quarta-feira, 6 de março de 2024
Papa afirma que “ideologia de gênero” ameaça humanidade
terça-feira, 26 de dezembro de 2023
Arcebispo contraria Vaticano e proíbe padres de abençoarem casais homoafetivos, no Quênia
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"A Igreja não tem o poder para conceder bênção a uniões entre pessoas do mesmo sexo", disse o arcebispo.
Philip Anyolo,, arcebispo de Nairóbi, capital do Quênia, proibiu os padres da arquidiocese de abençoarem casais homoafetivos. O posicionamento foi anunciado no sábado (23.dez) e contraria o Vaticano, que afirmou, no último dia 18, que padres podem abençoar casais formados por pessoas do mesmo sexo.
A informação sobre a proibição por parte de Anyolo é da agência de notícia italiana Ansa, segundo a qual ainda o arcebispo de Nairóbi argumentou que abençoar casais homoafetivos "contradiz a doutrina católica tradicional sobre o matrimônio e a família, incluindo a desaprovação da Igreja às uniões homossexuais".
"A Igreja não tem o poder para conceder bênção a uniões entre pessoas do mesmo sexo".
Também de acordo com ele, esse tipo de relacionamento é "contra a razão, a natureza e a cultura africana tradicional".
Conforme o decreto emitido pelo papa Francisco, a recente normativa acerca da bênção a casais do mesmo sexo ocorre no "sentido pastoral das bênçãos" e não modifica "o ensinamento perene da Igreja sobre o casamento". Além disso, a bênção não pode ser realizada em ritos litúrgicos ou cerimônias que se assemelhem a uma celebração de casamento.
Folha Gospel com informações de SBT News e O Povo
segunda-feira, 13 de novembro de 2023
Após autorizar batismos de trans, papa Francisco demite bispo conservador que o criticava
No último sábado, 11 de novembro, o bispo católico conservador Joseph E. Strickland, um dos críticos mais ferrenhos das ações do papa Francisco, foi demitido pelo líder da Igreja Católica.
O papa Francisco demitiu o bispo Joseph E. Strickland, de Tyler, no Texas (EUA), após ele se recusar a renunciar ao cargo ao final de uma investigação do Vaticano contra ele. Na história da Igreja Católica, é incomum que um bispo seja imediatamente dispensado das suas funções.
De acordo com informações da agência Reuters, normalmente, pede-se aos bispos que têm problemas com o Vaticano que renunciem antes de apresentarem a renúncia, o que o papa aceita.
Aos 65 anos, o bispo Strickland foi demitido no que seria a reta final de seu ministério, já que os bispos católicos costumam se aposentar aos 75 anos. A medida drástica de Francisco se tornou notícia ao redor de todo o mundo, já que Strickland criticava, dentre outras coisas, os recorrentes acenos do papa à militância LGBT.
Na última semana, por exemplo, o Vaticano afirmou que pessoas transgêneros podem se batizar e ser padrinhos de batismos e de casamentos, além de afirmar que uma pessoa em uma relação com uma outra do mesmo sexo pode ser testemunha de casamento. A declaração foi escrita pelo cardeal argentino Víctor Manuel Fernández, e aprovada pelo papa Francisco em 31 de outubro.
O bispo demitido pelo papa havia sido nomeado para a diocese de Tyler pelo então papa Bento XVI em 2012. Strickland havia sido apoiador do presidente Donald Trump e disse abertamente esse ano que rejeitava o “programa que mina o Depósito da Fé” do papa Francisco.
Em uma entrevista antes do anúncio da decisão do papa, o bispo Strickland disse que a investigação contra ele se devia ao fato de que ele se recusava a implementar as diretivas do Vaticano para restringir o uso da missa em latim ao estilo antigo, preferida por alguns conservadores.
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FONTE: Gospel+
segunda-feira, 4 de julho de 2022
Papa Francisco nega rumores sobre renúncia e condena o aborto
No momento, eu não penso em renunciar", disse o papa Francisco.
O papa Francisco afirmou em entrevista publicada pela Reuters nesta segunda-feira (4) que não tem a intenção de renunciar à função assim como seu antecessor, o papa emérito Bento 16.
Há algumas semanas, por conta de constantes problemas de saúde e mudanças em sua agenda, os rumores sobre o assunto ganharam força no Vaticano. Além disso, uma visita marcada para o dia 28 de agosto para a cidade italiana de L’Aquila, local onde o papa Celestino V foi enterrado após renunciar em 1294, também aumentou a especulação. A renúncia ocorreu no dia 29 de agosto daquele ano.
“No momento, eu não penso em renunciar. Todas essas coincidências fizeram alguns pensar que essa ‘liturgia’ está pronta. Mas isso nunca me passou pela cabeça. No momento não, não mesmo”, disse Francisco à agência.
Questionado se os atuais problemas de saúde podem fazer com que ele mude de ideia, Jorge Mario Bergoglio disse que isso poderá ser levado em consideração no caso da saúde fazer com que seja “impossível” continuar no seu ministério. “Mas não sabemos, Deus dirá”, acrescentou ao ser questionado se tinha ideia de quando isso poderia acontecer.
Francisco também foi perguntado sobre os rumores de seu estado de saúde, incluindo se ele estaria tratando um câncer há cerca de um ano desde que se submeteu a uma cirurgia no cólon por conta de uma diverticulite.
“A operação foi um grande sucesso, mas se eu tenho [câncer], os médicos não me disseram nada”, ironizou. Para a Reuters, o líder católico definiu os comentários como “fofocas da corte”.
Durante a conversa, ao ser questionado sobre a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que anulou o precedente Roe vs. Wade, que estabelece o direito da mulher ao aborto, Francisco condenou a prática e fez uma analogia sobre “contratar um assassino”.
“A questão moral é se é certo tirar uma vida humana para resolver um problema. De fato, é certo contratar um assassino para resolver um problema?”, completou.
Folha Gospel com informações de iG e Pleno News
domingo, 10 de outubro de 2021
Papa Francisco abre maior consulta democrática da história da Igreja Católica
Neste fim de semana, papa Francisco abre o que pretende ser o maior movimento de consulta democrática da história da Igreja Católica, uma religião que, aos longo dos séculos, se tornou símbolo de hierarquia rígida, conservadorismo e pouca transparência — e, de quebra, comanda um Estado, o Vaticano, de forma teocrática.
Nos próximos dois anos, Francisco quer que a imensa maioria dos católicos — idealmente, todos os 1,3 bilhão que se declaram assim — sejam ouvidos sobre o futuro da Igreja. Para tanto, conta com impulsos de comunidades locais, em uma primeira fase, assembleias regionais, no estágio seguinte e, por fim, o Sínodo dos Bispos marcado para acontecer em 2023 no Vaticano.
Temas que vêm sendo trazidos à tona mais recentemente, como maior participação feminina na tomada de decisões da Igreja e mais acolhimento a grupos ainda marginalizados pelo catolicismo tradicional — de homossexuais a divorciados em segunda união —, devem aparecer de forma recorrente nesse processo de consulta pública, a maior já realizada na milenar história do catolicismo.
Além disso, Francisco deve utilizar esse momento para consolidar uma aposta evidente em seu pontificado reformador. Ao definir que o próximo sínodo terá como tema a própria sinodalidade (maneira de ser e de agir da Igreja), ele se inspira no modo de vida dos primeiros cristãos, cujas decisões eram tomadas de forma colegiada.
Evidentemente que isso não significa que a Igreja abraçou a democracia. As decisões seguem como sempre: respeitando a hierarquia tradicional — a consulta pública é que é democrática, mas caberá ao papa a palavra final.
Contudo, se o sucesso for atingido, a instituição terá dado um passo importante. Para especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, a chamada sinodalidade pode deixar de ser um método para se tornar um jeito de pensar. O que significa que o modelo levado ao extremo por Francisco dificilmente poderá ser deixado de lado, mesmo quando outro for o papa.
O Sínodo
O Sínodo é um processo de 2 anos, começando de 10 de outubro de 2021 a outubro de 2023. A fase de escuta diocesana vai até abril de 2022 e será seguida por uma fase continental de setembro de 2022 a março de 2023. A última “fase da Igreja universal” culminará na tradicional assembleia do Sínodo dos Bispos no Vaticano, em outubro de 2023.
O tema do 16º Sínodo dos Bispos é: “Por uma Igreja Sinodal: Comunhão, Participação e Missão”. Esse será diferente de qualquer outro anterior. A expectativa é de que o maior número de fiéis, dentre os 1,3 bilhão que se reconhecem adeptos do catolicismo, participem do processo e sejam ouvidos sobre o futuro da Igreja.
“Permitir que todos participem é um dever eclesial essencial!”, disse o papa Francisco durante reflexão no Vaticano neste sábado (9.out.2021), véspera da abertura do Sínodo. “Não é necessário criar outra Igreja, mas sim criar uma Igreja diferente”, declarou.
O papa Francisco já realizou 4 sínodos desde que assumiu o Vaticano. Os 2 primeiros debateram a família, o 3º teve os jovens como tema e o último, de 2019, trouxe para o centro da Igreja a discussão sobre a Amazônia.
O próximo Sínodo deve discutir a própria Igreja, possíveis modernizações e deve abordar temas polêmicos como sobre uma maior participação feminina na tomada de decisões da Igreja e mais acolhimento a grupos ainda marginalizados pelo catolicismo tradicional.
“No único Povo de Deus, portanto, caminhemos juntos, a fim de experimentar uma Igreja que recebe e vive este dom da unidade e está aberta à voz do Espírito”, disse o Papa Francisco. Ele destacou, no entanto, que o Sínodo é um “momento eclesial”, não um parlamento ou uma investigação de opiniões.
Ele apontou que “comunhão” e “missão” podem correr o risco de permanecer um pouco abstratas, a menos que a sinodalidade seja expressa concretamente em cada passo da jornada e atividade sinodal, encorajando o envolvimento real de todos e de cada um. “Todos os batizados são chamados a tomar parte na vida e na missão da Igreja.”
Fonte: Terra e Poder 360 via Folha Gospel
segunda-feira, 4 de outubro de 2021
Papa Francisco afasta padre suspeito de assediar monges em MG
O papa Francisco desligou hoje da Igreja Católica o padre Ernani Maia dos Reis, suspeito de assediar e violentar sexualmente oito monges do Mosteiro Santíssima Trindade, em Monte Sião (MG). As informações são do UOL, que revelou o caso.
A dispensa foi informada pelo arcebispo de Pouso Alegre (MG), dom José Luiz Majella Delgado. "O Papa Francisco expressamente dispensou do celibato e de todas as demais obrigações inerentes ao estado clerical e decorrentes das Sagradas Ordens o Sr. Ernani Maia dos Reis, que, há anos atrás (sic), integrava uma entidade em Monte Sião (MG)", diz o comunicado.
O padre Ernani Maia dos Reis, de 53 anos, é acusado de ter violentado e assediado sexualmente pelo menos oito monges, e assediado moralmente outras 11 pessoas que viviam sob sua autoridade, com humilhações e agressões verbais.
Os crimes teriam acontecido entre 2011 e 2018, quando o religioso era líder do Mosteiro Santíssima Trindade, em Monte Sião, Minas Gerais. As oito vítimas de assédio sexual eram homens, entre 20 e 43 anos. Já das 11 assediadas moralmente, dez eram mulheres.
Ainda segundo o UOL, Ernani negou as acusações, porém se recusou a responder a questões da reportagem. Hoje, ele vive em Franca, no interior de São Paulo, onde mantém um consultório de psicanálise.
Fonte: UOL e IstoÉ via Folha Gospel
quinta-feira, 23 de setembro de 2021
Papa Francisco diz que perde a paciência com as críticas dentro da Igreja Católica
O papa Francisco disse em um encontro com jesuítas durante sua recente viagem à Eslováquia que “algumas” pessoas gostariam de vê-lo morto.
Os detalhes da conversa de Jorge Bergoglio com integrantes da Companhia de Jesus, ordem à qual ele mesmo pertence, foram divulgados pela revista jesuíta italiana La Civiltá Cattolica nesta terça-feira (21), cerca de uma semana após o retorno do pontífice.
"Ainda estou vivo, embora alguns me quisessem morto. Sei que houve até encontros entre prelados, os quais pensavam que o Papa estava em estado mais grave do que divulgavam. Preparavam o conclave. Paciência. Graças a Deus, estou bem", disse Francisco durante uma visita surpresa a jesuítas da cidade eslovaca de Presov, em 14 de setembro.
Naquela ocasião, o Vaticano não divulgou detalhes sobre o compromisso, que não estava na agenda. Durante a conversa, Bergoglio, primeiro papa jesuíta na história, também reconheceu que, "às vezes", perde a paciência com as críticas contra ele dentro da Igreja Católica.
"Eu, pessoalmente, posso merecer ataques e injúrias porque sou um pecador, mas a Igreja não merece isso. Isso é obra do diabo. Tem até alguns clérigos que fazem comentários maldosos sobre mim. Às vezes, eu perco a paciência, especialmente quando emitem juízos sem entrar em um verdadeiro diálogo", declarou.
Francisco é alvo de forte oposição em alas ultraconservadoras do clero, que criticam suas aberturas a homossexuais e divorciados e até mesmo sua preocupação com a crise climática no planeta. Um dos principais expoentes desse grupo, o cardeal americano Raymond Burke, já chegou até a insinuar que o Papa é "herege".
Há pouco mais de dois meses, o pontífice passou por uma cirurgia para remoção de divertículos no cólon e ficou 10 dias internado em um hospital de Roma, mas já retomou suas atividades normalmente.
Fonte: UOL via Folha Gospel
sábado, 18 de setembro de 2021
Papa Francisco diz que casamento é somente entre homem e mulher
O papa Francisco defendeu que haja leis civis para regular uniões homoafetivas, mas afirmou que o casamento é apenas entre um homem e uma mulher. A declaração foi feita por ele nesta quarta-feira (15), em entrevista ao Vatican News, quando o religioso retornava de uma visita à Eslováquia.
– O casamento é um sacramento. A Igreja não tem poder para mudar os sacramentos conforme o Senhor os instituiu – defendeu.
O papa defendeu que todas as uniões sejam amparadas pelos governos, mas diferenciou a união civil do sacramento do casamento.
– Existem leis que tentam ajudar a situação de muitas pessoas que têm uma orientação sexual diferente. É importante que os Estados tenham a possibilidade de ampará-los civilmente, dar-lhes segurança patrimonial, saúde etc… Não só aos homossexuais, mas a todas as pessoas que queiram se associar. Mas casamento é casamento – afirmou.
O papa ressaltou que não se trata de condenação, mas reforçou que o casamento é apenas entre um homem e uma mulher.
– Isso não significa condená-los. Eles são nossos irmãos e irmãs. Devemos acompanhá-los. Existem leis civis para as viúvas, por exemplo, que querem ser associadas a uma lei para ter serviços; tem o PACS [Pacto Civil de Solidariedade] francês. Mas nada a ver com o casamento como sacramento, que é entre um homem e uma mulher – reforçou.
O pontífice criticou ainda a polêmica que corre em torno do assunto e pediu que a Igreja tenha liberdade para não celebrar cerimônias de casamentos do tipo.
– Às vezes, cria-se confusão. Eles são como irmãos e irmãs. O Senhor é bom. Quer a salvação de todos. Mas, por favor, não façam a Igreja negar a sua verdade. Muitas pessoas com orientação homossexual falam sobre a penitência, pedem conselhos ao padre, a Igreja os ajuda, mas o sacramento do casamento é outra coisa – encerrou.
Fonte: Pleno News via Folha Gospel
quinta-feira, 27 de maio de 2021
“Brasileiros não têm salvação, é muita cachaça e pouca oração”, diz Papa Francisco
Em um momento descontraído no final da audiência geral nesta quarta-feira (26), no Vaticano , o papa Francisco fez uma piada com um grupo de brasileiros.
Ao caminhar pelo pátio de San Damaso, o Pontífice foi abordado pelo padre João Paulo, de Campina Grande (PB), que pediu orações para a população do Brasil. “Santo Padre, reze por nós, brasileiros”, disse.
Francisco , por sua vez, respondeu sorrindo: “Vocês não têm salvação. É muita cachaça e pouca oração”, brincou.
Um vídeo da brincadeira foi publicado nas redes sociais de correspondentes de rádio e televisão do país latino-americano.
Na última segunda-feira (24), o argentino também protagonizou um momento inusitado ao beber chimarrão oferecido pelo jornalista gaúcho Jackson Erpen, durante visita na redação da Rádio Vaticano.
Fonte: Último Segundo via Folha Gospel
sábado, 24 de outubro de 2020
Pr. Franklin Graham responde ao papa Francisco sobre união civil entre homossexuais
A declaração dada pelo papa Francisco e recentemente divulgada no novo documentário “Francesco”, na qual ele se mostrou favorável à união estável entre homossexuais tem gerado reações no meio cristão de modo geral, incluindo católicos e evangélicos.
“Os homossexuais têm direito de estar em uma família. Eles são filhos de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deve ser expulso ou infeliz por causa disso”, disse Francisco em depoimento para o documentário.
“O que precisamos criar é uma lei de união civil. Dessa forma eles são legalmente contemplados”, acrescentou o papa. “Eu defendi isso”.
“Impensável à luz da Bíblia”
Porém, a resposta a tal declaração está surgindo e na fala de um líder renomado, como o pastor e evangelista Franklin Graham, que atualmente é presidente da Associação Evangelística Billy Graham e também da organização de ajuda humanitária ‘Bolsa do Samaritano’.
Graham foi enfático em apontar que o apoio de Francisco à união civil entre homossexuais está em desacordo com a Bíblia.
“Acho esses comentários do Papa impensáveis à luz da Palavra de Deus”, destacou o pastor em um texto publicado em sua página oficial do Facebook. “A Bíblia ensina que quando Deus criou a raça humana, ‘Ele os criou, macho e fêmea, e os abençoou…’ (Gênesis 5: 2)”.
“A primeira família consistia em um marido e uma esposa, depois em seus filhos, que é como Deus define a unidade social mais básica da sociedade, a família. A Bíblia deixa claro que Deus desaprovava quando ‘as mulheres trocavam as relações naturais por outras contrárias à natureza; e os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e foram consumidos de paixão uns pelos outros…‘ (Romanos 1: 26-27)”, acrescentou.
O pastor ainda lembrou que ter um posicionamento bíblico sobre a questão não envolve intolerância e sim a expressão do amor de Deus, mas reafirmou que é preciso reconhecer o pecado para então enxergar a salvação.
“As Sagradas Escrituras são claras: o amor de Deus é totalmente inclusivo. Ele ama cada pessoa, sejam quais for as escolhas que tenhamos feito que sejam contrárias ao Seu padrão”, explicou.
“‘Todos pecaram …’ (Romanos 3:23) e isso inclui a mim. Mas as Boas Novas são que Jesus Cristo veio a essa terra para salvar os pecadores levando nossos pecados sobre Si mesmo até a cruz onde sangrou e morreu, foi sepultado, e Deus O ressuscitou ao terceiro dia. Para que sejamos salvos, Deus requer que nos arrependamos de nossos pecados, o que significa que devemos nos afastar desses pecados, deixá-los para trás e colocar nossa fé e confiança em Seu Filho, Jesus Cristo, que pagou a penalidade pelo pecado”, acrescentou.
Graham continuou seu raciocínio, explicando qual é a gravidade de tentar normalizar a homossexualidade.
“Tentar normalizar a homossexualidade é dizer que as Sagradas Escrituras são falsas, que nossos pecados realmente não importam e que podemos continuar vivendo neles. Se isso fosse verdade, então a morte, sepultamento e ressurreição de Jesus Cristo não teriam sido necessários. A cruz não teria sido em vão. Ninguém tem o direito ou a autoridade de banalizar o sacrifício de Cristo em nosso nome”, alertou.
“Sim, Deus deixa claro que nos ama e deseja que sejamos parte de sua família, mas também nos diz como isso pode acontecer. A Bíblia diz: ‘Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que os vossos pecados sejam apagados, para que venham tempos de refrigério da presença do Senhor’ (Atos 3:19)”, acrescentou.
Reação católica
Um arcebispo católico também respondeu às declarações de Francisco, destacando que as palavras do papa parecem revelar uma intenção separatista.
“Jorge Mario Bergoglio [papa Francisco] está tentando forçar alguns cardeais e bispos a se separarem da comunhão com ele, obtendo como resultado não o seu próprio depoimento por heresia, mas a expulsão dos católicos que desejam permanecer fiéis ao perene Magistério da Igreja. Essa armadilha teria o propósito — nas supostas intenções de Bergoglio e seu “círculo mágico” — de consolidar seu próprio poder dentro de uma Igreja que seria apenas nominalmente ‘católica’, mas na realidade seria herética e cismática”, disse o arcebispo Carlo Maria Viganò..
“Esse engano conta com o apoio da elite globalista, da grande mídia e do lobby LGBT, para o qual muitos clérigos, bispos e cardeais não são estranhos”, acrescentou.
Viganò alertou também que os bispos que se pronunciassem contra o papa poderiam estar “se arriscando”, podendo sofrer ações judiciais ou perdendo seus cargos na igreja.
“Um pronunciamento dos bispos contra Bergoglio em uma questão como a homossexualidade poderia levar a autoridade civil a processá-los criminalmente, com a aprovação do Vaticano”, alertou.
Fonte: Guia-me com informações de Life Site News via Folha Gospel











