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sábado, 11 de março de 2023

CHINA: Governo obriga registro em app para cristãos terem autorização de ir à igreja


Aplicativo de Governa na China decide de cristãos podem ir á Igreja

Em uma província chinesa, os cristãos estão sendo obrigados a realizar um registro em um aplicativo do governo para receber a permissão de participar dos cultos em suas congregações.

A situação dos cristãos na China vem se deteriorando em níveis sem precedentes nos últimos anos, e a mais nova denúncia se refere à província de Henan, onde o Departamento Religioso – uma espécie de secretaria de governo – impôs a nova regra.

Essa é a mesma província onde um pregador foi preso ano passado por comprar livros cristãos pela internet.

De acordo com a entidade ChinaAid, não há base legal para a nova exigência das autoridades da província. Os cristãos que quiserem o direito de ir a um culto precisam baixar o aplicativo “Smart Religion”. A medida se estende também a muçulmanos e budistas.

O cadastro no aplicativo exige informações como nome, número de telefone, documento de identificação (equivalente ao RG), comprovante de residência, ocupação profissional e data de nascimento. Depois de preencher todas os campos, os fiéis precisam aguardar para saber se foram aprovados para receber a permissão de ir aos cultos.

Os que são aprovados, precisam ter sua temperatura corporal medida antes de entrar no templo e apresentar um código do registro feito no aplicativo. Dessa forma, o governo controla até quantas vezes uma pessoa compareceu a um culto.

Há informações de que houve questionamentos ao governo da província sobre como cristãos idosos, que não têm familiaridade com a tecnologia dos smartphones, poderiam frequentar os cultos. O governo respondeu dizendo que equipes iriam auxilia-los a se registrarem.

O impacto da medida já pode ser notado pelos líderes das igrejas na região: houve queda no número de frequentadores dos cultos. Há tensão entre os fiéis, já que o governo comunista vem usando tecnologia de vigilância como Big Data, mapas e inteligência artificial no aplicativo.

A Missão Portas Abertas relatou uma degradação na situação dos cristãos que vivem na China. Em comparação com 2022, o país se tornou mais hostil, ocupando agora o 16° lugar na lista de 50 países que mais perseguem os seguidores de Jesus Cristo.

Fonte: Gospel+

quinta-feira, 21 de julho de 2022

Igreja Presbiteriana do Brasil - Supremo Concílio decidirá como orientar fiéis contra pensamento de esquerda


A cúpula da Igreja Presbiteriana do Brasil é majoritariamente conservadora


A Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), uma das instituições evangélicas mais tradicionais do País, em redutos locais, já abriu os púlpitos para a campanha das eleições presidenciais.

A igreja projeta criar uma comissão interna para definir regras gerais a serem repassadas aos seus pastores e arquiteta nos bastidores a aprovação de uma proposta para que os fiéis sejam orientados contra o "comunismo" e a "nefasta influência do pensamento de esquerda".

As informações são de Estado de S. Paulo e UOL.

Para se tornar uma diretriz da Igreja, a proposta ainda precisa de aprovação no Supremo Concílio, órgão máximo de deliberação da denominação.

A deliberação do assunto já está agendada para ocorrer entre os dias 24 e 31 de julho, em Cuiabá (MT).

O projeto demonstra a preocupação da Igreja em apresentar "a contradição entre Marxismo e suas variantes com o Cristianismo Bíblico" e criar orientações para "os declarados 'cristãos de esquerda ou progressistas' de suas inconsistências".


Trecho de documento da Igreja Presbiteriana pregando contra pensamentos de esquerda

O documento precisa ser aprovado na reunião em Cuiabá para se tornar um posicionamento oficial da instituição Nos bastidores, a proposta é apontada como uma pressão contra fiéis críticos ao movimento conservador.

A cúpula da Igreja Presbiteriana do Brasil é majoritariamente conservadora. Os integrantes do alto comando da instituição estão diretamente alinhados com o atual presidente e o apoiarão na tentativa de reeleição.

O relator da proposta é o reverendo Osni Ferreira, da Igreja Presbiteriana Central de Londrina (PR). No último dia 3, ele já usou o púlpito da igreja para pedir apoio à reeleição do Presidente Jair Bolsonaro (vídeo no final da matéria).

"Nós temos que reeleger Bolsonaro. Irmãos, não tem outro caminho para o Brasil. Olha a América do Sul inteira…", disse Ferreira no culto. O deputado Filipe Barros (PL-PR), aliado do atual governo e membro da igreja, estava presente e também foi escolhido pelo reverendo para sua campanha à reeleição na Câmara.

A comissão "anti-esquerda" deve ter como relator o reverendo Alfredo Ferreira de Souza, da Primeira Igreja Presbiteriana de Roraima, autor de estudos sobre "as raízes satânicas do comunismo". O grupo também deve ser formado por líderes como o próprio presidente do Supremo Concílio, Roberto Brasileiro Silva.

Roberto Brasileiro tem um filho, o advogado Gustavo Brasileiro, que já atuou como assessor especial do Ministério da Educação, e é pré-candidato a deputado estadual pelo Partido Novo em Minas Gerais.

Hernandes Dias Lopes e Augustus Nicodemus Lopes, pastores conhecidos por terem milhões de seguidores nas redes sociais e influenciarem o pensamento presbiteriano no Brasil, também foram indicados para compor a comissão.

Indicado por Bolsonaro, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça também é associado à Igreja, assim como o ex-ministro do MEC (Ministério da Educação) Milton Ribeiro.

Assista abaixo vídeo do culto onde o pastor Osni Ferreira pede votos para Bolsonaro:


Com informações Folha Gospel

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

China proíbe falar sobre Deus em sites e redes sociais

Uma medida imposta pelo governo comunista da China já havia proibido estrangeiros de evangelizarem através da internet, e agora, novos detalhes da medida vieram a público explicitando que há uma guerra contra Deus da parte das autoridades.

A China há muito tempo tenta controlar os pensamentos religiosos de seus cidadãos, com medidas como registro obrigatório para igrejas ou mesmo a obrigatoriedade imposta a pastores para que submetam seus sermões para aprovação do governo.

A intenção de tamanho controle é impedir que exista qualquer dissidência ao comunismo, mas a situação, de acordo com os cristãos chineses, está piorando muito e rapidamente.

A organização Bitter Winter, que divulga detalhes da liberdade religiosa para cristãos na China, divulgou um relatório em que detalha as medidas repressivas do Partido Comunista Chinês (PCCh).

As novas medidas administrativas para os serviços de informação religiosa na Internet trazem procedimentos que englobam diversas autarquias do governo, sob o pretexto de “segurança”.

As medidas exigem uma ‘Licença de Serviço de Informações Religiosas da Internet’, que só pode ser concedida a organizações que façam parte das cinco religiões autorizadas (uma vez que devem ser ‘legalmente estabelecidas’, o que só é possível dentro das cinco organizações controladas pelo governo), para divulgar conteúdos religiosos através da internet. Qualquer outra referência à religião na rede é declarada ilegal”, explica o relatório.

Mesmo as organizações dentro das cinco religiões autorizadas estão sujeitas a vigilância e limitações. Elas podem transmitir sermões e lições, mas estes seriam verificados pelas autoridades por seu conteúdo ‘sinicizado’, garantindo que promovam os valores socialistas e apoiem o partido, e não se destinem a ser ferramentas de proselitismo”, acrescenta a Bitter Winter.

As universidades e faculdades religiosas podem disseminar conteúdo pela Internet apenas para seus alunos. Qualquer tentativa de espalhar conteúdo religioso para menores ou ‘induzir os menores a acreditar na religião’ levará ao cancelamento da licença”, alerta a entidade.

Totalitarismo

Os pontos dessa agenda tentam resolver reclamações do presidente Xi Jinping de que as restrições às referências à fé na web são “facilmente evitadas”.

As restrições entrarão em vigor em 1º de março. Os comunistas, como de praxe, distorcem a realidade, alegando que as medidas visam “proteger a liberdade religiosa dos cidadãos”.

O texto das medidas diz que “o envolvimento em serviços de informação religiosa na Internet deve cumprir a Constituição, as leis, regulamentos e regras, praticar os valores socialistas fundamentais, aderir ao princípio de independência e autogestão das religiões na China, aderir à direção do sinicização das religiões na China e orientar ativamente as religiões para se adaptarem à sociedade socialista, para manter a harmonia religiosa, a harmonia social e a harmonia nacional”.

Todo esse aspecto de limitar a abrangência dos temas pregados por cristãos, e usar o que resta para promover os valores do PCCh, vem acompanhado de um forte aparato de repressão aos cidadãos que não aceitam se submeter ao controle estatal.

Os departamentos de assuntos religiosos devem supervisionar e gerenciar os serviços de informação religiosa da Internet de acordo com a lei, e os departamentos de segurança cibernética e informatização, autoridades de telecomunicações, agências de segurança pública e agências de segurança nacional devem ser responsáveis pela gestão administrativa relevante dentro de suas respectivas responsabilidades”, diz o texto das novas medidas.

Organizações estrangeiras” estão totalmente proibidas de se envolver na distribuição de informações religiosas na Internet, e a mesma regra se aplica a grupos de caridade, criados por grupos religiosos, que desejam arrecadar fundos.

Fonte: Gospel+

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Protestos pacíficos contra o regime comunista, leva pastor a prisão em Cuba

Uma organização cristã de direitos humanos está conclamando as pessoas ao redor do mundo a se unirem à sua campanha na petição pela libertação de um pastor cubano que foi encarcerado sem julgamento após participar de protestos pacíficos em Cuba.

De acordo com a Christian Solidarity Worldwide (CSW), Lorenzo Rosales Fajardo, um pastor protestante cubano, foi preso em 11 de julho depois que ele e seu filho de 17 anos se juntaram a outros cubanos em um protesto contra o regime comunista do país em Palma Soriano.

Conforme relatado pelo CBN News, o protesto foi a maior manifestação antigovernamental em 60 anos. Os cubanos em manifestação exigiam mudança de seu governo devido à escassez de alimentos e medicamentos, que piorou durante a pandemia de COVID-19.

Enquanto os protestos eram pacíficos, as forças de segurança do Estado retaliaram com violência e detenções em massa do povo cubano, incluindo Fajardo e seu filho.

Segundo a esposa de Fajardo, Maridilegnis Carballo, o filho do casal foi libertado posteriormente, mas seu marido continua preso.

Em agosto, o pastor Fajardo foi transferido para a prisão de segurança máxima de Boniato, fora de Santiago de Cuba. Ele enfrenta acusações de 'desrespeito' e 'desordem pública', o que pode resultar em uma pena de prisão de três a 20 anos.

Além disso, Fajardo não tem permissão para visitas de sua esposa e só pode fazer ligações telefônicas de três minutos para sua família.

Enquanto seu filho foi libertado da prisão, Carballo advertiu que ele enfrentará repercussões se ela continuar a falar sobre a situação de seu marido. Ela também está sob ameaça de prisão por entrar em contato com organizações internacionais de direitos humanos a respeito da detenção de seu marido.

Em resposta à notícia, a CSW lançou uma campanha onde as pessoas podem assinar uma petição pedindo a libertação de Fajardo.

"O pastor Lorenzo Rosales Fajardo já passou mais de dois meses na prisão em condições horríveis simplesmente por participar de protestos pacíficos", disse o chefe de campanhas da CSW, Dave Mance, em um comunicado.

"CSW continua pedindo sua libertação imediata e incondicional, e pedimos a todos os que se preocupam com a justiça que se unam a nós enviando uma mensagem a Cuba de que o mundo está observando e que o tratamento dado ao pastor Rosales Fajardo não será tolerado", afirmou. afirma.Fajardo, 50, trabalha como pastor em Cuba há 20 anos. Em 2012, o governo confiscou a propriedade de sua igreja.

Mais tarde, Fajardo e sua família compraram outra casa e lideraram a igreja do Monte de Sion, onde serviu até a prisão.

Fonte: Folha Gospel com informações de Christian Heeadline

domingo, 11 de abril de 2021

A relação impossível entre Cristianismo e socialismo

Entenda o antagonismo da fé cristã com as ideias de Karl Marx.

Você já ouviu falar em crente socialista? Será que essa junção combina? Na verdade, o Cristianismo e o socialismo não podem andar juntos, pois ambos diferem um do outro.

Embora a filosofia do socialismo seja tão fanática como uma seita, as realidades das crenças se chocam. Não há como ser discípulo de Jesus e ao mesmo tempo discípulo de Karl Marx, é preciso escolher entre um ou outro.

As tentativas do comunismo em destruir e corromper o Evangelho são inúmeras. No Manifesto Comunista, assinado pelos teóricos e fundadores do socialismo, Karl Marx e Friedrich Engels, é possível ler os objetivos da Liga dos Comunistas, publicado pela primeira vez em fevereiro de 1848.

Mas o comunismo quer abolir estas verdades eternas, quer abolir a religião e a moral, em lugar de lhes dar uma nova forma e isso contradiz todo o desenvolvimento histórico anterior”, diz um trecho.

Fica claro que a intenção dos autores em extinguir o Cristianismo, que tem como um dos seus compromissos a defesa da moral, da ética e da liberdade de religião e .

Sendo assim, podemos afirmar que um cristão não pode se dizer comunista ou vice-versa, pois estaria entrando em contradição com as verdades que professa ou acredita como parte da sociedade.

O comunismo não aceita a liberdade religiosa

Vale ressaltar que depois do Manifesto Comunista, a ideia de Marx e Engels foi responsável por diversas mortes travadas em guerras civis e revoluções de comunistas em todo o mundo.

O comunismo tenta distribuir a ideia do socialismo e se apresenta de maneira tolerante e simpática em relação às crenças religiosas, porém podemos ver a implantação desse sistema atualmente na Coreia do Norte e em Cuba, evidenciando a perseguição aos cristãos e a proibição da liberdade religiosa.

Os desvalores do comunismo vieram para ir em contradição total aos valores da fé cristã, então como elas seriam compatíveis? Ser comunista é negar a existência de Deus e ir contra toda a sua Palavra.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 9 de abril de 2021

Autoridades comunistas proíbem atividades e pregações cristãs pela internet, na China



Atividades presenciais nas igrejas cristãs também já estavam suspensas, em Qingdao.

O Departamento de Trabalho da Frente Unida do Comitê Provincial do Partido de Shandong, na China, emitiu um aviso proibindo os cristãos na província de usar a Internet para transmitir suas atividades religiosas.

Em 29 de janeiro, a Three-Self Patriotic Association a Associação Cristã da cidade de Qingdao, província de Shandong, publicou uma cópia do aviso relativo às Restrições às Igrejas na Província de Shandong.

A proibição é para as transmissões ao vivo, bem como para a divulgação de áudios e vídeos de pregação.

O aviso da Associação Patriótica Tripla de Shandong Qingdao e da Associação Cristã para cada jurisdição afirmou em 14 de janeiro que, de acordo com o Conselho de Estado e a Comissão Nacional de Saúde da China, os funcionários passaram instruções essenciais sobre a situação do surto de Covid-19 em várias regiões.

De acordo com os requisitos unificados do Comitê Provincial do Partido de Shangdong Qingdao e do Departamento de Trabalho da Frente Unida (UFWD) do Comitê Municipal do Partido, todas as igrejas cristãs e locais de reunião em Qingdao foram fechados em 14 de janeiro e todas as atividades da igreja suspensas.

Durante o período de suspensão, enfatizava o aviso, a Three-Self Patriotic Association de todos os distritos deve cumprir estritamente as exigências da UFWD local e dos departamentos encarregados de assuntos religiosos, além de seguir com competência medidas de prevenção e controle para manter a estabilidade social.

As autoridades devem reprimir resolutamente as atividades de coleta ilegal. Um aviso adicional será dado quando as autoridades do Partido Partido Comunista permitirem a retomada das atividades.

As diretivas relativas à gestão de "locais religiosos" notificam os sub departamentos dos grupos do Three-Self Patriotic Movement de cada distrito para cumprir os requisitos relevantes dos "Regulamentos sobre Assuntos Religiosos".

Os grupos devem aderir às instruções unificadas dos comitês partidários provinciais e municipais do Departamento de Trabalho da Frente Unida - e regular a segurança da opinião pública da Internet no setor cristão. Também devem proibir toda a publicação e disseminação de vídeos e áudios de pregação no período pós-pandemia, para evitar a exploração de atividades missionárias ilegais na Internet.

Em 23 de fevereiro de 2020, a Three-Self Patriotic Association de Shandong e a Associação Cristã notificaram todos os seus sub comitês, solicitando aos cristãos que parassem com as atividades de pregação ao vivo na Internet e proibiu reuniões e cultos privados.

Embora o aviso mencione que os cristãos devem “levar em consideração as crenças e os sentimentos dos crentes de maneira adequada e orientá-los ativamente de outras maneiras, sem se reunir”, ela não afirmava quais métodos poderiam ser usados ​​para orientá-los.

Em setembro de 2018, a Administração Estatal de Assuntos Religiosos da China emitiu o projeto de "Medidas para a Administração de Serviços de Informação da Internet", estipulando que:

Após o lançamento do rascunho de 2018, salas de bate-papo e outras plataformas da Internet teriam recebido avisos sobre o uso de palavras delicadas como "Amém" e "Jesus".

Atualmente, para ajudar a restringir a propagação do coronavírus, os cristãos em muitos países, incluindo a China, cooperam com as medidas de prevenção e controle de doenças, suspendendo reuniões regulares nos prédios da igreja e mudando para sessões online.

Apesar da obediência dos cristãos, o Departamento de Trabalho da Frente Unida do Comitê Provincial do Partido de Shandong também tem como alvo os crentes na província, adicionando mais restrições às atividades cristãs.

Fonte: Guiame

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Ex-espião da União Soviética assume: Nós criamos a Teologia da Libertação


Ion Mihai Pacepa foi general da polícia secreta da Romênia comunista antes de pedir demissão do seu cargo e fugir para os EUA no fim da década de 70. 
Considerado um dos maiores "detratores" de Moscou, Pacepa concedeu entrevista a ACI Digital e revelou a conexão entre a União Soviética e a Teologia da Libertação na América Latina. 
A seguir, os principais trechos da sua entrevista:

Em geral, você poderia dizer que a expansão da Teologia da Libertação teve algum tipo de conexão com a União Soviética?

Sim. Soube que a KGB teve uma relação com a Teologia da Libertação através do general soviético Aleksandr Sakharovsky, chefe do serviço de inteligência estrangeiro (razvedka) da Romênia comunista, que foi conselheiro e meu chefe até 1956, quando foi nomeado chefe do serviço de espionagem soviética, o PGU1; Ele manteve o cargo durante 15 anos, um recorde sem precedentes.
Em 26 de outubro de 1959, Sakharovsky e seu novo chefe, Nikita Khrushchev, chegaram à Romênia para as chamadas "férias de seis dias de Khrushchev". Ele nunca tinha tomado um período tão longo de férias no exterior, nem foi sua estadia na Romênia realmente umas férias.
Khrushchev queria ser reconhecido na história como o líder soviético que exportou o comunismo à América Central e à América do Sul. A Romênia era o único país latino no bloco soviético e Khrushchev queria envolver os "líderes latinos" na sua nova guerra de "libertação".

Eu investiguei sobre Sakharovsky, vi os seus escritos, mas não pude encontrar nenhuma informação relevante sobre sua figura. Por que?

Sakharovsky era uma imagem soviética dos anos quentes da Guerra Fria, quando os membros dos governos britânico e israelense ainda não conheciam a identidade dos líderes do Mossad e do MI-6. Mas, Sakharovsky desempenhou um papel extremamente importante na construção da história da Guerra Fria. Ele ocasionou a exportação do comunismo a Cuba (1958-1961); ele manipulou de maneira perversa a crise de Berlim (1958-1961) criou o Muro de Berlim; a crise dos mísseis cubanos (1962) e colocou o mundo na beira de uma guerra nuclear.

A Teologia da Libertação foi de alguma maneira um movimento 'criado' pela KGB de Sakharovsky ou foi um movimento existente que foi exacerbado pela URSS?

O movimento nasceu na KGB e teve um nome inventado pela KGB: Teologia da Libertação. Durante esses anos, a KGB teve uma tendência pelos movimentos de "Libertação". O Exército de Libertação Nacional da Colômbia (FARC –sic–), criado pela KGB com a ajuda de Fidel Castro; o Exército de Libertação Nacional da Bolívia, criado pela KGB com o apoio de "Che" Guevara; e a Organização para Libertação da Palestina (OLP), criado pela KGB com ajuda de Yasser Arafat, são somente alguns movimentos de "Libertação" nascidos em Lubyanka – lugar dos quartéis-generais da KGB.
O nascimento da Teologia da Libertação em 1960 foi a tentativa de um grande e secreto "Programa de desinformação" (Party-State Dezinformatsiya Program), aprovado por Aleksandr Shelepin, presidente da KGB, e pelo membro do Politburo, Aleksey Kirichenko, que organizou as políticas internacionais do Partido Comunista.
Este programa demandou que a KGB guardasse um controle secreto sobre o Conselho Mundial das Igrejas (CMI), com sede em Genebra (Suíça), e o utilizasse como uma desculpa para transformar a Teologia da Libertação numa ferramenta revolucionária na América do Sul. O CMI foi a maior organização internacional de fiéis depois do Vaticano, representando 550 milhões de cristãos de várias denominações em 120 países.

O nascimento de um novo movimento religioso é um evento histórico. Como foi construído este novo movimento religioso?

A KGB começou construindo uma organização religiosa internacional intermédia chamada "Conferência Cristã pela Paz", cujo quartel general estava em Praga. Sua principal tarefa era levar a Teologia da Libertação ao mundo real. A nova Conferência Cristã pela Paz foi dirigida pela KGB e estava subordinada ao respeitável Conselho Mundial da Paz, outra criação da KGB, fundada em 1949, com seu quartel geral também em Praga.
Durante meus anos como líder da comunidade de inteligência do bloco soviético, dirigi as operações romenas do Conselho Mundial da Paz (CMP). Era estritamente KGB. A maioria dos empregados do CMP eram oficiais de inteligência soviéticos acobertados. Suas duas publicações em francês, "Nouvelles perspectives" e "Courier da Paix", estavam também dirigidas pelos membros infiltrados da KGB –e da romena DIE2–. Inclusive o dinheiro para o orçamento da CMP chegava de Moscou, entregue pela KGB em dólares, em dinheiro lavado para ocultar sua origem soviética. Em 1989, quando a URSS estava à beira do colapso, o CMP admitiu publicamente que 90 por cento do seu dinheiro chegava através da KGB3.

Como começou a Teologia da Libertação?

Eu não estava propriamente envolvido na criação da Teologia da Libertação. Eu soube através de Sakharovsky, entretanto, que em 1968 a Conferência Cristã pela Paz criada pela KGB, apoiada em todo mundo pelo Conselho Mundial da Paz, foi capaz de manipular um grupo de bispos sul-americanos da esquerda dentro da Conferência de Bispos Latino-americanos em Medellín (Colômbia).
O trabalho oficial da Conferência era diminuir a pobreza. Seu objetivo não declarado foi reconhecer um novo movimento religioso motivando os pobres a rebelar-se contra a "violência institucionalizada da pobreza", e recomendar o novo movimento ao Conselho Mundial das Igrejas para sua aprovação oficial. A Conferência de Medellín alcançou ambos objetivos. Também comprou o nome nascido da KGB "Teologia da Libertação".

A Teologia da Libertação teve líderes importantes, alguns deles famosas figuras "pastorais" e alguns intelectuais. Sabe se houve alguma participação do bloco soviético na promoção da imagem pessoal ou dos escritos destas personalidades? Alguma ligação específica com os bispos Sergio Mendes Arceo do México ou Helder Câmara do Brasil? Alguma possível conexão direta com teólogos da Libertação como Leonardo Boff, Frei Betto, Henry Camacho ou Gustavo Gutiérrez?

Tenho boas razões para suspeitar que havia uma conexão orgânica entre a KGB e alguns desses líderes promotores da Teologia da Libertação, mas não tenho evidência para comprová-la. Nos últimos 15 anos que morei na Romênia (1963-1978), dirigi a espionagem científica e tecnológica do país, e também as operações de desinformação destinadas a aumentar a importância de Ceausescu no Ocidente.
Recentemente vi o livro de Gutiérrez "Teologia da Libertação: Perspectivas" (1971) e tive a intuição de que este livro foi escrito em Lubyanka. Não surpreende que ele seja considerado agora como o fundador da Teologia da Libertação. Porém, da intuição aos fatos, entretanto, há um longo caminho.
Fonte: ACIDigital

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Grupo de pastores e ativistas lançam bancada evangélica socialista - COMENTO A NOTÍCIA


Um grupo de lideranças evangélicas com viés socialista lançou no começo de julho a Bancada Evangélica Popular (BEP), um movimento político que quer desassociar os evangélicos da imagem de conservadores.

"Nosso setor evangélico tem participado de forma negativa na política, com lideranças e um projeto de poder que não combinam com os valores do evangelho. Ferem a laicidade do Estado, cultivam a cultura do ódio e prejudicam a luta por justiça social", disse o grupo em uma publicação em 14 de julho.

Entre os fundadores da Bancada Evangélica Popular – todos do estado de São Paulo – estão pastores e ativistas evangélicos ligados a movimentos de esquerda, como a Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, o Coletivo Inadequados e o Evangélicas Pela Igualdade de Gênero. Eles fazem parte de igrejas protestantes como a Comunidade Cristã na Zona Leste (CCZL), a Igreja Metodista da Luz e a Igreja da Garagem.

O plano da BEP é intervir diretamente na política, entrando em partidos e elegendo nomes de sua escolha. "É nosso propósito ocupar as câmaras e assembleias com uma bancada evangélica popular, que lute e defenda os direitos de nosso povo", anuncia o grupo. "À luz da palavra de Deus, queremos promover políticas públicas concretas que cessem com a desigualdade social e promovam justiça, paz e dignidade para todas e todos."

Viés socialista é proclamado às claras

Embora em alguns momentos a Bancada Evangélica Popular se apresente como mera alternativa ao que denomina "cultura do ódio" dos políticos evangélicos que hoje exercem mandatos no Brasil, o movimento não deixa de proclamar às claras seu viés socialista. Em vários momentos, apresenta visões bem próximas às do marxismo clássico, como o rechaço aberto ao capitalismo.

O pastor Ariovaldo Ramos, que no ano passado publicou uma carta em apoio ao ex-presidente Lula, é um dos idealizadores da BEP. Em transmissão ao vivo no Facebook para lançar o movimento, em 5 de julho, Ramos disse que "a fé cristã sempre foi socialista" e que é inevitável que a Bancada Evangélica Popular atue somente com partidos que tenham o socialismo como bandeira. "Nós temos um projeto socialista, que é o projeto cristão", disse o pastor.

Entre as bandeiras da BEP, Ramos mencionou a luta pelo meio ambiente, pela igualdade de gênero, pela "igualdade entre todos os seres humanos", o antirracismo e o fim do capitalismo "como um sistema feroz, selvagem, que premia a acumulação e que estabelece a exclusão de seres humanos".

Samuel Oliveira, ativista e membro da Comunidade Cristã na Zona Leste (CCZL), tem sido o principal porta-voz do movimento. Em um vídeo recente do movimento Jornalistas Livres, ele afirmou que a BEP se pretende como um contraponto ao "[...] setor mais conservador, e totalmente entregue, vendido e comprado pelo sistema financeiro, pelo capital e por toda uma elite, uma classe dominante, que usa da sua suposta identidade evangélica para poder conduzir as massas do nosso povo evangélico".

Progressismo nos costumes também faz parte do ideário da Bancada Evangélica Popular

"Paz e bem a todos, todas e todos" (sic), diz a BEP na legenda de apresentação do vídeo de lançamento da iniciativa. A adesão à ideologia de gênero é frequente nos conteúdos publicados pelo movimento.

A simpatia por bandeiras caras aos movimentos progressistas contemporâneos, como a ideologia de gênero e as causas LGBT, também fica clara nas falas dos membros e nos comunicados publicados pela BEP. "A igreja evangélica passa uma mensagem muito ruim desde alguns anos para o país, dando a impressão de que nós somos um povo reacionário, pró-capitalista e repleto de fobias. Isso não é verdade", afirmou o pastor Ariovaldo.

No manifesto publicado em seu site, a BEP diz que quer cuidar "de todos os oprimidos e oprimidas por esse sistema que tem ceifado as vidas dos pobres, e principalmente das mulheres, dos negros, dos LGBTs, dos estrangeiros, dos indígenas, e de todos aqueles e aquelas por quem nosso Cristo, pela graça maravilhosa, entregou sua vida na cruz".

Por enquanto, mesmo com a participação de pastores conhecidos em alguns meios evangélicos, a BEP ainda engatinha em apoio popular: sua página no Facebook, espaço virtual onde o movimento foi lançado, tinha cerca de 500 curtidas até a publicação da reportagem.

Fonte: Gazeta do Povo


MEU COMENTÁRIO

A notícia está reverberada na íntegra, até porque tem tudo a ver com a comunidade da nação brasileira.

Como eles mesmos dizem, a intenção é contrapor o pensamento conservador evangélico, baseado nas sagradas escrituras, bem como na cultura judaico-cristã.

É um grupo ainda minoritário, mas que procura um "lugar ao sol" para galgar o crescimento necessário, no sentido de impor no meio cristão, seu pensamento socialista e liberalista, a partir de uma interpretação própria e conveniente da Bíblia Sagrada.

É lógico que eles sabem que são minoria ainda inexpressiva, mas a atitude tira qualquer inibição e começa minar as bases do cristianismo, com uma nova leitura e roupagem, no afã de nos dividir, a partir principalmente da juventude.

Portanto é necessário que evangélicos de maneira geral, não somente intercedam, que é o principal, mas também se mobilizem no sentido de que cada dia mais possa dar razão e consolidação.

Até então, "evangélicos" que pensavam de forma escandalosa e diferente, não se arvoravam em tentar "reinventar a roda", apenas diziam que "não eram mais evangélicos" mas agora, orientados pela esquerda já o fazem sem qualquer pudor.

É o fim dos tempos.

Oremos!

terça-feira, 7 de julho de 2020

Igrejas são obrigadas a provar lealdade ao Partido Comunista para reabrir na China


Cerimônias como o hasteamento da bandeira e elogios às medidas do Partido Comunista durante a pandemia estão entre as exigências às igrejas que desejam reabrir


Algumas igrejas já registradas pelo governo foram autorizadas a reabrir na China, após um bloqueio de 5 meses em razão da pandemia do coronavírus. Mas somente depois de provar sua lealdade ao Partido Comunista.
A Igreja Católica Lishiting no distrito de Shunhe, em Kaifeng, uma cidade no nível da prefeitura da província central de Henan, reabriu em 14 de junho, depois de permanecer fechada por cinco meses.
"Nós levantamos solenemente a bandeira nacional aqui hoje após a epidemia, testemunhando os frutos de todas as pessoas que trabalham juntas sob a liderança de Xi Jinping, que dirige o governo e o Partido", disse um padre em uma reunião de cerca de 20 pessoas, supervisionadas por funcionários do governo. .
A igreja cristã de Gangxi, no distrito, também foi reaberta às 8 horas da mesma manhã.
A igreja finalmente reabriu após cinco meses, 147 dias ou 21 domingos, mas em vez de cantar hinos para louvar a Deus, o governo exigiu que hasteássemos a bandeira nacional e cantássemos o hino nacional, elogiando a vitória de Xi Jinping e do Partido Comunista no combate à pandemia'”, um membro da congregação comentou. "Isso é completamente contrário à nossa crença".
Alguns locais de culto administrados pelo Estado foram autorizados a reabrir em junho, muito depois que outros locais públicos na China voltaram ao normal após a suspensão das restrições em razão do coronavírus. Mas somente aqueles que se comprometem a apoiar o “patriotismo” — o que na prática é ser fiel ao Partido Comunista — têm permissão para abrir suas portas às congregações.
Aceitação
Os dois conselhos cristãos chineses autorizados pelo governo em Henan, Zhejiang e outras províncias exigiram que, no dia da reabertura, as igrejas “promovam o patriotismo”, hasteando a bandeira nacional, cantando o hino do país e contem aos fiéis "histórias comoventes sobre a batalha da China contra a pandemia".
Às 7 da manhã de 13 de junho, mais de 20 membros do clero da Igreja de Quannan, a maior igreja cristã da cidade de Quanzhou, na província de Fujian, sudeste do país, realizaram uma cerimônia de hasteamento de bandeiras em seu pátio. Um slogan atraente que promove os principais valores socialistas foi colocado na parede atrás do mastro da bandeira.
Naquele dia, sob a supervisão de funcionários do Departamento de Trabalho da Frente Unida e do Departamento de Assuntos Religiosos da cidade, o pastor da igreja elogiou as realizações do Presidente Xi Jinping no combate à epidemia.
"Devemos amar o sistema socialista e o Partido Comunista", disse ele, promovendo a "superioridade do sistema socialista" e criticando os Estados Unidos por seus esforços no combate à pandemia.
"O Departamento de Trabalho da Frente Unida e o Departamento de Assuntos Religiosos exigem a realização de cerimônias para levantar bandeiras e promover o patriotismo", comentou um membro da igreja. "A partir de agora, todas as igrejas precisam fazê-lo, ou serão fechadas e seus líderes demitidos".
Um pregador da cidade de Zhumadian, em Henan, disse a Bitter Winter que antes de sua igreja reabrir, ele precisava participar de uma conferência organizada pelos Dois Conselhos Cristãos Chineses locais. Os participantes tiveram que estudar os principais discursos de Xi Jinping sobre prevenção e controle do surto de coronavírus e ouvir "histórias heróicas de combate à epidemia".
O governo exige promover essas coisas para as congregações depois que as igrejas reabrem”, explicou o pregador. “Esses textos são publicados em um livreto, com mais de 100 páginas. Os pregadores devem falar principalmente sobre as políticas do Estado. Quem desobedecer será preso”.
Alerta
Um pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia acredita que a exigência de hastear a bandeira nacional e provar lealdade ao Partido Comunista no dia em que as igrejas reabrem tem como objetivo "perturbar as mentes dos crentes para transformar suas ideologias e mudar a essência de suas crenças".
Ele está preocupado que o Partido Comunista Chinês intensifique ainda mais seu controle sobre as pessoas de fé através da educação patriótica e doutrinação.
"Seu objetivo final é fazer com que todas as pessoas acreditem apenas no comunismo, para 'sinicizar' o cristianismo", acrescentou o pastor, exortando os fiéis a "vigiarem as intenções perversas do Partido Comunista Chinês e não se tornarem prisioneiros do comunismo".
As igrejas menores devem seguir o caminho das igrejas domésticas e realizar reuniões em segredo, para evitar serem controladas pelo Partido Comunista Chinês e preservar sua pura fé”, concluiu o pastor.
Fonte: CPAD News

domingo, 1 de setembro de 2019

A Bíblia não é um manifesto comunista e Jesus não pregou o socialismo, declara líder conservador

A Bíblia Sagrada não é um manifesto comunista e Jesus Cristo não foi um pregador do socialismo. Com essas palavras, o líder cristão conservador Ralph Reed se opôs à crescente onda entre políticos do Partido Democrata que propõem transformar os Estados Unidos em um país marxista.
Numa entrevista concedida à Fox News, Ralph Reed disse para a comentarista de política Laura Ingraham que Bíblia não é "um manifesto comunista religioso” e que Jesus não era “um socialista que usava a Birkenstock".
Em sua visão, o apelo socialista dos pré-candidatos do Partido Democrata que tentam a vaga para enfrentar o presidente Donald Trump em 2020 não encontrará espaço entre os eleitores norte-americanos.
"Eu não acho que isso vai tocar no coração porque a boa notícia é que os cristãos na América conhecem sua Bíblia e sabem que a Bíblia ensina que 'aquele que não trabalha não deve comer', fala sobre a importância de trabalho, e fala sobre a importância de ser produtivo", disse Reed.
"Sim, somos chamados a cuidar dos pobres, dos necessitados, dos enfermos e dos estrangeiros, mas esse chamado é para os fiéis. Ele chama as pessoas mais próximas da necessidade de atender a essa necessidade. Não o grande governo, não burocratas em Washington", enfatizou o líder conservador, que é fundador do movimento Faith & Freedom Coalition, de acordo com informações do portal The Christian Post.
Ingraham citou o político Pete Buttigieg, prefeito da cidade de South Bend, no estado de Indiana, que é um cristão episcopal e homossexual, que vive com um companheiro e fala sobre suas crenças cristãs em sua campanha pela indicação para disputar a Casa Branca e tem simpatia pela ideia socialista.
Ralph Reed respondeu que esperava que o prefeito Buttigieg e seus colegas dessem a justificativa bíblica para a proposta de legalização do aborto tardio, que o candidato presidencial democrata apoia.
"Aqui está o que eu acho que as pessoas estão famintas. Eles estão famintos por líderes que possam fazer uma conexão entre sua fé e seus valores e políticas públicas", continuou Reed.
"Quando se trata da santidade da vida, da liberdade religiosa e do apoio a Israel, e da proteção dos menores entre nós, e falando pelos pobres e atendendo às suas necessidades, é uma questão do que é mais eficaz… e o que é mais próximo dos necessitados, e o grande governo é o último que fará isso", acrescentou.
O líder conservador argumentou que esta e outras conversas de fé por parte dos líderes e apoiadores democratas são uma resposta à eleição de 2016, quando um grande número de fiéis religiosos votou nos republicanos.
"Eles perderam o voto evangélico em 65 pontos, perderam o voto católico em 10 pontos, perderam fiéis católicos praticantes, frequentadores da missa, por 24 pontos", disse ele. "Eles perceberam tardiamente que, se o seu partido chutar os eleitores de fé nos dentes e os chamarem de 'irredimíveis' e essencialmente disserem que são 'deploráveis', essas pessoas podem não ser atraídas por eles".
Essas declarações vieram em resposta a um discurso do reverendo William Barber II, afeito aos ideais progressistas/socialistas, em uma reunião de verão do Comitê Nacional Democrata na semana passada.
"Se alguém o chama de socialista, então devemos obrigá-los a reconhecer que a Bíblia deve promover o socialismo porque Jesus ofereceu assistência médica gratuita a todos e ele nunca cobrava pagamento de um leproso", disse Barber na ocasião, distorcendo a mensagem dos evangelhos para que se encaixe em sua narrativa política.
"A Bíblia diz que uma nação será julgada pela maneira como trata os pobres, os doentes, as mulheres e os imigrantes. A Bíblia diz que Deus faz chover sobre os justos e os injustos. Se você quer chamar o cuidado de 'socialismo popular', então a Constituição é um documento socialista – porque nos chama a promover o bem-estar geral e a estabelecer a justiça", acrescentou Barber na ocasião.
Fonte: Gospel+
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