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segunda-feira, 13 de novembro de 2023

Após autorizar batismos de trans, papa Francisco demite bispo conservador que o criticava



No último sábado, 11 de novembro, o bispo católico conservador Joseph E. Strickland, um dos críticos mais ferrenhos das ações do papa Francisco, foi demitido pelo líder da Igreja Católica.


O papa Francisco demitiu o bispo Joseph E. Strickland, de Tyler, no Texas (EUA), após ele se recusar a renunciar ao cargo ao final de uma investigação do Vaticano contra ele. Na história da Igreja Católica, é incomum que um bispo seja imediatamente dispensado das suas funções.

De acordo com informações da agência Reuters, normalmente, pede-se aos bispos que têm problemas com o Vaticano que renunciem antes de apresentarem a renúncia, o que o papa aceita.

Aos 65 anos, o bispo Strickland foi demitido no que seria a reta final de seu ministério, já que os bispos católicos costumam se aposentar aos 75 anos. A medida drástica de Francisco se tornou notícia ao redor de todo o mundo, já que Strickland criticava, dentre outras coisas, os recorrentes acenos do papa à militância LGBT.

Na última semana, por exemplo, o Vaticano afirmou que pessoas transgêneros podem se batizar e ser padrinhos de batismos e de casamentos, além de afirmar que uma pessoa em uma relação com uma outra do mesmo sexo pode ser testemunha de casamento. A declaração foi escrita pelo cardeal argentino Víctor Manuel Fernández, e aprovada pelo papa Francisco em 31 de outubro.

O bispo demitido pelo papa havia sido nomeado para a diocese de Tyler pelo então papa Bento XVI em 2012. Strickland havia sido apoiador do presidente Donald Trump e disse abertamente esse ano que rejeitava o “programa que mina o Depósito da Fé” do papa Francisco.

Em uma entrevista antes do anúncio da decisão do papa, o bispo Strickland disse que a investigação contra ele se devia ao fato de que ele se recusava a implementar as diretivas do Vaticano para restringir o uso da missa em latim ao estilo antigo, preferida por alguns conservadores.

 

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FONTE: Gospel+  

quarta-feira, 14 de junho de 2023

Médico cristão é demitido por não usar pronome trans



David Mackereth disse que é impossível uma pessoa mudar de sexo



O médico cristão David Mackereth, demitido por não usar pronomes trans para se referir a alunos, disse que seu caso não é isolado. A demissão ocorreu em 2019, e o docente britânico se manifestou apenas nesta segunda-feira, 12, em entrevista à Fox News.

Mackereth disse também que pediu a médicos e profissionais de fé que "se levantem" e "afirmem a verdade" nas batalhas contra a ideologia de gênero. O professor tem 60 anos e perdeu o emprego de médico de pronto-socorro depois de se recusar a usar os pronomes preferidos de um paciente transexual.

"Disse a eles: 'Como um cristão em boa consciência, eu não poderia fazer isso'", contou o médico, referindo-se ao episódio que culminou em sua demissão. Seu empregador da época disse que, se o professor deixasse de usar os pronomes preferidos dos pacientes, tal atitude seria considerada "assédio" pela Lei de Igualdade do Reino Unido de 2010.

Médico demitido por não usar pronomes trans diz que é impossível para alguém mudar de sexo

médico trans
Pronomes de preferência transexual foram a causa da demissão do médico britânico David Mackereth | Foto: Freepik

Mackereth entrou com uma ação no Tribunal do Trabalho contra seu ex-empregador por discriminação religiosa. Três meses depois, o médico saiu derrotado da disputa judicial. A Corte decidiu que suas crenças bíblicas sobre gênero eram "incompatíveis com a dignidade humana".

"Se o Cristianismo não é protegido pela Lei da Igualdade aqui no Reino Unido, então certamente a Lei da Igualdade é inútil", disse Mackereth.

O veredicto foi parcialmente anulado em maio de 2022, pelo Tribunal de Recursos do Trabalho. Porém, o Judiciário ainda considerou que sua demissão foi justificada. O médico é assessorado juridicamente pelo Centro Jurídico Cristão, uma empresa privada que defende a liberdade religiosa.

Mackereth acredita que a "ideologia transgênero" precisa ser combatida no Ocidente e argumenta que seu caso é importante para todos, no que se refere à liberdade de expressão. "Como um médico cristão, coloco a verdade no fundamento do que faço", disse. "É simplesmente impossível para uma pessoa mudar de sexo. Então, não posso concordar com isso."

Fonte: Revista Oeste


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Comentarista Bruna Torlay é demitida da Jovem Pan News


Bruna Torlay trabalhava no programa 3 em 1 da Jovem Pan News

A comentarista Bruna Torlay foi demitida da Jovem Pan News nesta segunda-feira (7). A informação foi confirmada pela própria jornalista, que disse ter sido pega de surpresa.

Você, que me acompanhava diariamente no programa 3 em 1 da Jovem Pan e não me viu lá hoje, eu soube também hoje, entre duas e três da tarde, que eu já não fazia parte do time de comentaristas, mas queria apenas aproveitar a oportunidade para agradecer [por] esse período que passei pela emissora – disse.

Bruna é professora de filosofia, estudiosa de história da cultura e diretora da revista Esmeril. Ela estava na Jovem Pan News desde a estreia do canal, no fim de outubro do ano passado e também escrevia sobre política e comportamento no site do jornal.

No vídeo de despedida, ela contou que o clima nos bastidores da emissora era agradável e que a rotina de trabalho era “muito legal”.

O clima era delicioso. Só tenho a agradecer à emissora. Continue prestigiando a Jovem Pan, programa 3 em 1 com meus queridos colegas – incentivou.

Bruna afirmou que seguirá criando conteúdo em seu canal do YouTube, onde passará a publicar diariamente.

Fonte: Pleno News

terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Pastor vai a tribunal por tweet que se opõe a eventos do Orgulho LGBTQ


Após o tweet, o pastor Keith Waters recebeu uma avalanche de comentários ameaçadores


Um pastor cristão alegou que foi expulso de seu trabalho como zelador de uma escola por causa de um tweet no qual dizia que cristãos e crianças não deveriam participar de eventos do Orgulho LGBTQ.

Keith Waters, 55, que também pastoreia uma igreja evangélica local, pediu demissão do cargo depois de ser investigado pela escola em um tweet de junho de 2019, coincidindo com o início do mês do Orgulho.

Ele escreveu no tweet em 2019: "Um lembrete de que os cristãos não devem apoiar ou participar de eventos LGBTQ 'Pride Month' realizados em junho. Eles promovem uma cultura e incentivam atividades contrárias à fé e à moral cristã. Eles são especialmente prejudiciais às crianças".

Quase imediatamente, Waters recebeu uma avalanche de respostas ameaçadoras no Twitter. Mas, à medida que a reação desagradável ganhou impulso online, as ameaças logo se espalharam para além da esfera digital.

De acordo com um comunicado de imprensa do grupo britânico de defesa cristã Christian Concern, Waters "experimentou uma série de ameaças, incluindo sua esposa ter que atender, na porta de casa, uma equipe de uma funerária que havia sido enviada para organizar seu 'funeral'".

Não parou por aí. Logo, Waters estava sendo chamado por agentes imobiliários locais que haviam sido informados de que ele estava se afastando da área "com pressa".

Outro incidente foi o pastor sendo derrubado da sua bicicleta por um morador local irritado em um carro, que queria protestar com ele.

Se isso não bastasse, os advogados LGBT, para arruiná-lo, começaram a espalhar boatos de que Waters "era um molestador de crianças" e havia até "pedidos de conselheiros locais para que ele fosse investigado pela polícia por um 'incidente de ódio.'"

O Christian Legal Center (CLC), que representa Waters, disse que seus colegas disseram a ele que seu tweet era "altamente inapropriado e ofensivo", que a escola havia sido desacreditada e que ele havia quebrado o código de conduta. Ele, então, recebeu uma advertência final por escrito.

Waters disse que não teve escolha a não ser pedir demissão.

Ele está reivindicando demissão construtiva, discriminação indireta e violação do dever de igualdade do setor público.

Seu caso está sendo ouvido por um tribunal trabalhista em Cambridge nesta semana, onde advogados do Christian Legal Center argumentarão que seu ex-empregador interferiu em seus direitos à liberdade de religião, expressão e pensamento.

Eles também argumentarão que Waters tinha o direito de manifestar suas crenças religiosas sobre ética sexual em seu tweet e que as opiniões expressas não representavam homofobia ou discriminação contra homossexuais.

Waters disse que as pessoas devem ser livres para levantar preocupações sobre os eventos do Orgulho LGBT sem medo de recriminação.

"Fiquei com a escolha de renunciar ou ser silenciado e incapaz de expressar minhas crenças como pastor cristão", disse ele.

"Eu tinha muitos pais me puxando para o lado me dizendo que eles me apoiavam, mas eles não ousavam dizer isso por medo de que a multidão da mídia social também se voltasse contra eles".

"Receber um aviso final significava que eu não seria capaz de fazer as coisas que faço como pastor, que é defender a verdade da Bíblia".

"Não estou fazendo isso porque quero processar a escola, mas porque acredito que é a coisa certa a fazer. Quero garantir que outros pastores no futuro, que tenham que trabalhar meio período em uma organização secular, sejam livres para pregar a verdade e não perder o emprego".

"Ainda mantenho o que disse e sempre defenderei a verdade. Acredito que a segurança das crianças é primordial."

Comentando o caso, a executiva-chefe do CLC, Andrea Williams, disse:

"Apesar de uma abundância de estudos psicológicos concluindo que crianças expostas a conteúdo sexualmente explícito em tenra idade são mais propensas a desenvolver distúrbios e vícios, há muitos artigos online que incentivam os pais a trazer seus filhos às Paradas do Orgulho".

"Por que um pastor cristão não pode falar sobre questões tão preocupantes sem ser ameaçado e perder o emprego?"

"A história de Keith faz parte de uma cultura de cancelamento onde questões como o orgulho LGBTQ não podem ser questionadas ou criticadas sem que os indivíduos sejam silenciados, vilipendiados ou pior".

"Estamos com Keith enquanto ele busca justiça esta semana".

Fonte: Folha Gospel com informações de The Christian Today e Faithwire

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Enfermeira demitida por usar colar de cruz no trabalho vence batalha judicial


A cristã Mary Onuoha, de 61 anos, foi pressionada a retirar seu colar, enquanto seus colegas podiam usar adornos religiosos livremente.

enfermeira cristã que processou o hospital, onde trabalhava em Londres, por puni-la ao usar um colar de cruz, venceu o caso na Justiça.

Um Tribunal decidiu que Mary Onuoha, de 61 anos, foi demitida injustamente, ao ser forçada a abandonar seu cargo em 2020, depois que seus empregadores criaram “um ambiente ofensivo, hostil e intimidador''.

Mary relatou que foi discriminada e pressionada a renunciar ao emprego porque não cumpriu a política de “remover ou encobrir seu colar de cruz” durante o serviço no Hospital da Universidade de Croydon. 

Um Tribunal decidiu a favor da enfermeira, concluindo que a alegação do hospital, de que pediu que Mary não usasse seu colar de cruz devido a políticas de saúde e segurança, é insustentável, já que não aplicou o mesmo tratamento a outros profissionais que também usavam acessórios religiosos.

Em nossa opinião, a conduta que identificamos como sendo de assédio e/ou discriminação direta, individual ou cumulativamente, foi suficientemente grave para ser susceptível de destruir ou prejudicar gravemente a relação de confiança e segurança. Não aceitamos que o Reclamado tivesse uma causa razoável e adequada para sua conduta”, declarou o Tribunal.

Andrea Williams, chefe executiva do Christian Legal Center, que representou Mary no caso, comemorou a vitória da cristã. “Estamos muito satisfeitos que o Tribunal decidiu a favor de Mary e fez justiça neste caso. Desde o início, este caso tem sido sobre o ataque autoritário do hospital ao direito de uma enfermeira dedicada e diligente usar uma cruz - o símbolo mundial, reconhecido e estimado da fé cristã”, afirmou.

E concluiu: “Qualquer empregador agora terá que pensar com muito cuidado antes de restringir o uso de cruzes no local de trabalho”.

Através de seu porta-voz, o Hospital Croydon pediu desculpas à Mary. “Gostaríamos de nos desculpar com a Sra. Onuoha e agradecer ao painel do Employment Tribunal por sua consideração cuidadosa sobre este assunto”, afirmou, acrescentando que o hospital atualizou o código de vestimenta para seus funcionários.

Relembre o caso

Em agosto de 2018, os chefes do Hospital Croydon ordenaram que ela removesse a cruz porque era “uma violação do Código de Vestimenta e da Política Uniforme da Trust” e, portanto, um risco à saúde dela e de seus pacientes.

A cristã Mary Onuoha foi suspensa de suas funções clínicas e rebaixada para trabalhar como recepcionista porque não aceitou tirar seu colar com pingente de cruz, que usa há mais de 40 anos. Em agosto de 2020, ela decidiu pedir demissão. Logo depois, a enfermeira entrou com um processo contra o hospital.

Ela afirmou ainda que outros membros do corpo clínico do hospital tinham permissão para usar joias, sáris, turbantes, hijabs e outros adornos religiosos e que apenas a cruz estava sujeita a regras específicas.

Mary questionou o motivo pelo qual somente a cruz que ela usa é apontada como um “risco à segurança dos pacientes”, quando outros funcionários podem usar pingentes e brincos durante as cirurgias.

Fonte: Guiame

quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Maurício Souza é demitido por criticar bissexualidade do Superman: “Defendo o que acredito”, diz jogador

O Minas Tênis Clube decidiu rescindir o contrato do jogador Maurício Souza, conforme informou nas redes sociais, sem explicar razões ou de que forma se dará a dispensa.

COMUNICADO OFICIAL – MAURÍCIO SOUZA O Minas Tênis Clube informa que o atleta Maurício Souza não é mais jogador do Clube.”, disse o clube no Twitter.

No dia das crianças, Maurício compartilhou a reprodução de uma reportagem sobre o desenho do Superman ter se assumido bissexual com o seguinte comentário: “A, é só um desenho, nada demais. Vai nessa e vamos ver onde vamos parar”. Depois, postou a foto de uma jogadora de basquete transexual dizendo: “Se você achar algum homem nessa foto você é preconceituoso, transfóbico e homofóbico”.

Alvo da acusação de fazer declarações homofóbicas, o que culminou na rescisão de seu contrato com o Minas Tênis Clube, o jogador de vôlei Maurício Souza resolveu se manifestar em seu Instagram, na tarde desta quarta-feira (27).

O atleta começou pedindo desculpas por defender o que acredita.

Vim aqui para pedir desculpas a todos que se sentiram ofendidos com a minha opinião, por eu defender aquilo que eu acredito. Não foi a minha intenção. Assim como vocês defendem o que vocês acreditam, eu também tenho o direito de defender o que eu acredito. E precisamos brigar por isso – declarou.

Em pouco mais de três minutos de gravação, Maurício frisou que sempre respeitou todos os homossexuais, dentro e fora de quadra, e que não havia cometido nenhum tipo de crime em se expressar.

Eu não concordo com isso. Eu não sei o que eu fiz, se foi algum crime. Mas se fosse algum crime, eu já estava preso. A polícia já teria vindo aqui em casa me prender. Eu acho que não foi crime nenhum o que eu fiz – reforçou.

O atleta também lamentou a possibilidade de não poder emitir sua opinião.

Infelizmente, a gente não pode mais dar opinião. Não pode mais colocar os valores acima de tudo, os valores de família, os valores do que a gente acredita. Mas os valores de vocês a gente tem que respeitar a qualquer custo, ou a gente é tachado como homofóbico ou preconceituoso.

O jogador encerra dizendo que pagará o preço necessário e que não vai parar de jogar.

O preço eu vou pagar. Não tem problema nenhum. Vou continuar jogando, continuar [fazendo] o que tenho que fazer – concluiu.

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Por “propósito de Deus”, juíza abre mão de salário de R$ 57 mil


Dayana Martins optou por abdicar do cargo para se dedicar inteiramente à sua família

Uma juíza de Goiás decidiu repensar as prioridades de sua vida e abrir mão de sua carreira, de 16 anos na magistratura, por um “propósito de Deus”. Casada e com filhos de 5 e 7 anos, Dayana Moreira Guimarães Martins optou por dedicar-se completamente à sua família. Ao deixar seu cargo, ela abdicou um salário mensal de R$ 57,5 mil.

Realmente, entendi qual o propósito que Deus tem para minha vida. Nesta descoberta, tive de colocar minha vida na balança. Quantas vidas coloquei na balança? Desta vez, foi a minha – disse ela, em entrevista ao portal Metrópoles.

A trajetória de Dayana no Judiciário começou cedo. Aos 19 anos, ela começou a trabalhar como escrevente; aos 23, foi empossada juíza e, desde então, trabalhou em sete comarcas do Judiciário estadual.

De acordo com ela, em determinado momento de sua vida sua dedicação à magistratura fez com que ela passasse por um “momento assoberbado”.

São muitos processos, muitas demandas, e o Judiciário respira o que a sociedade está vivendo. A gente vive esse momento muito tumultuado, de tantas desavenças, de tantas ofensas, e isso respinga diretamente no nosso labor, no Judiciário – avaliou.

Pressionada pelas responsabilidades profissionais, Dayana chegou à conclusão de que não queria mais delegar a outro a construção de sua família.

A situação me deixava cada vez mais acelerada, porque [eu] achava que tinha de produzir mais em menos tempo. Muitas mulheres estão sob pressão, tomando remédios. Não posso delegar mais o que já vinha delegando, que é a construção da minha família, dos meus filhos, o que hoje reputo que, na balança, pesou mais esse propósito de Deus na minha vida.

A ex-juíza conta que começou a pensar na carta de exoneração em junho deste ano e, no mês seguinte, saiu de férias. Ela tinha de retornar no dia 23 de agosto, e, durante este período, orou e ponderou bastante sobre a questão.

Como no Judiciário não dá para ficar mais ou menos, e não aprendi a fazer entrega mais ou menos, meus pais sempre me ensinaram a entregar o melhor e, então, vi que começou a pesar essa entrega. Tive que tomar essa dura decisão após muito refletir, muita oração – explicou.

Dayana acredita que Deus usou a funcionária de sua casa para ajudá-la a decidir.

Nesse dia, ela não apareceu. Então, entendi que eu tinha de fazer escolha de cuidar da minha casa, organizar as crianças, comida, tudo que ela faz, ou dos meus processos. Eram 8 horas da manhã e me vi naquele dilema de cuidar dos afazeres dela [da funcionária] ou da decisão que tinha para tomar. Pedi muito a Deus que me desse sabedoria e [eu] tomasse a decisão certa para mim e minha família. Passei o dia, sentei, escrevi uma carta de exoneração de três linhas – relata.

De início, sua família achou que ela não estivesse bem e chegou a imaginar que ela estivesse enfrentando uma crise depressiva.

Não tenho nenhum sinal de depressão, mas tive, talvez um ano atrás, antes de entender o propósito de Deus – explica.

Atualmente, Dayana se dedica ao lar com auxílio de sua funcionária e sente-se feliz com sua escolha. Ela realiza estudos bíblicos com a família e os amigos e leva seus filhos para lugares onde eles possam estar em contato com a natureza.

Eu passo roupa, lavo vasilhas. Falava antes que lavar vasilha, para mim, está sendo terapia. Hoje estou vendo prazer nas pequenas coisas. Falo isso com orgulho, não como vergonha. Tenho esse privilégio de fazer almoço para meus filhos, janta, o que eu nunca tinha feito na vida. Nem sabia que eu conseguia cozinhar – brincou.

Dayana afirma ser grata por sua trajetória no Direto e por todos os seus colegas de trabalho, servidores, juízes, desembargadores e advogados. Mas ela chegou à conclusão de que sua missão na magistratura se encerrou.

A paz que as pessoas procuram não está na justiça dos homens. Está na Justiça de Deus. A justiça dos homens resolve os conflitos do direito, mas a paz e a tranquilidade vêm do alto.

Fonte: Pleno News

sábado, 31 de julho de 2021

Diretor de agência missionária renuncia após ‘comportamento impróprio’ com adolescente

Um comportamento inadequado de um diretor de missões de uma entidade Batista com uma adolescente foi descoberto e resultou em sua renúncia da função. A Polícia chegou a ser envolvida, mas não houve acusação legal.

Mark Carter trabalhava como diretor da associação Crossroads Baptist Association (CBA) desde 2017. A entidade, que agiu de forma contundente no caso, reúne 29 igrejas afiliadas à Convenção Batista do Missouri (EUA).

A acusação contra Carter se refere a um caso ocorrido anos atrás, embora nem a idade da adolescente e nem a data precisa do episódio tenham sido revelados pela CBA.

Um comunicado, emitido pela CBA e enviado ao portal The Christian Post, indica que o comportamento inadequado de Carter envolvia a troca de mensagens e toques do diretor no corpo da adolescente.

Sem crime

No texto, a entidade afirma que só recentemente foi informada das ações anteriores de Carter e que após a descoberta, imediatamente agiu para notificar as autoridades policiais locais e estaduais sobre os fatos envolvendo o diretor de missões e a jovem que, na época, era adolescente.

A CBA, no entanto, enfatizou que pelo que foi apurado, “as partes concordaram que a conduta de enviar mensagens de texto e tocar era inadequada, especialmente para um ministro, mas a conduta imprópria ficou muito aquém do sexo ou abuso sexual”.

As autoridades legais não acreditam que tenha havido um crime e, portanto, as acusações legais não foram apresentadas e não são esperadas”, acrescentou o comunicado da CBA.

A entidade também pontuou que seus voluntários estão “ajudando nas operações associativas até que seja tomada uma decisão sobre a substituição do diretor da associação”.

Consequência do pecado

Por sua vez, a Convenção Batista de Missouri emitiu nota enfatizando que lamenta saber que um Carter se envolveu em comportamento impróprio em relação a uma jovem e endossou a decisão dos líderes da CBA continuarem a amar e ministrar aos jovens e outros afetados pelo “pecado” do diretor demissionário.

Nós nos juntamos aos líderes da associação em gratidão pelo jovem ter se manifestado e em lamentar o dano causado pelo pecado do líder”, diz a nota.

Em seguida, a Convenção reiterou que é obrigação das igrejas afiliadas relatar qualquer conduta perturbadora ou ofensiva de qualquer pessoa na igreja ou atividades relacionadas, e sempre notificar as autoridades locais e estaduais imediatamente.

Apoiamos as igrejas da associação em declarar claramente que comportamento impróprio de qualquer tipo não é tolerado e será tratado imediatamente, incluindo o relato imediato a todas as autoridades competentes. Sabemos que todo pecado entristece o coração de Deus. Ele deu aos Seus seguidores a responsabilidade de garantir que nossas igrejas sejam os lugares mais seguros para as pessoas e famílias se reunirem e adorarem”, concluiu a Convenção Batista de Missouri.

Fonte: Gospel+

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Ator evangélico que atuaria na novela Genesis é demitido da Record

A RecordTV segue dando andamento à produção da novela Gênesis e na última quarta-feira, 06 de janeiro, decidiu demitir o ator Arthur Aguiar, que faria o papel de José do Egito, supostamente por insubordinação.

Com histórico problemático, Arthur Aguiar se converteu ao Evangelho em setembro de 2020 e posteriormente se submeteu ao batismo nas águas. Ele havia sido escalado pela emissora do bispo Edir Macedo para o importante papel na nova “novela bíblica”, mas problemas de relacionamento com a equipe de produção o tiraram do projeto.

A notícia sobre sua demissão foi publicada inicialmente pela jornalista Fábia Oliveira, especializada em celebridades e TV, no portal O Dia.

O contrato foi rompido unilateralmente, com pagamento de multa, por parte da Record, que considerou que Arthur Aguiar não se submetia às exigências para o papel e tumultuava os bastidores da produção.

A coluna soube que o ex-marido de Mayra Cardi recebeu uma bronca por chegar atrasado, não cortar os cabelos, não fazer a barba nem provar o figurino na data previamente combinada. Além disso, Arthur não tinha decorado o texto do seu personagem, José de Egito, conforme o roteiro de gravações dele previa para a última segunda-feira e que também era difícil ele aceitar ordem da equipe da novela bíblica”, contextualizou Fábia Oliveira.

Antes da demissão, houve uma reunião entre o ator e os diretores da emissora, que teriam dado um “sermão” por conta dos problemas causados por ele entre os colegas. “Ele teve que ouvir em alto e bom som que não era insubstituível e outras palavras bem pesadas. O ator espumou de ódio e ficou tão vermelho que poderia ter sido escalado para ser o próprio Lúcifer [sic] da trama se continuasse no local. Mas, ele foi embora pisando firme”, acrescentou a jornalista.

Nas redes sociais, o ator afirmou que a matéria de Fábia Oliveira é “totalmente mentirosa”, e que “não houve discussão, bate-boca” entre ele e os diretores da Record. “As pessoas que trabalham na emissora são muito educadas, e jamais fariam aquilo que você colocou [na matéria]”, disse ele em um Stories de sua conta no Instagram.

Ele começou a carreira na RecordTV na novela Rebelde. Aos 31 anos, já passou também pela TV Globo e sofreu acusação de cometer abusos psicológicos contra a ex-mulher, Mayra Cardi, devido às diversas traições que ela teria descoberto antes do divórcio.

Ator evangélico que atuaria na novela Genesis é demitido da Record

Fonte: Gospel+
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