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quinta-feira, 15 de dezembro de 2022

Joe Biden promulga lei sobre casamento gay que coloca em risco a liberdade religiosa nos EUA


Com a promulgação da lei pelo presidente americano, o casamento gay agora é protegido por lei federal.


A Lei de Respeito ao Casamento (RMA) foi assinada na terça-feira (13) pelo presidente Joe Biden, concluindo uma legislação que redefine o casamento nos EUA. A sanção presidencial aconteceu de forma rápida: cinco dias após o Congresso americano concluir a aprovação.

Com a promulgação do projeto de lei por Biden, o casamento entre pessoas do mesmo sexo passa a ser considerado legal na jurisdição em que ocorreu, com reconhecimento federal e estadual.

Embora a nova lei não exija que os estados legalizem o casamento gay, ela revoga a Lei de Defesa do Casamento (DOMA). Ao promulgar o DOMA em 1996, o governo federal definiu o casamento apenas entre um homem e uma mulher e protegeu o direito de um estado de não reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo que ocorrido em outra jurisdição, informa o Baptist Press.

As preocupações dos congressistas democratas de que a Suprema Corte dos EUA atual, mais conservadora, pudesse reverter a decisão de 2015 Obergefell v. Hodges que legalizou o casamento gay, alimentaram o esforço para promulgação do RMA.

Para não correr riscos, o Congresso deu a aprovação final ao projeto de lei três semanas antes de o controle da Câmara dos Representantes ser transferido para o Partido Republicano.

Risco para a liberdade religiosa

Para a Alliance Defending Freedom (Aliança de Defesa da Liberdade), um importante grupo legal cristão conservador que ganhou vários casos de liberdade religiosa perante a Suprema Corte dos EUA, acredita que a nova lei colocará em risco a liberdade religiosa.

O vice-presidente sênior de iniciativas estratégicas da ADF, Ryan Bangert, disse em comunicado que "o presidente e o Congresso ameaçaram intencionalmente a liberdade de expressão e a liberdade religiosa com a promulgação da ‘Lei do Respeito ao Casamento’, continuando um padrão de hostilidade flagrante contra pessoas de fé".

"Infelizmente, o presidente escolheu a sinalização de virtude em vez de proteger milhões de americanos, igrejas e organizações religiosas que falaram por meses sobre os danos inegáveis ​​desse projeto de lei desnecessário", afirmou.

"Esta lei é uma solução em busca de um problema que não oferece nenhuma proteção ou benefício adicional para casais do mesmo sexo. No entanto, ela fere as liberdades constitucionais que pertencem a cada um de nós."

Valores tradicionais ameaçados

A National Religious Broadcasters (NRB), uma associação de organizações de mídia cristã evangélica, denunciou a assinatura do ato.

O presidente e CEO da NRB, Troy A. Miller, disse em comunicado que a nova lei é "uma reação a um problema fabricado que não existe".

"A capacidade de obter um casamento entre pessoas do mesmo sexo não está em risco na América hoje, e este projeto de lei não faz nada para mudar o status legal do casamento entre pessoas do mesmo sexo em qualquer lugar", afirmou Miller.

"No entanto, a capacidade de fazer negócios ou falar em praça pública, mantendo os valores tradicionais sobre vida, casamento e família, está muito ameaçada. Essas são parte integrante das liberdades da Primeira Emenda que o NRB existe para defender."

Miller também acredita que a nova lei "coloca os americanos movidos pela fé em risco legal por praticarem suas crenças e, em vez disso, dá sinal verde aos interesses de ativistas radicais que buscam penalizar e prejudicar aqueles que discordam de seus pontos de vista".

"Isso expõe grupos cristãos de serviço social e outras entidades a litígios predatórios com uma cláusula ampla de 'direito privado de ação' e põe em risco a capacidade de organizações religiosas sem fins lucrativos de obter status de caridade e isenção de impostos do IRS", continuou ele.

"Um dos maiores ataques à liberdade religiosa"

Tony Perkins, presidente da organização ativista cristã conservadora Family Research Council (Conselho de Pesquisa da Família), com sede em Washington, disse que a assinatura do projeto de lei marcou "um dia sombrio", chamando o projeto de "um dos maiores ataques à liberdade religiosa na história moderna".

"Os princípios de nossa Primeira Liberdade, garantidos em nossa Constituição, que [o presidente] jurou 'preservar, proteger e defender', estão agora em perigo ainda maior", disse Perkins em um comunicado.

"Ao assinar a Lei de (des)respeito ao casamento, Biden sucumbiu às forças temporais da cultura, e não aos princípios transcendentes da Constituição de nossa nação".

Perkins argumentou ainda que o casamento tradicional "é uma instituição criada por Deus para o bem-estar de homens, mulheres, crianças e da sociedade como um todo – não pode ser redesenhado sem empobrecer a todos".

Os críticos reclamaram que a lei não vai longe o suficiente para proteger as consciências religiosas dos empresários – como padeiros, floristas, fotógrafos e outros que prestam serviços relacionados a casamentos – considerando que as batalhas legais envolvendo essas empresas chegaram ao Supremo Tribunal nos últimos anos.

Enquanto três propostas de emendas à liberdade religiosa foram rejeitadas no Senado, os senadores concordaram em adicionar uma emenda ao projeto de lei que protege os direitos de liberdade religiosa de organizações explicitamente religiosas. Alguns senadores conservadores acreditam que as proteções à liberdade religiosa adicionadas ao projeto de lei são "lamentavelmente insuficientes".

Folha Gospel com informações de Baptist Press, Guia-me e The Christian Post

sábado, 16 de julho de 2022

Biden assina 'Declaração de Jerusalém', prometendo barrar armas nucleares do Irã


O presidente americano promete usar todo o poder dos EUA para impedir avanço nuclear do Irã.

A 'Declaração de Jerusalém' foi assinada nesta quinta-feira (14) pelo presidente dos EUA, Joe Biden, e o primeiro-ministro Yair Lapid em Jerusalém. No documento, os EUA prometeram usar "todos os elementos de seu poder nacional" para impedir que o Irã obtenha armas nucleares.

Os Estados Unidos enfatizam que parte integrante dessa promessa é o compromisso de nunca permitir que o Irã adquira uma arma nuclear e que está preparado para usar todos os elementos de seu poder nacional para garantir esse resultado”, diz o texto do comunicado, oficialmente conhecida como a Declaração Conjunta de Parceria Estratégica EUA-Israel de Jerusalém.

Os Estados Unidos afirmam ainda o compromisso de trabalhar em conjunto com outros parceiros para enfrentar a agressão e as atividades desestabilizadoras do Irã, sejam avançadas diretamente ou por meio de representantes e organizações terroristas como Hezbollah, Hamas e Jihad Islâmica Palestina”, afirmou o comunicado.

Os dois países também se “comprometem-se a continuar a discutir os desafios e oportunidades nas relações israelo-palestinas” e condenam o Hamas e os recentes ataques terroristas.

Dois Estados

Apesar do acordo, Biden “afirma seu apoio de longa data e consistente a uma solução de dois Estados e por avançar em direção a uma realidade na qual israelenses e palestinos possam desfrutar de medidas iguais de segurança, liberdade e prosperidade”.

Os Estados Unidos estão prontos para trabalhar com Israel, a Autoridade Palestina e as partes interessadas regionais em direção a esse objetivo”, diz a declaração.

Na política de Israel há divergência sobre o tema. Enquanto Lapid apoia a estrutura de dois Estados, ele lidera um governo provisório que inclui partidos de direita que se opõem ao Estado palestino. Desta forma, ele evitou expressar seu apoio à proposta desde que assumiu o cargo.

O ministro da Defesa Benny Gantz (à dir.), apresenta ao presidente dos EUA Joe Biden a asa de um drone interceptado pelo sistema de defesa a laser Iron Beam, enquanto o primeiro-ministro Yair Lapid (à esq.) observa o Aeroporto Ben Gurion, 13 de julho de 2022. (Foto: Ariel Hermoni/Ministério da Defesa)

Durante a sessão de perguntas e respostas após os discursos dos líderes, o primeiro-ministro israelense foi provocado sobre sua opinião referente ao tema. Ele respondeu que ainda apoia a solução de dois Estados, mas evitou responder a uma pergunta sobre se ele avançaria na iniciativa se continuasse no cargo após as eleições de novembro.

Ainda assim, ambos os lados se comprometeram a fortalecer a economia palestina e melhorar a qualidade de vida dos palestinos. Biden deve se reunir com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, nesta sexta-feira (15).

Biden expressou seu apoio a uma solução de dois Estados ao falar após desembarcar no Aeroporto Ben Gurion na quarta-feira (13), no início de sua viagem de quatro dias a Israel, Cisjordânia e Arábia Saudita. No entanto, ele acrescentou: “Eu sei que não é [viável] no curto prazo”.

Laços inquebráveis

Apesar da posição do atual governo norte-americano sobre os dois Estados, a declaração reafirma “os laços inquebráveis ​​entre nossos dois países e o compromisso duradouro dos Estados Unidos com a segurança de Israel”.

Biden fez comentários semelhantes após sua reunião anterior com Lapid.

Os EUA também declararam que seus compromissos com Israel são “bipartidários e sacrossantos”, acrescentando ainda que são de grande importância para a segurança dos EUA.

A declaração contém um compromisso dos EUA de implementar integralmente os termos do histórico memorando de entendimento de US$ 38 bilhões e um reconhecimento de que um MOU (Memorando de Entendimento) subsequente deve refletir novas ameaças e circunstâncias.

Israel aprecia o compromisso dos EUA com o MOU e por fornecer mais US$ 1 bilhão acima dos níveis do MOU em financiamento suplementar de defesa antimísseis após o conflito de 2021”, dizia a declaração, referindo-se ao conflito do ano passado com grupos terroristas de Gaza.

Os dois lados também prometeram cooperação em “tecnologias de defesa de ponta, como sistemas de armas a laser de alta energia para defender os céus de Israel e, no futuro, de outros parceiros de segurança dos EUA e de Israel”.

Sobre os Acordos de Abraão, o comunicado afirma a importância dos acordos e do Fórum Negev, iniciado em Manama em junho.

Os Acordos de Abraão, uma declaração de paz conjunta assinada inicialmente em 15 de setembro de 2020, normalizou oficialmente as relações diplomáticas entre Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Israel.

Em dezembro de 2020, Marrocos e Israel assinaram um acordo de normalização, estabelecendo relações diplomáticas plenas. Então, em janeiro de 2021, o Sudão assinou os acordos, declarando simbolicamente sua intenção de avançar na normalização com Israel.

Fonte: Guiame

quinta-feira, 14 de julho de 2022

Biden chega em Israel e declara apoio: ‘Não preciso ser judeu para ser sionista’


A estadia de Biden em Israel e na Cisjordânia será de 48 horas; sua agenda inclui reuniões bilaterais com líderes judeus e diversas visitas, inclusive ao Museu Memorial do Holocausto Yad Vashem.

 

Em sua primeira viagem a Israel como presidente, Joe Biden descreveu sua chegada, na quarta-feira (13), como um retorno ao lar, pois foi recebido pelos líderes de Israel na pista do Aeroporto Ben Gurion.

Ao desembarcar do Força Aérea Um, Biden estava sendo aguardado pelo primeiro-ministro interino Yair Lapid, pelo primeiro-ministro em Naftali Bennett (que renunciou ao cargo) e pelo presidente Isaac Herzog.

É uma honra estar mais uma vez com amigos e visitar o Estado judeu independente de Israel”, disse Biden diante de várias dezenas de convidados de alto nível sentados nas arquibancadas.

O presidente americano elogiou os laços entre os dois países, e disse: “A conexão entre o povo israelense e o povo americano é profunda. Geração após geração, essa conexão cresce. Investimos uns nos outros, sonhamos juntos.”

Secretário de Estado dos EUA Antony Blinken (à esq.), Presidente Isaac Herzog, Presidente dos EUA Joe Biden (centro), Primeiro-ministro Yair Lapid e Primeiro-ministro Suplente Naftali Bennett (à dir.) no Aeroporto Ben Gurion em 13 de julho de 2022. (Imagem: Time of Israel Captura de tela)

A estadia de Biden em Israel e na Cisjordânia será de 48 horas. Seu itinerário inclui reuniões bilaterais com líderes judeus, visitas aos sistemas de segurança israelenses e ao museu Memorial do Holocausto Yad Vashem, além da participação na cerimônia de abertura das Olimpíadas Judaicas Maccabiah, visita a um hospital para palestinos em Jerusalém Oriental e uma reunião com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, em Belém.

Na visita dupla de Biden ao Oriente Médio está a Arábia Saudita, onde participará de uma cúpula de líderes árabes regionais conhecida como GCC + 3. O presidente retorna aos EUA no domingo (16).

Laços

Biden já esteve em Israel uma dezena de vezes – não como presidente – em seus comentários recordou sua primeira visita ao país, pouco antes da Guerra do Yom Kippur, em 1973, quando Golda Meir era primeira-ministra e o ex-primeiro-ministro Yitzhak Rabin era um de seus assessores.

Percebi que tive a grande honra de fazer parte da grande história deste país”, disse ele, antes de reiterar outra linha sua para Israel. “Vou dizer de novo, você não precisa ser judeu para ser sionista.”

Durante seu discurso de cinco minutos, Biden enfatizou a importância da educação sobre o Holocausto, observando que seu pai “imbuiu em nós um senso de obrigação” de nunca esquecer os horrores do genocídio nazista.

Ele passou a prometer “combater o veneno do antissemitismo onde quer que ele levante sua cabeça feia”.

Biden não fez menção ao Irã em seus comentários, embora tenha dito que o avanço da integração de Israel na região seria um tema da viagem. Israel está ansioso para normalizar as relações com a Arábia Saudita, pois busca cooperar ainda mais com os parceiros regionais para combater o Irã.

Israel se opõe ao esforço dos EUA para ressuscitar o acordo nuclear com o Irã, embora tenha buscado uma abordagem menos conflituosa para fazer lobby contra ele desde que o ex-primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deixou o cargo há um ano.

‘Visita histórica’

Em seus comentários, Lapid deu as boas-vindas a Biden em Israel, chamando-o de “um grande sionista e um dos melhores amigos que Israel já conheceu”.

De pé em um palco ainda na pista do aeroporto, Lapid disse que a viagem foi “uma visita histórica e profundamente pessoal”.

É histórico porque expressa o vínculo inquebrável entre nossos dois países”, disse ele. “Nosso compromisso com valores compartilhados: democracia, liberdade e o direito do povo judeu a um estado próprio.”

Ele disse que a visita é pessoal “porque seu relacionamento com Israel sempre foi pessoal”.

Palestinos

A caminho da Terra Santa, Biden falou brevemente sobre a questão palestina, dizendo que aumentaria seu “apoio contínuo” à solução de dois Estados, mesmo que não seja viável “no curto prazo”.

"Continua sendo a melhor maneira de garantir um futuro de medidas iguais de liberdade, prosperidade e democracia para israelenses e palestinos", disse ele, usando um ponto de discussão favorito do governo sobre o assunto.

Embora não seja nova, a observação provavelmente decepcionaria os palestinos, que pediram a Biden que criasse um “horizonte político” para uma eventual solução de dois Estados e agisse com mais urgência para manter a perspectiva viva.

Enquanto os EUA sob Biden restauraram as políticas tradicionais sobre o conflito, como a oposição aos assentamentos israelenses, Washington evitou em grande parte grandes disputas públicas com Jerusalém, com o presidente convencido de que elas foram prejudiciais a longo prazo.

Aspectos bíblicos

Eles também discutiriam “a necessidade de renovar uma forte coalizão global que interromperá o programa nuclear iraniano”, disse Lapid.

Neste momento, estamos simplesmente felizes em vê-lo, Sr. Presidente”, concluiu. “A alegria simples e genuína trazida por ver um bom amigo mais uma vez.

Herzog adotou uma abordagem decididamente bíblica em seu discurso de boas-vindas a Biden, dizendo que “como o José bíblico, você é um visionário e um líder”.

O povo de Israel os recebe na Terra Santa de braços abertos e corações alegres, como José, filho de Jacó, que procurou seus irmãos”, disse Herzog.

O presidente israelense chamou seu colega americano de “um verdadeiro amigo e um firme defensor de Israel e do povo judeu, de nossa segurança e bem-estar, toda a sua vida”.

Fez questão de saudar calorosamente Netanyahu, que se sentou em um palco elevado com os membros do gabinete de Lapid, mesmo sendo presidente da oposição. Ao apertar sua mão, Biden disse ao presidente do Likud: “Você sabe que eu te amo”.

Após a cerimônia, Netanyahu fez uma declaração aos repórteres, pedindo a Biden que intensifique as atividades de seu governo contra o Irã.

Para deter regimes como o Irã, sanções econômicas não são suficientes, sanções diplomáticas não são suficientes”, disse Netanyahu, que não participou da cerimônia oficial de saudação ao presidente dos EUA. “Não há como parar o Irã sem uma ameaça militar confiável.”

Netanyahu disse que a esperança é que tais ameaças “dissuadem” o Irã e, se não, “não há escolha a não ser ativá-las”.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Tribunal impede Biden de obrigar médicos e hospitais a realizar cirurgias trans


Esta é a segunda decisão judicial em Tribunal americano impedindo o governo de aplicar a política


Um tribunal federal no Texas proibiu o avanço do “Mandato Transgênero" (Transgender Mandate, em inglês), uma polêmica política de administração de Biden, que obrigaria médicos e hospitais religiosos a realizarem procedimentos de transição de gênero em seus pacientes - incluindo crianças - mesmo quando os procedimentos podem ser prejudiciais do ponto de vista médico.

O juiz Reed O'Connor do Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Norte do Texas, Divisão de Wichita Falls concedeu, na última segunda-feira (9), uma injunção permanente aos demandantes cristãos "para ficarem isentos da obrigação do governo de realizar abortos e procedimentos de transição de gênero".

Esta é a segunda decisão judicial impedindo o governo de aplicar a política.

O caso recente "Franciscan Alliance v. Becerra", foi apresentado por um hospital religioso, uma associação de mais de 20 mil profissionais de saúde e 9 estados.

A decisão também proíbe permanentemente o secretário de Saúde e Serviços Humanos, Xavier Becerra "de interpretar ou aplicar" a lei atual "de uma maneira que exigiria que realizassem ou fornecessem cobertura de seguro para procedimentos de transição de gênero ou abortos, inclusive negando assistência financeira federal porque de sua falha em executar ou fornecer cobertura de seguro para tais procedimentos ou de outra forma perseguindo, cobrando ou avaliando quaisquer penalidades, multas, avaliações, investigações ou outras ações de execução."

Luke Goodrich, vice-presidente e conselheiro sênior da Becket, uma organização legal de liberdade religiosa, declarou que a decisão foi uma vitória para compaixão, consciência e bom senso. “Nenhum médico deve ser forçado a realizar procedimentos controversos e sem suporte médico que sejam contrários à sua consciência e possam ser profundamente prejudiciais aos seus pacientes”, afirmou Goodrich.

Política "Transgender Mandate" de Obama e Biden

O Dr. Ryan T. Anderson, presidente do Centro de Ética e Políticas Públicas em Washington, DC, retuitou o tweet de Goodrich com a notícia desta segunda decisão do tribunal federal bloqueando o Mandato Transgênero do governo Biden.

"O mesmo juiz que derrubou o #TransgenderMandate de Obama agora derrubou o #TransgenderMandate de Biden. Não deveria haver #TransgenderMandate de forma alguma", observou Anderson.

Conforme relatado pelo CBN News, em 2016, a administração do ex-presidente Barack Obama emitiu um mandato que se aplicava a quase todos os médicos do país - interpretando a Lei de Cuidados Acessíveis para exigir a realização dos procedimentos de transição de gênero, em qualquer paciente.

A política já incluía crianças, e até cirurgias que poderiam prejudicar o paciente. Os médicos que se recusassem a violar seu julgamento médico enfrentariam graves consequências, incluindo penalidades financeiras e ações judiciais.

Em 2016, um tribunal federal em Dakota do Norte suspendeu a regra e, em 2019, outro tribunal federal no Texas a anulou. Na época, diversas organizações religiosas e estados processaram o governo federal, desafiando a legalidade do mandato em vários tribunais.

Como o CBN News informou em abril de 2021 , o governo Biden anunciou que entraria com um recurso para reviver a política do Mandato para Transgêneros de Obama. A decisão do tribunal nesta segunda-feira (9), anunciada pela Becket, interrompe essa tentativa.

"Esses médicos e hospitais religiosos fornecem atendimento médico de primeira linha a todos os pacientes, desde câncer até resfriado comum", disse Goodrich sobre a decisão mais recente. "Todos se beneficiam quando os médicos são capazes de seguir seu julgamento médico profissional e seu juramento hipocrático de 'não causar danos'."

Goodrich denunciou o apelo de Biden, observando que o Mandato Transgênero não apenas ameaça médicos religiosos e hospitais, mas também ameaça os pacientes, e há evidências substanciais mostrando que certos procedimentos de transição de gênero podem ser profundamente prejudiciais.

O jurista afirmou que "os próprios médicos do governo durante o Obama Admin concordaram: 'Com base em uma revisão completa das evidências clínicas ... não há evidências suficientes para determinar se a cirurgia de redesignação de gênero melhora os resultados de saúde para pacientes com disforia de gênero'" , escreveu ele.

Goodrich também apontou para um estudo encomendado pelo NHS England que encontrou evidências "muito baixas" para a eficácia dos "bloqueadores da puberdade" e hormônios do sexo cruzado.

O governo Biden terá 60 dias para decidir se recorre da decisão do tribunal.

 
CPAD News/ Com informações CBN News - Foto: Pixabay.com

quinta-feira, 6 de maio de 2021

Em discurso do Dia Nacional da Oração, presidente Joe Biden não menciona Deus


Deus não foi mencionado nenhuma vez em todo o discurso do presidente norte-americano

Nesta quinta-feira (6), os EUA celebra o Dia Nacional da Oração, e o presidente Joe Biden (Democrata) leu um discurso onde Deus não é mencionado, causando grande desconforto com a comunidade cristã.

Uma das maiores nações protestantes do mundo viu discursos brilhantes do ex-presidente Donald Trump (Republicano) falando sobre a importância da fé e do cristianismo.

Mas seu oponente desagradou a todos ao ignorar Deus de seu discurso.

Leia:

PELO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA – UMA PROCLAMAÇÃO

Ao longo de nossa história, americanos de muitas religiões e sistemas de crenças recorreram à oração em busca de força, esperança e orientação. A oração alimentou inúmeras almas e impulsionou movimentos morais – incluindo lutas essenciais contra a injustiça racial, o trabalho infantil e a violação dos direitos dos americanos deficientes. A oração também é uma prática diária para muitos, seja para pedir ajuda ou força, ou para agradecer pelas bênçãos concedidas.

A Primeira Emenda de nossa Constituição protege os direitos de liberdade de expressão e liberdade religiosa, incluindo o direito de todos os americanos de orar. Essas liberdades nos ajudaram a criar e manter uma nação de notável vitalidade e diversidade religiosa ao longo das gerações.

Hoje, lembramos e celebramos o papel que o bálsamo curativo da oração pode desempenhar em nossas vidas e na vida de nossa nação. Enquanto continuamos a enfrentar as crises e os desafios de nosso tempo – de uma pandemia mortal, à perda de vidas e meios de subsistência em seu rastro, a uma avaliação da justiça racial, à ameaça existencial da mudança climática – os americanos de fé podem invoque o poder da oração para nos dar esperança e nos elevar para o trabalho que temos pela frente. Como disse o falecido congressista John Lewis: “Nada pode impedir o poder de um povo comprometido e determinado de fazer a diferença em nossa sociedade. Por quê? Porque os seres humanos são o elo mais dinâmico com o divino neste planeta.”

Neste Dia Nacional de Oração, nos unimos com propósito e determinação, e nos comprometemos novamente com as liberdades fundamentais que ajudaram a definir e guiar nossa nação desde os primeiros dias. Celebramos nossa incrível sorte de que, como americanos, podemos exercer nossas convicções livremente – não importa nossa fé ou crenças. Vamos encontrar em nossas orações, como quer que sejam feitas, a determinação de superar as adversidades, superar nossas diferenças e nos unir como uma Nação para enfrentar este momento da história.

O Congresso, pela Lei Pública 100-307, conforme emendada, pediu ao presidente para emitir a cada ano uma proclamação designando a primeira quinta-feira de maio como um “Dia Nacional de Oração”.

AGORA, PORTANTO, eu, JOSEPH R. BIDEN JR., Presidente dos Estados Unidos da América, em virtude da autoridade que me é conferida pela Constituição e pelas leis dos Estados Unidos, proclamo o dia 6 de maio de 2021, como um Dia Nacional de Oração. Convido os cidadãos de nossa nação a agradecer, de acordo com sua própria fé e consciência, por nossas muitas liberdades e bênçãos, e me junto a todas as pessoas de fé em orações por orientação espiritual, misericórdia e proteção.

EM TESTEMUNHO DO QUE, declaro minha mão neste quinto dia de maio, do ano de nosso Senhor dois mil e vinte e um, e da Independência dos Estados Unidos da América, duzentos e quarenta e cinco.

JOSEPH R. BIDEN JR.

Com informações CBN News via JM Notícia

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Departamento de Estado desmonta comissão de Trump sobre liberdade religiosa


O Governo Joe Biden está focando nos ações pró-aborto e LGBT.

Antony Blinken, o secretário de Estado dos EUA, erradicou formalmente a Comissão de Direitos inalienáveis do governo Trump que visava a promoção da liberdade religiosa em todo o mundo.

Agora, a promessa de direitos vai para a comunidade LGBT em todo o mundo. Blinken mencionou brevemente sobre a perseguição religiosa em uma coletiva de imprensa na última terça-feira(30/03).

Os relatórios anuais de direitos humanos abrangem acordos internacionais em quase duzentos países e territórios, tendo como objetivo proteger na esfera individual, civil, política e trabalhista os direitos da Declaração Universal.

Blinken rejeitou a ideia do ex-secretário Mike Pompeo de que o direito à liberdade religiosa e à propriedade eram mais importantes, descritas em um relatório do ano passado, da comissão do governo de Trump.

Grupos pró-aborto e pró-LGBT rebateram a comissão da era Trump alegando que estavam desvalorizando os direitos das mulheres e da comunidade LGBT, por outro lado Pompeo manteve firme e disse que eles não iriam se desviar da “missão original”.

A decisão do governo Biden preocupa muitos cristãos na questão da liberdade religiosa, mesmo que Blinken tenha afirmado que todos os direitos humanos são iguais.

O diretor do Centro de Liberdade Religiosa da Family Research Council, uma organização ativista cristã, repudiou a Comissão de Direitos Inalienáveis e afirmou que é “um desdobramento infeliz”, e acrescentou que isso irá diminuir a liberdade religiosa.

Isso significa o rebaixamento do papel da liberdade religiosa na política externa e, francamente, internamente também, porque a comissão elevou o papel da liberdade religiosa e articulou seu papel como um importante direito humano”, disse Weber.

Como tem revelado o Gospel Prime, muitos cristãos estão sendo massacrados em todo o mundo. Para Weber essas violações dos direitos humanos merecem mais atenção do presidente Biden.

Fonte: Gospel Prime via IGB

quinta-feira, 18 de março de 2021

Em carta a Bolsonaro, Biden promete estreitar parceria com Brasil


Para o presidente estadunidense, "não há limites para o que os dois países podem conquistar juntos"

A secretaria especial de Comunicação (Secom) informou nesta quinta-feira (18) ter recebido uma carta do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. No documento enviado no dia 26 de fevereiro, o estadista revelou sua intenção de trabalhar para estreitar a relação entre o Brasil e o país norte-americano.

O ofício é uma resposta à mensagem de cumprimento do presidente Jair Bolsonaro, enviada a Biden no dia de sua posse, em 20 de janeiro.

No ofício, o democrata disse que “não há limites para o que o Brasil e os Estados Unidos podem conquistar juntos”. Ele também afirmou que o seu governo está pronto para trabalhar em colaboração com a gestão brasileira. Biden defende a união dos países para enfrentar a pandemia de Covid-19 e os desafios da agenda ambiental.

Biden destacou ainda que “as duas nações compartilham trajetória de luta pela independência, defesa de liberdades democráticas e religiosas, repúdio à escravidão e acolhimento da composição diversa de suas sociedades”.

De acordo com a Secom, há um compromisso entre os “dois líderes em tornar o Brasil e os EUA mais seguros, saudáveis, prósperos e sustentáveis para as gerações futuras”.

CARTA DE BOLSONARO A BIDEN

Em seu aceno ao presidente Joe Biden no dia de sua posse, Bolsonaro lembrou da parceria “sólida” e “longa” entre os dois países e ressaltou que as nações caminham juntas na defesa da democracia e das liberdades individuais como elementos compartilhados.

Ele também disse ser um grande admirador dos Estados Unidos e contou que, desde o início de seu mandato, tem buscado “corrigir equívocos de governos brasileiros anteriores”, que, de acordo com ele, afastaram o Brasil do país norte-americano.

Fonte: Pleno News


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Maioria dos eleitores de Joe Biden rejeitam que Deus é o criador ‘todo poderoso’, revela pesquisa

Mais da metade dos eleitores de Joe Biden rejeitam que Deus é o criador ‘todo poderoso’, segundo pesquisa

Uma nova pesquisa pós-eleição revela que a maioria dos que votaram no presidente Joe Biden não acredita que “Deus é o criador todo-poderoso, onisciente, perfeito e justo” que governa tudo no céu e na terra hoje.

O Centro de Pesquisa Cultural da Universidade Cristã do Arizona divulgou o quarto relatório detalhado sobre a Pesquisa Pós-Eleitoral de 2020 na semana passada. A pesquisa foi realizada entre 4 e 16 de novembro de 2020.

A última edição da pesquisa concentra-se nas opiniões dos eleitores de Biden em comparação com as opiniões dos americanos que votaram no ex-presidente Donald Trump, bem como dos eleitores e adultos como um todo.

Mais votos foram contados na eleição presidencial de 2020 do que qualquer outra na história dos Estados Unidos. O ex-vice-presidente Joe Biden obteve mais de 81 milhões de votos, o maior número de votos para qualquer candidato presidencial, contra 74 milhões do presidente Trump, o segundo maior número de votos em uma eleição. Seus totais também quebraram o recorde de votos do ex-presidente Barack Obama, que recebeu 69,5 milhões de votos em 2008.

Os eleitores de Biden constituem uma pluralidade dos pesquisados ​​pelo Centro de Pesquisas Culturais, respondendo por 426 dos 1.000 entrevistados. Medido em 387, os eleitores de Trump foram ligeiramente menos representados na amostra.

Enquanto 65% dos eleitores de Biden se descrevem como cristãos, a maioria (56%) disse que se considera “espiritual, mas não religioso” e 57% disse que não estava “profundamente comprometido com a prática” de sua religião. Além disso, a maioria dos eleitores de Biden tinha opiniões contrárias aos ensinamentos do Cristianismo.

Por exemplo, 68% dos eleitores de Biden acreditam que “O Espírito Santo não é uma entidade viva, mas um símbolo da presença, poder ou pureza de Deus”.

Sessenta e três por cento dos eleitores de Biden rejeitaram a noção de que “Deus é o criador todo-poderoso, onisciente, perfeito e justo do universo que governa esse universo hoje” e 72% disseram que acreditam que “uma pessoa que geralmente é bom, ou faz coisas boas o suficiente para os outros, vai ganhar um lugar no céu."

Apenas 30% concordaram que a Bíblia “é a verdadeira ou inspirada Palavra de Deus e não contém erros”.

Setenta e cinco por cento dos eleitores de Biden citam algo diferente da Bíblia como sua fonte mais confiável de orientação moral. A maioria dos eleitores de Biden que se enquadram nesta categoria identificou seus sentimentos, experiências, amigos e família como suas fontes de orientação moral.

Os eleitores de Biden eram mais propensos do que os adultos em geral a acreditar que “ter fé é mais importante do que a crença que você tem”, com 79% dos eleitores de Biden e 74% de todos os adultos concordando com essa afirmação. Os eleitores de Biden eram menos propensos a se identificarem como cristãos do que os adultos como um todo e os eleitores de Trump.

Setenta e cinco por cento dos eleitores de Biden acreditam que “identificar a verdade moral depende de cada indivíduo; não há absolutos morais que se apliquem a todos, o tempo todo”. Entre todos os adultos, 67% disseram o mesmo.

Quando questionados se eles acreditam que “todas as crenças religiosas têm o mesmo valor”, 68% dos eleitores de Biden responderam afirmativamente, em comparação com 62% de todos os adultos e 56% dos eleitores de Trump. Em questões sociais, os eleitores de Biden tinham pontos de vista divergentes da população adulta como um todo, bem como de seus colegas votantes em Trump.

Com relação à questão do aborto, uma supermaioria (60%) dos eleitores de Biden acredita que a Bíblia é ambígua sobre o assunto, junto com uma pequena maioria de adultos como um todo (51%) e uma minoria de eleitores de Trump (41%).

Quarenta e dois por cento dos eleitores de Biden concordam que “o casamento de um homem com uma mulher é o único plano aceitável de Deus para a humanidade, para todas as culturas na terra”, enquanto a maioria de todos os adultos (54%) e eleitores de Trump (69%) acreditam que O plano de Deus para a humanidade requer a manutenção do casamento tradicional e da família nuclear.

A ideia de que apenas aqueles que confessaram seus pecados e aceitaram Jesus Cristo como seu Salvador irão para o céu quando morrerem tem 15% de apoio entre os eleitores de Biden, em comparação com 24% de todos os adultos e 34% dos eleitores de Trump.

Trinta e sete por cento dos eleitores de Biden veem Deus como “o criador todo-poderoso, onisciente, perfeito e justo do universo que governa esse universo hoje”, enquanto 47% de todos os adultos e 60% dos eleitores de Trump têm a mesma opinião sobre Deus.

Ele também descobriu que 31% dos eleitores de Biden são ativos em uma igreja cristã, em comparação com 42% dos eleitores de Trump.

A proporção daqueles que se identificam como teologicamente conservadores é de 25% entre os eleitores de Biden e 42% entre os eleitores de Trump. Um quarto (25%) dos eleitores de Biden aceitam o ensino de que “verdades morais absolutas existem e são definidas na Bíblia”, em oposição a 43% dos eleitores de Trump.

O relatório também incluiu dados sobre a demografia religiosa dos apoiadores dos dois principais candidatos presidenciais.

Uma pluralidade de eleitores de Biden (29%) “não acredita em Deus / se preocupa com Deus / acha que a existência de Deus é cognoscível”, enquanto 27% frequentam uma igreja protestante, 21% frequentam uma igreja católica, 13% “frequentam uma igreja cristã, tipo indeterminado “e 9% não são cristãos.

Enquanto isso, aqueles que frequentam uma igreja protestante constituem 42% dos partidários de Trump, enquanto os católicos são 21%, e aqueles que “frequentam uma igreja cristã, tipo indeterminado” foram 13%, os não cristãos 7% e aqueles que “não ‘não acredita em Deus / se preocupa com Deus / acho que a existência de Deus é cognoscível" compreendeu o restante de seus eleitores com 18%.

No geral, os eleitores protestantes pesquisados ​​preferiram Trump a Biden por uma margem de 14 pontos (47% a 33%), enquanto o segmento religioso dos chamados “Dont’s” preferiu Biden a Trump de 45% a 25%.

George Barna, o diretor do Centro de Pesquisa Cultural da Universidade Cristã do Arizona que conduziu o estudo, advertiu: “Se nosso governo negar os princípios fundamentais sobre os quais foi fundado – que foram originalmente derivados da Bíblia – em favor de uma colcha de retalhos inconsistente do moderno preferências filosóficas, o resultado será o caos, disputas constantes e insatisfação generalizada."

De acordo com Barna, “Uma sociedade forte e próspera requer um fundamento estável de verdade sobre o qual se possa tomar decisões justas e apropriadas. Quanto mais os Estados Unidos se distanciam de suas amarras morais e espirituais, menos provável que tenhamos um governo vibrante e um estilo de vida saudável e vibrante."

Folha Gospel com informações de The Christian Post

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