Mostrando postagens com marcador pró-vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pró-vida. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 17 de outubro de 2025

Comissão do Senado aprova projeto de lei que proíbe aborto após 22ª semana de gestação




O texto, aprovado pela Comissão de Direitos Humanos, estabelece que o nascituro tem o direito de nascer, incluindo em casos de gestação proveniente de estupro e anencefalia.


A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado aprovou um projeto de lei que proíbe o aborto a partir da 22ª semana de gestação em todos os casos, na última quarta-feira (15).

O texto, do senador Mecias de Jesus (Republicanos), estabelece que após cinco meses de gravidez, o nascituro tem o direito de nascer, incluindo em casos de gestação proveniente de estupro e anencefalia.

O PL 2.524/2024 afirma que "nascituro que gozar de absoluta viabilidade fetal, presumida esta quando a gravidez comprovadamente tiver mais do que 22 semanas, terá direito inviolável ao nascimento sadio e harmonioso".

O único caso em que a interrupção da gravidez será permitida é quando houver risco à vida da mãe.

"No caso em que houver comprovado risco grave à vida da gestante em decorrência da manutenção da gravidez, situação em que se procederá à tentativa de antecipação do parto e de manutenção da vida extrauterina da pessoa recém-nascida", afirma o texto.

De acordo com os senadores, o projeto tem o objetivo de reconhecer a viabilidade do feto a partir da 22ª semana, estabelecendo "os direitos do nascituro na ordem civil".

O projeto de lei propõe alterar o Código Civil para: reconhecer a vida humana antes e depois da implantação no útero; e estabelecer que depois da 22ª semana de gravidez se presume de forma absoluta, sem exceção, que o bebê pode sobreviver fora do útero.

Além disso, a proposta quer garantir que os direitos de personalidade – como os direitos ao nome, imagem e respeito – sejam assegurados aos fetos e aos bebês nascidos vivos ou mortos; e impor à família, à sociedade e ao Estado o dever de proteger os bebês contra qualquer forma de negligência ou violência.

O texto seguirá para análise nas comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Constituição e Justiça (CCJ).

"O projeto limita exceções ao aborto tardio. Mesmo sendo um tema delicado, reafirmo minha posição: defender a vida é missão que também cabe ao legislador", declarou a Senadora Damares Alves, presidente da CDH, em publicação no Instagram.

"A matéria seguirá agora para a CAS, onde pretendo atuar como relatora, para que o mérito seja discutido à luz da ciência, da ética e do respeito irrestrito à dignidade humana", acrescentou.

Legislação atual

Hoje, o aborto é permitido no Brasil em casos específicos: quando a gravidez resulta de estupro, quando há risco à vida da mulher e em casos de anencefalia fetal. A legislação atual não define um limite máximo de dias ou semanas de gestação para a interrupção.

No Brasil, é ilegal interromper a gravidez em casos que não se enquadrem nas hipóteses mencionadas anteriormente.

Em setembro de 2023, o Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar a ação para descriminalizar o aborto até 12 semanas de gestação.

O primeiro voto favorável à liberação do aborto foi emitido pela então ministra Rosa Weber. Porém, em outubro do ano passado, o ministro Luís Roberto Barroso decidiu pausar o julgamento.

"Não há nenhuma previsão para marcar o julgamento sobre a descriminalização do aborto até o terceiro mês de gestação. Entendo que esse é um tema que ainda precisa de mais debate na sociedade", declarou Barroso à coluna de Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, na época.

Uma pesquisa realizada pelo PoderData, em janeiro de 2025, revelou que a maioria dos brasileiros( 66%) são contrários à liberação do aborto no país.

Fonte: Guiame

sábado, 14 de maio de 2022

Cássia Kis se arrepende de aborto: “Hoje corro atrás de mulheres para não fazerem” - ASSISTA AQUI


A atriz Cássia Kis revelou que abortou aos 29 anos, mas hoje é contra.

Em entrevista no Encontro com Fátima Bernardes, a atriz Cássia Kis revelou que fez um aborto no passado e se arrependeu. “Hoje corro atrás de mulheres para não fazerem”, declarou no programa desta quinta-feira (12).

Cássia relembrou a importância que a novela “Pantanal”, em 1990, teve em sua vida. “Eu pari pela primeira vez logo depois de 'Pantanal'. Tive meu primeiro filho em 95, tenho um filho de 27 anos. Apesar dos meus 65, tenho outro de 18, que acham que é meu neto”, disse.

A atriz então revelou que abortou aos 29 anos e que hoje é contra a interrupção da gravidez.

Tive a experiência de fazer dois projetos ('Pantanal' e 'Barriga de Aluguel') que trouxeram a questão da maternidade de maneira muito forte para mim. Em 85, eu fiz um aborto. Não foi um aborto espontâneo e isso mudou muito na minha vida. Hoje sou uma madrinha que defende e protege a vida”, destacou. “Hoje corro atrás de mulheres para não fazerem.”

Ela explicou que atuar como mãe em novelas despertou nela o desejo de gerar. "Tive seis filhos, quatro na terra e dois lá em cima”, disse. “Eu achava que isso nunca ia acontecer, não me interessava mesmo. Mas alguns papéis mudam nossa vida íntima.”

Em outro momento, Cássia falou também sobre o papel da religião em seu posicionamento pró-vida.

Então eu fico me preparando para, no domingo, estar na missa e encontrar os católicos. Compreender por quê uma família católica tem tantos filhos diante de um mundo que faz tantos abortos”, observou a atriz.

Eu tenho amigos com 10, 11 filhos. É lindo saber — porque é lindo mesmo e é a verdade — que os filhos brincam entre si. O pai e a mãe não vão brincar com o filho. Eles cuidam, eles olham e cuidam para serem a referência para os filhos”, continuou Cássia.

Fonte: Guiame

Confira aqui:

domingo, 20 de junho de 2021

Polêmica “lista negra” inclui pastores, igrejas e organizações evangélicas na Argentina


Na Argentina, a publicação de uma “lista negra” de cerca de 400 pessoas, organizações e igrejas descritas como “direita reacionária” e “antidemocrática” causou grande polêmica.

O site foi publicado no dia 13 de junho e compartilhou fotos, um perfil e outros dados pessoais de supostos cidadãos e grupos “anti-direitos”. A plataforma tinha um motor de busca por categoria (funcionário público, líder religioso, mídia, ONG, partido político, palestrante), local (província argentina) ou nome. Também ofereceu um mapa interativo para mostrar as “conexões” pessoais e organizacionais entre os listados.

Após 24 horas, o site não estava mais acessível e em 17 de junho ainda estava off-line. A essa altura, todo tipo de voz da sociedade civil argentina havia expressado críticas ao projeto.

Alguns denunciaram nas redes sociais que ao “recolher dados pessoais e sociais e crenças das pessoas”, a “privacidade” das pessoas envolvidas foi violada. Outros disseram que este modus operandi “lembra outros tempos da nossa história” [em referência à ditadura] enquanto centenas usaram a hashtag #lagestapoargentina (a Gestapo argentina) para zombar da investigação jornalística.

As declarações foram feitas por alguns dos principais partidos políticos e jornalistas, bem como por ONGs e igrejas.

A reação conservadora

Por trás da elaboração da “lista negra” publicada sob o título “The Conservative Reaction” (A Reação Conservadora) estão seis jornalistas investigativas ligadas a grupos feministas radicais, que haviam explicado anteriormente nas redes sociais que o site fora pago pela organização pró-aborto International Planned Parenthood / Região do Hemisfério Ocidental (IPPF WHR).

Ao apresentar o site, os autores se alarmaram sobre como os movimentos pró-vida na Argentina emergiram fortemente “há três anos com o debate em torno da legalização do aborto”. Essa abordagem dos autores explicaria por que a maioria dos incluídos na “lista negra” são defensores ativos de políticas pró-vida.

Contra o poder evangélico e católico

Mais de 70 igrejas evangélicas, organizações e líderes foram incluídos na lista.

Entre eles estavam entidades nacionais como a Aliança Evangélica Argentina (ACIERA), o Seminário Teológico Batista Argentino, Jovens Com Uma Missão (JOCUM) e a plataforma Parlamento e Fé; organizações internacionais como a Associação Evangelística Billy Graham, o Congresso Ibero-Americano para a Família e a Vida e a Alliance Defending Freedom (ADF); líderes evangélicos como o recentemente falecido Luis Palau e outros membros de sua família; políticos como Cynthia Hotton e Nadia Márquez e denominações como as Assembleias de Deus .

O site de notícias Evangélico Digital, membro do grupo de mídia Areópago Protestante da Aliança Evangélica Espanhola, também foi incluído na “lista negra”.

As organizações não evangélicas incluíram Médicos pela Vida e a Conferência Episcopal Católica Romana.

Os promotores da lista apontaram os “poderes evangélicos e católicos” como alguns dos atores que precisavam ser denunciados porque “estão mascarados em organizações laicas” com o objetivo de “obstruir os direitos sexuais e reprodutivos e combater a ideologia de gênero’”.

Em nota enviada pela Confederação Batista da Argentina, Hugo Márquez, pastor da cidade de Neuquén que havia sido incluído na “lista negra”, disse que muitos cristãos estão “preocupados com o fato aberrante de que em uma democracia e um estado com o Estado de direito, ‘listas negras’ são publicadas pelo único crime de pensar diferente”.

A polêmica “lista negra anti-direitos” na Argentina inclui pastores, igrejas e organizações evangélicas

Esses comportamentos”, acrescentou Márquez, vêm de “grupos autoritários que não aceitam a liberdade de opinião, mas procuram impor um pensamento único”. O pastor chamou a “igreja viva, ativa e participativa” para continuar seu trabalho em benefício da família e da vida na Argentina.

A Aliança Evangélica Argentina (ACIERA) também rejeitou em comunicado a “intimidação” que se soma à “profanação dos locais de culto” nos últimos meses com a “indiferença das autoridades que deveriam zelar pela convivência saudável”.

Eles denunciaram como a formação de uma “polícia do pensamento” não oficial contribui para uma “cultura do ódio” que não deveria ter lugar em uma democracia onde há “pluralidade de pensamento”.

Folha Gospel com informações de Evangelical Focus

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Maior site pró-vida é banido de plataforma de vídeos permanentemente


O LifeSiteNews relatou o ocorrido na quarta-feira (10), revelando que perderam o acesso a mais de 300 mil seguidores de seu canal.

O site LifeSiteNews foi banido de uma plataforma de compartilhamento de vídeo e teve todos os seus vídeos pró-vida removidos. O portal relatou o ocorrido na quarta-feira (10) em seu site, revelando que eles perderam o acesso a mais de 300.000 seguidores de seu canal.

"O YouTube removeu completamente o canal LifeSiteNews. Este não é um banimento temporário; cada um de nossos vídeos foi embora completamente", escreveu a equipe do site. "Felizmente, temos backups de todos os nossos vídeos, mas isso significa que centenas de milhares de pessoas perderam o acesso ao nosso conteúdo revelador."

O breve artigo também direciona os seguidores ao Rumble, uma plataforma conservadora, para assistir aos vídeos da LifeSite lá.

Em janeiro, o site anunciou ter sido banido por duas semanas do YouTube, depois que publicaram vídeos sobre vacinas, que de acordo com a rede social violava as "diretrizes da comunidade" do YouTube.

A partir desta manhã, LifeSiteNews recebeu um segundo golpe do YouTube, enquanto a Big Tech continua sua repressão às vozes conservadoras e cristãs”, disse o portal pró-vida.

"Desinformação médica"

Em novembro passado, o YouTube suspendeu o canal LifeSiteNews por uma semana depois que alegações de "desinformação médica" foram feitas contra um vídeo com comentários de um médico, de acordo com o The Blaze.

Mais tarde naquele mesmo mês, o YouTube suspendeu o site por causa de um vídeo intitulado "Tradições católicas do Natal para incutir fé em seus filhos". O vídeo também foi marcado com um selo de "desinformação médica" antes que o YouTube removesse o vídeo.

Um porta-voz do Google, a empresa dona do YouTube, disse ao The Blaze que o canal LifeSiteNews foi fechado por repetidas violações da política de desinformação Covid-19 da empresa. Qualquer conteúdo que promova métodos de prevenção que difira das informações fornecidas pelas autoridades de saúde locais ou pela OMS é proibido.

"Qualquer canal que violar nossa política de desinformação Covid-19 receberá um aviso, que restringe temporariamente o envio ou transmissão ao vivo. Os canais que receberem três avisos no mesmo período de 90 dias serão removidos permanentemente do YouTube", disse o porta-voz.

Em uma declaração à CBN News, a diretora de marketing da LifeSite, Rebekah Roberts, disse: "A verdade é que já estávamos prevendo isso há algum tempo. O YouTube e outros titãs da tecnologia simplesmente não estão interessados ​​em permitir que alguém discorde de seu liberal aprovado pelo estado, ideologia totalitária. Felizmente, já tomamos medidas preventivas para garantir que a verdade continue a chegar aos ouvidos daqueles que mais precisam dela nestes tempos ditatoriais. Estamos ativos em várias outras plataformas, como Gab, Telegram e Rumble e incentive outros a se juntarem a nós lá."

Fonte: Guiame

domingo, 3 de janeiro de 2021

Noblat faz enquete sobre aborto, mas 73% se manifestam contra - Veja aqui os detalhes


Pesquisa encontrou resultados similares em pesquisa feita em 2019

Forte opositor do governo do presidente Jair Bolsonaro, o jornalista Ricardo Noblat resolveu publicar uma enquete sobre aborto em sua conta no Twitter, mas a ideia acabou virando um tiro no pé, com 73% das pessoas respondendo que são contra a medida.

Publicada no sábado (2), a enquete fazia a seguinte pergunta: O que você acha da legalização do aborto?”.

Com 23.621 votos registrados, a pesquisa mostrou que 73,9% são contrários à prática do aborto, ante 26,1% que se dizem favoráveis.

Ricardo Noblat fez pesquisa sobre aborto que teve 73% de pessoas contra Foto: Reprodução

Mesmo sem ter cunho científico e sendo apenas uma pesquisa de opinião, a enquete teve resultados similares aos encontrados em junho de 2019, quando o instituto Paraná Pesquisas ouviu 2.071 pessoas e questionou a população brasileira sobre o tema em questão.

Segundo o levantamento, três quartos dos brasileiros, ou 75,4%, disseram ser contrários ao aborto em qualquer situação. Outros 18,8% afirmaram ser favoráveis ao aborto em qualquer situação e 5,8% não responderam. No Brasil, o aborto só não é qualificado como crime em três situações: estupro, risco de vida ou anencefalia do feto.

Fonte: Pleno News

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Igrejas Evangélica e Católica rejeitam discussão sobre a lei do aborto, na Argentina

Em duas declarações, as Igrejas cristãs rejeitam a tentativa do Executivo de introduzir no Parlamento argentino uma discussão tão séria, em meio a uma pandemia, que causa sofrimento e morte às famílias argentinas e coloca à prova o sistema de saúde pública.

A Comissão Executiva da Conferência Episcopal Argentina (CEA) questiona-se sobre a apresentação do projeto de Lei do aborto no Congresso Nacional, sobretudo, no momento da pandemia da Covid-19, em que o Estado deveria se preocupar mais com a “saúde pública”, isto é, com a vida humana.

Em um comunicado, o Episcopado argentino afirma que uma agenda, autenticamente democrática, além de defender a dignidade da vida e a promoção dos direitos humanos, deve levar em consideração a atual situação dolorosa da Saúde Pública, que torna “insustentável e inoportuna” toda e qualquer tentativa de apresentar e discutir uma Lei deste tipo, onde a própria vida está em jogo.

Neste momento, em que os argentinos enfrentam situações extremas, com paciência, criatividade e esperança, – mesmo diante da perda de seus entes queridos, o bom senso, que abunda nas pessoas comuns, revela que não é oportuno pensar em projetos legislativos, que vão contra a ideia de dar prioridade à vida de todos os argentinos: o povo está sofrendo com o aumento humilhante do número de famílias, cada vez mais pobres; o ano letivo deixou grande número de alunos à margem da instrução e causou desigualdade de recursos e meios; heróicos agentes da saúde, exaustos pelos seus esforços sobre-humanos, clamam para salvar a vida”.

O episcopado argentino publicou esta declaração após o anúncio do presidente Alberto Fernández sobre a iminente apresentação à Assembleia Legislativa – provavelmente na próxima semana – do projeto de Lei sobre o aborto, prometido em 1º de março. Neste contexto, a declaração dos bispos reitera que “não se preocupar com a vida, com todas as vidas” representa um “erro gravíssimo” do Estado, que deve proteger os seus habitantes. Por isso, os pastores convidam à “prudência política” para “não desanimar” os desígnios de unidade nacional, pela qual a sociedade argentina anseia.

As notícias sobre a iminente apresentação do projeto de Lei sobre o aborto no Congresso Nacional – afirmam os bispos – nos surpreendem e entristecem, porque desencorajam a busca de um encontro fraterno e essencial entre os argentinos”. Os prelados recordam também as palavras do Papa Francisco, que na sua recente Encíclica “Tutti fratelli”, propõe “abrir o coração diante de um mundo que viola os sonhos e se esconde atrás de um olhar egoísta e exclusivo”, porque, no fundo, as pessoas não são mais consideradas como um valor primordial, que deve ser respeitado e defendido, sobretudo os pobres ou deficientes, e “os que ainda não são úteis” – como os nascituros -, ou “os que não servem mais” – como os idosos”.

A declaração da Comissão Executiva, publicada em seu site, é acompanhada pela declaração da Comissão Episcopal para a Vida, os Leigos e a Família, que adere e agradece o documento da Aliança Cristã das Igrejas Evangélicas da Argentina, publicado no último dia 19 de outubro, com o título: “Não é hora de discutir sobre o aborto: estamos em meio a uma pandemia”.

A Aliança evangélica, por sua vez, reitera que “o direito de nascer é um direito humano inalienável” e afirma que, em meio à pandemia, a tentativa de legalizar o aborto coloca em risco não só a vida dos nascituros, mas também a cidadania, que sairá pelas ruas para expressar a sua oposição.

O comunicado da Aliança adverte: “Os casos de contagiados pelo coronavírus chegam quase a um milhão. Os sistemas de saúde foram à falência ​​em diferentes partes do país, com um recorde de mortes diárias entre os primeiros do mundo”. O comunicado informa ainda que a decisão do Executivo responde à pressão de grupos em prol do aborto, sem se importar pela grave situação de saúde no país.

A declaração das Igrejas Evangélicas recorda, enfim, que, há dois anos, o Congresso Nacional rejeitou este projeto de Lei, por ampla maioria, e uma discussão sobre isso agora poderia produz “divisões” no país.

As Igrejas Evangélicas concluem sua declaração, dizendo:

Defender a vida, desde a concepção até à morte natural, em todos os seus aspectos, é um mandato, uma mensagem, não apenas das nossas leis e da Constituição, mas do próprio sentido comum e natural: a preservação do gênero humano é um direito inalienável, além de ser, sobretudo, uma lei de Deus”.

Fonte: Vatican News Service – ATD via Folha Gospel

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Paschoal, eleita deputada estadual com 2 milhões de votos

Janaína Paschoal (PSL) se tornou a deputada estadual eleita com maior votação da história do país, com 2.060.786 votos. Uma das autoras do pedido de impeachment que culminou com a cassação do mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), a advogada e professora de Direito disse que confia em Deus para trabalhar em prol do estado de São Paulo.
"Amados, são muitos votos, mais de dois milhões. Esta votação expressiva é muito importante, pois me confere mais legitimidade para trabalhar por todos nós. Agradeço a cada cidadão que confiou em mim. Deus há de me ajudar a fazer tudo que tenho em mente e mais um pouco!", afirmou a deputada estadual eleita.
Na ocasião do impeachment, a jurista afirmou que Deus a havia inspirado. Pró-vida, Janaína Paschoal recentemente protagonizou um discurso durante a audiência pública para debate sobre a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, proposta pelo PSOL para a legalização do aborto, defendendo a manutenção da lei no formato atual.
De acordo com o portal G1, a votação obtida por Janaína Paschoal a transformou na candidata a um cargo parlamentar com maior votação da história do país, superando inclusive Eduardo Bolsonaro (PSL), reeleito deputado federal por São Paulo com 1.843.735 votos, um novo recorde dentre os que disputam vaga na Câmara dos Deputados.
A votação de Janaína Paschoal – que recusou recursos do Fundo Partidário – superou o número de votos recebidos por 10 dos 13 governadores eleitos no primeiro turno este ano, além de mais votos que oito candidatos à presidência: Cabo Daciolo (Patriota), Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Alvaro Dias (Podemos), Guilherme Boulos (PSOL), Vera Lúcia (PSTU), Eymael (DC) e João Goulart Filho (PPL).
Fonte: Gospel+

domingo, 23 de setembro de 2018

Grupo de médicos faz juramento contra o aborto e publica vídeo “comprometidos com a vida”


A discussão sobre a possível descriminalização e legalização do aborto no Brasil continua rendendo manifestações contrárias ao assassinato de bebês no ventre materno, independentemente do período gestacional, uma vez que diversos profissionais defendem a definição de ser humano desde a concepção.
Uma dessas manifestações que mais vêm chamando atenção é a de um grupo de médicos "comprometidos com a vida em qualquer estágio". A definição dos profissionais deixa evidente a compreensão de que a vida humana, de fato, não é diminuída em valor (e direitos) simplesmente por estar em um estágio primário de desenvolvimento.
Ou seja, "embrião", "feto" e "bebê" são vistos como nada menos do que vidas em desenvolvimento e seres humanos por definição, diferente do que os defensores do aborto tentam fazer pensar, por exemplo, ao enfatizar a palavra "feto" como forma de despersonificar a figura humana do bebê.
Na prática, para esse grupo de médicos o aborto praticado contra um bebê de 8 meses não é diferente de um praticado contra um "feto" de 14 semanas, visto que ambos são seres humanos, estando apenas em estágios diferentes de desenvolvimento físico.

Juramento em defesa da vida

Os profissionais gravaram um vídeo e publicaram nas redes sociais, onde eles se baseiam no juramento de Hipócrates, o qual foi adotado pela medicina moderna e é dito nas cerimônias de formatura do médico.
"Em toda casa aí entrarei, para o bem dos doentes, sobre aquilo que vir e ouvir respeitante a vida dos doentes", diz um trecho, onde eles dizem no vídeo claramente não contribuir com o aborto sob nenhuma hipótese:
"De exercício da minha profissão ou fora dela eu conservarei inteiramente secreto. Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento. Nunca para causar dano ou mal alguém. A ninguém darei droga mortífera, nem aconselharei. Do mesmo modo, não darei a nenhuma mulher substância abortiva".
O posicionamento desses profissionais demonstra o quanto o tema aborto no Brasil é rejeitado pela maioria da população, inclusive dos especialistas envolvidos diretamente com o assunto, no caso, os obstetras.

Fonte: Gospel+

Assista o vídeo completo abaixo:

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Marcha contra o aborto pretende reunir multidões em São Paulo


A Marcha Pela Vida irá se manifestar contra a legalização do aborto, após audiência pública no STF.


Depois que milhões de pessoas saíram às ruas contra o aborto em países da América Latina, o Brasil está se unindo ao movimento pró-vida. A Marcha Pela Vida será realizada no dia 30 de setembro, em São Paulo.

A Marcha Pela Vida ganhou impulso em 2018, diante das propostas políticas de legalização do aborto em vários países latino-americanos. Embora protestos pró-vida sejam realizados com frequência no Brasil, o objetivo é "fazer um ato maior e massivo" apartidário e sem caráter religioso.

"Este objetivo de incluir pessoas do povo que apoiem a causa sem distinções tenta demonstrar que a defesa da vida humana não depende de uma crença específica, ela é intrínseca ao próprio ser humano e vai muito além de uma questão religiosa. Outras cidades do Brasil", afirma a organização.

Uma das maiores manifestações aconteceu na Argentina, onde milhares de pessoas foram às ruas para protestar contra o aborto. Como resultado, o Senado argentino rejeitou o projeto de lei que pretendia legalizar o procedimento nas primeiras 14 semanas de gravidez.

A manifestação pró-vida é marcada pelo slogan "salvemos as duas vidas", que tem sido amplamente usado pelos ativistas latino-americanos.

A Marcha acontece após uma audiência pública realizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início de agosto, que discutiu a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação.

A APDF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) de descriminalização do aborto foi apresentada no dia 8 de março de 2017 pelo PSOL em conjunto com o Instituto Anis.

No Brasil, o aborto é permitido somente nos casos de anencefalia do feto, gravidez resultante de estupro e quando a gestação representa um risco para a vida da mulher. Segundo pesquisa Datafolha publicada em agosto, 59% dos brasileiros são contrários a alterações na atual lei sobre o aborto no Brasil.

Serviço:

Marcha pela Vida Brasil
Data: 30 de setembro
Horário: À partir das 15h
Local: Av. Paulista (próximo à Av. Brigadeiro Luís Antônio)

Fonte: Guiame

sábado, 15 de setembro de 2018

Médicos se unem em vídeo contra o aborto no Brasil: “É retrocesso, é ilusão”

O grupo 'Médicos pela Vida' afirma zelar pela defesa da vida humana, em todos os seus estágios.


Médicos brasileiros "comprometidos com a vida em qualquer estágio" se colocaram contra a prática do aborto. O grupo Médicos pela Vida expressou a causa por meio de um vídeo publicado na fanpage oficial de mesmo nome.

No vídeo, eles tomam como texto base o Juramento de Hipócrates, que teria sido escrito no século V a.C. e que é dito no dia da formatura.

No juramento, os estudantes fazem a promessas para a vida de trabalho. Diz o trecho: "Em toda casa aí entrarei, para o bem dos doentes, sobre aquilo que vir e ouvir respeitante a vida dos doentes".

Os médicos recitam: "De exercício da minha profissão ou fora dela eu conservarei inteiramente secreto. Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento. Nunca para causar dano ou mal alguém. A ninguém darei droga mortífera, nem aconselharei. Do mesmo modo, não darei a nenhuma mulher substância abortiva".

No vídeo, que está circulando pelas redes sociais e páginas de grupos pró-vida, os profissionais da saúde se colocam de forma corajosa com conhecimento científico e humano visando honrar o tal juramento que um dia fizeram. O grupo pretende alertar sobre os riscos do aborto.

"Somos um movimento civil, apartidário, composto por médicos e profissionais de saúde, comprometidos com a promoção e a defesa da vida humana, em todos os seus estágios. Acreditamos na medicina como uma vocação a serviço da pessoa humana e do bem comum", descreve o grupo na fanpage.

Fonte: Guiame

ASSISTA AQUI


segunda-feira, 23 de abril de 2018

Cerca de 30 mil pessoas foram às ruas para protestar contra o aborto na Espanha


Dezenas de milhares de pessoas participaram de uma marcha pela vida no domingo, 15 de abril, em Madri, organizada pela plataforma "Yes To Life" ("Sim Para a Vida"), formada por mais de 500 organizações pró-vida de todo o país.
A marcha passou por algumas das ruas mais emblemáticas de Madri, para terminar na Puerta de Alcalá, no centro de Madri. Lá, centenas de balões verdes foram lançados para reivindicar pacificamente e festivamente o respeito pela dignidade humana em todas as suas fases da vida.
De acordo com a associação pró-vida evangélica AESVIDA, havia muitos jovens e adolescentes "que expressaram sua resistência a seguir o pensamento dominante desta sociedade, e cantaram mensagens contra o aborto com forte convicção".
Música, danças e testemunhos
Ao final da marcha, houve um show de música, danças e comoventes testemunhos. Entre eles, a história de Gracia, que se tornou mãe aos 15 anos: abraçando a filha, ela contou que não se arrepende de ter recusado o aborto, mesmo sendo uma gestante adolescente.
O ato reuniu pessoas de diversas idades, políticas e crenças.
AESVIDA, Associação Evangélica Pró-vida
A associação evangélica AESVIDA, foi representada na marcha por Remédios Losada, uma sobrevivente de várias tentativas de aborto e coordenadora da associação. A AESVIDA também contribuiu com o evento através de coreografias, realizadas por membros da associação.
O evento terminou às 14:30, após um minuto de silêncio pelos bebês que foram abortados e a tradicional liberação de balões com mensagens escritas pelos participantes.
Cerca de 100 mil abortos foram realizados na Espanha no ano passado. A marcha foi, segundo a AESVIDA, "uma celebração para esse maravilhoso presente que é a vida", destacou a associação evangélica.
Fonte: CPADNews

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Cantora cristã critica aborto no Grammy 2018: “Sou abençoada por escolher a vida”


A cantora Joy Villa aproveitou a audiência do Grammy 2018 para expressar seu apoio à vida.


A cantora cristã e conservadora Joy Villa fez uma declaração ousada durante a premiação do Grammy Awards no último domingo (28), usando um vestido com uma mensagem pró-vida.

O vestido era branco e apresentava a pintura de um filho em um útero pintado com cores do arco-íris. Ela também carregava uma bolsa que dizia "Escolha a Vida" em inglês.

De acordo com a LifeNews, a pintura no vestido de Villa foi modelada por sua própria filha. "Eu sou uma mulher pró-vida. Este ano eu escolhi fazer uma declaração no tapete vermelho" disse Villa à Fox News.

"Eu sou tudo sobre a vida. Eu sou incrivelmente abençoada por escolher e ter gerado vida. Espero encorajar alguém em uma situação similar a escolher a adoção", continuou ela.

"Eu acredito em amar a criança e a mãe, e eu tenho orgulho de ser Pró-Vida. Há muita dor lá fora, mas eu escolho propagar amor e esperança. Eu pintei o meu vestido com um desenho pintado à mão (por mim). É uma recriação do desenho da minha filha", ressaltou.

Villa estava em um relacionamento abusivo quando descobriu que estava grávida, mas, embora estivesse assustada e oprimida, ela escolheu a vida para a filha. No ano passado, Villa usou um vestido vermelho, branco e azul com as palavras "Make America great again" impressas na frente, como forma de apoio a Trump.

Fonte: Guiame

Confira aqui a entrevista da Fox News (em inglês):


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...