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terça-feira, 24 de janeiro de 2023

Cristão ex-gay é processado por compartilhar seu testemunho nas redes sociais


Expor publicamente sobre a transformação de vida através de Cristo fez com que Grech fosse intimado por policiais.


Matthew Grech, de 33 anos, faz parte da equipe do Core Issues Trust — organização de apoio a adultos com 'confusão de gênero' que desejam seguir os caminhos de Cristo.

No dia 3 de fevereiro, Grech vai enfrentar um julgamento no Tribunal de Magistrados em Valletta, capital de Malta, por ter compartilhado seu testemunho como ex-gay e publicado nas redes sociais.

Ele contou sua história desde a infância e explicou como se sentia confuso em relação à sexualidade. Depois, detalhou sobre seus relacionamentos homossexuais na vida adulta e, finalmente, como se tornou cristão.

Expor sobre sua transformação de vida, porém, lhe causou um transtorno. Grech diz que ficou chocado quando a polícia o chamou do nada para interrogá-lo sobre o assunto.

'Atacado pelo movimento dos direitos gays'

Ser ex-gay é um termo protegido pela lei de direitos humanos e, mesmo assim, Grech foi intimado pela polícia, que mais tarde apresentou queixa criminal contra ele por supostamente anunciar "práticas de conversão" — o que é crime de acordo com a legislação maltesa.

Se condenado, Grech pode enfrentar 5 meses de prisão e ainda ser multado em 5.000 euros (equivalente a 28 mil reais).

De acordo com o Christian Concern — organização cristã que monitora a perseguição religiosa — entende-se que os dois apresentadores do programa (no qual Grech deu seu testemunho) também estão enfrentando acusações criminais.

Acredita-se que o caso seja o primeiro em que alguém enfrenta acusações dessa natureza. Grech disse que está sendo atacado de forma agressiva por membros do Movimento dos Direitos dos Gays de Malta, que acreditam que as crenças cristãs sobre o casamento e a identidade humana, e qualquer debate sobre estilos de vida LGBT, devem ser tratados como ofensa criminal.

'Homossexualidade não é identidade, nem sentimento'

Grech disse que não concorda com o termo 'terapia de conversão' e disse que quanto mais se aprofundou em sua fé, mais compreendeu que estava vivendo um estilo de vida errado aos olhos de Deus.

"Entendi que na Bíblia, a homossexualidade não é uma identidade como dizem nos dias de hoje. E também não é um sentimento, mas uma prática", afirmou.

"Isso significa que não importa quais sentimentos sexuais um homem ou uma mulher esteja experimentando, se eles tiverem relações sexuais com uma pessoa do mesmo sexo, eles cometem o ato homossexual aos olhos de Deus, e isso é pecado", continuou.

"Assim como qualquer outro pecado, a pessoa pode se arrepender dele e pedir perdão a Deus e pedir a Ele forças para vencer. Estou falando aqui de uma perspectiva cristã", esclareceu.

Em nenhum momento durante o programa, Grech convidou qualquer ouvinte para fazer terapia ou encorajou alguém a obter ajuda para a atração indesejada pelo mesmo sexo.

'O que acontece em Malta é de importância internacional'

Malta se tornou o primeiro país da União Europeia a proibir o que os lobbies LGBT descrevem como "terapia de conversão" em 2016. Sendo assim, o que acontece por lá é de importância internacional.

Um efeito cascata se seguiu com outras nações, como o Reino Unido e a Austrália, usando a legislação maltesa original como um modelo para proibições semelhantes.

O lobby LGBT, no entanto, tem lutado para definir o que é o termo "terapia de conversão", mas nenhuma evidência foi fornecida para justificar as proibições, em vez disso, a campanha agressiva visa criminalizar as crenças cristãs sobre a sexualidade humana e silenciar qualquer oposição.

Desde que enfrentou a acusação, Grech alertou que "algo semelhante, em breve, acontecerá no Reino Unido e em outros países do mundo".

Ativistas argumentam que será um precursor do impacto que a proibição da "terapia de conversão" do governo do Reino Unido, anunciada nesta semana , terá sobre a liberdade de religião, expressão e pensamento.

Direito à liberdade de expressão

De acordo com os advogados de defesa, o direito de expressão de Grech está sendo violado e deveria ser garantido pela Constituição do país.

"Ele tem todo o direito de compartilhar e expressar livremente sua história e opiniões sobre assuntos sobre atração sexual. Ele não deveria ser acusado criminalmente, julgado e publicamente envergonhado por ter feito isso", conforme o Christian Concern.

Em relação à alegação feita pela polícia de que ele havia falado sobre "práticas de conversão", os advogados dizem que, em nenhum momento de sua entrevista, Grech induziu os telespectadores e ouvintes a um terapeuta ou entidade de aconselhamento.

"Compartilhar seu próprio testemunho não foi apenas uma expressão de seus próprios pensamentos e pontos de vista sobre o assunto, mas também uma manifestação de suas crenças cristãs, que ele respeitosamente compartilhou com todos", resumiram os advogados.

'Não quero que as pessoas acreditem que nasci gay e não posso mudar'

"Estou empenhado em continuar compartilhando meu testemunho porque não quero que outros homens e mulheres passem pelo que passei na infância e adolescência. Não quero que sejam vítimas de sensações sexuais indesejadas", enfatizou Grech.

"Não quero que percam o lado bíblico da história sobre sexualidade e casamento. Não quero que as pessoas acreditem que 'nasci gay e não posso mudar'. Não posso permitir que isso continue sendo algo incontestável", continuou.

"Se não agirmos agora, mais países vão impor tais proibições como se fossem uma nobre causa de caridade que está salvando vidas e trabalhando para o bem comum, quando estão agindo como tirânicos", alertou.

"A proibição da 'terapia de conversão' está criando um efeito dominó ideológico. Os lobbies e os movimentos pelos direitos dos homossexuais por trás deles adotam um único ponto de vista moral em torno da sexualidade humana e o impõem a toda a população", disse ainda.

"Isso causa confusão jurídica e desencoraja os jornalistas de explorar o outro lado da história", acrescentou.

"Muitos de nós no ministério Ex-LGBT estamos experimentando um crescente silenciamento da imprensa e da mídia em geral, e estamos percebendo uma diminuição do interesse público na exploração da realidade 'Ex-LGBT', que acreditamos ser impulsionada pela intimidação e pelo medo que essas proibições estão criando", concluiu.

Fonte: Guia-me com informações de Christian Concern via Folha Gospel

segunda-feira, 5 de julho de 2021

Igreja Presbiteriana na América vota por não ordenar pastores gays

A Igreja Presbiteriana na América (PCA, sigla em inglês) votou para mudar uma regra em seu documento de governo que desqualificaria todos os homens gays de servir em seu ministério.

A resolução para mudar a regra conhecida como “Abertura 23 ”, foi aprovada com 1.400 votos a favor e 400 contra, na 48ª convenção anual da denominação em St. Louis, Missouri, na semana passada.

Os oficiais da Igreja Presbiteriana na América devem ser irrepreensíveis em sua caminhada e semelhantes a Cristo em seu caráter. Aqueles que professam uma identidade (como, mas não se limitando a, ‘cristão gay’, ‘cristão com atração pelo mesmo sexo’, ‘cristão homossexual’ ou termos semelhantes) que mina ou contradiz sua identidade como novas criações em Cristo, seja por negando a pecaminosidade dos desejos decaídos (como, mas não se limitando a, atração pelo mesmo sexo), ou negando a realidade e a esperança da santificação progressiva, ou deixando de buscar a vitória capacitada pelo Espírito sobre suas tentações, inclinações e ações pecaminosas não estão qualificados para um ofício ordenado”, declara a nova regra.

A regra emendada irá para os órgãos da igreja local para uma votação antes do segundo turno da votação da convenção no próximo ano, após a qual o texto seria colocado no “Livro da Ordem da Igreja” do PCA.

O Washington Times citou Chris Norris, do presbitério do Calvário, dizendo durante o debate: “A santificação começa com a identidade de uma pessoa como uma nova criatura em Cristo. … Assumir uma identidade gay vai contra a nova criação.”

A denominação também afirmou a “Abertura 37”, que se refere aos candidatos pastorais.

…Uma reflexão cuidadosa deve ser dada à sua luta prática contra as ações pecaminosas, bem como aos desejos pecaminosos persistentes”, afirma.

O candidato deve dar testemunho claro de sua confiança em sua união com Cristo e nos benefícios disso pelo Espírito Santo, dependendo desta obra da graça para progredir sobre o pecado. … Enquanto a imperfeição permanecer, ele não deve ser conhecido por reputação ou autoconfissão, de acordo com sua pecaminosidade remanescente (por exemplo, desejos homossexuais, etc.), mas sim pela obra do Espírito Santo em Cristo Jesus”, acrescenta.

Durante a convenção anual, o PCA também endossou Lifeline Children’s Services como seu “ministério de adoção e assistência a órfãos preferencial” devido ao seu “compromisso com a santidade da vida” e não o Bethany Christian Services, que anunciou recentemente que estaria oferecendo seus serviços para casais LGBT.

Questões LGBT na Igreja Presbiteriana

Os dois votos são parte de uma tendência da PCA, que tem quase 400.000 membros nos EUA, de defender as visões bíblicas sobre casamento e sexualidade.

A PCA segue uma linha doutrinária diferente da Igreja Presbiteriana (EUA), conhecida por sua posição progressista sobre a ordenação de ministros da comunidade LGBT.

Diferentemente da doutrina presbiteriana conservadora, a PC (EUA) admite a ordenação de mulheres e aceita homossexuais como membros e pastores. Em 2015, a denominação alterou sua constituição para passar a realizar casamentos homoafetivos.

Embora a Igreja Presbiteriana do Brasil seja fruto do trabalho missionário da PC (EUA), ressaltou sua posição conservadora e cortou todos os laços com a Igreja Presbiteriana (EUA) desde a década de 1950.

Em 2015, o Rev. Augustus Nicodemus, vice-presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, deixou claro que a PC (EUA) não tem ligação alguma com Igreja Presbiteriana do Brasil.

A Igreja Presbiteriana do Brasil não tem nenhum relacionamento com esta ‘igreja’ americana, da qual se desligou faz décadas por causa das posturas liberais da mesma, muito antes dela aprovar o casamento gay”, disse.

A única denominação brasileira que tem comunhão com a Igreja Presbiteriana (EUA) é a Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, que é ecumênica e também aceita a ordenação feminina. Na questão da homossexualidade, porém, não tem a mesma visão da denominação.

Folha Gospel com informações de The Christian Post e Guia-me

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Justiça garante direito de agência de adoção cristã recusar pais homossexuais

O respeito à liberdade religiosa foi o principal fator na decisão que a Suprema Corte dos Estados Unidos publicou sobre uma disputa entre a cidade de Filadélfia e um agência de adoção cristã que recusa encaminhar crianças para lares de parceiros homossexuais.

A Suprema Corte decidiu que Filadélfia, na Pensilvânia (EUA) não pode excluir uma instituição religiosa de seu programa de adoção porque seu programa de seleção de candidatos a pais segue valores alinhados à fé professada pela entidade.

O caso envolvia uma agência de adoção católica e a prefeitura de Filadélfia, que tinha excluído os Serviços Sociais da Arquidiocese da Filadélfia (CSS) do cadastro de agências parceiras no programa de adoção por conta da postura baseada nos valores cristãos.

Em uma decisão unânime divulgada na manhã da última quinta-feira, 17 de junho, a Corte constitucional dos EUA determinou que as autoridades municipais estavam erradas em parar de trabalhar com os Serviços Sociais Católicos da Arquidiocese de Filadélfia.

A decisão reverteu uma sentença de um painel de três juízes do Tribunal de Apelações do Terceiro Circuito dos Estados Unidos e a reenviou para procedimentos adicionais.

O presidente do tribunal John Roberts emitiu a opinião do tribunal, concluindo que “a cidade sobrecarregou o exercício religioso do CSS por meio de políticas que não atendem ao requisito de ser neutro e de aplicação geral”.

O governo falha em agir de forma neutra quando age de maneira intolerante com as crenças religiosas ou restringe as práticas por causa de sua natureza religiosa”, escreveu Roberts.

O posicionamento da Suprema Corte termina por corroborar, de maneira indireta, outra disputa que teve desfecho semelhante em Nova York.

Na decisão, o juiz afirmou que “a recusa da Filadélfia em contratar o CSS para a prestação de serviços de adoção, a menos que concorde em certificar casais do mesmo sexo como pais adotivos, não pode sobreviver a um escrutínio estrito e viola a Primeira Emenda”, texto constitucional que estabelece a liberdade religiosa no país.

De acordo com informações do portal The Christian Post, o juiz Roberts também apontou que a Filadélfia havia entrado em contradição: ”Como a própria cidade explica aos futuros pais adotivos, ‘cada agência tem requisitos, especialidades e programas de treinamento ligeiramente diferentes'”, escreveu.

Fonte: Gospel+

segunda-feira, 22 de março de 2021

Barroso decide que Transexuais e travestis poderão escolher presídio feminino ou masculino


O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (19) que presas transexuais e travestis com identidade de gênero feminino possam optar por cumprir penas em estabelecimento prisional feminino ou masculino. Nesse último caso, elas devem ser mantidas em área reservada, como garantia de segurança.

Barroso ajustou os termos de medida cautelar deferida em junho de 2019, na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 527.

Na cautelar deferida anteriormente, o ministro havia determinado que presas transexuais femininas fossem transferidas para presídios femininos. Quanto às presas travestis, ele registrou, à época, que a falta de informações, naquele momento, não permitia definir com segurança, à luz da Constituição Federal, qual seria o tratamento adequado a ser conferido ao grupo.

Notável evolução

Ao ajustar os termos de sua decisão, o ministro registrou que dois documentos juntados posteriormente aos autos pelo governo federal acrescentam importantes informações à instrução do processo e sinalizam uma “notável evolução” do entendimento do Poder Executivo quanto ao tratamento a ser conferido a transexuais e travestis identificados com o gênero feminino no âmbito do sistema carcerário.

São eles o relatório “LGBT nas prisões do Brasil: diagnóstico dos procedimentos institucionais e experiências de encarceramento”, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH), e a Nota Técnica 7/2020, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

O relatório apresenta uma ampla pesquisa de campo com a população LGBT encarcerada e chega à conclusão de que a decisão mais adequada do ponto de vista da dignidade de tais grupos, extremamente vulneráveis e estigmatizados, não implicaria apenas olhar para questões de identidade de gênero, tais como direito ao nome, à alteração de registro e ao uso de banheiro, mas também para as relações de afeto e múltiplas estratégias de sobrevivência que eles desenvolvem na prisão.

Nesse sentido, aponta que o ideal é que a transferência ocorra mediante consulta individual da travesti ou da pessoa trans. Na mesma linha, a nota técnica também defende que a transferência seja feita após a manifestação de vontade da pessoa presa. Ambos os documentos defendem que a detenção em estabelecimento prisional masculino deve ocorrer em ala especial, que assegure a integridade do indivíduo.

Diálogo institucional

Segundo Barroso, essa evolução de tratamento dado à matéria no âmbito do Poder Executivo decorre do diálogo institucional ensejado pela judicialização da matéria, que permitiu uma “saudável interlocução” com associações representativas de interesses desses grupos vulneráveis, o Executivo e o Judiciário.

Ele acrescentou não haver “dúvida” de que a solução sinalizada por ambos os documentos se harmoniza com o quadro normativo internacional e nacional de proteção das pessoas LGBTI, no sentido de ser dever dos Estados zelar pela não discriminação em razão da identidade de gênero e orientação sexual, bem como de adotar todas as providências necessárias para assegurar a integridade física e psíquica desses grupos quando encarcerados.

No Brasil, disse ele, o direito das transexuais femininas e travestis ao cumprimento de pena em condições compatíveis com a sua identidade de gênero decorre, em especial, dos princípios constitucionais do direito à dignidade humana, à autonomia, à liberdade, à igualdade, à saúde, e da vedação à tortura e ao tratamento degradante e desumano.

Decorre também da jurisprudência consolidada no STF no sentido de reconhecer o direito desses grupos a viver de acordo com a sua identidade de gênero e a obter tratamento social compatível com ela.

O ministro ressaltou ainda que, dentre os Princípios de Yogyakarta, documento aprovado em 2007 pela comunidade internacional com o objetivo de produzir standards específicos para o tratamento da população LGBTI, o de número 9 recomenda que, caso encarceradas, essas pessoas possam participar das decisões relacionadas ao local de detenção adequado à sua orientação sexual e identidade de gênero.

Preceitos fundamentais

A ADPF 527 foi ajuizada pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT) e questiona decisões judiciais contraditórias na aplicação da Resolução Conjunta da Presidência da República e do Conselho de Combate à Discriminação 1/2014, que estabeleceu parâmetros de acolhimento do público LGBT submetido à privação de liberdade nos estabelecimentos prisionais brasileiros.

A entidade argumenta que alguns juízos de execução penal estariam interpretando a norma de forma a frustrar a efetivação dos direitos desses grupos a tratamento adequado no âmbito do sistema carcerário, resultando em violação aos preceitos fundamentais da dignidade humana, da proibição de tratamento degradante ou desumano e do direito à saúde.

Leia a íntegra da decisão do ministro.

Fonte: JM Notícia


    sábado, 24 de outubro de 2020

    Pr. Franklin Graham responde ao papa Francisco sobre união civil entre homossexuais

    A declaração dada pelo papa Francisco e recentemente divulgada no novo documentário “Francesco”, na qual ele se mostrou favorável à união estável entre homossexuais tem gerado reações no meio cristão de modo geral, incluindo católicos e evangélicos.

    Os homossexuais têm direito de estar em uma família. Eles são filhos de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deve ser expulso ou infeliz por causa disso”, disse Francisco em depoimento para o documentário.

    O que precisamos criar é uma lei de união civil. Dessa forma eles são legalmente contemplados”, acrescentou o papa. “Eu defendi isso”.

    “Impensável à luz da Bíblia”

    Porém, a resposta a tal declaração está surgindo e na fala de um líder renomado, como o pastor e evangelista Franklin Graham, que atualmente é presidente da Associação Evangelística Billy Graham e também da organização de ajuda humanitária ‘Bolsa do Samaritano’.

    Graham foi enfático em apontar que o apoio de Francisco à união civil entre homossexuais está em desacordo com a Bíblia.

    Acho esses comentários do Papa impensáveis ​​à luz da Palavra de Deus”, destacou o pastor em um texto publicado em sua página oficial do Facebook. “A Bíblia ensina que quando Deus criou a raça humana, ‘Ele os criou, macho e fêmea, e os abençoou…’ (Gênesis 5: 2)”.

    A primeira família consistia em um marido e uma esposa, depois em seus filhos, que é como Deus define a unidade social mais básica da sociedade, a família. A Bíblia deixa claro que Deus desaprovava quando ‘as mulheres trocavam as relações naturais por outras contrárias à natureza; e os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e foram consumidos de paixão uns pelos outros…‘ (Romanos 1: 26-27)”, acrescentou.

    O pastor ainda lembrou que ter um posicionamento bíblico sobre a questão não envolve intolerância e sim a expressão do amor de Deus, mas reafirmou que é preciso reconhecer o pecado para então enxergar a salvação.

    As Sagradas Escrituras são claras: o amor de Deus é totalmente inclusivo. Ele ama cada pessoa, sejam quais for as escolhas que tenhamos feito que sejam contrárias ao Seu padrão”, explicou.

    “‘Todos pecaram …’ (Romanos 3:23) e isso inclui a mim. Mas as Boas Novas são que Jesus Cristo veio a essa terra para salvar os pecadores levando nossos pecados sobre Si mesmo até a cruz onde sangrou e morreu, foi sepultado, e Deus O ressuscitou ao terceiro dia. Para que sejamos salvos, Deus requer que nos arrependamos de nossos pecados, o que significa que devemos nos afastar desses pecados, deixá-los para trás e colocar nossa fé e confiança em Seu Filho, Jesus Cristo, que pagou a penalidade pelo pecado”, acrescentou.

    Graham continuou seu raciocínio, explicando qual é a gravidade de tentar normalizar a homossexualidade.

    Tentar normalizar a homossexualidade é dizer que as Sagradas Escrituras são falsas, que nossos pecados realmente não importam e que podemos continuar vivendo neles. Se isso fosse verdade, então a morte, sepultamento e ressurreição de Jesus Cristo não teriam sido necessários. A cruz não teria sido em vão. Ninguém tem o direito ou a autoridade de banalizar o sacrifício de Cristo em nosso nome”, alertou.

    Sim, Deus deixa claro que nos ama e deseja que sejamos parte de sua família, mas também nos diz como isso pode acontecer. A Bíblia diz: ‘Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que os vossos pecados sejam apagados, para que venham tempos de refrigério da presença do Senhor’ (Atos 3:19)”, acrescentou.

    Reação católica

    Um arcebispo católico também respondeu às declarações de Francisco, destacando que as palavras do papa parecem revelar uma intenção separatista.

    Jorge Mario Bergoglio [papa Francisco] está tentando forçar alguns cardeais e bispos a se separarem da comunhão com ele, obtendo como resultado não o seu próprio depoimento por heresia, mas a expulsão dos católicos que desejam permanecer fiéis ao perene Magistério da Igreja. Essa armadilha teria o propósito — nas supostas intenções de Bergoglio e seu “círculo mágico” — de consolidar seu próprio poder dentro de uma Igreja que seria apenas nominalmente ‘católica’, mas na realidade seria herética e cismática”, disse o arcebispo Carlo Maria Viganò..

    Esse engano conta com o apoio da elite globalista, da grande mídia e do lobby LGBT, para o qual muitos clérigos, bispos e cardeais não são estranhos”, acrescentou.

    Viganò alertou também que os bispos que se pronunciassem contra o papa poderiam estar “se arriscando”, podendo sofrer ações judiciais ou perdendo seus cargos na igreja.

    Um pronunciamento dos bispos contra Bergoglio em uma questão como a homossexualidade poderia levar a autoridade civil a processá-los criminalmente, com a aprovação do Vaticano”, alertou.

    Fonte: Guia-me com informações de Life Site News via Folha Gospel

    quarta-feira, 29 de abril de 2020

    Tribunal israelense condena gráfica que se recusou a imprimir cartaz LGBT


    A empresa foi condenada a pagar uma multa com base na Lei de Proibição de Discriminação aprovada em 2.000 pelo Knesset.


    O Tribunal do Magistrado de Berseba, no sul de Israel, decidiu na semana passada que uma gráfica local deve compensar um grupo de direitos LGBT depois que se recusou a imprimir seu material de divulgação.

    A Associação Aguda pela Igualdade LGBT em Israel entrou com um processo NIS 100.000 (US $ 28.134) contra a gráfica Rainbow Color, três anos atrás, depois que seus proprietários recusaram o serviço de um grupo ativista LGBT da Universidade Ben Gurion.

    "Nós não lidamos com materiais de abominação. Nós somos judeus!", declararam os proprietários da gráfica em resposta ao pedido de orçamento dos pôsteres.

    O grupo argumentou que a Rainbow Color havia violado a Lei de Proibição de Discriminação em Produtos, Serviços e Entrada em Lei de Locais de Entretenimento e Locais Públicos, aprovada pelo Knesset em 2000.

    A Rainbow Color alegou que seus proprietários, religiosos, são proibidos de prestar assistência a infratores da lei religiosa. Em sua defesa, os proprietários acrescentaram as decisões de dois rabinos ortodoxos que escreveram que, de acordo com a lei judaica, a publicação de tais pôsteres é proibida.

    Decisão
    O juiz Orit Lipshitz rejeitou a reclamação do réu e ordenou que pagasse multa de NIS 50.000 (14.071 dólares), além de despesas legais.

    "O tribunal não procura entrar na consciência dos prestadores de serviços ... quando se trata de suas opiniões subjetivas em relação aos outros", escreveu Lipshitz. "O legislador também não procura interferir com a liberdade de religião e culto reservada a eles como seres humanos."

    "Quando suas crenças conflitam com a necessidade de prestar serviços a todos em um espaço público, o último valor é superior", concluiu.

    Laudando a decisão, o CEO do grupo LGBT Aguda, Ohad Hizki, disse em comunicado que "é inaceitável que uma empresa que fornece um serviço público decida discriminar uma população inteira da sociedade israelense simplesmente por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero".

    Menashe Yado, da organização de assistência jurídica Honenu de direita que representa Rainbow Color, chamou a decisão de uma forma de "coerção secular".

    "Se no Estado de Israel um judeu religioso não pode administrar um negócio de acordo com seu estilo de vida, [onde] ele pode? Todo judeu religioso sabe que o povo de Israel conseguiu sobreviver milhares de anos [sic] graças aos ensinamentos da Torá em Israel. O tribunal esqueceu isso ou talvez nunca tenha aprendido essa lição", disse Yado em comunicado.

    O ministro dos Transportes, Bezalel Smotrich, chamou a decisão de "ultrajante" e "coerção secular".

    "[O tribunal] está forçando um homem religioso e que mantém as mitzvá a agir contra sua crença em seus negócios particulares", disse ele.

    Smotrich chamou a si mesmo de "orgulhoso homofóbico" e esteve envolvido na organização de uma "Parada de Animais" anti-gay em Jerusalém, em resposta à parada anual do Orgulho Gay da capital.

    Fonte: Guiame

    segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

    Metodistas anunciam plano de dividir denominação entre liberais e conservadores , por conta das questões LGBT


    A Igreja Metodista Unida anunciou um plano formal para separar a denominação entre conservadores e liberais, após uma longa discussão teológica sobre o casamento gay.


    Um grupo de líderes da Igreja Metodista Unida, a segunda maior denominação protestante nos Estados Unidos, anunciou na última sexta-feira (3) um plano que formalmente divide a igreja, citando "diferenças fundamentais" em relação ao casamento homossexual após anos de divisão.

    O plano envolve a divisão da denominação com 13 milhões de membros em todo o mundo — pelo menos metade deles nos EUA — e a criação de uma nova denominação "metodista tradicionalista", que continuaria proibindo o casamento gay, bem como a ordenação de gays e lésbicas no clero.

    Segundo o jornal New York Times, é provável que a maioria das igrejas da denominação nos EUA permaneça na Igreja Metodista Unida existente, que se tornaria uma instituição mais liberal, enquanto se desvincula com as congregações conservadoras em todo o mundo.

    Uma separação na Igreja Metodista vinha se formando há anos, mas chegou a um impasse em fevereiro do ano passado, quando 53% dos líderes e membros da igreja votaram a favor da proibição do casamento gay, declarando que "a prática da homossexualidade é incompatível com o ensino da religião cristã".

    Nos meses seguintes, 16 representantes da igreja se reuniram em um comitê informal que determinou que a separação era "o melhor meio de resolver nossas diferenças, permitindo que cada parte da igreja permanecesse fiel ao seu entendimento teológico".

    A Igreja Metodista Unida é a mais recente denominação a sofrer com disputas teológicas a respeito das questões LGBT. Discussões como estas provocaram um êxodo de congregações das igrejas presbiteriana e episcopal nos últimos anos, levando jovens evangélicos e católicos a também deixarem os bancos.

    O plano de divisão foi elaborado durante três sessões de mediação em escritórios de advocacia em Washington. As negociações se concentraram principalmente em como alocar os ativos financeiros da igreja e em como criar um processo de separação.

    Uma vez que o contrato seja redigido com mais detalhes, deve ser aprovado durante a conferência global da denominação em Minneapolis, em maio.

    Embora os tradicionalistas tenham ganho a votação em 2019, são os progressistas que permanecerão sob a bandeira da Igreja Metodista Unida. As igrejas locais escolherão se irão aderir à nova denominação tradicionalista ou permanecerão na Metodista Unida.

    Conservadores e progressistas

    Enquanto uma pluralidade de metodistas americanos se considera conservadora, de acordo com uma pesquisa do Pew Research Center em 2014, seis em cada dez acreditam que a homossexualidade deve ser aceita e quase metade favorece o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

    A Wesleyan Covenant Association, uma rede mais conservadora de leigos, clérigos e igrejas metodistas ortodoxas, está se preparando para essa divisão há anos, segundo seu presidente, Rev. Keith Boyette.

    "Pessoas de todas as perspectivas teológicas se cansaram do conflito e não têm uma visão de como ele poderia acabar", disse Boyette. Embora o reverendo discorde profundamente dos "centristas e progressistas" em certos assuntos, ele disse que as pessoas não podem ser compelidas a deixar a igreja metodista. Portanto, os tradicionalistas concordam em fazê-lo voluntariamente.

    "Acredito que nosso testemunho e mensagem são muito mais importantes que um nome", disse ele, estimando que cerca de um terço das igrejas americanas poderiam seguir a divisão tradicionalista.

    Fonte: Guiame

    quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

    Igreja exibe pintura que substitui Adão e Eva por casal gay e serpente trans, na Suécia


    Uma igreja em Malmö, na Suécia apresentou a pintura "Paraíso", que mostra gays e lésbicas usando folhas de figueiras no Jardim do Éden. A pintura foi inspirada na obra Adão e Eva, de 1528, do artista Lucas Cranach, o Velho (1472-1553).

    A pintura que retrata "Adão e Steve e Madame e Eva" é de Elisabeth Ohlson Wallin, que é homossexual.

    "É com orgulho e alegria que recebemos o Paraíso na Igreja de São Paulo. Precisamos de imagens que se abram para maior inclusão e identificação. Somos gratos à arte de Elisabeth, que nos permite construir uma igreja que mostre que todos nós, independente de quem amamos e identificamos, somos acolhidos no Paraíso", disse a igreja em comunicado.

    Helena Myrstener, uma das pastoras da igreja, endossou o comunicado e escreveu no Twitter "estamos muitos felizes e orgulhosos".

    No entanto, muitos fiéis não aprovaram a pintura que mistura crença religiosa com ideologia.

    Um deles escreveu: "Não se trata de valores cristãos, mas apenas de ativismo político. Vergonhoso!"

    "Existem muitos líderes esclarecidos na Igreja sueca que são contra toda essa loucura. Infelizmente, a Igreja está politizada – com almas saqueadas e outras pessoas resistindo – espalhando sua praga por dentro. A igreja deve ser a casa do Senhor. Não é uma arena… Que Deus nos perdoe", escreveu uma sueca em seu Twitter.

    Elisabeth Ohlson é lésbica assumida e costuma incorporar imagens religiosas em seus trabalhos; ela ilustrou Jesus ao lado de travestis e transexuais.

    Pintura a Última Ceia, que retrata Jesus com transexuais. (Foto: Reprodução/Twitter)
    Ela conta que inicialmente ofereceu a pintura como presente para a Catedral Skara, que estava prestes a sediar o primeiro casamento entre pessoas do mesmo sexo em seus 1.000 anos de história. Apesar disso, a catedral rejeitou sua doação não como sobre fé, mas sobre ativismo político.

    "Eu queria mostrar que desde o início dos tempos, o lugar para os gays era o paraíso" e não o inferno, disse ela.

    Muitas manifestações contrárias classificam a pintura de ativismo LGBT.

    "Absolutamente! Doentio!", contestou Birgit Lundell; outra pessoa acrescentou: "Esta é uma heresia anticristã que abomina o altar".

    Fonte: Guiame

    MEU COMENTÁRIO:

    Em que pese o homossexualismo ser pecado, segundo a Palavra de Deus exarada na Bíblia Sagrada, me parece pior do que o próprio pecado em si, ou seja, mais pecado ainda, o "ativismo gay", onde o ser humano quer transformar em normal o que e anormal, e ainda induzir o próximo a aceitar o que é naturalmente inaceitável, a ponto de se profanar o que é respeitado por todos como "sagrado", como é o caso de um templo religioso, seja ele de qualquer confissão que seja. Mais lamentável ainda são líderes religiosos se prestarem à esse papel.

    Creio que o homossexualismo já existia desde que o pecado se generalizou, no entanto a ira de Deus se acendeu, quando o ativismo implantado nas cidades de Sodoma e Gomorra nem aos anjos queria poupar.

    O juízo divino foi inevitável. Sinal para a nossa geração.

    Oremos!

    segunda-feira, 23 de setembro de 2019

    Silas Malafaia rebate homem gay que diz ser seu sobrinho

    Suposto familiar do pastor Silas Malafaia disse que sofreu preconceito de sua família

    Um homem chamado Rodrigo Westermann, que diz ser sobrinho-neto do pastor Silas Malafaia, fez uma publicação em suas redes sociais com críticas às igrejas evangélicas e a família do líder por um suposto preconceito contra ele por conta de sua homossexualidade.
    Ao saber da notícia, que foi compartilhada pela imprensa, o pastor fez algumas publicações em seu Twitter para responder sobre o suposto laço familiar entre ele e Rodrigo.
    Só pode ser piada! Um gaiato porque tem Malafaia no nome diz que é meu sobrinho. De que irmão meu ele é filho? Nenhum! O ramo dos Malafaia, que pertence a origem de meu pai e tios, são mais de 300 pessoas. Quer aparecer? Arruma outro como bode expiatório. Palhaço! Mentiroso! A imprensa a cada dia se desmoraliza! Um camarada que é gay e vai casar, resolveu aparecer as minhas custas, porque tem o nome Malafaia. Não pertence ao ramo da minha família, ninguém o conhece, não é meu sobrinho, a imprensa dá voz a um pilantra desse. Absurdo! – escreveu o pastor.
    Fonte: Pleno News

    segunda-feira, 22 de julho de 2019

    Pastor Marco Feliciano defende ministro homossexual no STF

    O pastor e deputado federal Marco Feliciano (Podemos-SP) defendeu, em entrevista ao Pânico nesta segunda-feira (22), a indicação de um ministro homossexual ao Supremo Tribunal Federal (STF).
    O parlamentar argumentou que a diferença de visões de mundo é fundamental para a democracia, inclusive no STF. Por isso, ele defende a indicação de ministros "terrivelmente evangélicos", como já disse o presidente Jair Bolsonaro, homossexuais e transexuais. "O que há de mais belo na democracia é a pluralidade de pensamentos. Tinha que ter lá [no STF] um ministro homossexual", afirmou.
    Feliciano ainda explicou o que Bolsonaro quis dizer quando afirmou que indicaria um ministro "terrivelmente evangélico" à Corte. "É um evangélico puro-sangue, que siga o Evangelho de verdade, que não seja alguém que seja evangélico só naquele momento", disse. "Eu seria além do terrivelmente evangélico", continuou.
    Para o deputado, um ministro evangélico defenderias as pautas conservadoras. "Ele tem, os ministros cristãos, os princípios que nós não vemos hoje no Supremo Tribunal Federal. Nós não temos um ministro conservador lá. Há quem diga que o Gilmar Mendes é conservador, mas não sei onde", ironizou.
    Ainda falando sobre a população LGBTQ e o STF, Marco Feliciano contou que está trabalhando com outros deputados para apresentar um projeto de criminalização da homofobia que substitua o que foi aprovado pela Corte em junho. "Nem o próprio movimento LGBT aceitou a forma como foi catagolada a questão da homofobia", disse. Ele afirmou que está fazendo a nova proposta com os deputados David Miranda (PSOL-RJ) e Maria do Rosário (PT-RS).
    Fonte: Folha Gospel
    ASSISTA AQUI

    Prefeito de Belo Horizonte cancela evento LGBT blasfemo contra a fé católica

    O prefeito de Belo Horizonte (MG), Alexandre Kalil, cancelou a performance "Coroação de Nossa Senhora das Travestis", que estava programada para acontecer neste sábado, 20, na capital mineira, após diversas manifestações de católicos.
    Kalil anunciou o cancelamento através de sua conta no Twitter, logo após a divulgação de uma nota da Arquidiocese de Belo Horizonte condenando o evento blasfemo e exigindo que as autoridades suspendessem tal ato.
    A performance "Coroação de Nossa Senhora das Travestis" estava prevista na programação LGBT da Virada Cultural de Belo Horizonte, que acontecerá nos dias 20 e 21 de julho, com eventos em diversos pontos da capital mineira.
    Em sua nota de repúdio a este ato, a Arquidiocese mineira rebateu publicamente esta "ação preconceituosa e criminosa de desrespeito à fé cristã católica".
    Além disso, exigiu que “as autoridades competentes” suspendessem o evento, "por ser incontestável fomento ao preconceito e à discriminação, desrespeito aos valores da fé cristã católica, devendo saber que estão comprometendo, gravemente, a paz e o exigido relacionamento cidadão respeitoso".
    A Arquidiocese de BH convocou ainda "todos os católicos a se manifestarem, exigindo respeito e a suspensão imediata desta criminosa ação, um desrespeito".
    "Seja também acolhido o nosso pedido, protocolado junto a autoridades e instâncias competentes de defesa da verdade e da moralidade, das quais se espera o posicionamento legal e urgente, com a proibição desse ato abominável contra a fé cristã católica", acrescentou.
    Também na plataforma CitizenGo foi lançada uma petição on-line pedindo a anulação deste evento, ressaltando que esta performance se trata, "explicitamente, de um vilipêndio da fé católica e do sentimento religioso de inúmeros cristãos que reverenciam Nossa Senhora como Mãe de Jesus Cristo, além de ser um pecado gravíssimo que inclusive é previsto como crime no nosso Código Penal".

    Veja abaixo parte da apresentação criticada pelos católicos:

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