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quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

José Dirceu ataca e aponta igrejas como responsáveis pelo declínio da esquerda no Brasil



Fundador do PT defendeu reorganização da sigla para fazer frente à oposição


Em uma entrevista recente ao podcast Pod13, do Partido dos Trabalhadores (PT) da Bahia, José Dirceu, um dos fundadores do PT e ex-ministro-chefe da Casa Civil entre 2003 e 2005, fez críticas contundentes às igrejas, especialmente às neopentecostais.

Dirceu destacou que houve uma transformação social e cultural significativa devido à ascensão das igrejas, o que ele chama na reportagem de "neopentecostalismo e do fundamentalismo religioso", assim como ao fortalecimento dos partidos de direita. Ele argumentou que a esquerda, incluindo o PT, recuou diante dessas mudanças, resultando em um cenário atualmente polarizado.

"Nesses anos, houve uma mudança social e cultural enorme pelo neopentecostal, do fundamentalismo religioso, devido à força dos partidos de direita. E nós recuamos, a esquerda como um todo", afirmou Dirceu.


O ex-ministro defendeu a necessidade de reorganização do PT como uma força política capaz de fazer frente à direita nesse cenário polarizado.

Contudo, José Dirceu não explicou que a própria polarização é provocada pelo PT e seus aliados de esquerda, que veem na divisão da sociedade um meio para se manterem relevantes.

Dirceu de fato está certo, pois as igrejas e os fieis têm sido mais vigilantes quanto ao assunto política, pois já não são massa de manobra da esquerda e nem da direita.


Com informações de JM Notícia via Terra Brasil

sexta-feira, 14 de outubro de 2022

Ed René diz que todo nazista é apoiador de Jair Bolsonaro


O pastor ligado à esquerda critica os conservadores cristãos

O líder da Igreja Batista de Água Branca em São Paulo, pastor Ed René Kivitz, deu uma declaração polêmica em entrevista à Folha de São Paulo sobre sua visão a respeito dos conservadores que apoiam a reeleição de Jair Bolsonaro (PL).

Na visão do religioso, os conservadores do Brasil são racistas, machistas e homofóbicos.

Os conservadores querem um Brasil em que as hierarquias sejam mantidas, onde os brancos valem mais que os pretos, os homens mais que as mulheres, os ricos mais que os pobres, os heterossexuais mais que os homossexuais e assim por diante – disse o pastor desligado da Convenção Batista Brasileira.

Em outro trecho da entrevista ele declara que todo nazista é bolsonarista.

Nem todo bolsonarista é nazista, mas todo nazista é bolsonarista. Todo supremacista, quer seja social, racial, de gênero, é bolsonarista – disse.

Kivitz também critica os cristãos conservadores e diz que o Evangelho não é “uma nova moral” e que os textos sagrados são usados de forma literal; para ele, isso é um erro.

Quando interpreto o texto sagrado literalmente, eu caio num legalismo que, levado ao extremo, me faz apedrejar pessoas. O fundamentalismo fere o espírito do Evangelho também por tentar impor a parte para o todo – completou.

Fonte: Pleno News


domingo, 9 de outubro de 2022

Militantes de esquerda realizaram a Marcha para Satanás em Natal (RN)



Um grupo de pessoas realizou no Rio Grande do Norte, no dia de ontem, 08.10.2022 - Sábado -  a "Marcha para Satanás", onde defenderam que o estado deve ser laico, ou seja, sem a influência da bancada religiosa no congresso.

Os que participam dessa marcha são, em sua grande maioria, apoiadores da esquerda, politicamente falando, e eles pregam que religião e política não devem se misturar.

O grupo fez um manifesto em frente à uma igreja Universal e gritavam expressões do tipo: "Satã é o nosso rei", "na casa de Satã não existe Jeová" e "Edir Macedo tem que morrer", além de cartazes que pediam "tirem a Bíblia da nossa constituição", entre outros.

Os manifestantes ignoraram o fato de que o país ja é constitucionalmente laico, no entanto, cada cidadão, seja ele parlamentar ou não, tem o direito de manifestar sua fé através de suas ações.

Com informações AN


Assista o vídeo:


domingo, 28 de agosto de 2022

Nicarágua: Igreja cristã foi uma das instituições classificadas como “inimigos do Estado”


Governo de esquerda tem fechado rádios, invadido igrejas e prendido padres

Através do partido político FSLN, os governantes têm permanecido no poder na Nicarágua por meios ilegítimos.

As autoridades controlam todos os sistemas produtivos da sociedade, a mídia e a justiça, e não permitem as manifestações da igreja contra a violência do governo.

Em 2018, a população marchou contra os atos violentos da gestão Ortega, pedindo novas eleições. As manifestações foram duramente reprimidas pelos militares e todos que mostraram insatisfação com o governo vivem sob intensa perseguição.

A Igreja cristã foi uma das instituições classificadas como “inimigos do Estado” e tem sido atacada pelo governo desde então. Houve 239 incidentes na Nicarágua entre 2019 e 2022 afetando cristãos.

No dia 4 de maio deste ano, a Assembleia Nacional, controlada pelo presidente Daniel Ortega, ameaçou processar líderes cristãos e confiscar as propriedades deles porque ajudaram os manifestantes nos protestos de 2018. Desde então, abusos das forças de segurança contra as igrejas intensificaram-se, atingindo não apenas os líderes, mas toda a comunidade cristã.

Os cultos e pregações são constantemente monitorados e o acesso à saúde pública foi tirado dos cristãos. Na escola, o currículo educacional público oferece conteúdo político alinhado com o regime que nega ou deprecia outras ideologias, como a cristã. Templos foram destruídos e líderes cristãos relatam danos psicológicos devido às contínuas ameaças.

O papel da igreja

O governo alega que os protestos de 2018 foram uma tentativa de golpe de Estado e que considera a igreja como cúmplice das manifestações por acolher e ajudar os feridos nas passeatas. Segundo o advogado do Coletivo de Defesa dos Direitos Humanos, Carlos Guadamuz,  “a igreja tem o suporte da população. Em nível nacional, a igreja foi a última instituição sólida que restou. Não há outros grupos civis que tenham escapado da perseguição”.

O conflito entre o governo e a igreja nicaraguense existe há décadas e perdura sob a administração de Ortega. Patrícia Montenegro, Membro do Observatório Pró-transparência e anticorrupção, afirma: “As igrejas têm sido fundamentais na crise de direitos humanos na Nicarágua e, por isso, tornou-se alvo da perseguição indiscriminada de Ortega e seus aliados”.

Sete rádios cristãs foram fechadas

Outro incidente demonstra a tensão no país. No dia 1º de agosto a polícia invadiu a igreja Divina Misericórdia, localizada em Sébaco, e exigiu que as estações de rádio e os canais de televisão da igreja fossem fechados. Os policiais também confiscaram os equipamentos de transmissão. Alguns cristãos tentaram intervir, mas a polícia atirou para o alto a fim de dispersá-los.

Essa medida foi coordenada pela Telecor, órgão regulador das comunicações da Nicarágua, que fechou outras emissoras também. Eles alegaram “irregularidades” na licença das rádios, apesar da garantia e esforços dos diretores em manter os documentos atualizados.

Censuras

Esse cenário levou igrejas e cristãos a pedirem às autoridades que respeitem a liberdade de expressão e de religião. Organizações internacionais apoiam o mesmo. “A União Europeia condena a interdição arbitrária das sete estações de rádio cristãs e de outras mídias cristãs pelas autoridades na Nicarágua no dia 1º de agosto”, foi a declaração da organização ao portal de notícias BBC.

No dia 4 de agosto, a polícia tentou proibir o líder cristão Rolando Álvares de realizar o culto agendado para essa data, dizendo que Rolando “incita a violência das multidões e apoia movimentos para desestabilizar a nação”. Sob a mesma alegação, muitos líderes foram presos enquanto estavam realizando cultos.

Organizações cristãs também foram proibidas de se reunir em julho e recentemente foram obrigadas a sair do país por causa da perseguição. Em junho, um abrigo para garotas vulneráveis, abusadas ou abandonadas, foi fechado sob acusação de falta de detalhes na declaração das doações. O lugar também abrigava idosos e está fechado até agora.

Socorro para cristãos latino americanos

Um dos vizinhos latino-americanos com intensa perseguição intensa é a Colômbia. Assim como na Nicarágua, o governo e movimentos políticos não enxergam com bons olhos a presença dos cristãos. Os indígenas que decidem seguir Jesus são os mais pressionados no país. Através de uma campanha lançada pela Portas Abertas, os cristãos podem receber apoio e socorro que precisam.

Acesse o link e saiba mais sobre a perseguição na América Latina. Com sua ajuda, esses irmãos na fé receberão o apoio e socorro de que precisam.

Fonte: JM Notícia

quinta-feira, 21 de julho de 2022

Igreja Presbiteriana do Brasil - Supremo Concílio decidirá como orientar fiéis contra pensamento de esquerda


A cúpula da Igreja Presbiteriana do Brasil é majoritariamente conservadora


A Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), uma das instituições evangélicas mais tradicionais do País, em redutos locais, já abriu os púlpitos para a campanha das eleições presidenciais.

A igreja projeta criar uma comissão interna para definir regras gerais a serem repassadas aos seus pastores e arquiteta nos bastidores a aprovação de uma proposta para que os fiéis sejam orientados contra o "comunismo" e a "nefasta influência do pensamento de esquerda".

As informações são de Estado de S. Paulo e UOL.

Para se tornar uma diretriz da Igreja, a proposta ainda precisa de aprovação no Supremo Concílio, órgão máximo de deliberação da denominação.

A deliberação do assunto já está agendada para ocorrer entre os dias 24 e 31 de julho, em Cuiabá (MT).

O projeto demonstra a preocupação da Igreja em apresentar "a contradição entre Marxismo e suas variantes com o Cristianismo Bíblico" e criar orientações para "os declarados 'cristãos de esquerda ou progressistas' de suas inconsistências".


Trecho de documento da Igreja Presbiteriana pregando contra pensamentos de esquerda

O documento precisa ser aprovado na reunião em Cuiabá para se tornar um posicionamento oficial da instituição Nos bastidores, a proposta é apontada como uma pressão contra fiéis críticos ao movimento conservador.

A cúpula da Igreja Presbiteriana do Brasil é majoritariamente conservadora. Os integrantes do alto comando da instituição estão diretamente alinhados com o atual presidente e o apoiarão na tentativa de reeleição.

O relator da proposta é o reverendo Osni Ferreira, da Igreja Presbiteriana Central de Londrina (PR). No último dia 3, ele já usou o púlpito da igreja para pedir apoio à reeleição do Presidente Jair Bolsonaro (vídeo no final da matéria).

"Nós temos que reeleger Bolsonaro. Irmãos, não tem outro caminho para o Brasil. Olha a América do Sul inteira…", disse Ferreira no culto. O deputado Filipe Barros (PL-PR), aliado do atual governo e membro da igreja, estava presente e também foi escolhido pelo reverendo para sua campanha à reeleição na Câmara.

A comissão "anti-esquerda" deve ter como relator o reverendo Alfredo Ferreira de Souza, da Primeira Igreja Presbiteriana de Roraima, autor de estudos sobre "as raízes satânicas do comunismo". O grupo também deve ser formado por líderes como o próprio presidente do Supremo Concílio, Roberto Brasileiro Silva.

Roberto Brasileiro tem um filho, o advogado Gustavo Brasileiro, que já atuou como assessor especial do Ministério da Educação, e é pré-candidato a deputado estadual pelo Partido Novo em Minas Gerais.

Hernandes Dias Lopes e Augustus Nicodemus Lopes, pastores conhecidos por terem milhões de seguidores nas redes sociais e influenciarem o pensamento presbiteriano no Brasil, também foram indicados para compor a comissão.

Indicado por Bolsonaro, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça também é associado à Igreja, assim como o ex-ministro do MEC (Ministério da Educação) Milton Ribeiro.

Assista abaixo vídeo do culto onde o pastor Osni Ferreira pede votos para Bolsonaro:


Com informações Folha Gospel

terça-feira, 17 de maio de 2022

Eleições 2022: Marcelo Freixo diz que a esquerda não acompanhou o crescimento evangélico


Nós temos que buscar o que temos de comum e não o que temos de idêntico", disse Freixo.

Segundo colocado nas pesquisas para o governo do Rio, o deputado federal Marcelo Freixo (PSB) disse, em entrevista para o jornal O Globo, que não é artificial sua aproximação com igrejas e economistas liberais.

Ao ser questionado se suas aparições em igrejas e cultos em ano eleitoral não seria forçado, uma vez que nunca fez isso em campanhas anteriores, Freixo disse que ir à igreja não é pecado e que é fundamental dialogar com todas as igrejas para criar uma relação com a juventude nos territórios desiguais do Rio.

"A igreja faz o cara parar de beber, parar de bater na mulher. Faz o dinheiro ser mais bem aproveitado por uma família. Essa experiência positiva da igreja a gente quer."

Perguntado sobre o porquê da esquerda ter se distanciado do segmento evangélico, que hoje tem suas principais lideranças apoiando Bolsonaro, Freixo disse que "a esquerda tem uma relação de origem muito próxima da Igreja Católica, mas não conseguiu acompanhar o significado do crescimento das igrejas evangélicas, que tem uma relação direta com o abandono do poder público e a desigualdade social", disse. "Nós temos que buscar o que temos de comum e não o que temos de idêntico".

Sobre a possibilidade de que lideranças como Edir Macedo, da igreja Universal do Reino de Deus, e Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, façam campanha negativa contra ele, Freixo disse que quer conversar sobre o futuro do Rio.

Não estou barganhando esse apoio, quero conversar sobre o futuro do Rio e boa parte dos pastores não são necessariamente ligados a grandes organizações. Eles têm todo o direito de fazer campanha contra. Depois da eleição, se estivermos fazendo um bom governo e quiserem elogiar, também serão bem-vindos."

Sobre a necessidade de atrair o segmento evangélico, foi perguntado se ele acha que Lula errou ao falar recentemente que "todo mundo deveria ter direito ao aborto".

"Quem sou eu para dizer o que o Lula deve ou não falar. Acho que a pauta da campanha é a vida real das pessoas. Quero ser o governador da educação. Sou candidato para enfrentar o crime organizado, para melhorar emprego, investimento, garantir que toda criança seja alfabetizada na idade certa."

Fonte: O Globo via Folha Gospel

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Silas Malafaia comenta invasão à Igreja Católica: “Eles estão mostrando o ódio que eles têm aos cristãos”


O pastor Silas Malafaia criticou também a grande imprensa que não deu destaque para o assunto da invasão em Igreja de Curitiba

 

Nesta terça-feira (8), o pastor Silas Malafaia postou um vídeo criticando a ação de manifestantes de esquerda que invadiram a Igreja Nossa Senhora do Rosário, em Curitiba (PR), no último sábado.

O líder evangélico citou o artigo 5º da Constituição Federal que garante a inviolabilidade do lugar de culto. “O culto e as suas liturgias têm proteção”, reafirma o pastor.

O discurso de Malafaia foi dirigido para o vereador Renato Freitas (PT) que liderou a manifestação: ”Tem que botar esse bandido na cadeia, essa cambada na cadeia, e cassar esse miserável. Isso é uma pequena amostra do que eles são. Eles estão mostrando o ódio que eles têm aos cristãos. Essa que é a verdade”.

Além de questionar a falta de destaque dessa reportagem nas grandes emissoras, Malafaia também questionou a OAB e a CNBB que sempre estão ligadas à pauta da esquerda e se calaram diante desse ataque à fé católica.

Isso, minha gente, é uma pequena amostra do que eles querem. Isso aí, votem PT! Além de ter sido o governo mais corrupto da história da nossa nação, eles odeiam, eles escondem, eles são dissimulados, [mas] a essência, a origem deles é comunista. Odeiam a ideologia cristã. Está aí a prova: invadiram uma igreja. E a mídia que, na sua maioria, é esquerdopata, [ficou] calada, escondeu isso. Não tem notícia em primeira página, não destaque para nada. Fica aqui o meu protesto. Deus nos livre dessa gente!”, completou.

Assista aqui:


quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Cristãos da Argentina se unem parar orar por mais valores no Congresso

A degradação moral na qual a esquerda costuma colocar os países onde busca predominância, levou cristãos na Argentina a formarem um círculo para um abraço simbólico ao Congresso Nacional do país enquanto oram por mais valores éticos dos deputados e senadores.

Os cristãos pediram a Deus para mover o coração dos parlamentares para agirem de acordo com princípios bíblicos, atendendo a convocação da deputada Cynthia Hotton, que recebeu apoio de dezenas de pastores para orar por “mais decência, mais harmonia e mais valores”.

De acordo com o Evangelico Digital, o voto cristão pode ser decisivo nas próximas eleições argentinas, o que será decisivo para o futuro do país, que continua mergulhado em uma crise sem precedentes.

A expectativa é que os cristãos consigam retirar muitos votos para o partido no poder, que está desgastado devido a crise imposta através do isolamento social para conter a pandemia e escândalos envolvendo o governo.

Abraço simbólico

O ato aconteceu no último sábado (7), onde um grande grupo de evangélicos, junto com católicos, responderam ao chamado da parlamentar e cercaram o prédio do Congresso em um abraço simbólico.

Cynthia Hotton, candidata a deputada da frente + Valores, fez o apelo:

Somos milhões de evangélicos e católicos no país. Não apenas eles não nos representam. Eles nos discriminam e nos perseguem. É por isso que a Argentina está em declínio. A única forma de elevar é com os valores cristãos, que são os únicos valores firmes”, disse o candidato.

Gastón Bruno , pastor e cientista político, rodeado de jovens, levanta as mãos em oração. Ele afirma que “tiraram Deus da política” e acrescenta:

A única maneira de salvar a Argentina é com uma nova liderança que acabe com a corrupção e as mentiras que nos governam”.

Pedimos a Deus que remova os corruptos e abra as portas para homens e mulheres de  que defendem a vida de todos e da família”, disse um dos pastores locais.

Esta liderança corrupta vive festejando em seus palácios, enquanto nos subúrbios não conseguimos comida suficiente e eles nos matam. Amamos nossa gente, gente com valores”, disse um dos integrantes da Jóvenes con Valores, do La Matanza.

Fonte: por Michael Caceres -  Gospel Prime

sábado, 3 de julho de 2021

Ideologia que influencia os ‘cristãos de esquerda’ é extremamente danosa ao Corpo de Cristo, adverte pastor

Durante a última década, o pastor Lucas Miles começou a perceber o que ele acredita ser uma questão “realmente prejudicial, antiética ao Evangelho e certamente herética” se espalhando por toda a Igreja Ocidental: o surgimento dos cristãos de esquerda.

Eu vi o que o The New York Times chamou de ‘Cristianismo Liberal Ascendente’ invadir igrejas. E, claro, eles apresentam ‘Cristianismo Liberal’ ou ‘Cristianismo Progressivo’ em uma luz positiva, mas eu acho que é extremamente perigoso para o Corpo de Cristo”, disse Miles, pastor, escritor e cineasta.

Ao longo dos últimos três anos, Miles disse que começou a ver essa ideologia liberal invadir igrejas em um ritmo sem precedentes, a princípio pela boca de conhecidos políticos, pastores e professores cristãos, mas eventualmente também por líderes de igrejas locais.

Eu ouvia as pessoas começarem a falar sobre o Cristianismo usando uma linguagem progressista, e o Jesus que eles apresentaram era mais um grande organizador social do que o Salvador do mundo”, pontuou o pastor.

Eu moro em um estado vermelho [referência à predominância do Partido Republicano, conservador] e em um condado azul [predominância do Partido Democrata, de esquerda], e provavelmente há quatro ou cinco igrejas bem ao meu redor que estão hasteando uma bandeira marxista Black Lives Matter ou símbolo do socialismo cristão ou uma bandeira de arco-íris, e eles estão hasteando-as mais alto do que a cruz. Acho que diz muito sobre onde estão as igrejas na América agora”, lamentou.

Na entrevista concedida ao portal The Christian Post para falar do lançamento de seu novo livro, The Christian Left: How Liberal Thought Has Hijacked the Church (“A esquerda cristã: como o pensamento liberal sequestrou a igreja”, em tradução livre), Lucas Miles observou que os cristãos de esquerda são apenas um “espectro” dessa ideologia.

Dois senhores

Embora haja o fato de que “nem todos que têm ideias progressistas sejam verdadeiros esquerdistas ou marxistas”, ponderou o pastor, há uma ala desse movimento que estão na “extrema esquerda e criaram esta versão híbrida de cristianismo e marxismo”, o que torna o movimento de cristãos de esquerda mortalmente perigoso.

De forma mais sutil, dentro do mundo cristão, algumas pessoas “mantiveram um pé na ortodoxia bíblica e outro na ideologia progressista”.

Estamos vendo coisas como a teoria crítica da raça e a teologia da libertação fortemente impostas, e isso está se tornando cada vez mais preocupante”, disse ele. “O Evangelho não é algo legalista, e é importante que não caiamos no fundamentalismo também. Mas se começarmos a rebaixar as Escrituras para algo diferente da Palavra de Deus, o Cristianismo começa a se desgastar”.

Sentindo a urgência de ajudar os cristãos a discernir a verdade bíblica da ideologia perigosa, Miles decidiu escrever o livro The Christian Left: How Liberal Thought Has Hijacked the Church. Nele, o pastor examina a história da igreja, política mundial e cultura pop para expor a agenda dos cristãos de esquerda.

Esse grupo, avalia o pastor, é “realmente bom em sequestrar terminologia” a fim de “escoar seu caminho para ser reconhecida [como] cristã”. Uma maneira de fazer isso, disse ele, é pressionando cada vez mais por um “Universalismo Cristão” que diz que todos os caminhos levam a Cristo.

Os verdadeiros esquerdistas “sabem que não podem ganhar as eleições a menos que dividam a igreja e ganhem parte do voto religioso”, então decidiram agir para seduzir cristãos ingênuos ou descompromissados.

O Partido Democrata nos anos anteriores estava bastante satisfeito em ser referido como o ‘partido sem Deus’ e até fez esforços para tirar a palavra ‘Deus’ de sua plataforma partidária. Agora estamos vendo isso dobrando a fé por parte da esquerda, e é realmente uma parceria com universidades cristãs liberais, certos meios de comunicação e até mesmo alguns veículos de fé tradicionais”, alertou, detalhando o contexto dos Estados Unidos.

A Bíblia

Uma razão pela qual a ideologia progressista tem permeado tão facilmente as igrejas em todo o Ocidente é o crescente analfabetismo bíblico, disse Miles.

Uma coisa sobre a qual não temos liberdade para ter um grau de diferença é a autoridade das Escrituras, porque no momento em que a autoridade das Escrituras é desafiada, todos os outros aspectos de nossa fé enraizada nela também são desafiados. No momento em que adotamos e começamos a aceitar formas de cristianismo que minimizam a autoridade das Escrituras, isso dá lugar a abraçar coisas que não são cristãs, mas [que] ainda assim chamamos de cristãs”, alertou.

Não podemos chamar de ‘cristãs’ coisas que não são cristãs ou que estão enraizadas nos ensinamentos de Cristo ou na unidade de Cristo apenas porque queremos. Não estamos adorando o mesmo Cristo. Nós dois podemos chamar essa pessoa de Jesus, mas a identidade é de duas pessoas muito, muito diferentes. É importante reconhecer que não podemos ter uma verdadeira unidade cristã e comunhão cristã com pessoas que não adoram a Cristo da maneira que O conhecemos nas Escrituras”, enfatizou o pastor.

Ele acrescentou: “Eu quero ver as pessoas realmente retornando ao Evangelho da graça de Deus, mas também entender que não é um ‘escolha seu próprio romance de aventura’ onde você escolhe sua própria verdade. A Escritura não nos dá essa oportunidade. Eu acredito que o amor verdadeiro se manifesta quando se fala a verdade uns para os outros, e isso é algo que a ‘esquerda cristã’ está perdendo”.

Fonte: Gospel+

segunda-feira, 3 de maio de 2021

Presidente de instituto de pesquisa diz que ‘esquerda não deve temer evangélicos'

A esquerda continua visando a divisão do eleitorado evangélico, com vistas a voltar ao poder nas próximas eleições presidenciais, em 2022. Na visão do pesquisador e sociólogo Marcos Coimbra, é possível “estabelecer um diálogo” com os fiéis.

Coimbra, que é presidente do Instituto Vox Populi – conhecido por sempre apresentar pesquisas com números mais favoráveis aos candidatos de esquerda – afirmou em entrevista que “o eleitor evangélico não é todo igual e é perfeitamente possível estabelecer um diálogo” com os fiéis.

Desde que Lula (PT) deixou a prisão, o ex-presidente vem indicando o rumo que os militantes de seu partido, e demais legendas de esquerda, devem seguir na tentativa de se aproximar dos evangélicos, já que esse foi o segmento decisivo na eleição do presidente Jair Bolsonaro em 2018.

Em janeiro do ano passado, Lula afirmou que iria abordar pastores e fiéis na tentativa de voltar ao Palácio do Planalto: “Eu vou conversar com essa gente outra vez, o PT precisa conversar. O PT tem muita gente evangélica. O que não dá é pra você ficar quieto, o que não é uma pessoa contar uma mentira a teu respeito e você fingir que não viu. Tem que ir pra cima, com respeito, mas tem que ir pra cima”, disse o ex-presidente.

Agora, Coimbra repercute a mesma estratégia, afirmando que lideranças como Silas Malafaia e Edir Macedo não possuem uma influência muito forte no voto dos evangélicos: “O eleitor evangélico popular frequentemente vota sem dar tanta importância ao que o bispo da igreja está mandando ele fazer”, afirmou ao portal Brasil 247.

Esse tipo de eleitor tem mais a ver com a comunidade em que ele funciona, até com o pastor, mas não necessariamente com o bilionário lá que fica com a fortuna fabulosa dele articulando com o Bolsonaro. Então eu não tenho tanto medo do eleitor evangélico”, disse o presidente do instituto de pesquisa, transparecendo seu grau de isenção.

Ao final, afirmou que “com a ultradireita, com esse não tem diálogo”, em referência aos fiéis que rejeitam as principais bandeiras levantadas pela ideologia de esquerda atualmente, como aborto, ideologia de gênero e liberação das drogas, entre outros aspectos do progressismo.

Fonte: Folha Gospel

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Evangélicos de esquerda querem entrar no poder já nas próximas eleições

Partindo de premissas politicamente corretas, jovens evangélicos militantes de esquerda estão se lançando na política para concorrer com os fiéis conservadores.
Defensores do aborto, por exemplo, os membros da chamada Bancada Evangélica Popular se apresentam como figuras capazes de rebater o que definem como "equívoco teológico" dos cristãos que defendem uma visão oposta à sua.
Um desses que se arriscarão nas urnas é o estudante de Filosofia Samuel de Oliveira, 23 anos, filiado ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Ao todo, são 20 pré-candidatos ligados à BEP, que tem entre seus fundadores o pastor Ariovaldo Ramos.
"É mais fácil atribuir os problemas da sociedade a questões morais do que entender as razões da desigualdade", diz Samuel de Oliveira, ao criticar a postura dos evangélicos conservadores sobre pautas defendidas pelos partidos de esquerda.
Para o pré-candidato a vereador em São Paulo, as igrejas evangélicas "usam o medo do inferno" como arma de dominação dos fiéis: "Esses políticos deixaram de pregar a graça de Cristo para viver a mensagem do ódio", disse, referindo-se aos integrantes da Frente Parlamentar Evangélica, formada em sua maioria por membros de igrejas pentecostais e conservadores nos costumes.
"A gente quer apresentar uma outra perspectiva de ser evangélico, que não é sinônimo de conservadorismo, mas de justiça social e amor", acrescentou, repetindo o discurso abrangente e subjetivo comumente usado pelos chamados "cristãos progressistas".
Outro que deve sair candidato é Danilo Pássaro, 27 anos, estudante de História e filiado ao PSOL. Segundo relatado por ele ao portal Uol, desde os quatro anos de idade frequenta a igreja. Ao longo de 13 anos, participou dos cultos numa Assembleia de Deus, mas depois passou a frequentar uma Igreja Batista, porque, em suas palavras, "ao contrário das neopentecostais, ela não é fundamentalista".
"Ela ensina que Jesus não quer ver outro explorado e que Deus não está lá longe no Céu, mas dentro de nós. 'Ao cuidar dos que sofrem, estão cuidando de mim', disse Jesus", argumentou Pássaro, que recentemente ajudou a organizar um protesto com torcidas organizadas, em pleno isolamento social devido à pandemia, e que terminou em tumulto.
Na reportagem, no entanto, não foi mencionado que a Convenção Batista Brasileira não defende pautas como a legalização do aborto ou a celebração de união de pessoas do mesmo sexo no âmbito religioso.
"Eu quero fazer política para o evangélico que se opõe ao conservadorismo moral que é imposto por alguns líderes evangélicos. Quando Dilma caiu [pelo impeachment, em 2015] e os neofascistas saíram do bueiro, eu já achava que os evangélicos neopentecostais poderiam tornar a retórica fascista um discurso de massa, o que foi confirmado na eleição de Bolsonaro", afirmou, valendo-se dos rótulos que integram a práxis dos partidos de esquerda contra a visão conservadora.
Danilo Pássaro teceu críticas ao segmento neopentecostal que são feitas também por igrejas tradicionais, mas que não se alinharam à ideologia de esquerda, uma vez que a reprovação à pregações como a teologia da prosperidade não é vinculativa à ideologia socialista ou progressista.
"Os neopentecostais têm dois fundamentos: a teologia da prosperidade diz que você é o empresário da própria fé e que doar uma oferta a Deus irá te abençoar. E a batalha espiritual defende que a vida na Terra é uma guerra de forças entre o bem e o mal. Essa batalha diz que o Brasil precisa se tornar evangélico para ser um país melhor. Para isso, a igreja deve tomar o poder e combater a diversidade, como a religiosa", associou o pré-candidato.
"Isso é um discurso fascista, irmão. Se você fala em destruição do outro, é fascismo", reiterou Pássaro. O contexto da fala remete ao que disse outro militante de esquerda, Mauro Iasi, em 2015, quando afirmou que o diálogo com os conservadores não deve existir, e a relação de luta contra esse pensamento deve ser à base de "uma boa bala".
A proximidade desse grupo de evangélicos também é estreita com o feminismo: a ativista Simony dos Anjos (PSOL), filha de um pastor da Igreja Presbiteriana Independente, quer ser prefeita de Osasco (SP).
"Na minha igreja, precisei dar aula sobre ciclo menstrual a meninas de 17 anos, que não sabiam como ele funciona. A proibição do aborto mata 1.500 mulheres por ano no Brasil. Muitas deixariam de abortar se fossem acolhidas por psicólogos nos hospitais. Quem chega no hospital dizendo que precisa cometer um crime? A gente não precisa de uma Flordelis que adote tanta criança, mas de um Estado que cuide de todas", declarou, ajustando o discurso ao escândalo envolvendo o assassinato do pastor Anderson do Carmo.
Fonte: Gospel+
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