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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Marina Silva acusa Bolsonaro de “instrumentalizar a fé” - ASSISTA AQUI

Ex-ministra de Lula diz que presidente Jair Bolsonaro também faz "apologia da ditadura".


A ex-ministra do Meio Ambiente do governo do Partido dos Trabalhadores (PT) e ex-candidata à Presidência da República, Marina Silva, acusou o presidente Jair Bolsonaro de fazer "instrumentalização da fé".

ASSISTA AQUI

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Ciro Gomes e Marina Silva se reúnem em Brasília e falam sôbre oposição democrática


Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (REDE) se reuniram, nesta quarta-feira (7), na sede do partido da ambientalista. Opositores declarados do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), os políticos traçaram estratégias para o que eles chamam de uma oposição democrática.
Hoje recebi a visita do Ciro Gomes em Brasília. Trocamos ideias sobre o desafio de uma oposição democrática, que seja comprometida com o desenvolvimento sustentável, a defesa das instituições e do interesse nacional – escreveu Marina no Twitter.
Marina ainda informou que o senador Randolfe Rodrigues tem buscado apoio no Congresso em lideranças de partidos que compartilham desses mesmos princípios.
Já Ciro Gomes, que replicou foto do encontro em suas redes sociais, disse que a pauta da reunião foi o futuro do Brasil, principalmente em relação à defesa da institucionalidade democrática, dos interesses nacionais e da pauta das populações mais vulneráveis.
Fonte: Pleno News

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Marina Silva: “Jamais aceitaria ser ministra do Bolsonaro”

Ex-candidata à Presidência, Marina Silva classificou o novo governo como sinal de retrocesso

Derrotada ainda no primeiro turno das eleições presidenciais, a ex-candidata Marina Silva mostrou-se contrária a Jair Bolsonaro na segunda fase do processo eleitoral. Em entrevista ao jornal O Tempo, nesta segunda-feira (5), a líder da Rede Sustentabilidade criticou o atual presidente.
O governo Bolsonaro sinaliza muitos retrocessos. Na minha área por exemplo, meio ambiente, é um retrocesso enorme. Eu jamais aceitaria ser ministra do Bolsonaro. Eu disse no segundo turno que seria oposição a quem quer que fosse o eleito. Aliás, esse governo vai precisar de oposição, a melhor forma de ajudá-lo é fazendo uma oposição democrática, mostrando os equívocos e os erros – declarou Marina.
Questionada sobre uma possível tentativa de voltar ao cenário político nas eleições de 2020, Marina limitou-se a dizer que o momento agora é de “pensar no Brasil”.
É momento de pensar no Brasil, de se colocar junto à sociedade para defender a proteção da Amazônia, do Pantanal, das comunidades indígenas, da democracia e da liberdade de expressão.
Fonte: Pleno News

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Marina Silva declara apoio crítico a Fernando Haddad



Candidata da Rede à Presidência da República no primeiro turno, a ex-ministra Marina Silva informou nesta segunda-feira (22) que dará "voto crítico" ao candidato do PT, Fernando Haddad. Após o primeiro turno, a Rede Sustentabilidade já havia recomendado aos filiados que não votassem em Jair Bolsonaro (PSL).

Ao embasar seu apoio, Marina afirmou que votará em Haddad porque este "não prega a extinção dos direitos", nem a repressão aos movimentos. "A política democrática deve estar fortemente aliançada no respeito à Constituição e às instituições, exercida em um ambiente de cultura de paz e não violência", disse.
"Outro motivo importante para a definição e declaração de meu voto é a minha consciência cristã, valor central em minha vida. Muitos parecem esquecer, mas Jesus foi severo em palavras e duro em atitudes com os que têm dificuldade de entender o mandamento máximo do amor.", completou.

Críticas

Em texto divulgado pelas redes sociais, Marina ressaltou que a frente democrática e progressista defendida por Fernando Haddad não se mostrou capaz de inspirar uma aliança ou mesmo uma composição política. A ex-ministra destacou que alianças só são viáveis "em um ambiente de confiança em que, diante de inaceitáveis e inegáveis erros, a crítica é livre e a autocrítica é sincera."
"Mantém o jogo do faz de conta do desespero eleitoral, segue firme no universo do marketing, sem que o candidato inspire-se na gravidade do momento para virar a própria mesa, fazer uma autocrítica corajosa e tentar ser o eixo de uma alternativa democrática verdadeira", argumentou.
Por outro lado, Marina Silva criticou o projeto defendido por Jair Bolsonaro, que, segundo ela, "atenta contra o interesse da sociedade e o futuro do país", além de promover "a incitação sistemática ao ódio, à violência, à discriminação".
"[Há] risco imediato para três princípios fundamentais da minha prática política: primeiro, promete desmontar a estrutura de proteção ambiental conquistada ao longo de décadas, por gerações de ambientalistas, fazendo uso de argumentos grotescos, tecnicamente insustentáveis e desinformados. Chega ao absurdo de anunciar a incorporação do Ministério do Meio Ambiente ao Ministério da Agricultura", afirmou. "É melhor prevenir. Crimes de lesa-humanidade não têm como se possa reparar", completou.

Oposição democrática

Apesar de criticar os dois candidatos e assegurar que se manterá em "oposição, independentemente de quem seja o próximo presidente do Brasil", Marina disse que seu posicionamento é "simbólico", já que obteve votação inexpressiva no primeiro turno da eleição presidencial.
"Cada um de nós tem, em sua consciência, os valores que definem seu voto. Sei que, com apenas 1% de votação no primeiro turno, a importância de minha manifestação, numa lógica eleitoral restrita, é puramente simbólica. Mas é meu dever ético e político fazê-la", afirmou.
"Darei um voto crítico e farei oposição democrática a uma pessoa que, 'pelo menos', e ainda bem, não prega a extinção dos direitos dos índios, a discriminação das minorias, a repressão aos movimentos, o aviltamento ainda maior das mulheres, negros e pobres, o fim da base legal e das estruturas da proteção ambiental, que é o professor Fernando Haddad", concluiu.

Haddad

Após a divulgação do apoio deMarina, o presidenciável Fernando Haddad usou o Twitter para agradecer à ex-adversária.
"O voto de Marina Silva me honra por tudo que ela representa e pelas causas que defende. Nossa convivência como ministros foi extremamente produtiva e até hoje compartilhamos amizades de brasileiros devotados à causa pública. Esse reencontro democrático me enche de orgulho", afirmou Haddad.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Marina entra com ação contra Bolsonaro por invasão de página


A candidata à Presidência pela Rede nas eleições 2018, Marina Silva, pediu investigação e "punição rigorosa" em ação contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) acerca de "vantagens eleitorais" obtidas por ele com a invasão da página "Mulheres Unidas contra Bolsonaro". Em visita a Porto Alegre neste sábado, 22, Marina afirmou que "numa democracia não se pode tolerar qualquer forma de autoritarismo invadindo e coibindo a liberdade de expressão das mulheres".
Marina e a coligação Rede-PV entraram neste sábado com ação de investigação judicial eleitoral contra Bolsonaro, seu vice, Hamilton Mourão (PRTB), e a coligação PSL-PRTB para apurar vantagens e "denúncia de abuso dos meios de comunicação e do poder político no ataque cibernético contra as participantes do grupo 'Mulheres Unidas contra Bolsonaro'", segundo nota da sigla. "Entramos com uma ação para que seja feita uma investigação e aqueles que participaram desse ato criminoso e autoritário possam ser rigorosamente punidos", disse Marina Silva. Nessa semana, o PSOL já havia entrado com ação para que se investigasse a ligação do candidato do PSL com a invasão da página.
Na nota, a Rede informa que também pediu investigação contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL) em razão de manifestações nas redes sociais que ele fez e que, na interpretação da sigla, "deixaram claro a intenção de obter vantagem eleitoral em favor de seu pai".

Na ação, a coligação de Marina afirma que "Bolsonaro se beneficiou da invasão cibernética, uma vez que foram excluídas as mensagens que lhe teciam críticas, alterando-as para outras que eram elogiosas".
A candidata também comentou a decisão da Rede de expulsar do partido o candidato da sigla ao governo de Pernambuco, Julio Lossio, por seu apoio a Bolsonaro. Ela chamou a decisão da Rede de "coerente" e disse que ela e o partido não fazem escolhas "puramente eleitorais". "Não é porque estamos numa eleição que nós vamos fugir dos nossos princípios. Somos um partido coerente e programático", afirmou Marina.
Na capital gaúcha, Marina Silva visitou o comércio do bairro Jardim Leopoldina, na Zona Norte da cidade. Ela tirou fotos com apoiadores, conversou com alguns comerciantes e caminhou pela região. Depois, a candidata foi à região central da cidade e andou pela Orla Moacyr Scliar, ponto turístico de Porto Alegre. Lá, ela cumprimentou eleitores, tirou fotos e, seu vice, Eduardo Jorge (PV), andou de bicicleta. Marina estava acompanhada de Eduardo Jorge e de candidatos a deputado federal e estadual da Rede e do PV no Rio Grande do Sul.

Fonte: Zero Hora

sábado, 8 de setembro de 2018

Marina Silva e Flávio Bolsonaro pediram orações: “Deus agiu e desviou a faca”


A candidata Marina Silva (Rede) teria telefonado para a esposa de Jair Bolsonaro (PSL) na noite da última quinta-feira, 06 de setembro, a fim de prestar solidariedade pelo atentado sofrido em Juiz de Fora (MG).
Segundo o jornalista Ancelmo Góis, de O Globo, a esposa do candidato, Michele, teria sido contactada por Marina para desejar pronta recuperação e compartilhar sua oração pelo deputado federal.
"Há cinco minutos, a esposa de Jair Bolsonaro, Michele, a caminho de Juiz de Fora (MG), recebeu um telefonema de Marina Silva. A candidata, emocionada, disse que estava, naquele momento, orando pelo candidato", escreveu Góis.
O filho de Jair, Flávio Bolsonaro, concedeu uma breve entrevista por telefone à GloboNews e disse que o desvio da facada feito por um dos apoiadores foi essencial para que seu pai sobrevivesse. O deputado estadual e candidato ao Senado pelo Rio de Janeiro é evangélico, ligado á Igreja Batista, e afirmou que considerava a situação uma intervenção divina.
"Depois do susto que a gente toma ao receber a notícia que tentaram matar o seu pai por razões políticas… é inacreditável que a gente ainda esteja passando por isso hoje em dia […] a gente vê que a pessoa foi para matar o meu pai", introduziu o candidato ao Senado.
"Deus agiu naquele momento. Tinha uma pessoa perto que percebeu que iam tentar dar uma facada na altura do coração, quase, e desviou. Deu um encostãozinho no braço dessa pessoa que fez o atentado, e aí [a faca] não entrou como ele gostaria", afirmou Flávio Bolsonaro. "Então, para gente, mais uma vez é a mão de Deus agindo, atuando", acrescentou.
Já neste sábado, o outro filho de Jair Bolsonaro, Eduardo, deputado federal pelo PSL-SP, fez uma transmissão ao vivo para informar que seu pai estava sendo transferido de avião para São Paulo e seria internado no Hospital Israelita Albert Einstein, onde continuaria o tratamento.
No vídeo, Eduardo Bolsonaro diz que os médicos avaliaram que o risco de morte foi realmente reduzido com o desvio feito pela pessoa que protegeu o candidato à presidência, pois uma mudança de "1 milímetro" poderia ter dilacerado a "veia mesentérica", levando-o a óbito.
O filho do candidato também destacou que seu pai relatou ter pensado que morreria, e que no trajeto até o hospital, "falou com Deus":

Fonte: Gospel+
Assista aqui:

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Marina brinca que só não “joga praga” em Bolsonaro porque “fé não permite”

Marina Silva, presidenciável pela Rede) disse em tom de brincadeira que só "não joga praga" em Bolsonaro porque a fé não permite.
A frase foi dita durante resposta ao ser questionada sobre como o eleitorado a enxerga nessas eleições.
"Eu vou começar com uma brincadeira: eu só não vou desejar a ele (Bolsonaro) que aconteça o que aconteceu comigo, porque a minha fé não me permite jogar praga", disse ao se referir à campanha de 2014.
Segundo Marina Silva, aquela foi uma campanha atípica. Ela identificou uma articulação dos grandes partidos para não permitir que ela registrasse a Rede, que é o seu partido no Tribunal Superior Eleitoral, em tempo de concorrer às eleições para presidente.
Na eleição atual "Não sou uma coqueluche, mas, com certeza, sou uma das alternativas. Talvez a mais forte para unir o Brasil", declarou.
Com informações UOL

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Marina busca apoio de pastores, sem defender bandeiras evangélicas

Caio Fábio aposta que apoio à pré-candidata da Marina Silva  “vai crescer avassaladoramente”

Ao contrário do que muitas vezes é colocado pela mídia, o eleitorado evangélico é fragmentado e um pastor ou denominação não fala por todos desse segmento. A pré-candidata a presidente da República, Marina Silva (REDE), reuniu-se na noite desta sexta-feira (13), com líderes de igrejas que não veem representatividade na bancada evangélica do Congresso.
Segundo o jornal O Estado de São Paulo, o encontro seria para tentar gerar um contraponto a Jair Bolsonaro (PSL), que tem a simpatia de parte dos evangélicos. A ex-senadora pelo PT falou durante o debate sobre a reforma política, encabeçado pelo movimento "Reforma Brasil".

    Entre os pastores estavam representantes presbiterianos, batistas e luteranos que já apoiaram Marina em eleições anteriores.
    "Tenho a felicidade de ter o voto de evangélico, voto de católico, voto de espírita, voto de quem crê e voto de quem não crê. Porque eu me dirijo aos cidadãos brasileiros e respeitando a fé de cada um e, sobretudo, não negando também minha identidade", afirmou a pré-candidata.
    Marina foi aplaudida quando se posicionou contrária a proposta de armar os cidadãos. Ela declarou ainda que concorda com o manifesto do movimento, que pede o fim do foro privilegiado, e sugeriu um plebiscito para consultar a população sobre o tema.
    Também se posicionou favorável ao voto distrital misto e disse que defende mandatos de 5 anos para presidente da República sem reeleição. Ao responder perguntas de líderes na plateia, disse ser contra convocar uma nova assembleia constituinte.
    "Marina é trégua"
    O reverendo Valdinei Ferreira, da Primeira Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo, um dos responsáveis pelo "Reforma Brasil" é amigo da pré-candidata. Ele diz ver nela e no empresário João Amoêdo (Novo) as alternativas para a renovação política na próxima eleição.
    Seu grupo também critica os políticos que usam títulos religiosos como "pastor" e "missionário" para fazerem suas campanhas para chegarem em Brasília. No seu entendimento, seria necessário apresentar à sociedade outras propostas defendidas no meio cristão, que não estão limitadas a temas morais.
    O pastor Ed René Kivitz, líder da Igreja Batista de Água Branca, que é conselheiro de Marina, estava no evento. Ele diz que ela é a melhor alternativa contra a polarização entre Jair Bolsonaro (PSL) e os outros candidatos da esquerda.
    "Ela é uma trégua para um país divido", sentenciou.
    Já Caio Fábio d’Araújo Filho, da igreja Caminho da Graça, em Brasília, declarou ao Estadão acreditar que Marina vai crescer no meio dos evangélico com o voto do que chama de "cristão silencioso", que não falam sobre isso nas redes sociais.
    "Os que apoiam o Bolsonaro apoiam por razões simplistas, são pessoas profundamente homofóbicas", disparou o pastor. "O pessoal que entende, pensa e escolhe sem fanatismo, são pessoas modestas e tranquilas, uma multidão enorme que vai crescer avassaladoramente nos próximos dois meses", aposta.
    Fonte: Gospel Prime

    sexta-feira, 6 de julho de 2018

    Marina Silva diz em entrevista que sofre preconceito por ser evangélica

    Pré-candidata à Presidência da República, Marina Silva defensora do Estado laico, confessa que, caso eleita não pautará suas decisões pela sua fé.

    Durante entrevista ao portal Metrópoles nesta quinta-feira (5), a pré-candidata pela Rede, Marina Silva, afirmou que sofre preconceitos por causa da sua fé.
    "Ao longo da minha vida, tive que enfrentar muitas dificuldades, mas nunca percebi, desde que eu comecei a ocupar os espaços públicos, atitudes de preconceito contra a minha pessoa. Diria que, depois que me converti à fé cristã evangélica, é que esse preconceito às vezes é mais visível. Há uma tendência das pessoas fazerem generalizações", lamenta.
      A líder da Rede deixou claro, no entanto, que o fato de ser evangélica não pautará suas decisões, pois "estamos num Estado laico", o que ela considera "uma bênção".
      "A fé cristã evangélica deu uma grande contribuição ao mundo a partir da Reforma, ao estabelecer o conceito de Estado laico… Portanto, se tem algum evangélico que deseja em transformar o Brasil em Estado teocrático não conhece a história".
      Falando sobre as "pautas LGBT", disse que "todas as pessoas são cidadãos portadores de direitos iguais. Ninguém vai impor a religião pela lei". Ela não deseja "enfrentar" a bancada evangélica, mas prega que os deputados deveriam legislar "para todos os cidadãos".
      Missionária da Assembleia de Deus, Marina mantém que os governantes não precisam abrir mão de suas convicções religiosas: "Quem vai governar, vai governar para todos. Agora, as pessoas têm o direito de expressar suas opiniões, sem preconceito e violência. Mas ninguém pode impor a quem crê ter que abrir mão das suas convicções".
      Durante a entrevista, a ex-senadora do PT pelo Acre disse estar preparada para governar o país e falou sobre a necessidade de "refundar a República".
      Ressaltou que poderá herdar votos dos eleitores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "O voto não pertence a mim, ao Lula ou ao Bolsonaro. Até o dia 7 de outubro, o voto é do cidadão… Vou lutar para convencer os cidadãos brasileiros que um novo alinhamento político precisa acontecer."
      Ao falar dos ataques sofridos na campanha de 2014, quando foi alvo de ataques frontais da ex-companheira Dilma Rousseff, Marina lembrou que foi vítima "de mentira, da violência e do abuso do poder econômico". Reclamou ainda que a presidente deposta inaugurou no país o uso de "notícias falsas" para prejudicar sua imagem. Mesmo assim, não guarda mágoas.
      Parafraseando o texto de 1 Coríntios 6, explica que escolheu viver segundo o lema "é preferível sofrer uma injustiça a praticar uma injustiça".
      "Não guardo mágoas. Confesso que fiquei surpreendida quando soube que todas as baterias do PT estavam voltadas para me aniquilar… Jamais revidaria na mesma moeda, porque você pode se transformar naquilo que combate", concluiu, assegurando que a eleição de Dilma em 2014 foi uma "fraude".
      Fonte: Gospel Prime
      Assista aqui

      domingo, 1 de julho de 2018

      Pr. Silas Malafaia grava vídeo e alerta cristãos a não votarem em Marina Silva


      Pastor Silas Malafaia grava vídeo detonando Marina silva e alerta cristãos

      O pastor Silas Malafaia, gravou um vídeo no seu canal do youtube no último dia 25 deste mês, detonando a candidata a presidente do Brasil Marina Silva.
      A posição de Marina Silva em relação ao casamento gay e sobre o aborto vem causando grande polêmica entre o povo evangélico, pois a ex-senadora defende que a terminologia “casamento” só deve ser usada para homem e mulher. Mas diz que o Estado laico deve garantir as liberdades individuais e permitir a “união civil” entre homossexuais.
      Já o candidato Bolsonaro argumenta que a própria Constituição prevê que a união familiar só pode ser formada por homem e mulher.
      Marina já revelou que não é contra o casamento gay, e também é a favor do aborto, e Silas não concordou com esta posição e detonou ela em um vídeo postado no seu canal do youtube.
      O pastor Silas Malafaia diz:

      "Você já viu Muçulmano negar suas crenças e valores, você já viu um marxista negar suas ofensas e valores, não… Agora vem marina com essa falácia de plebiscito para povo deste decidir sobre aborto e liberação das drogas, gente pior do que um ímpio é um cristão dissimulado”.

      Fonte: Gospel Geral

      ASSISTA AQUI
      Para uma boa audição desligue o áudio do Stúdio Rhema no canto superior esquerdo do blog.


      quinta-feira, 24 de maio de 2018

      Marina fala sobre Lula e Bolsonaro: Um não sobrevive sem o outro

      Marina afirmou que ainda está pensando se irá se candidatar à presidência em 2018 e vê cenário mais difícil do que em 2014 e 2010

      A ex-ministra e ex-senadora Marina Silva (Rede) criticou nesta segunda-feira o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que já declararam publicamente a intenção de concorrer à presidência da República em 2018 e que aparecem na frente nas últimas pesquisas de opinião de voto. Nos mesmos levantamentos, Marina figura em terceiro lugar na disputa.
      Um se tornou o cabo eleitoral do outro. Um não sobrevive sem o outro. Eu apoio a quebra da polarização, e Lula e Bolsonaro são os dois extremos, de esquerda e direita”, disse Marina Silva no evento Amarelas ao Vivo, promovido pela VEJA, ao ser perguntada pelo editor especial de VEJA Daniel Bergamasco sobre quem apoiaria em um eventual segundo turno entre o ex-presidente e o parlamentar.
      Apesar da posição nas pesquisas de intenção de voto, Marina ainda não decidiu se será candidata no próximo ano. Ela disputou – e perdeu – as duas últimas eleições, de 2010 e 2014, e vê um cenário mais difícil em 2018, já que a nova legislação eleitoral restringe o tempo de TV para partidos nanicos, como é o caso da Rede. Marina calcula que só terá 12 segundos de propaganda televisiva, enquanto nos pleitos passados contou com cerca de 2 e 1 minuto, respectivamente.
      Estou fechando o meu círculo de reflexão e em breve estarei colocando qual será a forma da minha participação nas eleições de 2018”, disse Marina, acrescentando que tomará uma decisão definitiva até o carnaval. A ex-senadora vem sofrendo críticas, inclusive de aliados, de que está demorando muito para anunciar a candidatura.
      Durante a entrevista, a ex-ministra se esforçou para, assim como na campanha de 2014, mostrar-se como uma via alternativa à polarização entre direita e esquerda, afirmando que os três maiores partidos do país atuam em conjunto para frear a Operação Lava Jato.
      O PT, o PSDB e o PMDB estão todos juntos no combate à Lava Jato”, disse Marina, dando como exemplo o empenho de políticos dos três partidos em aprovar a anistia ao caixa dois, o fundo bilionário para financiar campanhas e as alterações na lei de abuso de autoridade.
      A ex-ministra do Meio Ambiente do governo Lula também foi questionada sobre o seu apoio no segundo turno ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), que foi gravado pedindo dinheiro para o empresário Joesley Batista e está enrolado com as investigações do petrolão. Ela demonstrou arrependimento pelo ato e frisou que a eleição de 2014 “não foi feita de maneira republicana”. “Naquela oportunidade, nós não tínhamos as informações em relação ao envolvimento dramático do PT, PSDB e PMDB. Se fosse agora, jamais o teria apoiado”, pontuou.
      Fonte: VEJA

      quinta-feira, 17 de maio de 2018

      Marina Silva recebeu carta de grupo LGBTI, mas não assinou, diz assessoria

      Programa de governo da pré-candidata do Rede será elaborado em conjunto com representantes de toda a sociedade civil

      A assessoria de Marina Silva declarou que a pré-candidata à Presidência de fato recebeu a carta da Aliança Nacional LGBTI, mas negou que a ex-senadora tenha assinado o documento.
      Para a agência Lupa, que investiga as chamadas fake news, a assessoria declarou que a Rede Sustentabilidade "está na fase inicial de elaboração do programa de governo da pré-candidatura de Marina Silva" e que este programa "será composto por diversos seminários temáticos e regionais, uma plataforma na internet e uma série de reuniões com especialistas".
      Por conta disto, a sigla tem recebido inúmeros contribuições, incluindo da Aliança Nacional LGBTI que entregou a carta durante a 73ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) que aconteceu no Rio de Janeiro.
      "De todos os documentos que já recebemos, inclusive esse, não houve nenhuma assinatura", declarou a assessoria de comunicação de Marina Silva negando a informação adiantada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
      Fonte: JM Notícia

      quarta-feira, 9 de maio de 2018

      Evangélica, Marina Silva assina carta assumindo compromisso com grupo LGBT


      A ex-senadora Marina Silva é favorável aos direitos civis aos homossexuais

      Segundo o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, a pré-candidata à Presidência da República pela Rede Sustentabilidade, Marina Silva, assinou uma carta afirmando seu compromisso com a comunidade LGBT em assegurar seus direitos, caso seja eleita.
      Evangélica, Marina recebeu o documento assinado pela Aliança Nacional LGBTI que, entre outras coisas, falava sobre a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo, sobre a adoção de crianças por casais homossexuais, direito à herança e previdência, entre outros direitos civis.
      Essa não é a primeira vez que a ex-senadora mostra simpatia com o movimento gay, nas eleições de 2014 o programa da coligação PSB e Rede falava sobre a defesa dos direitos à comunidade LGBT, destinando um programa próprio para evitar a discriminação e a violência contra o grupo.
      Inclusive, o programa falava em aprovar a união civil de pessoas do mesmo sexo e ainda aprovar o  Projeto de Lei 122/06 (que na época estava em votação no Congresso) para "equiparar a discriminação baseada na orientação sexual e na identidade de gênero àquelas já previstas em lei para quem discrimina em razão de cor, etnia, nacionalidade e religião", como diz o texto trocado em menos de 24 horas após a publicação.
      Com ideias progressistas, a Rede – como os demais partidos de esquerda – não esconde que apoia a causa LGBT e Marina, líder da sigla, já afirmou em entrevistas que não usa sua religião não a impede de respeitar as liberdades individuais.
      "A minha posição é de respeito à liberdade individual das pessoas. Nós vivemos em um estado laico, as pessoas têm o direito de exercitar sua liberdade, independente da condição social, de raça ou de orientação sexual", disse a ex-senadora ao Jornal da Globo durante a campanha eleitoral de 2014.
      Ao jornalista William Waack, Marina declarou que não se pode confundir casamento com união civil e que ela é favorável à união civil de pessoas do mesmo sexo. "Se eu fizer uma manchete dizendo: a candidata Marina Silva é a favor do casamento gay. Eu estou errado?", perguntou o jornalista William Waack. A resposta de Marina foi: "em termos da palavra casamento você está errado, porque o que nós defendemos é a união civil entre pessoas do mesmo sexo".
      Fonte: JM Notícia

      domingo, 22 de abril de 2018

      Em entrevista a Datena, Marina Silva ataca Bolsonaro: é preciso “ter grandeza” para ser presidente


      Após publicação da pesquisa do Datafolha, a pré-candidata à Presidência da República, durante entrevista ao programa "Agora é com Datena", na TV Bandeirantes, neste domingo (22), disse que o ex-capitão do exército não tem a "grandeza" necessária para ocupar o cargo.
      Insistindo que um candidato deveria ser também um "educador", ao falar sobre Bolsonaro disparou: "Uma pessoa que não tem uma atitude de respeito para com as mulheres, índios e negros. E até com cidadãos que votam em outros candidatos".

      ASSITA AQUI:

      Para uma boa audição acione a pausa no ícone do Stúdio Rhema

      quinta-feira, 29 de março de 2018

      Três evangélicos se apresentam pré-candidatos à Presidência da República em 2018

      A confirmação da pré-candidatura do deputado federal Cabo Daciolo (Patriota-RJ) à presidência da República representa um cenário inédito na história da democracia brasileira: três dos postulantes ao Palácio do Planalto são evangélicos.
      Daciolo, que já havia prometido se candidatar à presidência, se junta na disputa à ex-senadora Marina Silva (Rede), terceira colocada nas duas últimas eleições; e o empresário Flávio Rocha, que acertou sua filiação ao PRB, legenda ligada à Igreja Universal do Reino de Deus.
      O anúncio da pré-candidatura de Daciolo foi feito pelo presidente nacional do partido Patriota, Adilson Barroso, na última quarta-feira, 28 de março, com a presença de lideranças políticas e pastores no Plenário 7 da Câmara dos Deputados.
      Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, a estratégia de Daciolo para se tornar um candidato com boa colocação nas pesquisas envolve a presença nos debates da TV: "Mobilizo mais pessoas que Jair Bolsonaro", afirmou Daciolo.
      O deputado se tornou conhecido de parte dos evangélicos e do público da esquerda ao chegar à Câmara dos Deputados pelo PSOL, sendo eleito através do quociente eleitoral. Durante o mandato, propôs uma emenda que alteraria o texto da Constituição Federal que define que "todo poder emana do povo", para "todo poder emana de Deus".
      A iniciativa gerou enorme desconforto no PSOL – legenda conhecida por defender os conceitos marxistas, incluindo a oposição à religião – e ele terminou saindo do partido, migrando para o PTdoB, que posteriormente se tornaria Avante. Agora, no Patriota, o deputado acredita que pode chegar ao segundo turno e vencer as eleições.
      "Quando o povo entender que a solução está em Jesus Cristo. Deus vai levantar lideranças em todo o território nacional", disse Daciolo. "Quando você ora e pede algo ao Senhor, as portas se abrem. Existe um caminho da vitória da nação: quando o povo clama a Deus", acrescentou.
      "A pátria brasileira não está quebrada, não está quebrada, mas está sem patriotismo e sem nacionalismo. Temos um cenário de escravidão", disse, dando o tom de seu discurso ao longo da campanha, que incluirá também ataques aos "inimigos" do país, como a TV Globo, banqueiros e políticos corruptos.
      Fonte: Gospel+

      terça-feira, 14 de junho de 2016

      Delator diz que campanha de Marina Silva teve caixa dois


      O ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, está negociando sua delação premiada e já declarou aos procuradores que irá falar sobre um suposto caixa dois que, segundo ele, teria fornecido dinheiro para a campanha de Marina Silva à Presidência em 2010.
      Pinheiro afirma que o pedido de caixa dois partia de representantes da ex-senadora, dando nome de Guilherme Leal, um dos donos da Natura.
      Ao tomar conhecimento dessa declaração, noticiada na coluna de Lauro Jardim para o jornal “O Globo”, Marina Silva tratou de se defender e deixar claro que jamais utilizou caixa dois em suas campanhas.
      A ex-senadora, que em 2010 tentou a Presidência pelo PV, afirmou em nota que nunca usou um valor que não tenha sido declarado para a Justiça Eleitoral. “Posso alegar que nunca usei um real sequer em minhas campanhas que não tivesse sido regularmente declarado”, disse.
      Ainda no texto, Marina escreve que confia em Leal. “Guilherme Leal, que foi candidato a vice em minha chapa à Presidência em 2010, sempre foi fiel ao compromisso ético e à orientação política de que todos os recursos de financiamento da campanha teriam origem e uso inteiramente legais e não acredito que nenhum dirigente do PV possa ter usado meu nome sem ter me dado conhecimento, ainda mais para fins ilícitos”, afirmou.
      Marina também pede para que o público confie no trabalho do Ministério Público e da Polícia Federal diante da grande quantidade de denúncias.
      Fonte: Gospel Prime

      quarta-feira, 6 de abril de 2016

      Marina lança campanha por novas eleições e nega que esteja sendo oportunista


      Em evento da Rede Sustentabilidade, nesta terça-feira (5) em Brasília, a líder do partido, Marina Silva defendeu novas eleições como forma de saída para a crise política e negou que esteja sendo oportunista ao apoiar a ideia.
      Em pesquisa do Datafolha, divulgada no dia 19 de março, ela apareceu à frente em todos os cenários eleitorais para 2018. Ela evitou, porém, falar se é uma pré-candidata em novas eleições.
      "Nem ponho nas minhas redes sociais quando saio à frente ou atrás de pesquisas porque sei que é apenas o momento", disse. "Eu comecei a defender essa tese [de novas eleições] quando eu sequer tinha possibilidade de ser candidata".
      Segundo Marina, quando ela começou a defender a ideia a lei determinava que o candidato precisava de um ano de filiação ao partido antes de se candidatar, e ela não tinha cumprido esse prazo. Posteriormente, o período mudou para seis meses.
      Ela defendeu que a chapa de Dilma Rousseff e do vice Michel Temer, eleita em 2014, seja cassada em processo que tramita no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o que faria com que novas eleições fossem convocadas.
      A acusação é que houve abuso de poder econômico, por causa de suspeitas de financiamento ilegal de campanha durante as eleições de 2014. Para Marina, o caminho pelo TSE seria constitucional e "dentro das regras do jogo". 
      A líder da Rede disse ainda que tanto PT quanto o PMDB, partido de Temer, praticaram os mesmo crimes de corrupção, no caso "petrolão".
      "Não consigo entender como alguém pode acreditar que se retira uma parte do fruto que está contaminado e se faz o suco com a outra parte, que está nas mesmas condições, e isso pode ser a solução", disse.
      No evento, a Rede lançou a campanha "Nem Dilma, Nem Temer. Nova eleição é a solução!", e  contou com a presença de membros do partido, como a ex-senadora, Heloísa Helena, o deputado Miro Teixeira (RJ) e o senador Randolfe Rodrigues (AP).
      Membros de outros partidos também estiveram presentes, como PPL e PPS, incluindo o senador Cristovam Buarque (PPS-DF).
      No evento, a Rede anunciou também que vai se associar formalmente às ações que pedem a impugnação da chapa Dilma/Temer no TSE.

      Dilma: "Não rechaço nem aceito"

      A presidente Dilma Rousseff comentou a possibilidade de novas eleições na manhã desta terça-feira. "Eu acho que essas propostas [novas eleições], como várias outras, são propostas. Não rechaço nem aceito".
      Sem mostrar preocupação com a possibilidade, ela disse que não poderia ser a única a deixar o cargo. "Convence a Câmara e o Senado a abrir mãos de seus mandatos, aí vem conversar comigo", declarou.
      Marina evitou falar sobre a convocação de novas eleições para o legislativo também, e disse que essa possibilidade deve ser avaliada, para saber se é constitucional. Caso contrário, seria uma forma de "oportunismo", segundo ela.
      Fonte: Uol
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