Junho foi lembrado em Cubatão com uma programação especial realizada ao longo de toda a semana.
O calendário festivo incluiu um Culto em Ação de Graças realizado a pedido da Subseção da OAB - Cubatão no templo sede da Assembleia de Deus Ministério de Cubatão, sob direção de seu pastor presidente – Carlos Roberto Silva.
A celebração contou com a presença do presidente da sucessão – Dr. André Mohamad Izzi além de vários operadores de direito membros da igreja, de outras denominações co irmãs e graduandos.

O culto foi iniciado com os tradicionais hinos da harpa cristã, entoados pelo Vice presidente do ministério – Pr. Vitor Roberto Farias. Já a leitura bíblica foi feita pelo Pr. Carlos Roberto Silva, seguido de apresentação da Orquestra da AD Cubatão – Osadec – regida pelo maestro Rubens Mattos, o repertório erudito contou com hinos alusivos à reforma protestante datados de mais de 500 anos de composição.


O coral Rhema Singers sob regência do maestro Clovis Silva também participou da programação cantando louvores congregacionais, e a ministração da Palavra ficou a cargo do Pr. e Dr. Samuel Bezerra.

Na "defesa" apresentada, o Dr. Samuel apresentou a humanidade como dependente do amor divino para alcançar a justiça eterna, "Por que todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus" fundamentou citando o texto de Romanos 3-23 e 24. O preletor que também é professor acadêmico de direito traçou através da Palavra um paralelo com a função do advogado ao promover a justiça terrena a partir do conceito do plano divino em que Jesus Cristo se apresenta como advogado daqueles que em pecado precisam ser defendidos e justificados, "A diferença maior nesse caso, é que aqui, o Filho advogado e o Pai julga, não há como perder uma só causa", ilustrou o pregador.


Ao final da ministração, o pastor Carlos Roberto convidou todos para um clamor em favor dos profissionais dirigido pela Irmã Sarah Virgínia - Coordenadora da UFADEC - União Feminina da AD Cubatão.


O gesto foi retribuído por Izzi que em seu discurso relembrou partes de sua infância no ainda terreno que sedia hoje a sede da igreja, agradecido pela atenção da igreja entregou certificados de honraria ao preletor – Pr. Samuel Bezerra, ao presidente de Honra da AD Cubatão – Pr. Josias de Almeida Silva e ao presidente – Pr. Carlos Roberto Silva.

O encerramento foi marcado por homenagens. A igreja anfitriã através de seu presidente entregou uma placa ao presidente da OAB – Subseção Cubatão – Dr. Andre Izzi, e operadores de direito membros da igreja entregaram também ao presidente da Ordem dos Advogados uma placa dedicada a instituição.

Também foram homenageados o vereador – Aguinaldo Araújo, representando o Poder legislativo municipal, o secretário de Assistência Social – Dr. Sebastião Ribeiro e o Vice prefeito – Eng. Pedro de Sá.

Antes do término – Vice prefeito enalteceu o gesto da igreja em abrir a portas para as instituições sem deixar de lado seu ofício, "Eu me sinto abençoado todas as vezes que venho a esta casa, só tenho a agradecer a Deus pela vida do Pr. Carlos e por vocês que oram por nós e levam esta mensagem tão linda, muito obrigado", finalizou.

Após a oração final a bênção apostólica foi ministrada pelo Pr. Josias de Almeida Silva.

VEJA TODAS AS FOTOS AQUI

Jorn. Almir Júnior
AD Cubatão
Assessoria de Comunicação

domingo, 21 de maio de 2017

OAB decide pedir cassação de Temer - Brasil sangrando outra vez

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Entidade quer impeachment por considerar que presidente cometeu crime de responsabilidade. Fachin determina realização de perícia nos áudios de delator e envia decisão sobre suspensão de inquérito ao plenário do STF.

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu apoiar o impeachment do presidente Michel Temer. O Conselho aprovou o pedido de abertura do processo de impeachment por considerar que Temer cometeu crime de responsabilidade. A solicitação será protocolada nos próximos dias na Câmara dos Deputados.

Após mais de sete horas de reunião extraordinária, que adentrou a madrugada deste domingo (21/05), em Brasília, os representantes dos 26 estados do país e o Distrito Federal decidiram por 25 votos contra 1 aprovar o relatório favorável à cassação do presidente. Somente o representante do Amapá votou contra. O Acre não enviou representante.

O relatório foi elaborado por um colegiado formado por seis conselheiros federais e concluiu que as "condutas supostamente praticadas pelo presidente da República do Brasil e investigadas perante inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), é possível afirmar que essas condutas atentam contra o Artigo 85 da Constituição Federal e podem, sim, constituir e dar ensejo a um pedido de abertura de um processo de impeachment".

Os conselheiros entenderam que Temer se omitiu de denunciar os crimes que ouviu na reunião com o dono da JBS, Joesley Batista. O delator disse ao presidente ter sob seu controle um juiz, um juiz substituto e um procurador da Operação Lava Jato, além de afirmar que recebeu informações vazadas da força tarefa e pedir favores econômicos ao governo federal. Segundo o relatório, Temer teria, assim sendo, prevaricado. O texto explicou que é crime de responsabilidade "omitir-se do dever legal de agir diante de um crime".

"Estamos pedindo o impeachment de mais um presidente da República", disse o presidente nacional da OAB, Cláudio Lamachia. "Tenho honra e orgulho de ver a OAB cumprindo seu papel, mesmo que com tristeza, porque atuamos em defesa do cidadão, pelo cidadão e em respeito ao cidadão. Esta é a OAB que tem sua história confundida com a democracia brasileira e mais uma vez cumprimos nosso papel."

Temer, que sucedeu há um ano a Dilma Rousseff, voltou a afirmar no sábado que não vai renunciar, após a divulgação do áudio da conversa entre ele e Joesley. O presidente pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão das investigações por corrupção passiva, obstrução da Justiça e organização criminosa de que é alvo e afirmou que as gravações são fraudulentas.

O Conselho aprovou o pedido de abertura do processo de impeachment por considerar que Temer cometeu crime de responsabilidade. A solicitação será protocolada nos próximos dias na Câmara dos Deputados.

O ministro do STF Edson Fachin decidiu no sábado enviar para perícia da Polícia Federal (PF) o áudio gravado pelo empresário Joesley Batista durante uma conversa com o presidente Michel Temer. A perícia foi solicitada pela defesa do presidente.

Na mesma decisão, Fachin determinou o envio para julgamento pelo plenário da Corte, na próxima quarta-feira, do pedido feito pela defesa do presidente Temer para suspender as investigações até a finalização da perícia.

Antes da decisão do ministro, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, defendeu a continuidade da investigação e disse que não contém qualquer "mácula que comprometa a essência do diálogo", mas informou não se opõe ao pedido de perícia feito pelo presidente.

Mais cedo, em novo pronunciamento à nação, Temer anunciou um recurso ao Supremo, questionou a legalidade da gravação e disse que há muitas contradições no depoimento de Joesley Batista, como a informação de que o presidente teria dado aval para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha, que está preso em Curitiba.

Fonte: Terra

MEU COMENTÁRIO

O Brasil inicia mais um processo de "sangramento social e econômico" a partir de agora.

As instituições começam a parar de novo, uma vez que somente agora, desde o início do pedido de impeachment de Dilma Roussef, uma pequena luz começava a brilhar no final do túnel.

Coma essa nova "tsunami" anunciada, envolvendo diretamente o ocupante da cadeira da função de Presidente da República, até que ponto a nação vai suportar mais um "sangramento em câmara lenta", diante de uma economia já tão debilitada?

Muito embora muitos já tenham dito isso, e a declarada resistência de Michel Temer em renunciar, reitero também que seria essa a mais honrosa atitude em benefício da nação.

Caso Michel Temer não tenha essa patriótica dignidade, então que o Superior Tribunal Eleitoral antecipe o julgamento do processo em andamento, que pode vir a cassar a chapa Dilma-Temer, no sentido de que aconteça logo a posse do Presidente da Câmara dos Deputados, independente de quem seja ele, para que o Brasil pelo menos não fique parado outra vez, e convoque eleições indiretas em 30 dias, já que Diretas já, só com alterações na Constituição, o que também não seria coisa tão rápida assim.

O Brasil todo está sendo passado a limpo, e o mundo inteiro assistindo para ver no que vai dar.

A Igreja do Senhor tem um grande papel a cumprir, orando e apresentando-se como "Sal da terra e Luz do mundo", mas para tanto não deve e nem pode estar envolvida com as mesmas atitudes mundanas e espúrias.

Oremos!   

domingo, 8 de novembro de 2015

Pr. Carlos Roberto visita e declara apoio ao Dr. Ricardo Sayeg para OAB/SP



Fui convidado para uma visita cordial ao escritório do nosso irmão em Cristo e Advogado Dr. Ricardo Sayeg, candidato à Presidência da OAB/ SP.

Estive acompanhado nessa visitado, pelo Dr. Levi Agnaldo dos Santos, secretário adjunto da COMADESPE, Dr. Marcos Gouveia de Freitas da AD Cubatão, Dra. Sílvia Brunelli do Ministério São Paulo, Dr. Adriano Cunha do Conselho Jurídico da COMADESPE, Dr. Dirceu da AD Ipiranga, além de diversos líderes, entre eles o Pr. Delfino Brunelli Júnior, Presidente da AD Ministério São Paulo e 4o. Vice Presidente da COMADESPE e também do Pr. Norival Júnior, Presidente do Conselho de Educação da Comadespe.

- VEJA FOTOS DA VISITA AQUI

Resumindo em poucas palavras, o testemunho de fé e conversão do Dr. Ricardo Sayeg é algo extraordinário, bem como o milagre que Deus realizou em sua vida, quando foi desenganado pela medicina. Sayeg deu testemunho da sua fé quando, em plena festa de lançamento da sua campanha na Casa de Portugal, diante de mais de 3.000 advogados convidados, dobrou seus joelhos para receber oração de seu pastor e líder espiritual.

Focado em sua missão atual, como candidato à presidência da OAB/SP, foi prudente e só tocou neste assunto ao ser perguntado, no entanto, ficou clara sua postura de lutar em pról do "governo dos justos" e pela defesa de uma "ética cristã" na vida pública.

Sua capacidade intelectual e profissional são atestadas pelo seu próprio currículo como militante Operador do Direito, bem como professor em Universidades nacionais e até no exterior.

Assim sendo, considerando que não fui procurado por qualquer outro candidato, e sem qualquer demérito a quem quer que seja, bem como pelo discernimento e comunhão que tive com esse servo de Deus, declaro meu apoio a RICARDO SAYEG - 13 - Presidente da OAB-SP.

Como diz o próprio Dr. Ricardo Sayeg:

 "quem não é advogado, pelo menos conhece algum"

Por isso, peço a sua ajuda, compartilhando e divulgando essa informação a todos os advogados que conheça, principalmente aos cristãos, em apoio ao Dr. Ricardo Sayeg.


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