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terça-feira, 23 de setembro de 2025

Jovem que sofreu abusos e tortura na infância relata superação: ‘Perdoei e me senti livre’



Samantha Orr sofreu diversos tipos de violência na infância e chegou a ser reconhecida como o pior caso de abuso já registrado em sua região.


Depois de anos sofrendo abusos e negligência durante a infância, uma jovem testemunhou como Jesus a ajudou a superar seus traumas e lhe deu um novo propósito de vida.

Aos 8 anos, Samantha Orr foi retirada de sua casa em Missouri, Estados Unidos, após sofrer abusos considerados pelas autoridades o pior caso já registrado no Condado de Greene. 

Samantha sofreu queimaduras de 3º grau na cabeça, no ombro direito e nas costas. Passou dias sem ser alimentada, sofria diariamente com a agressão física da mãe e repetidos estupros pelo pai e, mais tarde, pelo padrasto — que apontou uma arma para sua cabeça e ameaçou matá-la se ela contasse a alguém.

Após ser resgatada pelas autoridades, Samantha passou a frequentar o jardim de infância, pois nunca havia ido à escola. 

Tempos depois, se formou na Evangel University, onde concluiu bacharelado, mestrado em Liderança Educacional e, neste ano, doutorado em Liderança Educacional, currículo e instrução. Recentemente, ela assumiu o cargo de vice-diretora do ensino fundamental na universidade.

Superação 

A situação de Samantha começou a mudar graças à sua participação em um acampamento infantil que permite que crianças em lares adotivos vivenciem uma semana de ensinamentos bíblicos, atividades divertidas e desfrutem da vida ao ar livre.

Por meio de sua igreja, Evangel Temple, em Springfield, a psicóloga licenciada Jean Orr, voluntária no ministério, conheceu Samantha.

Ela tinha cicatrizes por causa de enxertos de pele de queimaduras. Meu coração se compadeceu. Eu vi potencial nela”, disse Jean à AG News.

Tempos depois, Jean e seu marido, Daryle — que têm outros quatro filhos biológicos — adotaram Samantha aos 11 anos. 

Agora, com 31 anos, Samantha contou que participar do acampamento infantil transformou sua vida.

Percebi que outras crianças tinham histórias semelhantes de serem machucadas pela mãe ou pelo pai. Percebi que não estava sozinha no mundo. Não me sentia mais estranha”, explicou ela.

Uma professora disse aos pais adotivos que Samantha, que teve um problema de fala quando criança, nunca passaria de uma aluna mediana. Mas Samantha superou os atrasos causados pelos abusos e se destacou como oradora da turma e presidente do grêmio estudantil.

Deus tinha um plano muito maior. Não há outra explicação para o sucesso a não ser a intervenção de Deus na vida dela”, destacou Jean.

Perdão 

Apesar de experimentar um novo começo, Samantha sabia que precisava perdoar seus pais biológicos.

Quando perdoei meus pais e pedi a Jesus que entrasse em meu coração, um peso foi tirado de mim. Eu sabia que Deus cuidaria deles e de mim. Eu me senti livre”, contou Samantha.

Em maio, Samantha se tornou a primeira ex-campista eleita para o conselho do acampamento. Wendy McMahan, presidente da organização, afirmou que Samantha provou ser “uma escolha natural devido à forma como superou suas experiências, à sua maneira talentosa de relatar seu testemunho e à forma como sua formação se encaixa na missão”. 

Samantha é um exemplo de resiliência e restauração”, declarou Wendy, que atua na prevenção de abuso infantil, assistência social, reunificação familiar e adoção há 23 anos. 

E continuou: “Quando ela descobriu que era feita à imagem de Deus e que Ele a amava — e que era digna do amor de outras pessoas — ela simplesmente floresceu”.

‘Deus usará a minha história’

Wendy, de 49 anos, também informou que Samantha é uma instrutora incrível que ensina voluntários a entender a mente de uma criança traumatizada. 

Ela chegou ao acampamento desconfiada dos adultos e sem amigos de infância. No final, ela se sentiu valorizada e amada pela primeira vez.

No ensino médio, eu sabia que queria ser professora para poder ser uma pessoa segura para as crianças”, declarou Samantha, que consegue reconhecer potenciais sinais de alerta de negligência e abuso.

Wendy diz que, embora Samantha se lembre do abuso, ela conseguiu superá-lo.

Muitas pessoas que se recuperam de uma experiência traumática só querem se afastar o máximo possível, e isso é compreensível. Mas Samantha optou por voltar e continuar ajudando crianças que se encontram nas mesmas circunstâncias que ela”, contou Wendy.

Não posso mudar o meu passado, mas posso ajudar a mudar o futuro de algumas dessas crianças. Confio que Deus usará a minha história para ajudar outras pessoas”, concluiu Samantha.

Fonte: Guiame

terça-feira, 18 de outubro de 2022

Estudo mostra que aqueles que leem a Bíblia são mais capazes de perdoar os outros


Aqueles que se envolvem com as Escrituras certamente sabem o quanto isso nos leva a perdoar os outros”, disse uma análise da Sociedade Bíblica Americana.


Um novo estudo realizado nos Estados Unidos, revelou que os americanos que leem a Bíblia Sagrada regularmente e dizem que isso afeta suas vidas diárias são mais capazes de perdoar os outros do que os americanos que raramente leem a Bíblia.

O estudo da Sociedade Bíblica Americana descobriu que 94 por cento do que chamou de americanos "engajados nas Escrituras" disseram concordar com a afirmação: "Sou capaz de perdoar sinceramente qualquer coisa que alguém tenha feito comigo, independentemente de eles pedirem por perdão ou não". Apenas 6% dos americanos nesta categoria disseram discordar da afirmação.

A categoria "engajados com as Escrituras" inclui apenas os americanos que: 1) dizem que a Bíblia impacta suas vidas diárias, 2) dizem que ela ajuda a guiar seus relacionamentos com Deus e com os outros, e 3) dizem que lêem/ouvem a Bíblia regularmente.

Enquanto isso, 59% dos americanos "desengajados da Bíblia" disseram concordar com a declaração sobre o perdão, com 40% discordando. Esta categoria inclui americanos que raramente interagem com a Bíblia e dizem que ela tem influência mínima em suas vidas.

O contraste entre as categorias "Bíblia engajada" e "Bíblia desengajada" foi ainda mais proeminente ao comparar aqueles que "fortemente" concordaram com a afirmação. Quase metade (47 por cento) dos americanos engajados nas Escrituras concordaram fortemente com a declaração, enquanto 11 por cento dos americanos desengajados na Bíblia concordaram.

"Aqueles que se envolvem com as Escrituras certamente sabem o quanto isso nos leva a perdoar os outros", disse uma análise da Sociedade Bíblica Americana. "É até mesmo parte da Oração do Senhor (Mateus 6:12). Ainda assim, perdoar é um negócio difícil. Aqueles que 'concordam fortemente' que são capazes de perdoar podem ter experimentado uma transformação impulsionada por Deus. Aqueles que 'um pouco' concordam podem estar dizendo que ainda estão trabalhando nisso. Você pode pensar em Simão Pedro, totalmente comprometido com Jesus, mas ainda assumindo que sete perdões eram suficientes (Mateus 18:21)."

O estudo fez parte do último lançamento do relatório "Estado da Bíblia: EUA 2022", da Sociedade Bíblica Americana.

Folha Gospel com informações de Christian Headlines

segunda-feira, 5 de setembro de 2022

PM que baleou fiel em igreja após briga política está arrependido; vítima diz que foi ‘coisa do demônio’


Não tenho ideia do jeito que está minha perna, só um milagre de Deus na minha vida", disse a vítima.

Um homem foi baleado por um policial militar dentro da igreja evangélica Congregação Cristã no Brasil (CCB) de Goiânia, na última quarta-feira (31), dias após desavenças políticas ocorridas entre o pastor e o irmão da vítima, segundo a família.

O bacharel em direito e assessor empresarial Davi Augusto de Souza, 40, foi atingido por um projétil que atravessou suas duas pernas e passou por uma cirurgia de seis horas para reconstruí-las. Ele está com muita dor, mas fora de perigo, contou à Folha seu irmão Daniel Augusto, 45.

O agressor é Vitor da Silva Lopes, 37, que estava de folga naquela noite e se apresentou espontaneamente à delegacia, onde o crime foi registrado como agressão por arma de fogo e lesão corporal culposa (não intencional), diz o boletim da ocorrência.

A reportagem ligou e mandou mensagem para o seu celular, mas não obteve resposta até o momento. Também tentou entrar em contato com a Congregação Cristã no Brasil desde sexta (2) e com o ancião responsável pela igreja em Goiás, sem sucesso.

Daniel diz que já conversou com o policial e não pretende cobrar uma punição. "Ele está muito arrependido, desesperado, dizendo que vai ajudar no que for preciso, que não sabe como aconteceu aquilo, que nunca passou pela cabeça dele, ainda mais dentro da igreja", conta.

Ele afirma que as discordâncias com o pastor da unidade, Djalma Pereira Faustino, que é amigo do PM, começaram cerca de duas semanas antes porque o líder estava falando de política nos cultos. Seu irmão não estava envolvido, mas acabou sendo afetado.

Segundo ele, Davi foi tomar água no corredor da igreja e cumprimentou sem resposta o policial, que é primo de sua cunhada e seu colega de infância. A vítima perguntou "o que eu te fiz?", sendo então xingada e atingida com o copo de água na cabeça.

Ainda de acordo com o irmão, que viu a cena, começou uma confusão e, enquanto outras pessoas chegaram para segurar o policial, Davi saiu andando de costas, atordoado. Foi quando o agente sacou a arma e deu um tiro em direção às suas pernas.

Para Daniel, não havia outra motivação para a agressão a não ser a política. "Eu não culpo ele, não guardo aquela mágoa. A culpa que eu coloco é mais nos pastores que ficam incentivando ódio dentro da igreja", afirma ele, que frequenta a CCB desde que nasceu.

Dias antes, ele havia denunciado o pastor a um conselho da congregação por pregação política, exigindo uma retratação. Após o caso ser publicado por um jornal local, a igreja enviou um líder para fazer essa retratação na última quarta-feira, quando Davi foi baleado.

A primeira desavença entre Daniel e o pastor ocorreu cerca de duas semanas antes. "Ele falou no culto: 'está chegando a eleição e esse povo que vota na bandeirinha vermelha, olha, o diabo está fazendo a festa', então eu levantei a mão e falei: 'irmão, não vamos falar de política'. Ele me mandou calar a boca", afirma.

Ele diz que o pastor se referiu a ele como demônio, e a partir de então sua família começou a ser ameaçada e parou de ser cumprimentada por parte dos fiéis, tendo ele inclusive tomado empurrões dentro da igreja.

Daniel conta ainda que gravou um vídeo criticando o uso da política nos cultos que viralizou dias antes de seu irmão ser baleado. "No dia do fato ninguém falou sobre política, mas estavam falando do vídeo e do assunto nos grupos de WhatsApp."

Em 11 de agosto, o site da Congregação publicou uma circular em seu site que diz: "Não devemos votar em candidatos ou partidos políticos cujo programa de governo seja contrário aos valores e princípios cristãos ou proponham a desconstrução das famílias no modelo instruído na palavra de Deus, isto é, casamento entre homem e mulher".

Bacharel em direito como o irmão, ele afirma que é de uma família tradicional e bastante conhecida na igreja, por isso todos sabem que ele sempre defendeu pautas da esquerda, foi sindicalista e coordenador do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).

Depois do ocorrido, Daniel fez um vídeo mostrando que o culto continuou mesmo com Davi sendo socorrido no corredor. A família diz que não foi procurada pela igreja nem pela polícia até o momento.

No boletim de ocorrência, os policiais que atenderam a ocorrência relatam que houve uma discussão e dois indivíduos "tentaram entrar em luta corporal com o PM, que para desvencilhar-se de um deles efetuou disparo". O irmão nega que eles tenham reagido.

Nesta sexta, a Secretaria de Segurança Pública de Goiás informou apenas que "os fatos narrados por ambas as partes já estão sendo devidamente investigados". Questionada neste sábado sobre por que as testemunhas ainda não foram ouvidas, a pasta não respondeu.

Já a Polícia Militar escreveu que "determinou a instauração de procedimento administrativo disciplinar para apurar as circunstâncias do fato" e que "o policial militar se apresentou de forma espontânea na delegacia para os procedimentos cabíveis".

O caso remete a outro ocorrido em Foz do Iguaçu (PR) em 9 de julho, quando o policial penal bolsonarista Jorge José da Rocha Guaranho invadiu uma festa de aniversário e matou a tiros o guarda municipal e militante petista Marcelo Aloizio de Arruda.


'Coisa do demônio'

O assessor empresarial Davi Augusto de Souza, 40, diz que ainda não entende os motivos que levaram o seu amigo Vitor da Silva Lopes, policial militar, a atirar contra ele durante um culto realizado na sexta-feira (2). A discussão que motivou a reação do PM teria sido motivada por questões políticas.

Em entrevista ao UOL neste domingo (4), Davi disse que não se lembra de quantos tiros levou do policial. Mas sabe que as duas pernas foram transpassadas por balas. Em uma delas, o projétil acabou danificando a artéria femoral, prolongamento da artéria aorta, e ele já teve que enfrentar duas cirurgias. Nos próximos dias, terá de ser submetido a uma terceira intervenção.

"Minha perna está aberta, inchada. Dói muito, queima como se tivesse fogo. A outra está melhor. Mas os médicos não dizem quais são os prognósticos. Só por Deus mesmo", declarou. "Eu já nem lembro mais quantos tiros ele deu. Mas acertou minhas duas pernas. Foi coisa do demônio a reação dele, ele estava sob efeito de algum mal, só tem essa explicação".

Davi diz que está em choque com a situação. E que está preocupado também, porque tem três filhos para criar e não sabe o que poderia acontecer se tivesse que parar de trabalhar. Ele estava começando a estruturar uma confecção para produção de uniformes e camisetas, mas agora não sabe mais como será o seu futuro.

"Não tenho ideia do jeito que está minha perna, só um milagre de Deus na minha vida", afirmou Davi. "Meu irmão, Daniel, está muito abalado com tudo o que aconteceu. Minha família também. Minha esposa e minha ex estão cuidando das crianças".

O assessor empresarial, que é pós-graduado em direito civil e processo, diz que, apesar da dor aguda e da tristeza, por conta da reação do amigo de tantos anos, ele não sente rancor de Vitor.

"Ele não me procurou depois do que aconteceu, nem passou mensagem para perguntar como eu estava. Mas já soube por um amigo em comum que ele está arrependido do que fez", disse. "Deus nos dará condição de superar, não quero confiança e nem nada, só paz e que Deus abençoe a ele à família dele. Se ele tiver algo contra mim, que eu não saiba, que ele me perdoe".

O UOL tentou entrar em contato com o policial Vitor da Silva Lopes, mas até o momento ele não havia sido localizado. Segundo informou a Polícia Militar, ele teria se apresentado, após o incidente, de forma espontânea à Polícia Civil para os procedimentos cabíveis. Ele também responderá a procedimento administrativo disciplinar aberto pela PM para apurar as circunstâncias do fato.

Fonte: @FOLHAGOSPEL

terça-feira, 6 de julho de 2021

Pessoas com o hábito de ler a Bíblia são mais esperançosas e perdoadoras, revela pesquisa

As pessoas com o hábito de ler a Bíblia são mais esperançosas e perdoadoras, mesmo enfrentando dificuldades, segundo a pesquisa da Sociedade Bíblica Americana (ABS, na sigla em inglês).

O estudo chamado State of the Bible, realizado em janeiro deste ano, pesquisou como as pessoas recorrem às Escrituras em busca de conforto quando estão estressadas e como a Bíblia ajuda as pessoas a lidarem com o sofrimento e traumas emocionais.

Usando uma escala da Hope Agency com um intervalo de 3 a 24 pontos, os pesquisadores puderam medir o nível de esperança dos participantes.

De acordo com os resultados da pesquisa da Sociedade Bíblica, os entrevistados que eram “engajados nas Escrituras” apresentaram níveis mais altos de esperança em relação à população em geral, marcando 18 pontos na escala da Hope Agency.

A pesquisa também detectou que essas pessoas mais esperançosas estão na média de nível de estresse de pessoas não engajadas na Palavra de Deus, marcando 13 pontos numa escala de 0-40, em relação a média geral de 14.

Embora os leitores da Bíblia possuam o mesmo nível de estresse do que não leitores, eles possuem mais esperança para enfrentar as dificuldades e os traumas emocionais. De acordo com os pesquisadores, “os níveis mais elevados de esperança fornecem pistas de como a Bíblia pode ajudá-los a enfrentar o estresse e olhar para o futuro com expectativa”.

Segundo o National Council for Mental Wellbeing, “70 % dos adultos nos Estados Unidos experimentaram algum tipo de evento traumático pelo menos uma vez na vida”. E mais da metade dos adolescentes com 16 anos relataram que já passaram por pelo menos um evento traumático, de acordo com o Departamento de Saúde e Serviços Humanos.

Num contexto em que traumas se tornam cada vez mais frequentes, a pesquisa da Sociedade Bíblica Americana mostrou que “um forte relacionamento com a Bíblia muitas vezes coexiste com — e pode até ser compelido por — as adversidades da vida. Estar enraizado na Bíblia não impede circunstâncias difíceis, mas pode proporcionar descanso e esperança”.

O estudo também apontou que pessoas com o hábito de ler a Bíblia são mais perdoadoras, apesar de enfrentar traumas emocionais por toda a vida.

O envolvimento das Escrituras está significativamente relacionado à evidência de perdão. Quanto mais alguém se engaja com as Escrituras, maior a probabilidade de perdoar os outros”, afirmou a ABS.

Fonte: Guia-me com informações de Christianity Daily via Folha Gospel

quinta-feira, 18 de março de 2021

Câmara dos Deputados derruba veto presidencial e ‘perdoa’ dívida de igrejas


A Câmara dos Deputados derrubou nesta quarta-feira (17) o veto presidencial de uma proposta aprovada no Congresso Nacional em 2020 que perdoava dívidas tributárias de igrejas.

Em setembro de 2020, o presidente Jair Bolsonaro vetou parte do perdão de R$ 1 bilhão em dívidas tributárias de igrejas, que foi derrubado agora pelos deputados federais.

Documento enviado pela liderança do governo aos parlamentares nesta semana estima a renúncia tributária de R$ 1,4 bilhão nos próximos quatro anos. De estoque acumulado em anos anteriores, deixariam de ser cobrados R$ 221,94 milhões.

A proposta alvo do veto exclui as igrejas do rol de contribuintes da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), ampliando o alcance da imunidade prevista na Constituição. Além disso, perdoa as dívidas acumuladas com esse tributo no passado.

Bolsonaro vetou a medida com o argumento de que o dispositivo foi aprovado sem compensação fiscal e a sanção poderia ser classificada como crime de responsabilidade - dando margem para um processo de impeachment.

Mas, por outro lado, se manifestou favorável à não tributação de templos e estimulou a derrubada do próprio veto.

Como mostrou o Broadcast, na época do veto, em reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o secretário especial da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto, Bolsonaro demonstrou receio em cometer crime de responsabilidade, embora tenha dito que pessoalmente concordava com o perdão e quisesse sancionar a medida.

Imunidade constitucional contra a cobrança de impostos

As igrejas têm imunidade constitucional contra a cobrança de impostos, mas a proteção não alcança as contribuições, como a CSLL (sobre o lucro líquido) e a previdenciária.

A medida aprovada pelo Congresso Nacional pretendia, por meio de uma lei ordinária, estender a imunidade constitucional das igrejas à cobrança da CSLL e ainda anular dívidas passadas.

Outro dispositivo almejava anistiar multas e outras cobranças aplicadas sobre a prebenda, como é chamada a remuneração dos pastores e líderes do ministério religioso.

Ambos os artigos foram propostos pelo deputado David Soares (DEM-SP), filho do missionário R. R. Soares, fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus, que tem milhões em dívidas com a União.

Bolsonaro vetou o primeiro dispositivo, que trata da CSLL, para afastar qualquer eventual violação à Constituição. Mas o presidente sancionou o artigo sobre a prebenda, de caráter mais interpretativo.

Após estimativas iniciais apontarem o risco de desfalque de R$ 1 bilhão aos cofres da União caso os dois artigos fossem sancionados, cálculos atualizados da área econômica mostraram um prejuízo potencial de até R$ 2,9 bilhões.

Com a sanção do artigo sobre a prebenda, o risco seria de R$ 1,1 bilhão. Mas a avaliação na área econômica é que o dispositivo foi mal redigido e dá margem para que a Receita Federal siga na briga pela cobrança dos débitos.

Fonte: Guiame

domingo, 24 de janeiro de 2021

Pastor diz como perdoou homem que matou sua esposa durante ataque em igreja

Em 17 de junho de 2015, o Rev. Anthony Thompson recebeu uma ligação que ninguém espera. Houve um tiroteio durante um estudo bíblico na Igreja Metodista Episcopal Africana Emanuel, no centro de Charleston, na Carolina do Sul (EUA). Sua esposa, Myra, estava entre as vítimas fatais.

Nove pessoas, todas negras, foram baleadas e mortas por Dylann Roof, um jovem branco de 21 anos, motivado pelo ódio racial. Três dias depois do crime, policiais encontraram fotos de Roof posando com símbolos da supremacia branca e do neonazismo.

Anthony é pastor de uma igreja vizinha, a Igreja Episcopal Reformada da Santíssima Trindade. Seria a primeira vez que Myra conduziria um estudo bíblico na igreja ao lado; mas neste dia, ela pediu que o marido não a acompanhasse.

Não quero que você venha”, disse Myra a Anthony, que contou sua história no programa Greenelines da Charisma Podcast Network.

Ela me disse: ‘É sua primeira noite na Escola Bíblica de Férias para os jovens. Você precisa estar lá’. Ela me convenceu a ir. Mas eu ainda tinha a intenção de sair de lá e ir para o estudo bíblico”, diz Anthony.

Quando o pastor foi informado da trágica morte de sua esposa, ele iniciou uma difícil jornada de luto e perdão, que é detalhada em seu livro, “Called to Forgive” (“Chamado para Perdoar”, em tradução livre).

Em vez de se tornar amargo e cheio de ódio em relação ao atirador, o pastor escolheu se apegar à Palavra de Deus e perdoá-lo, tanto de forma privada quanto pública. “O perdão, mesmo para o cristão, é extremamente difícil e doloroso”, disse Thompson.

O que você tem que fazer é confiar no Senhor, antes de tudo, para te perdoar por guardar rancor e querer se vingar, para perdoá-lo por tudo o que está roubando sua paz. Deus realmente irá te perdoar. E então, quando você pedir perdão a Deus e for perdoado, peça a Deus para te ajudar a perdoar a pessoa que você não consegue perdoar”, ele aconselha.

Para que o perdão seja colocado em prática, o pastor diz que é preciso ter a ajuda de Deus. “Não conseguimos fazer isso sozinhos. Eu não fiz isso sozinho. Deus interveio. Ele me disse o que fazer. O que você precisa fazer é o que Jesus disse ao doutor da Lei, aquele que perguntou como ele poderia ir para o céu. Jesus disse a ele: me ame de todo o coração, mente e alma, e ame a todos como você ama a si mesmo”.

Esse é o problema. Não sabemos quem é o nosso próximo porque odiamos nosso próximo. Odiamos o negro. Odiamos o branco. Odiamos isso, odiamos aquilo. Você deve ir ao próximo, seja quem for, e falar com ele. Deixe eles te dizerem quem são. Então você verá a pessoa verdadeira e talvez possamos parar o ódio”, aconselha o pastor.

Fonte: Guia-me com informações de Charisma News via Folha Gospel


quarta-feira, 3 de junho de 2020

Brancos se ajoelham em oração pedindo perdão a negros por “anos de racismo”


Um momento de oração no bairro em que George Floyd cresceu, no Texas, foi marcado por orações e pedidos de perdão.


Ajoelhados em um momento de oração, cristãos brancos pediram perdão aos negros depois de anos de racismo sistemático em encontro no bairro onde George Floyd cresceu em Houston, no Texas.

Os pedidos de justiça pela morte de Floyd, após ação da polícia de Minneapolis, não foram feitos apenas em protestos violentos. Vigílias de oração marcaram as manifestações nas ruas, incluindo na Third Ward, uma comunidade negra em Houston.

"Deus Pai, pedimos perdão a nossos irmãos e irmãs negros por anos e anos de racismo", orou um dos homens brancos, ajoelhados diante de um grupo de cristãos negros na Third Ward.

A ação foi chamada de "praytest", um jogo de palavras em inglês que significa "protesto de oração", para se diferenciar da violência que acontece em outras partes dos EUA.

Em imagens registradas pela Fox News, um homem branco diz com os olhos fechados e a mão no peito: "Oro pelos meus irmãos e irmãs brancos, pretos e marrons que tiveram a coragem de expor o racismo flagrante em meu próprio coração".

"Oramos para que homens e mulheres negros se libertem do medo e da falta de esperança", comentou um cristão.

Em um vídeo obtido pela Click 2 Houston, os negros se emocionaram e também se ajoelharam para orar com os brancos. "Precisamos mostrar um símbolo que realmente pedimos desculpas pelo que foi feito aos nossos irmãos e irmãs negros", disse à Fox 26 o co-organizador Bobby Herring.

"Acho que há um sentimento de que a missão [de George Floyd] foi mal compreendida. Aqui estamos hoje quando a polícia se ajoelha no pescoço de um negro — o que preferimos? [A violência] ou nos ajoelhar em paz e solidariedade", disse o pastor Johnny Gentry, da Free Indeed Church.

O protesto de oração aconteceu no bairro em que Floyd cresceu. Na vizinhança, ele era conhecido como "Big Floyd" e participou de atividades comunitárias para melhorar a vida dos jovens e ajudou a espalhar o Evangelho. Os moradores locais se lembram dele por organizar jogos de basquete, churrascos e grupos de estudos bíblicos.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Perdi meu irmão antes de pedir perdão - Vídeo viraliza com heterodoxia perigosa


Um vídeo com o título "Perdi meu irmão antes de pedir perdão", está viralizando nas redes sociais, com muitos comentários positivos, mas é necessário que se alerte para a terapia aplicada, a qual pode trazer conceitos anti bíblicos de forma subliminar, deixando dúvidas na mente dos incautos sobre tais práticas.

Assista o vídeo aqui:
  


A questão da soberania de Deus sôbre a vida humana é inquestionável, a necessidade do perdão é indiscutível, são princípios bíblicos fundamentais, a importância de um abraço também é fundamental no relacionamento fraterno entre os homens, e isso não está em discussão aqui.

O que se discute é a dúbia interpretação de dois quesitos implícitos no tipo da terapia aplicada, que foge completamente aos padrões bíblicos ortodoxos, que podem induzir pessoas incautas à práticas heréticas.

Ouvido pelo Point Rhema sôbre o assunto, assim se manifestou o conhecido apologista cristão Jamierson de Oliveira:

"Assisti, minha opinião: O que acontece é um misto de sessão espírita com regressão para cura interior. Me solidarizo com o rapaz que carrega uma culpa enorme por não ter tido tempo de pedir perdão ao irmão, mas a terapia oferecida é uma heterodoxia perigosa."

Este post não coloca em julgamento a vida do terapeuta em questão, nem sua obra de maneira geral, porém, apenas o vídeo apresentado e a terapia em tela, aplicada no caso.

Vigiemos e oremos.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Bispo Edir Macedo pede perdão a todas as Igrejas pela entrevista de "demônio" a Rogério Formigoni

O vídeo que viralizou nas redes sociais, onde aparece o bispo Rogério Formigoni, da Igreja Universal do Reino de Deus, entrevistando um "demônio" incorporado em uma pessoa, atingiu diretamente não apenas a imagem da IURD, como a do próprio líder da denominação, Edir Macedo.

O homem afirma que todas as denominações pentecostais que há revelações são dele [demônio]. “Toda aquela que tem revelação é minha. O que revela é a palavra do Teu Deus, não a palavra do homem, o que fala na boca dele sou”, diz.

Além delas, o homem cita também que é dono de algumas igrejas batistas, presbiterianas, Igreja Mundial, Igreja Plenitude, Igreja Contemporânea, Quadrangular, Adventista do Sétimo Dia, Congregação Cristã, Deus é Amor, e outras. Menos a Igreja Universal.
Edir Macedo fez questão de comentar o episódio em seu programa diário, A Palavra Amiga, na última segunda-feira (11), onde ele pede perdão pelo ocorrido em nome da Igreja Universal, destacando o respeito para com as demais igrejas e líderes religiosos.
"Eu creio no trabalho dos servos do Altíssimo e eu quero aqui, diante de todos e, sobretudo, diante de Deus, pedir perdão", disse Macedo na gravação.

"Eu creio no trabalho de todas as igrejas. Todos os dias eu oro por todos os servos de Deus. Oro a Deus pelos pastores que estão conosco e pelos pastores de outras igrejas."
Mas não foi só isso. Macedo também reconheceu sua parcela de culpa no caso, não diretamente, mas por ser o mentor dos líderes que atuam na Universal.
"Embora eu não tenha nada a ver com isso, mas por conta da ofensa que o vídeo trouxe aos demais pastores, eu me sinto culpado. Talvez tenha faltado respeito ao trabalho dos outros", disse ele.
"Talvez eu não tenha ensinado, não tenha falado o que tinha que ter falado para todos os pastores. Talvez tenha faltado um pouco de ética e respeito ao trabalho dos outros. Cada um tem a sua igreja, cada um tem a sua religião", observa o líder da Universal.
Ao reconhecer o "trabalho dos servos do Altíssimo", referindo-se a outras igrejas, Macedo parece dissipar qualquer suspeita da discriminação implícita pelo vídeo.

Com informações Gospel+

Assista aqui:

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Pastor sobrevive a tiro no crânio e faz vigília pelo atirador: 'Precisamos levá-lo a Jesus'


Quando Tim Remington recebeu alta, ele e sua igreja se reuniram para orar pelo homem que havia tentado matá-lo

Um pastor dos Estados Unidos sofreu uma tentativa de assassinato no estacionamento de sua igreja. O paramédico Eric Paul encontrou o pastor Tim Remington sangrando e inseriu um tubo torácico temporário para ajudá-lo a respirar. Era um mistério por que alguém iria querer matar o líder cristão. "Corrigimos o problema o mais rápido possível", disse Paul.
Tim foi levado para a sala de emergência da Kootenai Health. Sua esposa Cindy chegou e eles tiveram um breve momento juntos. "Era tão difícil para ele respirar, tão difícil para ele falar. Ele pediu para que eu dissesse às crianças que ele as amava. Eu disse: 'Você sabe o que aconteceu? Você levou um tiro'".
Remington foi baleado seis vezes; uma das balas quebrou seu ombro e outra se alojou no tecido mole do crânio, a poucos centímetros de matá-lo. Ele também foi atingido no braço e pélvis. O cirurgião assistente, Dr. Bob Hollman, disse que, surpreendentemente, nenhum órgão vital foi danificado, mas um ferimento ameaçou sua vida.
"A maior preocupação era a quantidade de sangue que ele estava perdendo devido às lesões pélvicas", disse o Dr. Hollman. "Você quebra os ossos pélvicos e pode sangrar até a morte por uma fratura pélvica", informou.
Nas mãos de Deus
Dr. Hollman e sua equipe levaram Tim para a cirurgia imediatamente, com a única promessa de fazer o seu melhor. Mas enquanto Cindy orava, ela sabia que a vida de Tim estava nas mãos de Deus.
"Honesta e verdadeiramente, você descobre que existe uma paz que excede todo o entendimento, e o nome dessa paz é Jesus. Foi isso que realmente aconteceu. Tudo ficou muito quieto. Eu realmente não estava com medo. Eu não senti que Tim ia morrer", Cindy disse. Após oito horas de cirurgia, Tim acordou na UTI.
"Quando eu soube que estava vivo, entendi que Deus estava definitivamente nisso e havia uma razão", disse Tim. "E eu não sabia o motivo, mas sabia que Ele estava no controle disso". Nesse meio tempo, o atirador havia sido identificado como Kyle Odom. Dois dias depois do tiroteio, ele foi preso por jogar papeis na cerca da Casa Branca, acusando o pastor Remington de ser o cabeça de uma conspiração de alienígenas.
Vigília
Mas não haveria protestos públicos por justiça. Em vez disso, a igreja de Tim e a cidade de Coeur d'Alene realizaram uma vigília de oração pelo atirador. "Todos disseram e comunicaram o que eu queria que eles dissessem. Não odiamos Kyle, precisamos amá-lo e precisamos levá-lo a Jesus", disse o pastor.
Tim ainda chegou a sofrer um derrame por conta de uma complicação. Os médicos descobriram que uma bala havia deixado um pequeno buraco no cólon do pastor.
Após duas semanas da cirurgia, a infecção desapareceu e os médicos inverteram a colostomia. Tim se recuperou do derrame e três meses depois do tiroteio ele estava de volta ao púlpito.
Fonte: CPAD News

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Marido encomenda a morte da esposa, mas ela o perdoa: “Não viveria com essa amargura”

Uma história que pode deixar qualquer um de nós perplexos pelo nível de crueldade envolvido, ao mesmo tempo se converte em inspiração de fé pelo testemunho da sua maior vítima, a americana Nancy Shore.
Casada em 1983 com Frank Howard, Shore passou 30 anos dormindo ao lado do homem que um dia iria encomendar o seu próprio assassinato. Com três filhos, o relacionamento de Shore com o marido seguiu normal até que ele começou a se dedicar mais ao trabalho.
Nessa época, os filhos já estavam crescidos e seguiram com suas vidas, tornando a rotina de Shore mais pacata:
"Eu era uma mãe em tempo integral e esse era o meu trabalho. Foi duro para mim quando os filhos começaram a sair de casa. Frank começou a ficar cada vez mais ocupado com o trabalho. Acho que podemos dizer que estávamos nos distanciando", disse ela, segundo informações da BBC.
Já com 57 anos e vivendo no distrito de Carrollton, estado do Texas viu Frank cada vez mais precisando realizar viagem de trabalho, até que em 8 de agosto de 2012, enquanto o marido estava em uma dessas viagens, Shore chegou em sua casa após retornar de um culto em sua igreja.
Ao entrar na garagem, ela encontrou um homem armado que lhe anunciou o assalto. Desesperada, Shore jogou sua bolsa sobre o criminoso e clamou por Deus. "Daí eu gritei 'Jesus me salva! e ele imediatamente me deu um tiro na cabeça".
O assassino fugiu e Shore ficou caída no chão, inconsciente por algum tempo. A abala atravessou a sua cabeça, atingiu o ombro e foi parar no pulmão, mas pela graça de Deus ela conseguiu resistir.
"Quando acordei achei que ia morrer, e foi quando ouvi Deus falar comigo e dizer, 'levante-se'. Ele me deu a força física para levantar", disse ela.

Consequências malignas do adultério

Durante os 30 anos que passaram juntos, Shore e seu marido frequentavam a igreja e até faziam estudos bíblicos em casa. Para ela, tudo parecia bem, mas Frank, na verdade, não estava fazendo viagens de trabalho.
Enquanto Shore estava internada no hospital se recuperando dos ferimentos, o seu marido voltou de viagem para visitá-la. A polícia iniciou uma investigação e conseguiu descobrir que Frank estava com outra mulher.
Quando recebeu alta, o próprio marido de Shore ligou para ela confessando o adultério, o que a deixou ainda mais arrasada. A polícia então descobriu que Frank havia pago para uma gangue da região assassinar a sua esposa. Ele foi condenado a prisão perpétua e atualmente está na cadeia.
Para Shore, no entanto, apesar do crime horrível cometido pelo marido contra sua vida, ela não poderia deixar de perdoá-lo. "A Bíblia diz que se não perdoamos quem nos machucou, não podemos ser perdoados. Eu não podia me dar ao luxo de não perdoá-lo porque eu não conseguiria viver com essa amargura", disse ela no julgamento.
Depois do episódio Shore se divorciou do marido e desde então eles nunca mais se falaram. Ela precisou fazer algumas cirurgias de reconstituição facial e atualmente trabalha como auxiliar em um escritório de advocacia.
"Sou grata pela forma como Deus salvou minha vida e pelo fato de meus filhos estarem se curando, é incrível. Sou absurdamente feliz", disse ela.
Fonte: Gospel+

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Pastor pede perdão após dizer que UBER é obra do diabo


Após dar muita repercussão o vídeo que o pastor afirma que UBER é obra do Diabo, Trovão pede perdão e se explica.

O pastor Júnior Trovão, vem causando grande indignação, após afirmar que Uber é obra do Diabo, muitos motoristas evangélicos que trabalhar no UBER, comentaram no seu instagram que se sentiram ofendido com o 'alerta' do pastor.
Após grande repercussão que causou a pregação que ele afirmou que o UBER e do diabo, ele gravou um vídeo, explicando que o objetivo dele não era atacar os evangélicos que trabalha com o Uber, mas sim a empresa Uber.
Mesmo o pastor pedindo perdão, os motorista evangélicos que trabalhar como UBER, afirmaram que o pastor está totalmente equivocado, e precisa se informar mais sobre o aplicativo, muitos motoristas já ganham até R$ 20 mil por mês trabalhando como UBER.
Entenda o caso
Um dos grandes erros ou equívoco do pastor Trovão foi afirma que o aplicativo Uber seria obra do diabo, a conclusão de tal fato se deu após o pastor ler a palavra Uber de trás para frente formando assim a palavra "Rebu".

De acordo com o dicionário a palavra Rebu quer dizer (confusão, desordem, briga.) e para justificar a tal crença Júnior trovão relembrou a confusão que o aplicativo causou.
Fonte: Geral Geral

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