Mostrando postagens com marcador Roberto de Lucena. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Roberto de Lucena. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Líder evangélico, deputado Roberto de Lucena é recebido por Jair Bolsonaro

Lucena, que é pastor da Igreja O Brasil para Cristo, levou uma Bíblia de presente a Bolsonaro

"Estou muito animado. Acredito que todo o esforço que estamos fazendo para termos um Brasil melhor, mais organizado, mais eficiente e que vença a corrupção, será recompensado."
A fala, bastante otimista, é do deputado federal Roberto de Lucena (PODEMOS/SP), ao sair de uma audiência com o presidente da República, Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto, nesta terça-feira (2).
Lucena, que apoia a Reforma da Previdência, teceu algumas considerações quanto à aprovação da medida por parte do Congresso. "Disse ao presidente que a Reforma da Previdência, que apoio, não resolverá sozinha o problema do déficit e do desequilíbrio fiscal. A dívida pública, que precisa de auditoria, abocanha a maior parte do bolo orçamentário, e não foi incluída na PEC do teto de gastos", afirmou.
Vice presidente da Frente Parlamentar Evangélica, ele reforçou, ainda, que a Reforma precisa ser justa. “A Reforma é necessária e urgente, pois precisamos garantir a sustentabilidade do sistema previdenciário no futuro, mas ela precisa ser justa com os trabalhadores, com os idosos e as pessoas mais pobres”, ponderou.
O deputado afirmou que o ideal seria que a Reforma pudesse ser feita numa transição menos agressiva. "Podemos buscar soluções complementares", disse. Recentemente, Lucena sugeriu ao governo um estudo de viabilidade sobre criação de um fundo de investimento lastreado pelo patrimônio imobiliário pertencente ao INSS.
 "São 50 mil imóveis, estimados em cerca de 650 bilhões de reais, em valores não atualizados. Não era possível compreender que fosse feita uma Reforma, que em qualquer tempo seria amarga, sem que fôssemos mais objetivos e efetivos na cobrança dos grandes devedores da Previdência, dentre os quais grandes grupos econômicos, instituições financeiras, por exemplo. O atual Governo e o Congresso corajosamente definiram medidas para corrigir isso, que eu considerava uma distorção", explicou Lucena.
Emprego deve ser agenda do dia
O deputado, que tem atuação forte na defesa dos trabalhadores, mostrou-se também preocupado com os altos índices de desemprego, e sugeriu a Bolsonaro uma agenda prioritária para a questão.
"A recuperação do emprego, a recolocação de 14 milhões de desempregados nominais e mais de 20 milhões de desalentados devem ser a nossa agenda do dia. E nisso os setores da construção civil e de serviços, onde também está a poderosa indústria do turismo, podem muito ajudar", afirmou.
O parlamentar entregou a Bolsonaro uma carta pessoal, na qual fez considerações a respeito dos sete meses de governo, além de sugerir uma série de medidas que considera essenciais para o avanço do País, nas áreas econômica, ambiental, no combate à corrupção e na defesa dos idosos.
Ao sair da reunião, Lucena afirmou estar muito bem impressionado com o entusiasmo de Bolsonaro. "O presidente se mostrou muito firme e entusiasmado, e comentou comigo sobre as conquistas mais recentes, em sua viagem ao Japão, na reunião do G-20, quando ele conseguiu desatar todos os nós para que nós pudéssemos fazer esse entendimento entre o Mercosul e a Comunidade Europeia. Foi, realmente um grande trabalho do presidente e de sua equipe, e isso significa um grande avanço para o País", avaliou. 
Lucena, que é pastor da Igreja O Brasil para Cristo, levou uma Bíblia de presente a Bolsonaro. "Enquanto o presidente estiver conduzindo seu mandato guiado pelo caminho do bem, pelos interesses do povo brasileiro, com o coração humilde, querendo acertar, honrando a família e temendo a Deus, contará com nosso total apoio e com nossas orações", finalizou o deputado.
Fonte: JM Notícia

domingo, 10 de março de 2019

Imóveis vinculados a templos religiosos poderão ter imunidade tributária

O imóvel terá que desempenhar atividade social e religiosa

O deputado federal Roberto de Lucena (PODE), reapresentou no início de fevereiro, na Câmara, o Projeto de Lei (PL 197/19) que dá imunidade tributária a imóveis vinculados a templos religiosos localizados no mesmo terreno. Roberto argumenta que a imunidade tributária dos templos visa garantir a liberdade de crença no país.
"A imunidade tributária assegurada aos templos de qualquer culto está prevista na Constituição Federal, visa garantir a liberdade religiosa, que se trata de um direito fundamental constitucional, nos termos do Art. 5º, VI, da Carta Magna: 'é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado  o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias'.", consta no texto.
A proposta é do ex-deputado Otávio Leite e altera a Lei 3.193/57, que regulamenta a isenção tributária para templos de qualquer culto, partidos políticos, instituições de educação e de assistência social.
O projeto será analisado conclusivamente pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Com informações Câmara via JM Notícia

quarta-feira, 7 de março de 2018

Bíblia é homenageada por parlamentares, em celebração aos 70 anos da SBB


A Sociedade Bíblica do Brasil foi homenageada pelos seus 70 anos na Câmara dos Deputados, em Brasília.


A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) foi homenageada pelos seus 70 anos nesta terça-feira (6), em uma sessão solene na Câmara dos Deputados, em Brasília. A cerimônia foi iniciativa do deputado federal Roberto de Lucena e contou com líderes políticos e religiosos.

Em discurso no plenário, Lucena falou sobre a relevância do trabalho da SBB desde sua fundação. "Os números que envolvem a SBB com a tradução, publicação e distribuição da Bíblia são absolutamente impressionantes. São números que a tornam líder entre as Sociedades Bíblicas de todo o mundo", disse ele, destacando também seu trabalho social realizado junto às populações ribeirinhas do Pará, Amazonas e outras comunidades.

Lucena também se referiu sobre a importância da Bíblia Sagrada para a sociedade. "A Bíblia é o livro mais lido, vendido e traduzido do mundo inteiro. Não é o livro de uma religião, a Bíblia é o livro de Deus. Ela não contém a Palavra de Deus, a Bíblia é a Palavra de Deus", afirmou o parlamentar, que também é pastor na igreja O Brasil Para Cristo.

O deputado ainda destacou a celebração dos 500 anos da Reforma Protestante, em 2017, e fez memória ao evangelista Billy Graham, classificado como um homem que "honrou a Bíblia durante toda a sua vida”. Lucena também aproveitou para fazer um pedido de oração pelo povo da Síria.

Brasil e Israel

O embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, também esteve presente na sessão solene e lembrou que, coincidentemente, 2018 também marca a celebração dos 70 anos do Estado de Israel.

Shelley aproveitou a celebração do Ano da Bíblia, comemorado no Brasil a cada dez anos, para destacar a importância das Escrituras Sagradas. "Por isso, a Bíblia não é só um livro que todos leem. Cada pergunta e cada resposta está escrita na Bíblia. Tudo está escrito", disse ele.

Autor da propositura, Lucena ressaltou a presença do embaixador Yossi como representante da nação judaica. "Israel é o povo através de quem nos foi dada a Bíblia Sagrada. É por isso que tudo o que envolve Israel nos é tão familiar. Israel está em nossa alma e nossos corações. É a segunda pátria de todos os cristãos do Brasil", afirmou.

"Jesus, o centro da nossa pregação, era israelita e judeu — aliás, um extraordinário judeu. Nós amamos Israel, oramos por Israel e abençoamos Israel e a sua capital, Jerusalém, a cidade do grande Deus", acrescentou o parlamentar.

Representando a SBB, o reverendo Erní Seibert, que é secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação da organização, também falou sobre a relevância da Bíblia no mundo. "As Nações Unidas, através da Unesco, declararam a Bíblia como o patrimônio da humanidade. É o livro mais influente na história dos seres humanos. É reconhecidamente um dos principais instrumentos de transformação social", declarou.

Seibert também afirmou que, por meio do trabalho da SBB, é possível dizer que se cumpre uma palavra dita por Jesus, registrada em João 11:5: "Os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são Curados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e os pobres recebem o Evangelho".

Também realizaram pronunciamentos na sessão solene os deputados Rômulo Gouveia (PSD/PB), Arolde de Oliveira (PSC/RJ), Izalci Lucas (PSDB/DF), Hildo Rocha (PMDB/MA), Ronaldo Martins (PRB/CE) e Regina Lacerda, do Conselho do Trabalho do Distrito Federal.

Fonte: Guiame

terça-feira, 22 de agosto de 2017

“O ambiente de poder é capaz de revelar o caráter”, diz Lucena sobre cristãos na política



Em entrevista ao Guiame, Roberto de Lucena comenta o cenário do Brasil e critica pontos da reforma política.


O Brasil tem atravessado um momento difícil desde que escolhas políticas e administrativas equivocadas foram feitas, de acordo com uma análise do pastor e deputado federal Roberto de Lucena.

"Essa crise é profunda, mas é momentânea. O Brasil é maior do que todas as crises e dificuldades", disse ele ao Guiame durante a abertura da 13ª Expo Cristã na última quinta-feira (17), na Zona Norte de São Paulo.

Em um momento onde a reforma política está em questão, Lucena acredita que o Congresso Nacional "não tem condições de propor a reforma política que o Brasil deseja". Isso acontece devido ao surgimento de propostas prejudiciais à população, como o novo modelo eleitoral "distritão".

O distritão é um sistema em que o eleitor vota apenas em candidatos e os mais votados são eleitos, independente do desempenho dos partidos. "Esse modelo acaba com a possibilidade de segmentos diversos da sociedade se fazerem representados", explica.

Outra proposta considerada uma "aberração" por Lucena é o fundo eleitoral, que vincula o valor a ser gasto nas campanhas do ano que vem à receita líquida do governo federal. "Eu não consigo entender como, num momento de crise, o povo é chamado a pagar uma conta que já pagou várias vezes. Isso é uma verdadeira ofensa à sociedade, aos trabalhadores e mais de 13 milhões de desempregados”, avalia o deputado.

Além disso, Lucena criticou a contribuição compulsória dos brasileiros sobre o fundo partidário, onde os cidadãos financiam partidos com os quais não concordam. Diante deste cenário, o deputado propôs nesta semana mudanças nas iniciativas da comissão especial de Reforma Política.

"Primeiro, que os partidos sejam obrigados a serem transparentes e publicarem suas contas na internet. Também lutamos para que as doações aos partidos não sejam feitas de forma oculta, porque isso resultaria num ambiente de ilícitos gravemente cometidos. Não há como fazer uma reforma política sem que ela passe pela reforma dos partidos", disse ele.

Lucena também apresentou uma proposta para acabar com o fundo partidário. "Estou defendendo que seja extinto e que os partidos sejam mantidos pela contribuição voluntária dos seus filiados e militantes de suas ideologias", esclareceu.

Como pastor, Lucena acredita que o ambiente de poder é capaz de revela o caráter e potencializar o que as pessoas carregam. "Jesus disse para sermos sal e luz. Não adianta ser sal dentro de um saleiro, nem ser luz em meio a luz. O desafio para aqueles que pretendem desenvolver um ministério público é entender que estão principalmente diante de Deus — que conhece pensamentos, sentimentos e motivações", ele afirmou.

"Há pessoas hoje que têm testemunhado com sua postura e fé em Deus. Não é difícil apenas na política; vemos pessoas caindo em todos os ambientes, até mesmo nos mais sagrados. Lúcifer caiu no céu e Adão caiu no paraíso. Mas é possível manter-se de cabeça erguida e comprometido com a missão que nos levou até lá", concluiu.

Fonte: Guiame

ASSISTA AQUI


sábado, 1 de abril de 2017

Roberto de Lucena critica STF por tentar legalizar o aborto


Deputado se pronunciou no Plenário da Câmara e criticou o STF por tentar acelerar a decisão do Congresso Nacional sobre a legalização do Aborto

Após a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, dar o prazo de cinco dias para o presidente Michel Temer, o Senado e a Câmara dos Deputados se pronunciarem sobre a legalização do aborto até a décima segunda semana gestação, o deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP) se pronunciou no Plenário e criticou a ação do Supremo, "que está tentando legislar", lembrando que este não é o papel do STF.
O "ultimato" de Rosa Weber foi dado aos poderes citados, em razão dela ser relatora de uma ação apresentada pelo PSOL no começo do mês e que visa justamente a legalização do aborto.
Em seu discurso, Lucena - já conhecido por sua oposição ao aborto - destacou que tal posicionamento exigido pela ministra não foi adotado até o momento porque nunca houve consenso sobre o tema.
"[A ação apresentada pelo PSOL] tendo como relatora a ministra Rosa Weber, que discriminaliza o aborto até a décima segunda semana de gestação, constitui-se no fato de altíssima gravidade. Há muito que este tema não evolui no Congresso Nacional, porque não há consenso aqui", destacou.
Lucena também lembrou que também não há concordância sobre a proposta no âmbito social e criticou o STF por tentar atuar fora de suas competências.
"A sociedade brasileira, em sua grande maioria, é contra o aborto. O que nós temos neste momento, são senhores em número de 11 que não tiveram um voto [popular] e que estão legislando, invadindo a competência do Congresso Nacional, a partir da judicialização de temas como este, colocados para o juízo da Suprema Corte", disse.
Lucena alertou para o avanço que as propostas de legalização do aborto podem ter no Brasil, explicando que além desta ação para descriminalizar o procedimento abortivo até o terceiro mês de gestação não é o único projeto sobre o tema no STF.
"Quero colocar a gravidade e a seriedade deste assunto. Hoje é este o tema, mas já está no STF, também tramitando a ação que descriminaliza o aborto de crianças com microcefalia. Daqui a pouco, senhor presidente, serão aqueles com síndrome de Down. E nós caminharemos nesta sequência, nesta agenda de morte, fazendo com que o Supremo Tribunal Federal seja uma agência de morte, militando defendendo essa agenda pró-aborto", acrescentou.
Fonte: CPAD News

sábado, 5 de novembro de 2016

Líderes evangélicos se unem a deputado para defender Israel


A polêmica resolução aprovada pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) de virtualmente eliminar a ligação dos judeus com Jerusalém e o monte do Templo, gerou diferentes protestos por parte de judeus e evangélicos. O papa Francisco também se posicionou sobre o assunto, lembrando os relatos bíblicos onde Deus promete a Terra Santa para os judeus.
Existem claras implicações religiosas, uma vez que o documento só usa termos árabes para se referir ao complexo do Monte do Templo (do qual o Muro das Lamentações faz parte), reiterando a ideia de que seriam sagrados “apenas para os muçulmanos”.
Além disso, o texto foi proposto por Argélia, Egito, Líbano, Marrocos, Omã, Catar e Sudão, países islâmicos que apoiam o reconhecimento da Palestina como nação independente. Foram 24 votos a favor e seis contra, além de 28 abstenções. Apesar de ter votado com a maioria, o Brasil deixou claro que a resolução manteve problemas e linguagem incompatíveis com um tratamento equilibrado do tema, especialmente ao atribuir a Israel a responsabilidade pelo ciclo de violência na região.
O deputado federal Roberto de Lucena (PV/SP) pediu explicações do Ministério das Relações Exteriores sobre esse posicionamento. Ele é pastor da igreja O Brasil para Cristo e um defensor da boa relação do Brasil com Israel. O parlamentar gravou um vídeo explicando sua preocupação com o assunto.


Nele, destacou que “O Brasil contribuiu para que tenhamos um documento justo, equilibrado é contribuir para que tenhamos a paz em Israel e no mundo”. Lembrou ainda que “há um componente de benção ou de maldição para aquele que abençoar Israel ou voltarem as costas para Israel”.
Lucena está trabalhando junto à bancada evangélica e a bancada católica da Câmara dos Deputados, bem como a entidades representativas dos judeus para que se abra um debate sobre o assunto no campo político, que pode refletir na posição adotada pelo Itamaraty daqui por diante.

Apoio de ONG e lideranças evangélicas

Andrea Fernandes, que é advogada internacionalista e presidente da ONG Ecoando a Voz dos Mártires, manifestou seu apoio a iniciativa. Ela acredita que “É uma incoerência abissal o Brasil apoiar uma deliberação da UNESCO que contraria fatos históricos irrefutáveis. Durante séculos os historiadores e escritores islâmicos reconheceram o Muro das Lamentações como parte remanescente do Segundo Templo judaico. O discurso palestino que tenta mudar a história e negar achados arqueológicos faz parte de uma jogada política para assegurar que apenas os muçulmanos têm direito à Jerusalém, seus santuários e monumentos. O próximo passo será pedirem à ONU que divida a cidade e reconheçam a porção oriental como sua capital”.
O pastor Paulo de Tarso, da Igreja Bethlehem de São Paulo, ligado ao Conselho Apostólico  Brasileiro, afirmou que há muitas igrejas acompanhando de perto esta questão e que vários líderes religiosos em breve deverão ir a Brasília para manifestar junto ao governo o seu apoio a Israel.
Ele afirmou ao Gospel Prime: “A Igreja envolvida com a política, tornando-se partidária, perde a capacidade de ser um testemunho de Cristo. Nenhum de nós, no entanto, pode se tornar indiferente quando o assunto é Israel. Cremos nas palavras da Bíblia e de que o destino de Jerusalém é ser um Local de convergência das nações, para a adoração. Sabemos pelas Escrituras que Deus deu a Terra de Israel ao povo judeu, e o Monte Moriah, onde foi edificado o Templo, que deveria ser casa de oração para todos os povos, como lembrou o próprio Jesus”
Explicou ainda que estão lançando um abaixo-assinado virtual, o qual convida que seja assinado por todos os cristãos brasileiros que amam Israel. “Oramos pela paz de Jerusalém e também temos nos alinhado em posições naturais, usando o expediente político, além de promover manifestações populares, pacíficas e legais, para mostrarmos nossa concordância com a Palavra de Deus e a vontade do Eterno para o seu povo, tanto cristãos quanto judeus”, enfatizou.
O documento, chamado “Posição dos cristãos brasileiros com relação à Israel, e lugares sagrados e o povo judeu”, pode ser acessado no site Change.org.
Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Evangélico, deputado Roberto de Lucena pede que Brasil reconsidere voto contra Israel

Itamaraty diz que “busca equilíbrio e imparcialidade em decisão da Unesco”

Após a divulgação de que o Brasil havia votado novamente em desfavor de Israel na reunião da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em outubro, houve muitos protestos por parte de judeus e evangélicos.
Com parte da imprensa nacional fazendo uma cobertura parcial dos fatos e muita informação incorreta sendo compartilhada nas redes sociais, o assunto gerou polêmica.
Preocupado com o voto do Brasil nas últimas sessões do Conselho Executivo da UNESCO, o deputado federal Roberto de Lucena (PV/SP) cobrou explicações do Ministério das Relações Exteriores sobre esse posicionamento. “Quase um quarto da população brasileira é evangélica e Israel é a segunda casa de cada cristão. Como evangélico, cristão e deputado, não posso compactuar nem apoiar qualquer governo que aprove um texto parcial e desequilibrado, claramente prejudicial a Israel”, enfatizou o parlamentar.
O gabinete do ministro das Relações Exteriores José Serra enviou um comunicado, afirmando que o Brasil “está trabalhando para que a aprove decisão mais equilibrada e imparcial sobre a preservação do patrimônio cultural e religioso da Palestina”. Uma reunião sobre o assunto foi realizada na última quinta-feira (27) no gabinete de Lucena, na Câmara dos Deputados.
A justificativa do Itamaraty é que, para o governo brasileiro, o texto aprovado recentemente, mesmo não sendo o adequado, teve avanços em relação ao aprovado anteriormente. O Brasil entende que o novo texto reconhece os vínculos das três religiões monoteístas (cristianismo, judaísmo e islamismo) com a Cidade Velha de Jerusalém. Esse seria um primeiro passo para  uma abordagem mais isenta e construtiva sobre o tema.
Roberto de Lucena, que é pastor da igreja O Brasil para Cristo, anunciou que vai mobilizar as bancadas evangélica e católica no Congresso, além de chamar o Grupo de Amizade Brasil-Israel para debater o assunto. Ele espera contar com o apoio de lideranças cristãs de todo o país, bem como das entidades judaicas. “Vamos acompanhar de perto todas as ações do governo brasileiro referentes a este tema, na expectativa de que o texto continue evoluindo para o adequado e justo”, finalizou o parlamentar.
Posicionamentos conflitantes
Durante os 13 anos de governo petista, o Brasil vinha apoiando as decisões da ONU contra Israel. O não reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel e a recusa em receber o embaixador indicado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deixaram a relação dos dois países em um impasse que não foi resolvido após Michel Temer assumir a presidência.
O Ministério das Relações Exteriores comandado por José Serra havia feito uma sinalização nesse sentido em junho, quando o Itamaraty, decidiu mudar o voto brasileiro na 199ª Sessão da Unesco, realizada em abril – Dilma ainda era presidente.
Na ocasião, foi debatido os direitos pelo patrimônio cultural nos territórios conquistados por Israel na Guerra dos Seis Dias. O texto, que era abertamente pró-palestinos, foi aprovado por 33 votos a favor (incluindo o do Brasil).
Já na 200ª sessão do Conselho Executivo da Unesco, realizada em outubro, houve nova mudança de postura na condução do tema. A moção apresentada por países árabes que apoiam a causa palestina (incluindo Egito, Marrocos, Argélia, Líbano, Omã, Catar e Sudão) nega a ligação histórica do Monte do Templo com Israel..
A representante do governo brasileiro afirma que atuou para uma revisão do texto aprovado. Apesar de ter votado com a maioria, o Brasil deixou claro que a resolução manteve problemas e linguagem incompatíveis com um tratamento equilibrado do tema, especialmente ao atribuir a Israel a responsabilidade pelo ciclo de violência na região.
Uma nova reunião do Comitê Executivo da Unesco ocorrerá no primeiro semestre de 2017. A   201ª Sessão Deliberativa voltará a tratar do tema. O Itamaraty esclarece que o Brasil está trabalhando, juntamente com outros países membros do Comitê, para que “o texto da resolução sobre a preservação do patrimônio na região evolua ainda mais, a fim de que os pontos conflitantes e mais complexos, considerados excessivos, possam ser revistos”.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Deputado evangélico propõe novas regras para dívidas imobiliárias em caso de desemprego


Roberto de Lucena quer evitar juros compostos nos financiamentos

Os efeitos da crise econômica já podem ser vistos, não apenas pelo aumento da taxa de desempregos, mas também do número de inadimplentes. Compreendendo os efeitos desses tempos difíceis que o país enfrenta, o deputado federal Roberto de Lucena propôs o estabelecimento de novas regras para a execução de dívidas de financiamentos de bens imóveis residenciais, caso o devedor esteja desempregado.
“Com a crise econômica que toma conta do país, o setor imobiliário é um dos que mais sofre. Em 2015, o número de pessoas que tentaram desfazer um contrato de compra de imóvel subiu 20% em relação a 2014”, destacou Lucena, ao comentar sobre o seu novo Projeto de Lei (PL) de n.º 5264/16.
“Muitos compradores perderam parte da renda e não conseguem mais arcar com os compromissos assumidos. Por isso, apresentei um projeto (PL 5264/16) para estabelecer novas regras para o devedor que ficou desempregado e tinha financiado a sua casa própria”.
A proposta do PL é que, caso a parcela da dívida seja igual ou inferior a um salário mínimo, não seja dívida executada pela instituição financeira credora, durante seis meses, desde a data da inadimplência. A regra também só valerá, caso o devedor comprove que está desempregado e, por isso tenha deixado de arcar com seus compromissos no financiamento.
Durante o período em que a dívida estiver congelada, a instituição não poderá incluir o nome do devedor no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e os juros por ela cobrados deverão ser os mais baixos, incidentes no mercado para financiamento imobiliário.
Lucena lembrou que os juros acabam tornando-se, muitas vezes, abusivos e impossibilitam o pagamento das parcelas.
“Os juros compostos são os grandes vilões dos financiamentos imobiliários. Essa cobrança de juros sobre juros, conhecida também como anatocismo e capitalização de juros, continua ocorrendo nos contratos de crédito imobiliário, apesar dos Tribunais Superiores já terem se manifestado por sua proibição”, disse.
O deputado ainda lembrou que o pagador pode reaver a quantia dos cobrados a mais no financiamento, mesmo após a dívida já ter sido quitada.
O Projeto de Lei apresentado por Roberto de Lucena está sujeito à apreciação do Plenário da Câmara Federal, em regime de tramitação ordinário, ou seja, passando pelas comissões temáticas da Casa.
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Pastor presidirá Comissão dos Direitos do Idoso

Roberto de Lucena irá comandar a mais nova comissão permanente da Câmara dos Deputados

Dificilmente os políticos da bancada evangélica recebem atenção da mídia por um motivo que não seja polêmico. O deputado Roberto de Lucena (PV/SP) e a deputada Leandre Dal Ponte (PV/PR) foram eleitos, respectivamente, presidente e 1ª vice-presidente da comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa. Ao todo, ela será formada por 22 parlamentares.
Trata-se da mais nova comissão permanente da Câmara dos Deputados. Entre seus objetivos, irá acompanhar temas relacionados com a preservação e proteção dos direitos e garantias dos idosos. Fará fiscalização e acompanhamento de programas e políticas governamentais e receberá, avaliará e investigará denúncias de ameaças ou violações aos direitos da pessoa idosa.
Lucena, que também é pastor da Igreja O Brasil para Cristo, comemorou o fato de assumir essa responsabilidade. Em seu primeiro pronunciamento como presidente da Comissão, explicou que o desafio é tornar o ano de 2016 o mais profícuo possível, mesmo com o cronograma apertado. Além de o Brasil estar passando por uma crise política, este é um ano eleitoral.
Mesmo assim, o deputado explicou que existem mais de 560 projetos de lei relacionados à temática do idoso. Com a nova Comissão Permanente, essas propostas serão melhor organizadas e a tramitação ocorrerá de forma acelerada. Anunciou ainda que deseja aprovar uma agenda propositiva para o governo, que reflita os anseios dos que lutam em defesa da pessoa idosa.
“Temos uma população enorme que cresce, cada vez mais, com a condição de longevidade, e, por isso, precisamos trabalhar muito para que essa expectativa alongada seja acompanhada por melhores condições de vida na saúde, no meio ambiente, no lazer, de modo que os idosos possam realmente desfrutar do benefício de viver mais”, enfatizou o parlamentar.
Leandre, autora do projeto de resolução que proporcionou a criação dessa nova comissão, defendeu que os debates sobre a situação dos idosos no país precisam ir além da questão previdenciária, em especial por que essa parcela da população deve triplicar até 2050.
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Missionário Manoel de Mello - 26 anos da sua partida - 05.05.1990


03 de Março -  Dia Nacional da Igreja O Brasil Para Cristo


Hoje faz 26 anos que o Brasil perdeu um de seus principais líderes evangélicos, falecido no dia 05 de Maio de 1990, Missionário Manoel de Mello, fundador da Igreja O Brasil Para Cristo.

O Missionário Manoel de Melo jamais foi substituído no coração daqueles que o amam, em todo o país e em todo mundo. Foi um divisor de águas na evangelização nacional.

Ontem o Diário Oficial da União publicou sanção da presidente da república à lei, aprovada no Congresso, que coloca no calendário nacional o dia 03 de Março como Dia Nacional da Igreja O Brasil Para Cristo.

Parabéns a toda a liderança, membros e congregados da Igreja O Brasil para Cristo.

sexta-feira, 18 de março de 2016

Roberto de Lucena: "Nomeação de Lula foi o dia mais triste da República"


Para o deputado Roberto de Lucena, o dia 16 de março se tornou “um dos dias mais tristes da nação e da República” brasileira pela nomeação do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil.
O parlamentar disse que a decisão do governo vai contra o clamor das ruas e isso o preocupa.
“Eu fico muito preocupado, porque estamos diante do maior escândalo da história do mundo, mas não se trata apenas do saque, do roubo, do sequestro do nosso dinheiro. Foi mais do que dinheiro, foi frustrada a esperança e mais do que esperança, foi roubado o orgulho de ser brasileiro”, disse.
Lucena lamentou o “infeliz movimento” do governo federal. “Não faço oposição pela oposição. Eu critico como quem nos quatro anos do meu primeiro mandato, 90% das votações eu votei com o governo acreditando que estava fazendo o melhor pelo Brasil”.
O deputado afirmou que não votou a favor do governo quando as propostas eram contra os direitos dos trabalhadores ou contra as suas convicções em defesa da vida e da família.
Lucena afirma que Dilma precisa entender que seu governo esgotou-se e que há a necessidade de fazer uma transição para o bem do Brasil e para o bem da República.
Fonte: Gospel Prime
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...