Mostrando postagens com marcador gays. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gays. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 12 de julho de 2021

Coral Gay dos EUA canta música sobre agenda LGBT: “Vamos converter seus filhos”

O Coral Masculino Gay de São Francisco, considerado o primeiro coral abertamente gay do mundo, está enfrentando uma onda de críticas nos Estados Unidos após cantar sobre a conversão de crianças à “agenda gay”.

“Vamos converter seus filhos. Acontece pouco a pouco. Silenciosamente e sutilmente. E você mal vai perceber. Você pode mantê-los longe da boate. Alertar sobre São Francisco. Os fazer usarem calças com pregas. Não nos importamos. Nós vamos converter seus filhos. Vamos torná-los tolerantes e justos”, diz a letra da canção.

“Vamos converter seus filhos. Alguém tem que ensiná-los a não odiar. Estamos indo para eles. Estamos indo para seus filhos”, a letra continua. “Em breve, estaremos quase certos de que seus filhos começarão a converter você”, diz outro trecho.

“A agenda gay está indo para casa. A agenda gay está aqui! Mas você não precisa se preocupar, porque não há nada de errado em ficar ao nosso lado”, canta o coral.

O vídeo recebeu muitas críticas de conservadores. “Cara, isso com certeza soa como um culto, não é?”, disse no Twitter a ativista Brigitte Gabriel, fundadora do American Congress For Truth e ACT! for America. “Isso é grotesco e inaceitável!”

O ativista britânico conservador Raheem Kassam tweetou: “LGBTs em 2010: ‘Nós não estamos interessados nas crianças, seu fanático, só queremos o direito de nos casar’”, disse ele, fazendo um contraste com os LGBTs em 2021.

A legisladora republicana do estado de Ohio, Christina Hagan, disse: “Eles cantam pomposamente sobre como minar os valores tradicionais das famílias”.

De acordo com o site The Post Millennial, o vídeo se tornou privado depois de receber 88 curtidas e 5.000 descurtidas. O grupo disse que tornou o vídeo privado por preocupação com a segurança de seus membros. Embora o original tenha sido removido, a filmagem apareceu em outras páginas do YouTube e no Twitter.

No Twitter, o coral se defendeu das críticas e culpou a mídia conservadora “de extrema direita” pelas reações negativas. “Eles tiraram as letras do contexto para apoiar uma narrativa que se adapta às suas necessidades intolerantes e cheias de ódio”, afirma.

O grupo acrescentou que o vídeo é um “humor irônico” e se defendeu: “Depois de décadas de crianças sendo doutrinadas e ensinadas a serem intolerantes com o ‘diferente’, desde o uso da Bíblia como arma até a terapia de reparação, é a nossa vez. Nos dedicamos a ser modelos, ensinando, espalhando a mensagem de amor, tolerância e celebração através da nossa música”.

Fonte: Guia-me com informações de Fox News via Folha Gospel


segunda-feira, 5 de julho de 2021

Igreja Presbiteriana na América vota por não ordenar pastores gays

A Igreja Presbiteriana na América (PCA, sigla em inglês) votou para mudar uma regra em seu documento de governo que desqualificaria todos os homens gays de servir em seu ministério.

A resolução para mudar a regra conhecida como “Abertura 23 ”, foi aprovada com 1.400 votos a favor e 400 contra, na 48ª convenção anual da denominação em St. Louis, Missouri, na semana passada.

“Os oficiais da Igreja Presbiteriana na América devem ser irrepreensíveis em sua caminhada e semelhantes a Cristo em seu caráter. Aqueles que professam uma identidade (como, mas não se limitando a, ‘cristão gay’, ‘cristão com atração pelo mesmo sexo’, ‘cristão homossexual’ ou termos semelhantes) que mina ou contradiz sua identidade como novas criações em Cristo, seja por negando a pecaminosidade dos desejos decaídos (como, mas não se limitando a, atração pelo mesmo sexo), ou negando a realidade e a esperança da santificação progressiva, ou deixando de buscar a vitória capacitada pelo Espírito sobre suas tentações, inclinações e ações pecaminosas não estão qualificados para um ofício ordenado”, declara a nova regra.

A regra emendada irá para os órgãos da igreja local para uma votação antes do segundo turno da votação da convenção no próximo ano, após a qual o texto seria colocado no “Livro da Ordem da Igreja” do PCA.

O Washington Times citou Chris Norris, do presbitério do Calvário, dizendo durante o debate: “A santificação começa com a identidade de uma pessoa como uma nova criatura em Cristo. … Assumir uma identidade gay vai contra a nova criação.”

A denominação também afirmou a “Abertura 37”, que se refere aos candidatos pastorais.

“…Uma reflexão cuidadosa deve ser dada à sua luta prática contra as ações pecaminosas, bem como aos desejos pecaminosos persistentes”, afirma.

“O candidato deve dar testemunho claro de sua confiança em sua união com Cristo e nos benefícios disso pelo Espírito Santo, dependendo desta obra da graça para progredir sobre o pecado. … Enquanto a imperfeição permanecer, ele não deve ser conhecido por reputação ou autoconfissão, de acordo com sua pecaminosidade remanescente (por exemplo, desejos homossexuais, etc.), mas sim pela obra do Espírito Santo em Cristo Jesus”, acrescenta.

Durante a convenção anual, o PCA também endossou Lifeline Children’s Services como seu “ministério de adoção e assistência a órfãos preferencial” devido ao seu “compromisso com a santidade da vida” e não o Bethany Christian Services, que anunciou recentemente que estaria oferecendo seus serviços para casais LGBT.

Questões LGBT na Igreja Presbiteriana

Os dois votos são parte de uma tendência da PCA, que tem quase 400.000 membros nos EUA, de defender as visões bíblicas sobre casamento e sexualidade.

A PCA segue uma linha doutrinária diferente da Igreja Presbiteriana (EUA), conhecida por sua posição progressista sobre a ordenação de ministros da comunidade LGBT.

Diferentemente da doutrina presbiteriana conservadora, a PC (EUA) admite a ordenação de mulheres e aceita homossexuais como membros e pastores. Em 2015, a denominação alterou sua constituição para passar a realizar casamentos homoafetivos.

Embora a Igreja Presbiteriana do Brasil seja fruto do trabalho missionário da PC (EUA), ressaltou sua posição conservadora e cortou todos os laços com a Igreja Presbiteriana (EUA) desde a década de 1950.

Em 2015, o Rev. Augustus Nicodemus, vice-presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, deixou claro que a PC (EUA) não tem ligação alguma com Igreja Presbiteriana do Brasil.

“A Igreja Presbiteriana do Brasil não tem nenhum relacionamento com esta ‘igreja’ americana, da qual se desligou faz décadas por causa das posturas liberais da mesma, muito antes dela aprovar o casamento gay”, disse.

A única denominação brasileira que tem comunhão com a Igreja Presbiteriana (EUA) é a Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, que é ecumênica e também aceita a ordenação feminina. Na questão da homossexualidade, porém, não tem a mesma visão da denominação.

Folha Gospel com informações de The Christian Post e Guia-me

terça-feira, 22 de maio de 2018

Ativista gay se torna prefeito, decreta banimento de heterossexuais e sofre impeachment

Intolerância e preconceito são termos usados constantemente por ativistas gays para se referirem aos heterossexuais conservadores.

Intolerância e preconceito são termos usados constantemente por ativistas gays para se referirem aos heterossexuais conservadores. Porém, a cada oportunidade, essas características se revelam justamente em quem diz combatê-las: um militante LGBT que se tornou prefeito por um dia decidiu banir quem não fosse homossexual de sua cidade.
O ativista gay Elijah Daniel atua como youtuber e aproveitou uma característica da legislação municipal da cidade de Hell, no estado de Michigan (EUA), para se tornar prefeito por um dia. Por lá, é possível ocupar o posto pagando uma taxa de US$ 100.
Em seu único dia de mandato, Daniel apresentou um decreto que bania todas as pessoas heterossexuais da cidade, que tem uma população de aproximadamente 270 pessoas. O projeto foi tão polêmico que o ativista gay não conseguiu terminar seu dia como prefeito, sofrendo um impeachment antes do término do horário comercial.
Um dos artigos do decreto previa o pagamento de uma taxa de US$ 84 mil para os heterossexuais que decidissem permanecer na cidade. As demais autoridades não quiseram correr risco de interpretar a iniciativa do ativista gay como brincadeira e cassaram seu mandato. Como tudo que se faz em tempos de redes sociais, o decreto intolerante do prefeito foi publicado em sua conta no Twitter, informando que a proposta é proteger os empregos dos homossexuais e prevenir a procriação de heterossexuais na cidade.
"Apesar de ter aproveitado meu período enquanto prefeito, fui informado de que sofri impeachment enquanto prefeito de Hell. Isso não vai afetar minha campanha presidencial", afirmou Elijah Daniela, agora ex-prefeito.
Questionado sobre a real natureza de sua iniciativa, o ativista gay afirmou que o decreto não passava de um protesto contra o presidente Donald Trump e a favor dos muçulmanos, que vêm sendo observados de perto pelas autoridades por conta do aumento de atentados terroristas cometidos por irmãos de fé extremistas ao redor do mundo.
Fonte: Gospel Geral

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Deputada petista propõe PL que pode impôr censura à pregação dos pastores


A constatação foi feita pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) durante sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) realizada na última semana


Um projeto de lei da deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) pretende ressuscitar o espírito de censura do sepultado PL 122, polêmico por limitar o direito de pregação cristã contra o pecado da homossexualidade.
A constatação foi feita pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) durante sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) realizada na última semana, para analisar o Projeto de Lei 7582/2014, que pretende estabelecer critérios para os chamados “crimes de ódio”.
No texto, a polêmica parlamentar petista propõe a criação do tipo penal sobre ofensas por razões de raça, origem social, orientação sexual, identidade de gênero, condição de migrante ou refugiado, idade e religião, entre outros.
“As primeiras vítimas desse projeto serão os religiosos. Quando um pastor estiver na pregação e falar a palavra ‘gay’ ou ‘homossexual’, pouco importa o que virá depois, ele já vai tomar um processo para ficar quietinho no canto dele”, alertou Eduardo Bolsonaro.
De acordo com informações do JM Notícia, Maria do Rosário (ex-ministra de Dilma Rousseff) estava presente na sessão e contrapôs a fala de Bolsonaro, dirigindo-se aos parlamentares evangélicos.
“No Brasil, as pessoas que têm uma condição sexual diversa do que é considerado ‘normal’ para a maioria da população, por serem homossexuais, elas sofrem ao ponto de serem mortas”, afirmou a deputada, tentando sugerir que sua iniciativa não visa censurar as pregações.
Rosário foi além, dizendo que diferentemente do polêmico PL 122, seu projeto não propõe alterações ao Código Penal, apenas estabelece um agravante em casos de crimes motivados por ódio, “aqueles [em] que [o agressor] não aceita o outro como ele é”.
Precaução
Em tréplica, o deputado federal pastor Luciano Braga (PRB-BA) pediu vistas para uma análise mais profunda do texto: “Nós queremos analisar o projeto, algumas terminologias ali devem ser melhoradas para não dar lugar a um pensamento ou ação futura que possa ir de encontro ao que nós acreditamos”, salientou.
Já o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) posicionou-se dizendo que a defesa dos Direitos Humanos é um conceito originado na Reforma Protestante, assim como a defesa do Estado laico, à época motivada pela necessidade do fim da intervenção da Igreja Católica, mas também pela garantia de liberdade de culto, crença e expressão.
Cavalcante foi além e disse que a iniciativa de Maria do Rosário era compreensível, porém seu texto original trazia brechas que poderiam terminar por censurar pregações religiosas, e que através do diálogo na CDHM, seria possível melhorar o conteúdo a fim de garantir que não exista conflito com liberdades constitucionais previamente estabelecidas.
Fonte: Gospel Mais via Gospel Geral

terça-feira, 21 de março de 2017

Feliciano volta a articular candidatura ao Senado e crê contar com apoio popular: “Só gays me rejeitam”

O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) estuda uma candidatura à chamada "câmara alta" do parlamento, o Senado. E para isso, cogita inclusive deixar o Partido Social Cristão, em busca de uma legenda que ofereça maior projeção durante as campanhas eleitorais na TV e Rádio.
A intenção do pastor-deputado não é nova: em fevereiro de 2014, Feliciano anunciou que não tentaria a vaga no Senado para buscar a reeleição como deputado federal. À época, ele concluía seu primeiro mandato com o capital político de ter alcançado 212 mil votos e ocupar as manchetes dos jornais como o mais polêmico presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara.
Feliciano saiu candidato à reeleição, alcançou 398.087 mil votos, ampliou seu capital político como representante dos evangélicos pentecostais e dos conservadores, e demonstrou ter entendido como funciona a máquina em Brasília.
Um dos motivos de sua desistência do Senado em 2014 eram as vagas: apenas uma estava sendo renovada, e ele disputaria contra José Serra (PSDB), Eduardo Suplicy (PT) e uma eventual candidatura de outro político evangélico e paulistano, Carlos Apolinário (PMDB), que acabou não se concretizando.
De acordo com informações do portal O Antagonista, Feliciano seguirá os passos de Bolsonaro, "que já declarou que não fica mais no PSC", e assim, alcançar o sonho de sair candidato ao Senado.
Ao jornal Folha de S. Paulo, Feliciano se mostrou confiante em conseguir uma das duas vagas em disputa no Senado em 2018, por acreditar que sua rejeição é baixa: "Minha rejeição vem de um grupo pequeno, os gays", afirmou.
Fonte: Gospel+

terça-feira, 12 de julho de 2016

Igreja evangélica em Maceió pode ser excluída por batizar gays



A Convenção Batista Brasileira (CBB), que é responsável por centenas de igrejas Batistas no Brasil e também pela organização de vários seminários teológicos e de adoração, pretende excluir a Igreja Batista do Pinheiro, em Maceió, do rol de filiadas.

O motivo é a decisão tomada pela congregação de Maceió, em assembleia extraordinária, no início do ano, de integrar homossexuais à igreja, por meio de batismo.

“Todo o processo de exclusão é doloroso e não desejamos ser excluídos da Convenção. Surpreendentemente, estamos em processo de exclusão por desejarmos ser includentes”, diz um trecho da carta da Igreja Batista do bairro do Pinheiro, enviada à Convenção Batista Brasileira (CBB), nessa terça-feira (05).

No próximo sábado (09) irá ocorrer na cidade de Vitória, no Espírito Santo, uma assembleia extraordinária organizada pela presidência nacional da CBB para decidir sobre a possível exclusão da igreja filiada.

Em contato com a reportagem do TNH1, o presidente da Igreja Batista do Pinheiro, pastor Wellington Santos, explicou que foi convocado para integrar a reunião, mas que não participará.

“Não iremos viajar. Lá haverá um espaço para defesa, mas não há o que defender. Acredito que não há o que esclarecer”, diz.

Ainda de acordo com o pastor Wellington Santos, caso a exclusão seja confirmada, a Igreja Batista do Pinheiro tem autonomia para continuar a receber os fiéis. “Nós somos totalmente independentes e livres. A Convenção não tem poder para interferir em nada”, ressalta.

Perguntado sobre a expectativa para a decisão de sábado, ele preferiu não externar nenhuma posição.

A carta aberta cita diversos versículos da bíblia, momentos históricos no Brasil e até o Nobel da Paz, do ano de 1964, Martin Luther King - pastor símbolo na luta contra a segregação racial nos Estados Unidos.

Abaixo, leia trechos do documento enviado à Convenção Batista: 

A Igreja Batista do Pinheiro, reunida em Assembleia extraordinária no dia 28 de fevereiro do ano em curso, como é de conhecimento de irmãos e irmãs, aprovou por maioria absoluta de votos que qualquer pessoa que confesse Jesus Cristo como Senhor único e Salvador de sua vida, independente de sua condição social, econômica e sexual será recebida formalmente no rol de membros da igreja. A decisão apenas reitera o que consta nos estatutos da Igreja. Isso porque, na prática, e na consciência de todos e todas presentes, a deliberação garantia finalmente, a aceitação por batismo, carta de transferência e aclamação, de pessoas homoafetivas, concluindo um demorado processo de dez anos, provocado por um irmão que confessou publicamente a sua condição de homossexual e manifestou o desejo de ser batizado, talvez sem imaginar o rebuliço que causaria.Desse modo, ficamos perplexos com chistes inconvenientes, acusações infundadas, desrespeitosas, ameaças descontroladas vindas de irmãos e irmãs de fora, inclusive de pastores e líderes eclesiásticos, que atingem a igreja como um todo, mas de modo mais contundente a família pastoral. Mas mais perplexos ainda ficamos com a notícia de que a Convenção Batista Brasileira se preparava para instaurar um processo disciplinar, cujo objetivo era excluir sumariamente a Igreja Batista do Pinheiro de seu rol de igrejas filiadas.

Repercussão

A carta enviada à CBB também foi postada nas redes sociais da Igreja, gerando diversos compartilhamentos e comentários em apoio à congregação do bairro do Pinheiro.

“Eu nunca quis ir à igreja na vida, mas depois dessa carta acho que tá na hora de repensar isso. Obrigada por existir, Batista do Pinheiro”, comentou um internauta.

“Parabéns Igreja Batista do Pinheiro. Se um dia voltar às Igrejas cristãs seria pra uma em que (sic) eu acreditasse. E em vcs (sic), tenho fé. Praticar o bem e acomodar todo e qualquer cristão q (sic) decida entrar por suas portas e fazer parte dessa comunidade. Parabéns”, escreveu outro internauta.

"Recebam meu afeto e apoio. Agradeço a coragem, vcs (sic) me inspiram a ser melhor em Cristo", disse mais um internauta.

Em março deste ano, logo após a decisão, o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) também prestou solidariedade através de nota pública à comunidade da Igreja Batista do Pinheiro.

Publicado em TNH1

segunda-feira, 11 de julho de 2016

"Pastor e Diácono" se unem em cerimônia evangélica de casamento gay


"Descobrimos que Deus te aceita assim, que você pode ser evangélico e ser gay. Então, nos apaixonamos pela igreja e um pelo outro", conta um dos noivos

O friozinho na barriga insiste em aparecer. Em dia de noivo, nada como cuidar de mãos, pés e cabelos. O pó no rosto para disfarçar aquelas ruguinhas de expressão também é essencial. Não tem jeito, faltando poucas horas para dizer o “sim”, ansiedade e nervosismo falam mais alto, apesar de todos os mimos e técnicas para relaxar. Na tarde deste sábado, mais um casal fará juras de amor eterno, fidelidade e companheirismo. E para o pastor Daniel Marcos Domingos de Castro, de 33 anos, e o diácono Gulherme Medeiros Fraga Castro, de 31, a união é ainda mais especial, pois representa uma quebra de preconceitos e uma prova de que o amor sempre vence.

A cerimônia será num sítio, em Sete Lagoas, na Região Central de Minas, bem no fim da tarde, para que o pôr do sol também se encarregue de iluminar momento tão especial. Os noivos são da Igreja Contemporânea, fundada em Belo Horizonte em 2010 e conhecida por ter maioria de fiéis homossexuais. Na presença de amigos e familiares, o casamento será celebrado pelo pastor Fábio Inácio, do Rio de Janeiro. Ele e Marcos Gladstone, também pastor, foram os fundadores da Contemporânea e o primeiro casal gay de pastores a se casar no país. No Rio, eles foram os primeiros a registrar a união estável em cartório, após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Sempre tive vontade de me casar, mas era privado disso, tanto pela legislação, que só permitia união estável, quanto pela igreja”, afirma Daniel. Ele conheceu Guilherme, com quem está há cinco anos, em 2009, quando descobriram a igreja no estado fluminense. Durante um ano, eles viajavam todos os fins de semana para os cultos, até a instalação do templo em BH. “Sou de família tradicional evangélica e meu companheiro, quando se converteu, também numa igreja tradicional, se identificava como homossexual. Tive todas as crises de identidade com relação à igreja e fiquei sem contato com ela por causa da discriminação que ocorria e da forma tradicional de se pensar. Quando pisamos na Contemporânea foi amor à primeira vista, pois descobrimos que Deus te aceita assim, que você pode ser evangélico e ser gay. Então, nos apaixonamos pela igreja e um pelo outro”, conta.

O casamento está sendo preparado há três anos. Por causa da representação bíblica do número sete, esse será o número de casais de padrinhos de cada noivo, entre héteros e homossexuais. Daniel diz estar mais tranquilo, apenas esperando o momento chegar. Guilherme, por sua vez, que é cabeleireiro, começa a se preparar entre um atendimento e outro. Vai trabalhar até as 12h e, depois, se dedicar integralmente ao seu dia de noivo, com direito a tirar cutícula, para ficar com a mão bem bonita para receber a aliança, cuidar dos pés e hidratar o cabelo. “Se eu não trabalhar, vou ficar nervoso. Preciso espairecer. Depois, terei o dia de noivo como todos os outros. A minha orientação não me deixa ser menos homem por estar me casando com outro homem. Quero um dia proveitoso e gostoso”, diz Guilherme.

A festa foi preparada para cerca de 100 convidados. Daniel vai esperar no altar o noivo entrar ao som da marcha nupcial e da música Meu eterno namorado. Um ponto alto da festa promete ser o buquê. As flores foram substituídas por algo bem original, personagens do filme Frozen, animação da Disney: o boneco do príncipe será jogado para quem gosta de meninos; da Elsa para quem gosta de meninas; e Olaf, o boneco de neve, para "os desesperados", segundo Guilherme. “Queremos, com esse casamento, também incentivar os casais da igreja a ter um relacionamento maduro, fiel um com outro, com muito amor. Nosso desejo é criar uma família”, relata.

A Igreja Contemporânea tem os homossexuais como a maioria de seus fiéis, mas também recebe héteros. A mais nova unidade em Minas está sendo aberta em Contagem, na região metropolitana. Cerca de 100 pessoas já frequentam os cultos às quintas-feiras, feito em local provisório, no Bairro Eldorado, até a instalação na sede definitiva. Na capital, são aproximadamente 250 fiéis que se reúnem no templo localizado no Barro Preto, na Região Centro-Sul de BH.
Fonte: em

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Papa diz que cristãos devem pedir perdão a gays


O papa Francisco fez mais uma declaração de impacto neste domingo (26). Para ele, a Igreja Católica Romana e os cristãos em geral devem pedir o perdão de homossexuais pela forma como os trataram no passado.
Falando a jornalistas, asseverou que o pedido de perdão da Igreja devia ser feito “aos pobres, bem como às mulheres que foram exploradas, às crianças que foram exploradas por trabalho (forçado). Deve pedir desculpas por ter abençoado tantas armas”.
A bordo de um avião, retornando a Roma após visita histórica à Armênia, Francisco foi questionado durante uma hora sobre diversos assuntos. Perguntado se concordava com os comentários de um cardeal alemão sobre a Igreja pedir desculpas aos gays, ele assegurou que sim.
Ao ser lembrando da morte de 49 pessoas em uma boate gay em Orlando, na Flórida, neste mês, o pontífice lembrou os ensinamentos da Igreja em que os homossexuais “não devem ser discriminados. Eles devem ser respeitados, acompanhados pastoralmente.”

Tema recorrente 

Em 2013, ela já havia dito que não se pode julgar as pessoas por sua orientação sexual nem deseja ver a perseguição dos gays dentro da Igreja Católica.
Meses depois, após o encerramento da Jornada Mundial da Juventude, no Brasil, Francisco questionou: “Se um gay busca Deus, quem sou eu para julgar? ‘Quando Deus olha para um gay, ele confirma a existência dessa pessoa com amor, ou rejeita e condena esta pessoa?’ Nós devemos sempre considerar esta pessoa. Aqui entramos no mistério da humanidade”.
Com informações de MSN - via Gospel Prime

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Hillsong esclarece que casal gay deixou direção do louvor ao assumir noivado


Nos últimos dois dias, vários sites em inglês e espanhol divulgaram a notícia que um homossexual liderava o louvor da igreja Hillsong New York, sendo diretor do coro. Ele tem um relacionamento gay público e declarou à revista Playbillque a igreja os aceitava numa posição de liderança.
Obviamente a notícia gerou grande polêmica no meio evangélico. O portal Gospel Prime foi um dos sites a divulgar as informações em português.
Nesta terça (4) o site da igreja-sede da Hillsong, na Austrália, publicou uma nota oficial (link) sobre o assunto, assinada pelo pastor sênior Brian Houston.
Houston afirmou que a posição da igreja sobre a homossexualidade não mudou e que é consistente com a Bíblia. Também confirmou que um dos líderes do coro fez uma declaração pública assumindo um relacionamento gay com um homem que também cantava no coro.  Mas afirma que isso foi “uma completa surpresa” para a igreja.
Esclareceu que o casal não exerce mais, “segundo seu conhecimento”, nenhuma posição de liderança ou ministério desde então.
Antes do pastor Houston se manifestar, o perfil do Instagram do cantor Joel Houston, líder do ministério de louvor em Nova York, foi questionado por seguidores a respeito da notícia e ele respondeu dizendo que tinha ideia do que estava sendo comentado pelos portais de notícia, mas que acredita que viver o Evangelho é amar a todos independente do seu pecado.
“Eu sou pastor da igreja e não tenho ideia do que você está falando […]. Veja os outros com a mesma graça que Deus vê você e ame a todos independentemente do seu pecado. Este é o evangelho”.
Como cristãos nossa posição é pautada pelas Escrituras. A possibilidade de uma igreja nos Estados Unidos ter homossexuais na liderança não causa estranheza, pois existem vários casos conhecidos. Obviamente, isso não desqualificaria o trabalho de denominação como um todo, especialmente no seu conhecido ministério de louvor.  Acreditamos, contudo, que seria importante que o pastor Houston fosse mais específico sobre a postura da igreja.
“Desejo corrigir relatos de que a igreja Hillsong tem “um casal gay dirigindo um coro” em nosso campus de New York City. A posição da Hillsong sobre a homossexualidade e o casamento gay não mudou, e é consistente com as Escrituras. Como já afirmei anteriormente, acredito que os escritos de Paulo são claros sobre este assunto. Vários meses atrás, quando um de nossos diretores do coro fez uma declaração pública inesperada sobre seu noivado com um homem que, por vezes, cantava no coro, foi uma completa surpresa para nós também. Não tenho conhecimento que eles tenham se envolvido ativamente em uma liderança ou ministério desde então. Dito isso, nós ainda os amamos e reconhecemos que eles – como todos nós – estão em uma jornada, e nosso papel como uma igreja é ajudá-los neste caminho com graça e compaixão”.
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Marisa Lobo faz alerta sobre “ideologia de gênero” no Plano Nacional de Educação



A psicóloga Marisa Lobo tem feito alertas constantes a respeito das discussões em torno do novo Plano Nacional da Educação (PNE). Entre as criticas feitas pela psicóloga ao documento que ditará as normas a serem seguidas pelos educadores de todo o país pelos próximos dez anos, está a de que ele está “contaminado” com ideologia de gênero que, segundo ela, serviria para reorientar a sociedade.

Em nota sobre o tema enviada à redação do Gospel+, Marisa Lobo faz duras críticas à presença dessa ideologia no PNE, e afirma que em países que foram “dominados” pela ideologia de gênero a família ter sofrido sérios prejuízos. Como exemplo, ela afirma que na Suécia os pais estão isolados de suas crianças.

– A vitória da ideologia de gênero significaria a permissão de toda perversão sexual (incluindo o incesto e a pedofilia), a incriminação de qualquer oposição ao homossexualismo (crime de “homofobia”), a perda do controle dos pais sobre a educação dos filhos, a extinção da família e a transformação da sociedade em uma massa informe, apta a ser dominada por regimes totalitários – afirma a psicóloga.

– Muitos brasileiros ainda não entenderam o perigo da ideologia de gênero. Políticos querendo ser politicamente corretos em época de eleição estão condenando o Brasil a uma farsa que vai promover a maior guerra de gerações jamais vista. E aqui chamo a atenção também das lideranças religiosas, que tem um papel fundamental de alerta e esclarecimentos de seus membros e se fecham em suas igrejas de forma egoísta. Líderes que se alienam por vontade ou por omissão e não querem discutir o assunto, colocando em risco a própria igreja, pois não preparam os membros para conviver sem se contaminar com essas ideologias farsantes – completa.

Citando dados de uma entrevista feita pelo portal LifeSiteNews ao educador sueco Jonas Himmelstran, autor do livro “Seguindo seu coração: na utopia social da Suécia”, Marisa Lobo afirma que “o currículo nacional da Suécia procura combater os “estereótipos” de gênero, ou seja, os ‘papéis’ atribuídos pela sociedade a cada sexo”.

– A escola “Egalia”, do distrito de Sodermalm, em Estocolmo, evita o uso dos pronomes “ele” (han) ou “ela” (hon) quando se dirige aos mais de trinta meninos e meninas que lá estudam, com idade de um a seis anos. Em vez disso, usa-se a palavra sexualmente neutra “hen”, um termo inventado que não existe em sueco, mas que é amplamente usado por feministas e homossexuais – explica Marisa Lobo, quem completa ainda afirmando que a escola contratou um “pedagogo de gênero” para ajudar os professores a removerem todas as referências masculinas ou femininas na linguagem e no comportamento dos estudantes.

– Os tradicionais livros infantis são substituídos por outros que tratam de duplas homossexuais, mães solteiras, crianças adotadas e ensinam “novas maneiras de brincar”. Jenny Johnsson, uma professora da escola, afirma: “a sociedade espera que as meninas sejam femininas, delicadas e bonitas e que os meninos sejam masculinos, duros e expansivos. Egalia lhes dá uma oportunidade fantástica para que eles sejam qualquer coisa que queiram ser – ressalta a psicóloga.

Afirmando que tal imposição educacional acontece na Suécia sem nenhum controle dos pais, Marisa Lobo afirma que o homossexualismo foi tão amplamente aceito pelos suecos, que “nos livros de educação sexual, eles não falam em alguém ser heterossexual ou homossexual. Tais coisas não existem, pois para eles todos são bissexuais; é apenas uma questão de escolha”.

A psicóloga traça ainda um paralelo entre a forma com que o governo da Suécia aborda a homossexualidade, ressaltando que o país aprovou uma lei de “crimes de ódio” que proíbe críticas à conduta homossexual, com o Brasil, onde afirma sofre acusações por falar contra a chamada ideologia de gênero.

– Aqui no Brasil, estou sendo acusada por um conselho de psicologia por enfrentar esses abusos, a psicologia perdeu a identidade, pois hora diz que não é doença, hora diz que é orientação e agora caminha um retorno à escolha sexual, ou seja, estamos vivendo sob o domínio de profissões que além de não serem científicas, ainda não se entendem ou mudam de ideia sobre a sexualidade a cada falácia, a cada ideologia inventada, neste momento só vejo a pedofilia como próxima luta dessa ideologia de gênero – afirma Marisa Lobo.Ela concluir citando Johan Lundell, secretário geral do grupo sueco pró-vida, segundo o qual a Suécia quis criar um “socialismo de famílias” por meio de uma “engenharia social”, e afirma que “os frutos são patentes: casamentos em baixa, divórcios em alta, a família assediada e oprimida pelo totalitarismo estatal”.

Por Dan Martins, para o Gospel+ via Notícia Gospel

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Ativistas gays invadem site do Pr. Marco Feliciano


Neste domingo (7) o site do pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo Partido Social Cristão de São Paulo, foi invadido por ativistas gays. Na página inicial do site foi colocado uma imagem com as cores do arco-íris, símbolo do movimento gay, e uma mensagem contra ele.
Ao abrir o site, a paródia da música “I will survive” era executada e o logotipo das lojas “O Boticário”, exibido. Também uma montagem com imagem representando Jesus publicada no site e o rosto do parlamentar estava em uma das mãos.
O parlamentar virou alvo dos ativistas homossexuais após ter seu nome indicado para presidir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Na época, Feliciano passou a ser perseguido por militantes e chegou a sofrer ameaças.
Marco Feliciano respondeu ao ataque através de sua conta no Twitter, onde afirmou se sentir “honrado” por ter sido escolhido “por essa turma” e disse que os ativistas “destilam ódio e preconceito”.
Fonte: Gospel Prime

sábado, 6 de junho de 2015

Quem saiu ganhando com o boicote ao Boticário


Ação proposta por Silas Malafaia conta o Boticário aumenta presença da marca nas redes sociais

A polêmica envolvendo o comercial pró-gay da marca O Boticário foi um dos assuntos mais buscados por brasileiros no Google nesta terça-feira. O vídeo da perfumaria, em que casais hétero e homossexuais comemoram o Dia dos Namorados, chegou a quase três milhões de visualizações no YouTube.
Num primeiro momento, o número de pessoas que clicaram em “não gostei” na avaliação do site era maior que o “gostei”. Contudo, aparentemente depois que um boicote à marca foi defendido por um segmento dos evangélicos, a tendência se inverteu.
O pastor Silas Malafaia foi a público criticar a empresa. No vídeo, ele justifica “Existe uma gama de empresas fazendo propaganda da relação gay. Eu sou contra, é um direito meu. Sou contra e estou aqui para dizer para evangélicos, para católicos, para espíritas, para ateus: gente que acredita na família milenar, (…) homem, mulher e sua prole. (…) Tenho o direito de preservar macho e fêmea, porque essa é a história da civilização humana”.
Na internet, como é costume, surgiram dezenas de piadas sobre o assunto, que tomou grande proporção. Embates nas redes sociais mostram que somente quem ganhou com a campanha contrária foi a própria marca. Na maioria dos “memes” o logotipo da marca fica bem visível.
Por exemplo, o vídeo agora tem mais de 350 mil “gostei”, quase o dobro dos 180 mil “não gostei”. Muita gente que não necessariamente compra no Boticário partiu para o ataque justamente por ser uma maneira de se opor aos evangélicos.
Como era esperado, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), que comumente critica os evangélicos afirmou que o “ódio de fundamentalistas religiosos não descansa nem numa data em que a lei é, literalmente, o amor”.
Segundo a revista Veja, no Twitter as menções favoráveis ao Boticário totalizaram 60.542, enquanto apenas 5.905 a Malafaia. A revista ainda calcula que o número de vezes que os usuários foram expostos a postagens sobre o tema, o Boticário alcançou 180 milhões contra 17 milhões de Malafaia.
Embora o pastor Silas não tenha sido o único a criticar a marca, mais uma vez tornou-se símbolo de intolerância. Em resposta a Veja, Malafaia esclarece que “não perdeu porque não vende nada”, enfatizando que o fato do vídeo ter milhões de visualizações não significa que todos gostaram. De certa maneira, repete-se ao que ocorreu quando o deputado Marco Feliciano pediu boicote à Natura, por causa da novela Babilônia.
Segundo um estudo da JWT Brasil, ao mesmo tempo em que os brasileiros não se importam com anúncios para homossexuais, acreditam que as outras pessoas não gostariam de vê-los. Cerca de 77% dos entrevistados afirmam não se importar se as pessoas em anúncios são gays ou heterossexuais, enquanto 75%, mesmo não se importando, acham que a maioria das pessoas preferiria não ver casais do mesmo sexo em peças publicitárias.
Ao mesmo tempo, na internet – espelho da sociedade atual -, existem centenas de mensagens de evangélicos que afirmam apoiar a marca e questionam se o boicote e as acusações não contradizem a mensagem de Jesus, que está centrada em amor inclusive os “inimigos”.
Em entrevista ao IG, o pastor evangélico Samuel de Lima acaba representando uma espécie de neutralidade, que parece ter sido a postura dos evangélicos. “Não vou boicotar a Boticário. Tendo dito isto, espero que aqueles que discordam do Silas Malafaia, também respeitem seu direito de fazer o boicote”, escreveu.
O fato é que os boicotes promovidos por evangélicos ou instituições conservadoras ao redor do mundo geralmente acabam gerando uma reação contrária. É o “boicote ao boicote”.  Isso já foi visto em filmes de Hollywood, series de televisão e peças publicitárias. A grande maioria das marcas hoje em dia procura se apresentar como politicamente correta, apoiando publicamente a igualdade dos homossexuais.

Fonte: GOSPEL PRIME

sexta-feira, 5 de junho de 2015

“Evangélicos” gays desistem da Marcha e vão para a Parada


Os eventos acontecem em dias próximos e atraem milhares de pessoas
Nesta quinta-feira (4) aconteceu em São Paulo a Marcha para Jesus 2015, evento que atraiu evangélicos de diversas denominações. Mas os frequentadores das chamadas igrejas inclusivas preferem participar da Parada Gay que acontece neste domingo (7) também na capital paulista.
Esse grupo frequenta a Igreja Contemporânea e não se sentem participantes do grupo de igrejas que lotaram a principal avenida da zona norte de São Paulo. “A Parada nos recebeu com muito carinho”, diz Simone Queiroz, fiel da igreja de homossexuais.
Coordenada pela Igreja Renascer em Cristo, a Marcha de São Paulo não cita temas como aborto e homossexualismo durante o percurso, mas Simone garante que já ouviu frases preconceituosas das vezes que participou do evento religioso.
“Deixamos de frequentar a Marcha porque nos sentíamos discriminados. Já ouvi dizerem abertamente coisas como ‘gay nunca foi nosso irmão’ e ‘casal gay não é família’. Como podem julgar que Deus é pai de um e não de outro?”, questiona ela que foi ordenada como pastora da Igreja Contemporânea.
Ela chega a dizer que os pastores da Marcha agridem os homossexuais durante o percurso, algo jamais presenciado nesses mais de 20 anos de Marcha para Jesus em São Paulo. Diz também, que sente medo do que os fiéis podem fazer com homossexuais durante o percurso.
“Quem está com o microfone agride com palavras, mas não sabemos o que as pessoas ao redor podem fazer”, diz.
Por e-mail, a organização da Marcha precisou deixar claro que o evento não trata desse tema e que jamais permite que os trios elétricos incitem palavras de ódio. “Isso absolutamente não é verdade. O objetivo da Marcha é trazer uma mensagem de paz e do nosso amor a Cristo. Nunca houve discurso contra gays ou qualquer outro grupo no evento”, disse a assessoria do evento para a revista Exame.
Assim como a Igreja Contemporânea, a igreja Cidade Refúgio também prefere a Parada Gay, as igrejas inclusivas se sentem mais a vontade nesse evento por poder atrair novos fiéis ao dizer que aceitam o homossexualismo.
“Eles dizem que os homossexuais vão ficar fora do reino de Deus. Mas não existe nenhum versículo bíblico que diga isso. É uma interpretação deles que não está ligada ao texto original”, diz Lanna Holder fingindo não conhecer versículos como Coríntios 6:10.

Fonte: Gospel Prime
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...