O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem sido aconselhado por integrantes do Centrão a escolher um empresário ou um evangélico para o posto de candidato a vice-presidente em 2022, segundo relatos feitos à CNN.
A avaliação feita ao ex-presidente é de que, ao escolher um desses dois perfis, Lula poderá diminuir resistências junto a dois grupos cujos percentuais de aprovação ao atual governo ainda são altos, segundo pesquisas recentes de intenções de voto.
Para dirigentes petistas, seria importante ainda que o vice se ligasse a um partido do Centrão, para diminuir as chances de apoio deste bloco a Bolsonaro (sem partido), em 2022.
Entre os nomes cotados para o cargo, estão os empresários Josué Gomes, da Coteminas, e Luiza Trajano, do Magazine Luiza, embora ambos já tenham declarado que não visam a aventuras na política no próximo ano.
De acordo com dirigentes petistas, Lula só deve definir um nome no ano que vem. Neste momento, o petista está empenhado em fechar alianças estaduais que lhe garantam palanques regionais na disputa do ano que vem. O petista programa, para os próximos dias, uma viagem pelo Nordeste.
Nesta última segunda-feira (21), o presidenciável Ciro Gomes usou as redes sociais para divulgar um vídeo, no qual faz declarações sobre o cristianismo.
Num cenário à meia-luz, que lembra uma igreja ou templo, Ciro aparece em frente a uma mesa, como se fosse um padre ou pastor. O pré-candidato a Presidência da República em 2022, diz que “a Bíblia e a Constituição não são livros conflitantes”.
Na mensagem de pouco mais de dois minutos, Ciro afirma que o Brasil “se formou no berço do cristianismo” e que dois aspectos da mensagem cristã “devem falar fundo no coração de qualquer brasileiro”: o da “superação” e o da “solidariedade”.
“Cada um de nós, criado à imagem e semelhança de Deus, carrega dentro de si a centelha de uma vida maior”, diz o presidenciável, acompanhado de uma trilha sonora que remete à música sacra, com sons de sino, coral e órgão. “Estamos todos profundamente ligados por vínculos invisíveis. Portanto, só conseguiremos ficar maiores se ficarmos maiores juntos. O Brasil é vitalidade, é pujança. O que o coração brasileiro quer é ver essa pujança, essa força, esse vigor, casados com amor, ternura e outros valores espirituais”, acrescenta.
Veja o vídeo:
Ataque petista
Em matéria publicada no site Revista Fórum, o jornalista Marcelo Hailer diz que “Ciro Gomes esquece que é justamente este discurso, de que o ‘Brasil é um país cristão’, utilizado pela extrema direita fundamentalista para justificar a perseguição às religiões de matriz africana, não permitir que o discurso do aborto avance e também promover o discurso de ódio às LGBT”.
O jornalista diz ainda que Ciro Gomes ao afirmar no vídeo que “cada um de nós, criado à imagem e semelhança de Deus, carrega dentro de si a centelha de uma vida maior”, ele estaria colocando “todo mundo no mesmo balaio moral e religioso e se esquece da diversidade religiosa e espiritual presente no Brasil”.
O colunista Samuel Novais, do site Guia Ponto Novo, criticou a matéria da Revista Fórum dizendo que ela “coloca os cristãos no ‘mesmo balaio’ dos extremistas ao insinuar que, ao falar aos cristãos, Ciro fala aos que perseguem religiões de matriz africana e a comunidade LGBT”.
Novais diz ainda que o texto da Revista Fórum é “carregado de ódio e generalizações absurdas, mostra que parte da esquerda (leia-se PT e seus blogs financiados) despreza a fé da maior parcela da população brasileira e pretende anular qualquer aproximação da democracia com os cristãos”.
“É importante entender que há uma diferença enorme entre se aproximar dos bons valores do cristianismo e se render à fundamentalistas religiosos contra outras religiões, como fazem Bolsonaro e seus seguidores mais fanáticos”, dispara Novais.
“Ao usar seus blogs satélites para atacar os cristãos e Ciro Gomes por buscarem aproximação, a cúpula do PT dá mais um sinal que, por trás do discurso em favor dos pobres, há um ódio profundo e sentimento de vingança contra tudo o que compõe o dia-a-dia do povo brasileiro, incluindo a sua religiosidade”, finaliza Novais.
Silas Malafaia
O vídeo de Ciro Gomes, além de incomodar os petistas, também mexeu com a extrema direita. O conselheiro de Jair Bolsonaro, pastor Silas Malafaia, foi ao Twitter atacar Ciro Gomes e disse que começou uma suposta “temporada da enganação e da mentira política”.
“Povo abençoado do Brasil, começou a temporada da mentira, do cinismo e da safadeza política”, disse no vídeo. “Pensa que pode enganar os evangélicos”, escreveu no Twitter.
“Ciro Gomes grava um vídeo que é pra a gente rir. Uma mão está a Bíblia, na outra mão, a Constituição. Uma palavra linda pra tentar enganar o povo cristão do Brasil”, ataca Malafaia.
O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo ainda atacou o PDT acusando o partido de ser marxista e abortista. O pastor e escrito Claudio Moreira gravou o vídeo abaixo respondendo as acusações de Silas Malafaia.
Folha Gospel com informações de Revista Fórum e Guia Ponto Novo
Em entrevista para revista, a apresentadora afirmou que conversas sobre 2022 acontecem em sua casa
A apresentadora de televisão Angélica, mulher do apresentador e empresário Luciano Huck, afirmou que uma eventual candidatura do marido para a presidência da República é um "chamado".
"Não posso dizer que acho muito legal Luciano sair candidato, não seria verdade, mas tem uma hora que você não está mais no controle. É uma espécie de chamado", disse em entrevista à revista Marie Claire.
Na entrevista, Angélica confirmou que as conversas para 2022 acontecem na sua casa. "As coisas estão tão loucas que essa cobrança voltou", afirmou, admitindo que a possibilidade de ser primeira-dama a assusta. "Nunca pensei nisso, mas seria uma honra".
Ela disse que, no Brasil, a política "dá medo". "Mesmo sem ser candidato, Luciano já apanha de todos os lados".
Angélica afirmou que o casal já está acostumado com fake news, mas de um "jeito menos sujo". Na visão da apresentadora, ela e o marido teriam mais a perder do que ganhar, mas que não vai se opor a uma candidatura de Huck.
"Acredito na capacidade de trabalho e no olhar para o outro que ele tem. Mas é uma escolha minha? Acho muito legal? Não posso falar isso porque não seria verdade (risos). Teríamos mais a perder do que a ganhar. Mas estamos em um momento tão louco na política que não quero, jamais, ser egoísta e leviana de impedir algo nesse sentido. Jamais falaria 'não, você não vai'. Jamais", contou.
Perguntada se o País estaria melhor caso Huck tivesse se candidatado em 2018, Angélica disse não poder afirmar que ele seria o "salvador da pátria" e que aquele momento não era o mais adequado. "Acredito muito nele e no quão genuína é sua vontade de ajudar, mas não sei se o Brasil estava preparado e se ele estava preparado para o Brasil que pegaria. Essas coisas têm a sua hora", disse.
O Presidente Michel Temer se ofende com as críticas do candidato a Presidente da República Geraldo Alckmim ao seu governo, não suporta e contra ataca.
Michel Temer "refresca" a memória do ex governador de São Paulo, dizendo que os titulares dos ministérios por ele criticados em sua gestão, durante su propaganda eleitoral, pertencem justamente à sua base de apoio.
Em outras palavras, Temer dia a Geraldo Alckimin que, "se ganhares a eleição, governarás com aqueles que comigo governaram."
Pré-candidata à Presidência da República, Marina Silva defensora do Estado laico, confessa que, caso eleita não pautará suas decisões pela sua fé.
Durante entrevista ao portal Metrópoles nesta quinta-feira (5), a pré-candidata pela Rede, Marina Silva, afirmou que sofre preconceitos por causa da sua fé.
"Ao longo da minha vida, tive que enfrentar muitas dificuldades, mas nunca percebi, desde que eu comecei a ocupar os espaços públicos, atitudes de preconceito contra a minha pessoa. Diria que, depois que me converti à fé cristã evangélica, é que esse preconceito às vezes é mais visível. Há uma tendência das pessoas fazerem generalizações", lamenta.
A líder da Rede deixou claro, no entanto, que o fato de ser evangélica não pautará suas decisões, pois "estamos num Estado laico", o que ela considera "uma bênção".
"A fé cristã evangélica deu uma grande contribuição ao mundo a partir da Reforma, ao estabelecer o conceito de Estado laico… Portanto, se tem algum evangélico que deseja em transformar o Brasil em Estado teocrático não conhece a história".
Falando sobre as "pautas LGBT", disse que "todas as pessoas são cidadãos portadores de direitos iguais. Ninguém vai impor a religião pela lei". Ela não deseja "enfrentar" a bancada evangélica, mas prega que os deputados deveriam legislar "para todos os cidadãos".
Missionária da Assembleia de Deus, Marina mantém que os governantes não precisam abrir mão de suas convicções religiosas: "Quem vai governar, vai governar para todos. Agora, as pessoas têm o direito de expressar suas opiniões, sem preconceito e violência. Mas ninguém pode impor a quem crê ter que abrir mão das suas convicções".
Durante a entrevista, a ex-senadora do PT pelo Acre disse estar preparada para governar o país e falou sobre a necessidade de "refundar a República".
Ressaltou que poderá herdar votos dos eleitores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "O voto não pertence a mim, ao Lula ou ao Bolsonaro. Até o dia 7 de outubro, o voto é do cidadão… Vou lutar para convencer os cidadãos brasileiros que um novo alinhamento político precisa acontecer."
Ao falar dos ataques sofridos na campanha de 2014, quando foi alvo de ataques frontais da ex-companheira Dilma Rousseff, Marina lembrou que foi vítima "de mentira, da violência e do abuso do poder econômico". Reclamou ainda que a presidente deposta inaugurou no país o uso de "notícias falsas" para prejudicar sua imagem. Mesmo assim, não guarda mágoas.
Parafraseando o texto de 1 Coríntios 6, explica que escolheu viver segundo o lema "é preferível sofrer uma injustiça a praticar uma injustiça".
"Não guardo mágoas. Confesso que fiquei surpreendida quando soube que todas as baterias do PT estavam voltadas para me aniquilar… Jamais revidaria na mesma moeda, porque você pode se transformar naquilo que combate", concluiu, assegurando que a eleição de Dilma em 2014 foi uma "fraude". Fonte: Gospel Prime
O deputado federal Cabo Daciolo (Patriota/RJ) não tem seu nome incluído em nenhuma pesquisa presidencial até agora, mas acredita que será o próximo presidente da República.
Em um vídeo publicado na última quarta-feira (13), o parlamentar fez uma série de declarações controversas. Ele "profetizou" que os cerca de três milhões de brasileiros que vivem nos Estados Unidos voltarão para o Brasil, pois aqui ocorrerão grandes mudanças com saúde, educação e segurança.
O político carioca fez também um desafio público aos maçons do país. Iniciou lembrando que ao longo da história do país várias figuras públicas pertenceram à maçonaria. Em seguida, Daciolo convidou "todos os grão-mestres da nação" a participar de um evento que ele promoverá no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.
"Deus manda dizer a vocês: vão até lá. Deus mandará um sinal. Você ficará enfermo e vai ter sete dias para se converter ao Senhor, caso contrário ele vai te levar, descerás à sepultura”, disparou. Tal desafio é semelhante ao que ele fez aos ateus em abril, porem não forneceu detalhes sobre quando ocorrerá esse encontro no estádio.
No referido vídeo, reproduzido abaixo, o deputado reiterou que defende o Estado laico e, reforçando sua fala em vários discursos no Congresso, citou uma série de medidas que pretende tomar caso seja eleito em 7 de outubro. Quando garante, "a colônia brasileira se tornará uma nação"
Segundo Daciolo, os Estados Unidos estão "entrando no país" através das Lojas Havan, que tem como símbolo a Estátua da Liberdade. Procedente de Santa Catarina, a rede coloca réplicas desse monumento na frente de várias de suas filiais, e para ele, todas essas estátuas deveriam ser derrubadas.
Registrando a Nova Ordem Mundial controla a maioria dos países da Terra, o deputado solicitou que a Igreja brasileira ore para que a situação aqui seja diferente.
Segundo Daciolo, por revelação de Deus, voltou a denunciar que há muitos líderes cristãos brasileiros ligados à maçonaria. Lamentou também que os maçons exerçam influência nos três poderes da nação.
Pediu ainda aos cristãos brasileiros, que se juntem a ele em jejum e oração para mudar os rumos do país. Ao final deu destaque à sua mais recente proposta parlamentar, para que a primeira semana do ano seja, por lei, destinada a "adoração a Deus".
O vídeo já conta com cerca de 32 mil compartilhamentos e 427 mil visualizações. Na gravação o pré-candidato diz que seu objetivo é que todos os cidadãos brasileiros o assistam.
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Programa de governo da pré-candidata do Rede será elaborado em conjunto com representantes de toda a sociedade civil
A assessoria de Marina Silva declarou que a pré-candidata à Presidência de fato recebeu a carta da Aliança Nacional LGBTI, mas negou que a ex-senadora tenha assinado o documento.
Para a agência Lupa, que investiga as chamadas fake news, a assessoria declarou que a Rede Sustentabilidade "está na fase inicial de elaboração do programa de governo da pré-candidatura de Marina Silva" e que este programa "será composto por diversos seminários temáticos e regionais, uma plataforma na internet e uma série de reuniões com especialistas".
Por conta disto, a sigla tem recebido inúmeros contribuições, incluindo da Aliança Nacional LGBTI que entregou a carta durante a 73ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) que aconteceu no Rio de Janeiro.
"De todos os documentos que já recebemos, inclusive esse, não houve nenhuma assinatura", declarou a assessoria de comunicação de Marina Silva negando a informação adiantada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
Ex-ministro do STF Joaquim Barbosa desiste de candidatura à presidência
Joaquim Barbosa bateu o martelo. E não será candidato à Presidência. Ao menos, é o que o próprio acabou de afirmar em sua conta no Twitter.
"Está decidido. Após várias semanas de muita reflexão, finalmente cheguei a uma conclusão. Não pretendo ser candidato a Presidente da República. Decisão estritamente pessoal", escreveu o ex-ministro do STF.
Pesquisa do Instituto Paraná joga um pá de cal na pesquisa do Datafolha, muito criticada pelos jornalista
O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) lidera pesquisa de intenção de votos para a Presidência quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não está no páreo. O levantamento nacional foi feito pelo instituto Paraná Pesquisas com 2.002 eleitores e margem estimada de erro de aproximadamente 2%.
No primeiro cenário da pesquisa estimulada, o candidato do PT é o ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. Neste caso, Bolsonaro desponta com 20,5% das intenções de voto.
Na sequência, quatro candidatos aparecem com percentuais muito próximos. Marina Silva tem 12% das intenções de voto, seguida por Joaquim Barbosa (11%), Ciro Gomes (9,7%) e Geraldo Alckmin (8,1%).
O segundo cenário da pesquisa que não considera o ex-presidente Lula também exclui um candidato próprio do PT. Nesse caso, os porcentuais de intenção de votos são muito semelhantes. Bolsonaro lidera com 20,7%. Em seguida, a opção nenhum dos candidatos aparece com 17,3%. Marina Silva tem 13,3% das intenções de voto e na esteira aparecem Joaquim Barbosa (11,2%), Ciro Gomes (10,1%), Geraldo Alckmin (8,4%) e Alvaro Dias (6,1%).
Lula no páreo
Quando o ex-presidente Lula é incluído como candidato, a situação muda. No cenário com Lula, o petista lidera a pesquisa com 27,6% das intenções de voto, mesmo estando preso. Jair Bolsonaro é o segundo colocado, com 19,5%.
VEJA O CENÁRIO SEM O EX-PRESIDENTE (COM HADDAD):
Bolsonaro: 20,5%
“Nenhum” candidato: 17,5%
Marina Silva: 12,0%
Joaquim Barbosa: 11,0%
Ciro Gomes: 9,7%
Geraldo Alckmin: 8,1%
Alvaro Dias: 5,9%
“Não sabe”: 4,7%
Fernando Haddad: 2,7%
Manuela D’Ávila: 2,1%
Michel Temer: 1,7%
Flávio Rocha: 1,0%
*Guilherme Boulos, Henrique Meirelles, João Amoêdo e Rodrigo Maia também foram citados, mas não atingiram 1%.
Foi realizada pesquisa ainda em um terceiro cenário, desconsiderando Lula e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad.
Bolsonaro: 20,7%
"Nenhum" candidato: 17,3%
Marina Silva: 13,3%
Joaquim Barbosa: 11,2%
Ciro Gomes: 10,1%
Geraldo Alckmin: 8,4%
Alvaro Dias: 6,1%
Manuela D’Ávila: 2,1%
Michel Temer: 1,7%
Flávio Rocha: 1,00%
*Guilherme Boulos, Henrique Meirelles, João Amoêdo e Rodrigo Maia foram citados, mas não atingiram 1%.
A pesquisa de opinião pública foi feita com 2.002 eleitores, e foi estratificada segundo sexo, faixa etária, escolaridade, nível econômico e posição geográfica, em 26 estados e Distrito Federal e em 154 municípios brasileiros entre os dias 27 de abril a 2 de maio. A amostra atinge grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,0% para os resultados gerais. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o n.º BR- 02853/2018 para o cargo de Presidente.
Candidatos apoiados por Lula e possível candidatura
A pesquisa também consultou a disposição dos eleitores em votar em algum candidato ou candidata apoiada pelo ex-presidente petista. Entre os entrevistados, 61,2% não votariam em candidato apoiado por ele. Votariam, 23,4%; dependendo do candidato, 14,1%; e não sabem ou não opinaram, 1,3%.
Já entre os eleitores de Lula, 62,0% votariam no candidato apoiado por ele; 20,3%, dependendo do candidato; e 16,8% não votariam. Não sabem ou não opinaram, 0,9%.
Questionados sobre qual candidato o ex-presidente iria apoiar, caso não concorra ao cargo de presidente, a maioria (30,4%) respondeu que não sabe. Maria Silva foi apontada por 15%, seguida por Ciro Gomes, com 11,8%, e Fernando Haddad, com 11,5%. Entre os eleitores de Lula, “não sabe” também foi maioria, com 31,8%, a frente do nome de Marina Silva (19,2%), Ciro Gomes (15,6%), e Fernando Haddad (10,8%).
Outra questão foi a percepção dos eleitores sobre um possível registro do ex-presidente como candidato. Para 63,2%, Lula não deve conseguir o registro. Para 32,7%, o petista pode, sim, registrar candidatura. Não sabem ou não opinaram, 4,1%.
Entre os eleitores de Lula, o percentual do não cai para 62,0%, e do sim sobe para 33,5%. Não sabem ou não opinaram, 4,5%.
Percepção quanto a possibilidade de registro da candidatura do ex-Presidente Lula
Potencial Eleitoral dos principais candidatos à Presidência
A pesquisa também quis saber qual o potencial eleitoral dos principais candidatos, desconsiderando Lula. Fernando Haddad lidera as rejeições (66,1%), seguido por Geraldo Alckmin (61,3%), Ciro Gomes (55,0%), Marina Silva (51,5%), Jair Bolsonaro (49,6%) e Joaquim Barbosa (45,5%). As rejeições indicam que o eleitor não votaria no candidato citado de jeito nenhum para Presidente do Brasil. Já no ranking de aprovação, com certeza votaria para Presidente em: Bolsonaro (13,6%), seguido por Marina Silva (6,7%), Joaquim Barbosa (6,5%), Ciro Gomes (3,7%), Geraldo Alckmin (3,5%) e Fernando Haddad (0,9%).
Avaliação da Administração Federal
A pesquisa levantou ainda a avaliação da Administração Federal. Segundo os dados, 81,2% desaprovam o governo de Michel Temer (MDB). Entre eles, a maioria são do sexo feminino, entre 16 a 59 anos, com ensino médio, pessoa economicamente ativa, e, majoritariamente, do Nordeste.
Henrique Meirelles, Rodrigo Maia e Flávio Rocha têm apenas 1% das intenções de voto
Os evangélicos representam quase 40 milhões de
eleitores, logo, se torna um público importante para qualquer candidato à
Presidência do país. Por isso, três pré-candidatos tentam conquistar esse
eleitorado com suas propostas liberais que muito atraem as lideranças
evangélicas
O ex-ministro Henrique Meirelles (MDB) vem se aproximando dos evangélicos desde o ano passado, participando de vários eventos com líderes religiosos, sendo o último evento aconteceu no começo de abril na igreja Assembleia de Deus.
"Eles (os fiéis evangélicos) têm demonstrado grande aceitação em torno das políticas de austeridade fiscal, de equilíbrio das contas públicas", disse Meirelles que já foi apresentado pelo bispo Robson Rodovalho como o autor do "milagre" da economia brasileira dos últimos dois anos.
Quem também espera conquistar os evangélicos é presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), que está procurando diretamente os políticos evangélicos de seu estado, Rio de Janeiro, tentando conseguir apoio.
O empresário Flávio Rocha (PRB), já conta com o apoio da Igreja Universal do Reino de Deus e também da denominação que ele frequenta, a Igreja Sara Nossa Terra, liderada pelo bispo Robson Rodovalho. Ele tenta agora se aproximar de outras denominações para aumentar suas chances de ir para o segundo turno.
Todos os três pré-candidatos possuem 1% das intenções de voto, conquistar o público evangélico poderá aumentar esses números e colocá-los mais próximos do Palácio do Planalto.
Após publicação da pesquisa do Datafolha, a pré-candidata à Presidência da República, durante entrevista ao programa "Agora é com Datena", na TV Bandeirantes, neste domingo (22), disse que o ex-capitão do exército não tem a "grandeza" necessária para ocupar o cargo.
Insistindo que um candidato deveria ser também um "educador", ao falar sobre Bolsonaro disparou: "Uma pessoa que não tem uma atitude de respeito para com as mulheres, índios e negros. E até com cidadãos que votam em outros candidatos".
ASSITA AQUI:
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Mal foi lançado o resultado da Pesquisa “Datafolha” na madrugada deste domingo dia 15, começou uma enchorada de críticas.
Isso porque pasmem vocês, mesmo com a prisão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), trouxe o petista como líder absoluto na corrida eleitoral para presidente do Brasil.
A pesquisa aponta que Lula tem 31% das intenções de voto, Jair Bolsonaro (PSL) aparece em segundo, com 15%, seguido de Marina Silva (Rede), com 10%. Contudo, nos cenários sem o ex-presidente Lula, os dois ficam tecnicamente empatados na primeira posição.
O Datafolha fez 4.194 entrevistas, entre os dias 11 e 13 deste mês, em 227 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Um dos críticos da última pesquisa foi o líder evangélico Silas Malafaia, que disse em sua conta do Twitter:
"LULA condenado e preso, impedido pela lei de concorrer à presidência, sai em pesquisa do datafolha. Como ele pode estar em 1º lugar, só anda cercado de militontos da CUT, vaiado aonde vai, diferente de Bolsonaro q é aclamado por onde passa. PESQUISA VERGONHOSA!"
"A PESQUISA DATAFOLHA É UMA AFRONTA AO POVO BRASILEIRO. Como um condenado e preso pela justiça pode entrar em uma pesquisa para presidente? Uma verdadeira vergonha! Um corrupto, chefe de quadrilha, tinha que ser ignorado. JORNALISMO A SERVIÇO DA BANDIDAGEM!"
O instituto de pesquisas Datafolha tem credibilidade zero, como ficou evidenciado na metodologia empregada em sua penúltima pesquisa meses atrás. Nela o instituto faz uma ilação sob a forma de pergunta ao consultado a respeito de Jair Bolsonaro, fazendo referência a uma suposta denúncia que não existe mas que foi plantada na imprensa pelo própria Folha de São Paulo, com o objetivo claro de induzir a resposta do consultado sobre sua preferência eleitoral.
A Pesquisa do Instituto Datafolha divulgada aponta que 46% dos entrevistados veem como injusta a prisão do ex-presidente Lula. e que ele irá disputar as eleições presidenciais de 2018.A despeito dessa tentativa clara de manipulação, por meio de uma pergunta que induz a resposta do consultado, a pesquisa não conseguiu ocultar dois fatos inequívocos que nós já havíamos antecipado no Crítica Nacional no artigo intitulado Cenário Eleitoral Pós-Julgamento de Lula.
O ex-presidente está preso na sede da PF em Curitiba desde 7 de abril. Lula foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro em junho do ano passado, em primeira instância, no caso triplex. Em janeiro, a condenação foi confirmada em segunda instância, com pena ampliada para 12 anos e 1 mês de reclusão.
Na última sexta (13), a defesa de Lula recorreu de uma decisão do ministro Edson Fachin, que negou um habeas corpus para evitar a prisão do ex-presidente. No recurso, os advogados pedem ao STF a soltura imediata de Lula.
A pesquisa DATAFOLHA cai em um descrédito sem limites, com infeliz ideia, de tentar emplacar Lula.
EXEMPLO AMERICANO MOSTRA A PILANTRAGEM NESTAS PESQUISAS
A diferença entre o que as pesquisas eleitorais para a presidência nos EUA mostravam e o que as urnas revelaram deixou muitos americanos e boa parte do resto do mundo em choque. Durante praticamente toda a campanha, as pesquisas mostravam liderança da candidata derrotada. Ao mesmo tempo, a maioria dos modelos de previsão mais respeitados apontavam para uma probabilidade relativamente pequena de vitória de Donald Trump – e deu no que deu. As pesquisas simplesmente erraram por lá. E por aqui, quanto erram nossas pesquisas eleitorais?
No Brasil, não é incomum encontrarmos também grandes diferenças entre as pesquisas eleitorais e os resultados finais dos pleitos. Por exemplo, na última eleição para prefeito de São Paulo, o Ibope divulgou na véspera das eleições que o então líder das intenções de votos, João Dória, tinha 35% dos votos válidos. Um dia depois dessa divulgação, Dória foi eleito com 53,1%.